Roland Barthes e a fotografia

Rodrigo Fontanari

Resumo


O presente artigo constitui-se numa resenha e numa pequena exegese de alguns dos mais notáveis textos de comentadores internacionais, notadamente aqueles ainda não traduzidos em língua portuguesa, a consagrar-se ao derradeiro livro de Roland Barthes publicado em vida do autor: A câmara clara. O que aqui se propõe é oferecer subsídios para uma melhor elucidação dessa importante obra, que, a trinta anos de seu surgimento, segue pouco estudada, sendo assim desperdiçada sua enorme contribuição às ciências da comunicação e, sobretudo, às reflexões em torno do papel da imagem fotográfica no mundo contemporâneo. Jogamos com a hipótese de que, sendo um semioclasta, mais que um iconoclasta, Barthes estava em melhor posição para ler e entender imagens. 


Palavras-chave


Teoria Semiótica. Roland Barthes – Semioticista.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1984-7939.2010v6n9p53



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DOI: 10.5433/1984-7939

EISSN: 1984-7939

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