O risco do real e emancipação em Moscou: o filme-dispositivo como estratégia de questionamento de dispositivos sociais

Nilson Assunção Alvarenga, Thalita Gonçalves Rocha

Resumo


Partindo do debate contemporâneo sobre o documentário desde Jean-Louis Comolli, pretende-se uma leitura de Moscou, de Eduardo Coutinho, pensando-o como um filme em que, pela multiplicação de referentes das falas e ações dos atores em cena, abre-se o horizonte de um “risco do real” e assim coloca-se em questão os próprios dispositivos sociais, no sentido foucaultiano.


Palavras-chave


Dispositivo. Real. Realidade. Documentário.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1984-7939.2017v13n22p213

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