Caderno de fundamentos: arquivos do sagrado e dos segredos

Ari Lima, Leandro Araujo

Resumo


Neste artigo propomos refletir sobre o significado dos “cadernos de fundamento” no contexto social, cultural e religioso da religião do candomblé baiano, definido e autodefinido como eminentemente oral. Neste sentido, consideramos o candomblé um grande arquivo ao ar livre acessível, em muitos casos, em tantos outros, pouco acessível, visível, audível e até mesmo inacessível. Buscamos respostas para as seguintes perguntas: O que é o arquivo ou o que é arquivar do ponto de vista do candomblé? O que é um caderno de fundamento? Quem o escreve? Como se entrelaçam, no caso dos “cadernos de fundamento”, saber e poder? O que encontramos em um “caderno de fundamento” é “o resto, a ruína” ou a continuidade da história de uma cultura? Como se produz ou adquire-se um “caderno de fundamento”? Quais as forças que atravessam/atravancam os “cadernos de fundamento” enquanto arquivos? Quem ou o quê legitima os “cadernos de fundamento”? Os cadernos de fundamento são públicos ou particulares?


Palavras-chave


Cadernos. Fundamento. Arquivos. Candomblé.

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