Rede atada, barco balança..., no ir e vir das ondas, as travessias poéticas pelo Marajó

Josebel Akel Fares

Resumo


Este relato é baseado em viagens ocorridas no início do século XXI e faz parte do projeto Cartografias marajoaras (1999-2003), que busca constituir desenhos da cultura marajoara, especialmente, a partir de vozes orais com vista a configurar mapas tecidos em periferias ribeirinhas. As narrativas de viagem trazem traços etnográficos e representam passagens, convívios, quedas, asseguradas em construções imaginárias de uma viajante em busca das oralidades poéticas, tão importantes na região. Não há citações teóricas, para fundamentar os trajetos, a construção dá-se na tentativa de apreensão de um mundo sensível, que constitui os narradores e a ouvinte. O texto está divido em três partes: do desejo de dizer, apresenta o trabalho em panorâmica e diz do porquê da escritura; no guichê das passagens, assegura-se alguns caminhos seguidos e esclarece-se as tramas; com redes atadas, o barco balança e traz o movimento, os percursos, o âmago da viagem.


Palavras-chave


Viagem. Poéticas. Oralidade. Imaginário. Marajó.

Texto completo:

PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - Não comercial - Sem derivações 4.0 Internacional.

Boitatá
Universidade Estadual de Londrina
E-mail: boitata@uel.br
Telefone: (43) 33714428