Da vida batida para a batida viva: a batalha poética do rap de improviso como lugar de arma, resistência e problematização de tensões na escola

Janaína Vianna da Conceição

Resumo


Este trabalho tem como objetivo refletir e discutir sobre possíveis contribuições que o ensino e o trabalho com o rap e o rap freestyle podem proporcionar para a formação de jovens estudantes no contexto escolar em aulas de português e de literatura, com base nas concepções teóricas de gêneros discursivos (BAKHTIN, 2003) e de performance (ZUMTHOR, 2007). Para isso, discorro sobre a contextualização do hip hop e do rap freestyle, além de analisar as temáticas, a performance e as tensões em algumas batalhas de freestyle. Em seguida, aponto alguns motivos pelos quais a escola não trabalha com os gêneros orais e com o hip hop, apresentando argumentos de o porquê esses deveriam ser incluídos não somente no currículo, mas no cotidiano da sala de aula. Por fim, apresento algumas sugestões de trabalho com gêneros orais relacionados ao rap, ao freestyle e a suas batalhas poéticas.


Palavras-chave


Rap freestyle. Escola. Performance. Gêneros orais

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Boitatá
E-ISSN: 1980-4504
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