Um poeta assaltado pelas memórias do verdevagomundo: o mosaico mestiço e inacabado de Antonio Juraci Siqueira

Hiran de Moura Possas, José Guilherme de Oliveira Castro

Resumo


A Poesia, as palavras e o fazer poético são nômades, tomando por assalto os mais recônditos lugares, desde seus repousos na voz, nas performances, até suas presenças vivas nas mais diversas representações pelo signo escrito. Despido dos formalismos eurocêntricos e “parido” das terras do Grão-Pará, Antonio Juraci Siqueira, o filho do boto, se apropria do verdevagomundo para transitar pelas margens do oral no escrito. Seus sonhos, como bem diz o referido poeta, emergem do seu fazer literário criativo como piracemas ávidas para desovar e procriar. Seus “causos” ou suas “acontecências”, híbridos de múltiplas vozes da experiência alheia, retratam suas “andanças” pela Amazônia.


Palavras-chave


Oralidade; Escrita; Hibridismo; Errância.

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Boitatá
E-ISSN: 1980-4504
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