Marcas de oralidade em "A mulher que comeu o amante", de Bernardo Élis

Miguel Heitor Braga Vieira

Resumo


Esse estudo tem por objetivo analisar o conto “A mulher que comeu o amante”, de Bernardo Élis. O aporte utilizado é a questão da oralidade como marca inerente ao discurso do narrador, assim como dos personagens, cada qual a seu modo. Pretende-se, portanto, verificar de que modo a tradição oral do interior do Brasil é representada em um texto que afirma a ambiguidade de vozes como uma expressão válida, ligando uma temática regional à matéria humana universal através do dialogismo. O caminho metodológico a ser percorrido é o que investiga alguns componentes do conto referido por meio de uma natureza oral reformulada como artefato artístico. Para isso, autores como Mikhail Bakhtin (1981), Walter Benjamin (1979), Irene Machado (1995), entre outros, mostram-se pertinentes.


Palavras-chave


Bernardo Élis; Oralidade; Dialogismo

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Boitatá
E-ISSN: 1980-4504
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