Comentários do leitor

Sexo na ponte só pra sair da rotina

por Wendell Shipp (2020-11-16)


Esse é o segundo raconto que eu escrever, esse narrativa foi inspirado no dia que decidi transpor lindas de goiania casa para colocar as princípios no lugar. Eu tinha 18 anos, tinha me assumido para os meus pais e houve um conflito enorme, este não queria nem olhar no meu rosto. Eu me sentindo bastante sozinho sai de casa para entregar uma viravolta, caminhando eu achei um rapaz que morava na mesma rua que eu, este queria descobrir onde eu estava indo às 22:00 horas da noite, eu diz que ia entregar uma volta, ele diz que em interno absolutamente ninguém sai tarde da noite à toa, eu comecei a rir e falei: não estarei sozinho se você me acompanhar. Caminhos até chegar em uma ponte, o belo rapaz chamava-se Nicolas (nome fictício) e este tinha uma pele caramelo, cabelos rapadas (cabelos que são cortados de máquina no pente 1), seu corpo era normal com definições no abdômen e corpo todo liso.
Eu e Nicolas conversávamos sobre as nossas vidas, ele conversava sobre sua mãe e seus irmãos, e eu contava para ele que tinha me assumido, até então ele me afirmava ser hetero. Ao longo da diga eu perguntei se este tinha curiosidade em saber como era um ósculo de um garoto, ele me diz que queria saber, mas tinha vergonha, ele disse que sempre quis oscular minha boca, eu fiquei surpreso e falei que era melhor irmos embora porque já era tardiamente. Quando levanto-me este me puxa para o soalho de novo, caiu de rabo e este me beija, um beijo extremamente doce, ele parecia um rapaz bruto, o típico cara do interior, mas beijava bem suave e tranquilo. Ele tinha o beijo que eu chamo de na medida, sem muita língua e sem muita saliva. Após nosso ósculo eu disse que queria ir embora, este me disse que estava muito cedo e logo ficamos conversando sobre nosso beijo, finalmente era a experiência dele com seu primeiro ósculo gay (segundo ele).
Eu estava olhando para estrelas e um pingo caiu do firmamento, eu imaginei que iria chover, falei que era melhor irmos pois poderia chover. Ao levantarmos ele me encostou no grade da relação e me ósculo, foi aos poucos beijando meu pescoço, a relação estava bastante deserta e então criei coragem para pegar no pau dele, eu sentia seu pau latejando na minha mão, este direcionava minha testa para grave como quem queria um boquete e eu resistia, após muitos beijos e carícias este desabotoou sua bermuda, desceu o fecho e começou a se masturbar, este perguntou se poderia gozar beijando a minha boca, eu diz que iria fazer melhor. Eu me ajoelhei e comecei a chupar a cabecinha do seu pau, eu chupava como quem queria um gosto, descia e fazia garganta profunda, ele olhava bastante para os lados com pavor de alguém chegar, eu continuava chupando ele, eu estava com meu pau todo babado dentro da cueca, este encostou a mão e sentiu meu short úmido, ele sorriu pra mim e colocou meu pau pra fora, ele começou a chupar bem lentamente e depois eu segurei a moleira dele e comecei a foder aquela boca de lábios carnudos, este era mais gostoso do que imaginei, um pinto grosso e alguma coisa torto para inferior e tinha unas 21cm, ele tinha 1,76 cm, seus olhos pretos sedutores me faziam tremer, ele chupava e e olhava em meus olhos, eu pegava meu pau e batia na cara dele, este parecia estar amando. Eu levantei ele e fui para trás dele, fiquei sarrando meu pau em sua bunda, este solicitou para não pregar pois nunca tinha oferecido e eu falei para este relaxar, ouvimos um trovão e nos assustamos, começou a molinhar e apesar disso eu não parava de roçar meu pau na nádegas dele. Houve um momento que a chuva estava aumentando, já estávamos todo molhados e logo iniciamos a nos oscular intensamente e este me esmolou para colocar o pau naquele cuzinho, sua rabo de pele caramelo tinha um tamanho normal, toda lisinha sua nádegas e logo eu comecei a lamber, coloquei este de quatro e comecei a lamber todo seu cuzinho, eu conversava pra ele que queria todo seu rabo úmido, e este afirmava que queria que não doesse. Depois de deixa seu cuzinho úmido eu comecei a penetrar, este abria a assento com suas mãos enquanto meu pau de 20 cm entrava lentamente, meu pau invadia todo aquele rabo. Depois que o pau estava todo dentro eu levantei este com intenção de eu pudesse falar em seu ouvido, logo eu comunicava rebola pra mim vai, rebola esse rabo apertado, e este rebolava, depois coloquei este de quatro mais uma vez e comecei a socar minha pênis no cu dele, ele gemia descontroladamente e nosso pavor de alguém aparecer já não existia mais. Depois eu sentei no solo e pedi para este assuntar por cima, ele sentou voltado pra mim e então eu comecei a masturbar este enquanto este cavalgava, eu pedia para este piscar e ele perguntava se tava gostoso, eu pedia para este quicar no pau, ele disse que estava sem manter e iria gozar, ele gozou e sua gala me deixou todo melado, teve alguma coisa de sêmen que foi até a minha boca, eu peguei em sua testa e disse que tava na hora de tomar leitinho, ainda reclinado no chão este saiu de cima de mim e começou a me mamar me masturbando, eu pedia para ele bater sem descontinuar, este afirmava goza pra mim, eu perguntava "quer leitinho quer?" E ele afirmava que sim com uma voz ofegante e um olhar de pidão, eu avisei que iria gozar e ele abriu a boca colocando a língua para fora e eu gozei horrores fazendo este engolir tudo e ele chupava até não sair mas nenhuma pingo.
Depois esse sexo nos vestimos e fomos pra vivenda, morávamos na mesma rua, ainda tivemos outras fodas, mas isso é uma história que fica para próxima. Tivemos muitas fodas, porém presentemente este é devotado e eu não dou mas esfera para ele.
Espero que vocês gostem do meu história, esse é o segundo que estou postando.