Comentários do leitor

Sexo na conexão só pra transpor da rotina

por Patsy Melson (2020-11-10)


class=Esse é o segundo história que eu escrever, esse conto foi inspirado no dia que decidi transpor de casa para colocar as ideias no lugar. Eu tinha 18 anos, tinha me assumido para os meus pais e houve um conflito enorme, ele não queria nem olhar no meu rosto. Eu me sentindo muito sozinho sai de moradia para dar uma volta, caminhando eu deparei um rapaz que morava na mesma rua que eu, ele queria saber onde eu estava indo às 22:00 horas da noite, eu diz que ia conceder uma viravolta, este disse que em interno ninguém sai tarde da noite à toa, eu comecei a rir e falei: não estarei sozinho se você me seguir. Caminhos até chegar em uma conexão, o belo rapaz chamava-se Nicolas (nome figurado) e ele tinha uma pele caramelo, cabelos rapadas (cabelos que são cortados de máquina no pente 1), seu corpo era normal com definições no abdômen e corpo todo liso.
Eu e Nicolas conversávamos sobre as nossas vidas, este conversava sobre sua mãe e seus irmãos, e eu contava para este que tinha me assumido, até logo ele me afirmava ser hetero. Ao longo da conversa eu perguntei se este tinha curiosidade em saber como era um ósculo de um garoto, este me diz que queria descobrir, porém tinha vergonha, este disse que sempre quis roçar minha boca, eu fiquei pasmo e falei que era melhor irmos embora pois já era tardiamente. Quando levanto-me este me puxa para o solo mais uma vez, caiu de bunda e este me beija, um ósculo extremamente gulodice, ele parecia um rapaz bruto, o típico faceta do interno, mas beijava muito suave e tranquilo. Ele tinha o ósculo que eu chamo de na medida, sem muita língua e sem muita saliva. Depois nosso beijo eu disse que queria ir embora, ele me disse que estava bastante cedo e então ficamos conversando sobre nosso ósculo, afinal era a experiência dele com seu primeiro ósculo gay (segundo este).
Eu estava olhando para estrelas e um pingo caiu do céu, eu imaginei que iria chover, falei que era melhor irmos porque poderia chover. Ao levantarmos ele me encostou no grade da ligação e me ósculo, foi pouco a pouco beijando meu pescoço, a ponte estava muito deserta e então criei coragem para pegar no pau dele, eu sentia seu pau latejando na minha mão, ele direcionava minha moleira para grave como quem queria um boquete e eu resistia, após muitos beijos e carícias ele desabotoou sua bermuda, desceu o fecho éclair e começou a se masturbar, este perguntou se poderia gozar beijando a minha boca, eu diz que iria fazer melhor. Eu me ajoelhei e comecei a chupar a cabecinha do seu pau, eu chupava como quem queria um deleite, descia e fazia gorgomilos profunda, este olhava bastante para os lados com susto de alguém chegar, eu continuava chupando este, eu estava com meu pau todo babado dentro da cueca, este encostou a mão e sentiu meu calção úmido, este sorriu pra mim e colocou meu pau pra fora, este começou a chupar bem lentamente e depois eu segurei a moleira dele e comecei a foder aquela boca de lábios carnudos, ele era mais gostoso do que imaginei, um pinto grosso e alguma coisa torto para insignificante e tinha unas 21cm, este tinha 1,76 cm, seus olhos pretos sedutores me faziam tremer, ele chupava e e olhava em meus olhos, eu pegava meu pau e batia na faceta dele, este parecia estar amando. Eu levantei ele e fui para trás dele, fiquei sarrando meu pau em sua assento, este demandou para não cravar pois nunca tinha dado e eu falei para este relaxar, ouvimos um trovão e nos assustamos, começou a molinhar e nada obstante eu não parava gatas de goiania roçar meu pau na rabo dele. Houve um momento que a chuva estava aumentando, já estávamos todo molhados e logo iniciamos a nos tocar intensamente e ele me solicitou para colocar o pau naquele cuzinho, sua bunda de pele caramelo tinha um tamanho normal, toda lisinha sua bunda e então eu comecei a lamber, coloquei ele de quatro e comecei a lamber todo seu cuzinho, eu dizia pra este que queria todo seu rabo úmido, e ele aconselhava que queria que não doesse. Após deixa seu cuzinho úmido eu comecei a penetrar, este abria a rabo com suas mãos enquanto meu pau de 20 cm entrava lentamente, meu pau invadia todo aquele rabo. Depois que o pau estava todo dentro eu levantei ele com finalidade de eu pudesse falar em seu ouvido, então eu falava rebola pra mim vai, rebola esse rabo apertado, e este rebolava, depois coloquei ele de quatro novamente e comecei a socar minha cacete no cu dele, ele gemia descontroladamente e nosso medo de alguém aparecer já não existia mais. Depois eu sentei no pavimento e pedi para ele assentar por cima, ele sentou invertido pra mim e logo eu comecei a masturbar este enquanto ele cavalgava, eu pedia para este piscar e ele perguntava se tava gostoso, eu pedia para este quicar no pau, este diz que estava sem aguentar e iria gozar, ele gozou e sua gala me deixou todo melado, teve algo de semente que foi até a minha boca, eu peguei em sua cabeça e disse que tava na hora de tomar leitinho, ainda prostrado no pavimento ele saiu de cima de mim e começou a me mamar me masturbando, eu pedia para este bater sem interromper, este adequava goza pra mim, eu perguntava "almeja leitinho quer?" E ele aconselhava que sim com uma voz ofegante e um olhar de pidão, eu avisei que iria gozar e este abriu a boca colocando a língua para fora e eu gozei horrores fazendo ele engolir tudo e ele chupava até não transpor mais nenhuma pingo.
Depois esse sexo nos vestimos e fomos pra moradia, morávamos na mesma rua, ainda tivemos outras fodas, mas isso é uma história que fica para próxima. Tivemos varias fodas, mas presentemente este é casado e eu não dou mais globo para ele.
Espero que vocês gostem do meu conto, esse é o segundo que estou postando.