Uma utopia oitocentista: igualdade, trabalho e estado em uma sociedade imaginada por Edward Bellamy

José D'Assunção Barros

Resumo


Este artigo examina a literatura utópica do século XIX, abordando mais diretamente, e em maior profundidade, a sociedade imaginária idealizada por Edward Bellamy no romance Revendo o Futuro (1877). Esta análise mais específica é precedida por uma breve introdução à literatura utópica desde o século XVI – recuperando comparativamente proposições de autores como Thomas Morus, Campanella, Francis Bacon, Fourier, Saint-Simon, e Robert Owen –, além de uma discussão teórica sobre os modelos de distribuição da igualdade, neste caso considerando as reflexões de Norberto Bobbio e Amartya Sen sobre este tema. O romance de Bellamy é abordada em seu contexto, e justifica-se por envolver uma ponte entre literatura e sociedade, particularmente considerando que esta obra despertou grande interesse de leitores da época e mesmo a motivação para a realização de experiências utópicas específicas. Palavras-Chave: Literatura utópica; utopias; distopias; sociedades imaginárias; igualdade; Bellamy

Palavras-chave


Literatura utópica; utopias; distopias; sociedades imaginárias; igualdade; Bellamy

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1984-3356.2017v10n20p919

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ISSN: 1984-3356

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