Nos trilhos do Museu de Artes e Ofícios Exposição e público em Belo Horizonte/MG

Claudia Eliane Parreiras Marques Martinez

Resumo


O objetivo desse artigo é apresentar os resultados preliminares de uma pesquisa realizada com aproximadamente quinhentos usuários do Metrô de Belo Horizonte (MG), em particular na plataforma de embarque da Estação Central. Uma das justificativas, apresentadas pelo museólogo Pierre-Yves Catel e pela equipe que participou da montagem e da organização do Museu de Artes e Ofícios (MAO), para a ocupação do prédio da Estação Central e sua ressignificação, transformando-o em uma instituição museal? voltada para a história/memória do trabalho e do trabalhador ? foi a de que, naquela localização, poder-se-ia contar com “um público potencial de um milhão de visitantes por ano chegando pelo metrô”. Nesse sentido, a pesquisa procura entender, sobretudo, a relação que se estabelece, na atualidade, entre o usuário do metrô e o Museu. No entanto, antes de revelar os dados dessa investigação, fez-se necessário analisar alguns aspectos que envolvem a história do MAO e, também, alguns pontos da exposição de longa duração apresentada ao público desde a inauguração da mencionada instituição, em 2005/2006.

Palavras-chave


Museu de Artes e Ofícios; público; usuário da Estação do Metrô; exposição; memória.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1984-3356.2014v7n14p121



Antíteses
Londrina/PR - Brasil
ISSN: 1984-3356

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