Percepções sobre a linguagem museológica do Museu Histórico de Londrina: a exposição “Cuidar, Curar, Lembrar – memória da saúde em Londrina” e as representações de mulheres.

Bruno Sanches Mariante Silva

Resumo


Os museus históricos, como os monumentos, já foram entendidos como imagens que as sociedades produzem para o futuro. No entanto, esta concepção dos museus enquanto espaços mantenedores e guardiães da memória de uma comunidade ou localidade começa a ser revista. A cidade de Londrina, mesmo que bastante nova, conserva através de diferentes meios, o elogio à memória de determinados grupos, chamados de ‘pioneiros’. A contestação de tais práticas memorialísticas e a inclusão de novos atores é bastante polêmica e custosa. Desse modo, o presente artigo objeta refletir acerca das representações de mulheres na linguagem do Museu Histórico de Londrina. Para tal propõe-se a analisar a mais recente exposição temporária que este espaço abrigou: “Cuidar, Curar, Lembrar – memória da saúde em Londrina”. Assim vamos investigar com qual(ais) linguagem (s) museológica o MHL alinha-se e como apresenta-se ao público.


Palavras-chave


museus, Londrina, representações de mulheres, memória, saúde pública

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1984-3356.2015v8n16p252



Antíteses
Londrina/PR - Brasil
ISSN: 1984-3356

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