Foucault, Experiência, Literatura

Timothy O’Leary, João Rodolfo Munhoz Ohara

Resumo


Em uma das várias entrevistas nas quais discute sua insatisfação com o horizonte filosófico de seus dias de estudante, dominado pelo marxismo, pela fenomenologia e pelo existencialismo, Foucault faz a seguinte afirmação: "para mim, a ruptura se deu primeiramente Waiting for Godot, de Beckett, uma performance de tirar o fôlego." Meu objetivo neste texto é estabelecer as bases para compreender como é possível que um trabalho de literatura tenha tal efeito - qual seja, forçar-nos a pensar de outra maneira. É realmente possível que trabalhos de literatura mudem as pessoas que os leem? Ou, para dar a essa questão um foco ligeiramente diferente, as pessoas são capazes de mudarem a si mesmas através de suas leituras literárias?

Palavras-chave


Michel Foucault; experiência; literatura

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DOI: http://dx.doi.org/10.5433/1984-3356.2012v5n10p875



Antíteses
Londrina/PR - Brasil
ISSN: 1984-3356

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