TERNOPAR

   TEMA 5: TURISMO E OUTROS RAMOS DO CONHECIMENTO

 

 

86) VALENTE, F. J.; CURY, R. M. Transporte aéreo e a integração logística com as atividades turísticas. Turismo – Visão e Ação, Florianópolis, v.6, n.1, p. 27-43, jan/abr. 2004.

 

Resumo: O desenvolvimento do meio de transporte aéreo tem beneficiado diversas atividades humanas, notadamente o turismo. O presente estudo procura analisar as implicações da relação entre transporte aéreo e turismo, no planejamento estratégico e operacional das empresas aéreas, dentro da visão sistêmica da administração, identificando, no ambiente externo, as atividades dos stakeholders. Para tanto, procura ampliar os conceitos de convergências das definições teóricas. Relaciona, também os fatores operacionais cruciais das empresas aéreas (Fator de carga e demanda) frente à influência do turismo. Finalmente, propõe que aconteça uma integração logística de toda cadeia de suprimentos do turismo, na qual se encontram as empresas aéreas.

 

Palavras-chave: Turismo – Transporte Aéreo – Integração Logística.

 

Área do conhecimento: Turismo e Administração

 

Onde encontrar: < http://www6.univali.br/seer/index.php/rtva/article/view/1054 >

(Informações de Sérgio, 2014 – Resumo dos autores)

 

 85) AGUIRRE, R. S.; GRÜNEWALD, L.; PÂNTANO, L.; SANTO, S. D. e SIMON, M. F. G. Recreação e turismo para todos. 1. ed. Caxias do Sul: Educs, 2003.

 

Resumo: Traz a reflexão sobre o direito de todas as pessoas, independentemente das suas condições físicas, ao lazer, à recreação e ao turismo. Considerando que o lazer é um direito do ser humano, os autores se propõem a mostrar o caminho para a integração das pessoas que, muitas vezes, não podem usufruir de determinadas propostas de lazer ou de turismo apenas porque os espaços não estão adequados “para todos”. Este “para todos” não se refere somente a pessoas com deficiências permanentes, mas a pessoas com limitações temporárias, como crianças e idosos. É um material que, ao mesmo tempo, oferece um elenco de técnicas de desenho espacial para instalações turísticas e dicas para a prestação de serviços diferenciados a um público especial.

 

Palavras-chave: Pessoas com Deficiência – Inclusão – Acessibilidade – Turismo Acessível

 

Área do conhecimento: Turismo

 

Onde encontrar:  http://www.ucs.br/ucs/tplEditoraNova/editora/catalogo/colecoes/turismo/

recreacao_turismo/imprimir

 

(informações de Mariane, 2014)

 

84) ANJOS, F. A. dos; ANJOS S. J. G. dos; RADOS, G. J. V. O processo de compreensão do sistema territorial turístico para o planejamento e a gestão integrados. Turismo – Visão e Ação, Florianópolis, v. 8, n. 1, p. 105-118, jan/abr. 2006.

 

Resumo: O planejamento sistêmico se apresenta como modelo apropriado para o desenvolvimento do turismo na aplicação de propostas sustentáveis, pois possibilita melhores condições para a sustentabilidade econômica, contribui para a sustentabilidade social e subsidia o desenvolvimento ambiental sustentável do turismo. A gestão por processos é uma metodologia gerencial adequada ao cenário atual das organizações empresariais e territoriais, que é caracterizado por mudanças permanentes, inovações contínuas e interatividade do cliente nos processos de gestão. Diante de tais pressupostos, o objetivo deste ensaio é apresentar uma proposta de compreensão do sistema territorial turístico. A proposta foi apresentada em dois momentos: o processo de compreensão e a verificação da aplicabilidade em um território turístico, no caso, o destino turístico Itapema – SC. Foi verificada a aplicabilidade da proposta a partir de uma realidade específica, que apresenta a dinâmica do turismo como variável predominante no processo de construção de seu território. O processo proposto se apresentou flexível o suficiente para ser aplicado a outros territórios, adaptando-se a dinâmicas particulares.

 

Palavras-chave: Sistema de Turismo – Planejamento e Gestão do Território – Gestão por Processos

 

Área do conhecimento: Turismo e Engenharia da Produção

 

Onde encontrar: <http://www6.univali.br/seer/index.php/rtva/article/viewFile/498/428>

 

(Informações de Sérgio, 2014 – resumo dos autores)

83) SASSAKI, R. K. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. 7ª ed. Rio de Janeiro: WVA, 2006. 

Resumo: O livro é referência nacional na área de inclusão de pessoas com deficiência, pois aborda o assunto em diferentes temáticas. O autor trata o histórico das pessoas com deficiência até chegar ao paradigma da “Inclusão Social” que vivemos atualmente. No processo de inclusão, a sociedade se adapta para poder incluir pessoas com deficiência e estas se preparam para assumir seus papeis na sociedade. A inclusão contribui para um novo tipo de sociedade, através de grandes e pequenas transformações nos ambientes físicos e principalmente na mentalidade das pessoas. A inclusão no lazer e turismo ainda é desafio para a sociedade atual, pois as barreiras são existentes e graves. Além do turismo e lazer, o autor aborda a questão da inclusão no mercado de trabalho, artes, cultura, religião e educação. A inclusão social não está acontecendo por acaso. Ela é resultado da solidariedade humanitária, consciência da cidadania, necessidade de melhoria da qualidade de vida, investimento econômico, necessidade de desenvolvimento da sociedade, pressão internacional, cumprimento da legislação, combate à crise no atendimento e crescimento do exercício do empoderamento.

 

Palavras-chave: Pessoas com Deficiência – Inclusão – Acessibilidade

 

Área do conhecimento: Turismo e Serviço Social

 

Onde encontrar: Biblioteca da UNESP/Ourinhos

(informações de Mariane, 2014)

82) URRY, J. O turismo de massa e a ascensão e queda do balneário marítimo. In: ______. O olhar do turista: Lazer e viagens nas sociedades contemporâneas. São Paulo: Studio Nobel/SESC, 2001. pp. 33-62.

 

Resumo: Neste segundo capítulo da obra de Urry, o autor aborda o processo histórico dos balneários na Grã-Bretanha que surgiram no século XVIII, principalmente por motivos ligados à saúde, balneários de águas minerais e banhos. Essas férias nos balneários também marcou o início do turismo de massa britânico. Isso só foi possível devido às férias remuneradas, aumento da renda da classe trabalhadora e melhoria dos meios de transportes. Por sua vez a intensificação dessa atividade provocou um crescimento mais acelerado das cidades litorâneas em relação às cidades industriais do país. Entre as décadas de 1920-30 os balneários tiveram seu período de auge, mas a partir da metade do século XX entraram em processo de declínio, principalmente pela concorrência de praias europeias localizadas ao sul do continente, banhadas pelo Mediterrâneo, consideradas mais atrativas e de clima mais agradável.

 

Palavras-chave: Turismo – Férias – Balneários – Hotéis – Grã-Bretanha

 

Área do conhecimento: Turismo e História

 

Onde encontrar: Biblioteca Central da UEL

 

(informações de Sérgio, 2014)

81) ESPERANÇA, R. L. et al. Passeios turísticos como estratégia de prevenção e recuperação da saúde mental em idosos. Turismo: visão e ação, Itajaí, v. 11, nº 2, p. 184-195, mai./ago. 2012. Acesso em 06 out. 2013.

 

Resumo: Estudos mostram que o declínio da memória, ao longo do envelhecimento, deve-se, em grande parte, à falta de atividade mental. Assim, com o objetivo de avaliar os passeios turísticos como estratégia de treino cognitivo na terceira idade, realizou-se um estudo comparativo em uma amostra de 14 idosos, nos quais se aplicou o teste neuropsicológico para avaliação da função cognitiva, o Mini Exame do Estado Mental (MEEM), antes e depois dos 11 passeios city tour, realizados quinzenalmente, entre os meses de abril e novembro de 2009. Os resultados encontrados apontam um aumento na média do pré MEEM para o pós MEEM em 71,42% dos participantes após a intervenção dos passeios turísticos, o que evidencia que a atividade turística constitui uma prática profícua e eficaz na promoção, manutenção e recuperação da saúde mental do idoso.

 

Palavras-chave: City tour – Terceira Idade – Funções Cognitivas

 

Área do conhecimento: Saúde

 

Onde encontrar:  http://www6.univali.br/seer/index.php/rtva/article/view/2455

(informações de Laila, 2013 – resumo dos autores)

 

80) MARTINS, L, C, A; DÉJARDIN, I, P; SILVA, F, P, S. A importância da investigação histórica para o ecoturismo e o turismo de base comunitária. In: 5º CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE INVESTIGAÇÃO TURÍSTICA. 2012, São Paulo. Anais... São Paulo: USP, 2012. p. 1-15. Disponível em: <http://gtci.com.br/ congressos/ congresso/ 2012/pdf/eixo8/Martins_Dejardin_Silva.pdf>. Acesso em: 30 set. 2013.

 

Resumo: O objetivo deste texto é salientar a importância da investigação histórica para o ecoturismo e o turismo de base comunitária, considerando seus aspectos sociais, culturais, ambientais, históricos, tecnológicos e econômicos, por meio de contextos que revelem processos dialógicos e dialéticos de construção do conhecimento.  Nesse sentido, ressalta-se que os estudos sobre a investigação histórica com foco no ecoturismo e no turismo de base comunitária são inovadores, interdisciplinares e, portanto, incipientes.  Para tanto, revelam-se elementos que se constituem em fundamentação teórico-metodológica dos referenciais aqui utilizados, incluindo uma análise contextualizada de projeto de extensão da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) com foco no turismo de base comunitária, desenvolvido na localidade do Cabula e entorno, em Salvador, Bahia. Considerações finais apontam potencialidades na pesquisa histórica refletida em estreita associação aos elementos constitutivos das próprias práticas dos sujeitos e temas abordados.

 

Palavras-chave: Pesquisa Histórica – Ecoturismo – Turismo de Base Comunitária

 

Área do conhecimento: História

 

Onde encontrar: ttp://gtci.com.br/congressos/congresso/2012/pdf/eixo8/Martins_Dejardin _Silva.pdf

(Informações de Diego, 2013 – resumo dos autores)

79) CÉSAR, P. de A. B., STIGLIANO, B. V. Arquitetura e Turismo: Um estudo das relações do patrimônio com o lugar. In: XI ENCONTRO NACIONAL DE TURISMO COM BASE LOCAL, 2010, Niterói-RJ. Turismo, Patrimônio e Identidades. Niterói: 12 a 14 de abril de 2010. p. 201-213. Disponível em: <http://eventos.uff.br/entbl2010/sites/ default/files/ 2_TURISMO_PATRIMONIO_E_IDENTIDADES.pdf>. Acesso em: 20 jun. 2013.

 

Resumo: O trabalho tem como objetivo formular abordagens de análise do turismo e dos patrimônios arquitetônicos visando uma noção de totalidade que os elementos historicamente construídos possuem com outros conjuntos e atores e relacionam o presente com ações passadas que o construíram. Para isso, é realizado um estudo do patrimônio contextualizando esses elementos turísticos ao meio social, econômico e político tendo como base categorias de identidades pautadas na sociologia e antropologia e também nas relações sócio–espaciais que são construídas e reconstruídas dialeticamente criando as especificidades do lugar.

 

Palavras-chave: Turismo – Lugar – Identidade – Patrimônio

 

Área de conhecimento: Arquitetura

 

Onde encontrar: <http://eventos.uff.br/entbl2010/sites/default/files/2_TURISMO_PATRIMONIO_E_IDENTIDADES.pdf>

(Informações de Laís, 2013)

 

 

78) ZAGHENI, E. S. da S.; LUNA, M. M. M. Canais de distribuição do turismo e as tecnologias de informação: um panorama da realidade nacional. Revista Produção Online. Florianópolis, v. 11, n. 2, abr./jun., 2011. p. 476-502. Disponível em: <http://producaoonline.org.br/rpo>. Acesso em: 21 fev. 2013.

 

Resumo: A partir de um levantamento bibliográfico buscou-se em pesquisa exploratória analisar a influência da evolução tecnológica nos canais de distribuição no turismo, considerando que esta tem possibilitado diversidade nas formas de acesso ao produto turístico. Apesar de verificado que as ferramentas de Tecnologia da Informação são fundamentais para o atendimento e a comercialização do turismo do modo como está na atualidade estabelecido, observou-se a falta de literatura voltada à esta análise, considerando-se a necessidade de desenvolver-se pesquisas sobre os canais de distribuição no turismo.

 

Palavras-chave: Canal de Distribuição – Turismo – Pesquisa Acadêmica

 

Área de conhecimento: Engenharia da Produção

 

Onde encontrar: <http://producaoonline.org.br/rpo>

(Informações de Juliana, 2013)

77) PIRES, M. J.  As transformações mundiais no ato de viajar. In: ______. Raízes do Turismo no Brasil. 2. ed. Barueri: Manole, 2002. p. 1-29.

 

 

Resumo: Este é o primeiro capítulo do livro de Pires, fruto de sua tese de doutorado defendida em 1992. Graduado em história, é fácil de compreender as razões da escolha desse tema pelo autor, no qual aborda as origens do turismo no mundo. Neste resgate histórico, o autor retrocede ao século XIII, destacando Florença e Veneza. No intervalo do século XVI até o XIX o autor destaca principalmente a Inglaterra, palco dos principais acontecimentos e progressos no recorte espacial selecionado por Pires, como a Revolução Industrial e o desenvolvimento dos transportes, que posteriormente se difundiram para outros países da Europa e Estados Unidos. Inclusive foi na Inglaterra onde surgiu o “pai do turismo moderno” e a origem da palavra “turismo”. Na parte final do capítulo o autor destaca também a evolução dos hotéis e o surgimento de mapas turísticos e de cartões-postais. Não somente este capítulo, mas toda esta obra de Pires colabora de forma importante para a bibliografia em língua portuguesa sobre as origens do turismo.

 

Palavras-chave: Turismo – Desenvolvimento – Transporte – Ferrovias – Viajantes

 

Área de conhecimento: História

 

Onde encontrar: Biblioteca Central da UEL

(Informações de Sérgio, 2013)

76) VIEIRA, L. L.; VIEIRA, L. M. L. Sugestão de inventário e SIG turísticos para o município de Mambaí-GO. In: SEÇÃO DE ESPELEOTURISMO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ESPELEOLOGIA - SETUR/SBE. Pesquisas em Turismo e Paisagens Cársticas. Campinas, v.2, n.2, p. 101 - 112, 2009. Disponível em: <www.sbe.com.br/turismo.asp> Acesso: 20 Out. 2012.

 

Resumo: Uma das atividades econômicas mais rentáveis atualmente, o turismo com planejamento cria destinos que podem crescer pela demanda de visitantes. Segundo os autores, se bem planejado gera benefícios para as localidades. O estudo contribui com o desenvolvimento do turismo no município de Mambaí-GO, através da aplicação de ferramentas do planejamento turístico e geoprocessamento – inventário e Sistema de Informações Geográficas (SIG) - produtos que identificam atrativos turísticos, permitem a visualização do espaço territorial e orientam a tomada de decisões. O município foi escolhido para propostas de desenvolvimento econômico para a região e por abranger recursos naturais viáveis ao turismo, contrastando o cenário de degradação do cerrado. Durante a pesquisa, foi elaborado um inventário que facilita o acesso a informações dos atrativos locais, fundamental no planejamento em turismo. O artigo incentiva o desenvolvimento de novas alternativas em turismo, colaborando na divulgação das potencialidades do Nordeste Goiano, por meio de ferramentas viáveis ao desenvolvimento sócio-econômico e cultural do município de Mambaí.

 

Palavras-chave: Inventário Turístico – Geoprocessamento – SIG – Mambaí-GO

 

Área de conhecimento: Geoprocessamento

 

Onde encontrar: <www.sbe.com.br/turismo.asp>

(Informações de Cláudia, 2012)

75) DORETTO, M.; DEL GROSSI, M. E.; LAURENTI, A. C. Caracterização das famílias residentes na área rural agropecuária: estudo de caso no Distrito Espírito Santo, município de Londrina-PR. In: XLII CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ECONOMIA E SOCIOLOGIA RURAL, 2004, Cuiabá. Anais... Cuiabá: SOBER, 2004, p.1-11.

 

 

Resumo: O objetivo é a caracterização das famílias residentes na área denominada de rural agropecuário do Distrito Espírito Santo no município de Londrina. Coletaram-se dados de 60 famílias sorteadas de uma listagem de nomes de moradores cedida pela Secretaria Municipal de Saúde. As entrevistas foram realizadas diretamente com os moradores, na última semana de setembro de 2001. Os resultados comprovaram as recentes transformações ocorridas no perfil de ocupação da população residente nas áreas rurais do Brasil, descritas com base nas informações das PNADs, destacando-se a família pluriativa que já concentra cerca de 1/3 do total de domicílios da localidade em foco. As ocupações não-agrícolas exercidas pelos moradores, em geral, são realizadas na zona urbana, situação que denota que para uma significativa parcela dos habitantes da localidade o meio rural apresenta-se também como um espaço de moradia e não apenas de produção agropecuária. A família classificada como não-agrícola apresentou a maior renda líquida per capita (R$5.788,47), seguida da agrícola e, finalmente da pluriativa. O maior grau de escolaridade foi verificado na família não-agrícola e em última posição as agrícolas. O trabalho é a fonte de renda mais importante, cabendo mencionar que a renda não monetizada de autoconsumo representou cerca de 19% da renda total dana família agrícola, 10,1% na pluriativa e 0,1% na não-agrícola. Por fim, tem-se que a maioria dos membros ativos da família destina seu rendimento ao fundo comum de renda familiar.

 

Palavras-chave: Pluriatividade – Atividade Agrícola e Não-Agrícola – Famílias Rurais – Renda Familiar

 

Área de conhecimento: Economia Rural

 

Onde encontrar: <http://www.sober.org.br/palestra/12/09P446.pdf>

 

(Informações de Denise, 2012 – resumo dos autores)

 

74) ALENTEJANO, P. R. R. O que há de novo no rural brasileiro? Terra Livre, São Paulo, n. 15, p. 87-112, 2000. 

Resumo: Nos últimos anos têm se multiplicado as referências à existência de um processo de transformação no campo brasileiro que implica a constituição de um “novo mundo rural”. Isto pode ser observado tanto em textos acadêmicos como em documentos governamentais e não-governamentais. Entretanto, há muita controvérsia a respeito do real significado deste “novo rural”. O objetivo deste texto é analisar os principais processos de transformação em curso no agro brasileiro, de modo a identificar as novidades e as permanências, permitindo uma compreensão do que há de novo neste mundo rural.

Palavras-chave: Questão Agrária – Reforma Agrária – Rural-Urbano – Desenvolvimento 

Área de conhecimento: Desenvolvimento e Agricultura

Onde encontrar: <http://www.agb.org.br/files/TL_N15.pdf>

(Informações de Denise, 2012 – resumo do autor)

73) VEIGA, J. E. da. O Brasil rural ainda não encontrou seu eixo de desenvolvimento. Estudos Avançados, São Paulo, v. 15, n. 43, 2001, p. 101-119. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ea/v15n43/v15n43a10.pdf>. Acesso em: 11 jun. 2012.

Resumo: Um dos obstáculos para a renovação de idéias sobre o desenvolvimento na sociedade brasileira é o mito da urbanização. O grau de urbanização não considera alguns fatores geográficos como a densidade demográfica, um dos principais indicadores de concentrações populacionais. Outro obstáculo é a confusão que se faz entre economia rural e economia agrícola, em que não se consideram os setores secundários e terciários no meio rural, concebendo as muitas atividades extra-agropecuárias como estritamente urbanas. Pesquisas indicam que regiões rurais de países desenvolvidos voltaram a ter dinamismo econômico pelo grau de diversificação de suas economias regionais e é o que deveria acontecer com as regiões rurais do Brasil. Essas ainda são muito precárias e há um adensamento populacional em torno de pequenos municípios que ofertam serviços públicos básicos.

Palavras-chave: Desenvolvimento – Urbanização – Economia Rural

Área de conhecimento: Economia Rural

Onde encontrar: http://www.scielo.br/pdf/ea/v15n43/v15n43a10.pdf

(Informações de Denise, 2012)

 72) VEIGA, J. E. da. Vilão do Desenvolvimento Rural. In: ______. Cidades imaginárias: o Brasil é menos urbano do que se calcula. 2 ed. Campinas: Autores Associados, 2003. p. 71-74.

Resumo: Baseado em exemplos de outros países, o autor sustenta a idéia de que a agricultura de ponta não favorece o dinamismo regional, sendo o vilão do desenvolvimento rural. Para ele, as regiões que possuem elevadas rendas per capitas, mas que são incapazes de diversificar suas economias, acabam tendo paisagens monótonas e não aproveitam vantagens como atração de residentes temporários, turistas, aposentados, esportistas etc. Dá exemplos das regiões rurais dos Estados Unidos, onde o maior dinamismo está nos 323 condados em todo o território que se relacionam ao setor terciário, esses concentram atividades agropecuárias, contudo há uma maior diversidade de atividades, sobretudo advinda dos aposentados urbanos. 

Palavras-chave: Agricultura de Ponta – Dinamismo Regional – Desenvolvimento Rural


Área de conhecimento: Economia Rural

Onde encontrar: Biblioteca Central da UEL

 (Informações de Denise, 2012)

 

71) ULTRAMARI, C.; DUARTE, F. Turismo e Desenvolvimento Local. In: ULTRAMARI, C.; DUARTE,F. Desenvolvimento local e regional. Curitiba: IBPEX, 2009, p. 65-84.

Resumo: Com o crescimento da atividade turística no Brasil surgiram mais estudos e a necessidade da profissionalização diante de inúmeros desafios. O efeito multiplicador do turismo é alicerçado em uma análise socioeconômica, o qual defende o planejamento para o desenvolvimento do potencial turístico relacionando ações que visem a sustentabilidade. O objetivo deste capítulo é mostrar o desenvolvimento local por meio da atividade turística, demonstrando os benefícios do turismo regional, ou seja, as articulações entre municípios que ao se aglutinarem em regiões podem conseguir benefícios que não teriam caso trabalhassem isoladamente. Discute-se o papel dos atores envolvidos neste processo: o setor público, a iniciativa privada, a comunidade local e os profissionais da área. São destacadas as políticas públicas e o aspecto do turismo sustentável.

 

Palavras-chave: Desenvolvimento Local – Turismo - Planejamento


Área de conhecimento: Arquitetura, Economia e Ambiente

 

Onde encontrar: http://www.livrariaibpex.com.br/loja/loja-277929

 (Informações de Cláudia, 2012)

70) SILVA, J. G. da; DEL GROSSI, M. E. O Novo Rural Brasileiro: ocupações rurais não-agrícolas. Oficina de atualização temática, Londrina, v. 1, p. 165-173, 2002.

 

Resumo: Com a modernização agrícola, houve transformações, não só na produtividade do trabalho nas tarefas agropecuárias, mas também com a prestação de serviços especializado no campo, chamadas de terceirização das atividades agrícolas. Essa terceirização é importante, pois causa mudanças na divisão do trabalho no interior das unidades produtivas e faz com que membros da família tenham seu tempo de trabalho reduzido, podendo exercer outras atividades, agrícolas ou não. A combinação do exercício de atividades, agrícolas ou não, pode ser chamada de pluriatividade, envolvendo mais de uma atividade econômica. Para que a pluriatividade seja incrementada no meio rural, é necessário que haja diversas dinâmicas econômicas que englobam atividades rurais não agropecuárias, demandando mão-de-obra que pode ser dependente ou não do desenvolvimento da agricultura.

 

Palavras-chave: Modernização Agrícola – Atividades Não-Agrícolas - Pluriatividade

 

Área de conhecimento: Economia Rural

 

Onde encontrar: <http://www.iapar.br/arquivos/File/zip_pdf/novo_rural_br.pdf>

 (Informações de Denise, 2012)

 

69) SILVA, E. H.; MEDEIROS, C. de C. As representações da cultura popular nos bares e restaurantes temáticos de Fortaleza. UNIrevista, v. 1, n. 3, p. 1 – 11, jul. 2006. 

 

Resumo: Este trabalho é parte da pesquisa realizada no Ceará sobre as representações da cultura popular tradicional no contexto pós-moderno. A proposta do presente artigo é estudar a resignificação do sertão centrada na figura do vaqueiro, utilizada como motivação de consumo nos bares e restaurantes temáticos de Fortaleza.  

 

Palavras-chave: Vaqueiro – Pós-Modernidade – Identidade – Cultura

 

Área de conhecimento: Turismo e Sociologia

 

Onde encontrar: http://www.unirevista.unisinos.br/_pdf/UNIrev_SilvaMedeiros.PDF

(Informações de Alini, 2010 – resumo das autoras)

68) PIRES, M. J. Metodologia de inventário e de atratividade turística em bens histórico-culturais: o caso de Tiradentes. In: ______. Lazer e turismo cultural. Barueri: Manole, 2001, p. 107-130.

 

Resumo: O autor enfatiza a necessidade de realizar inventários nas cidades brasileiras para que se possam divulgar as demandas potenciais. Para isso, é necessário elaborar as pesquisas levando-se em consideração as especificidades de cada localidade e não se ater a modelos, visto que cada cidade, região e/ ou país possui uma realidade distinta. O foco do artigo é a cidade de Tiradentes – MG, conhecida pelo seu centro histórico tombado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio e Artístico Cultural), na década de 1930, marcado por construções que remetem ao ciclo do ouro. O autor propõe uma metodologia de inventário dos bens histórico-culturais da cidade baseada em três fatores: Fator de Conectividade Intrínseca (FCI), Fator de Concentração de Recursos (FCR) e Fator de Utilização de Recursos (FUR). Utilizando-se desses fatores, elaborou um mapa das principais atrações de Tiradentes a fim de exaltar as características do período colonial como atração turística, apresentando as deficiências e as qualidades da cidade enquanto destino turístico.

 

Palavras-chave: Inventário – Tiradentes (MG) – Fator de Conectividade Intrínseca – Fator de Concentração de Recursos – Fator de Utilização de Recursos

 

Área de conhecimento: Turismo e História

 

Onde encontrar: Biblioteca da UNOPAR – CCE

(Informações de Tatiana, 2010)

 67) GIMENES, M. H. S. G. Patrimônio Gastronômico, Patrimônio Turístico: uma reflexão introdutória sobre a valorização das comidas tradicionais pelo IPHAN e a atividade turística no Brasil. In: IV Seminário de Pesquisa do MERCOSUL, Caxias do Sul, Anais..., jul. 2006. pp. 01 – 15. Disponível em: <www.ucs.br/ucs/tplSemMenus/.../turismo/.../GT03-1.pdf>. Acesso em: 12 nov. 2010.

 

Resumo: Este artigo tem como objetivo realizar uma primeira reflexão sobre as ações de proteção do patrimônio gastronômico em território brasileiro promovidas pelo IPHAN (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e as possíveis relações desta atuação com o fenômeno turístico, focando as experiências vinculadas ao Ofício das Paneleiras de Goiabeiras (Espírito Santo) e ao Ofício das baianas do acarajé (Bahia).

 

Palavras-chave: Patrimônio Gastronômico – Saberes tradicionais – Turismo

 

Área de conhecimento: Turismo e História

 

Onde encontrar: <www.ucs.br/ucs/tplSemMenus/.../turismo/.../GT03-1.pdf>

(informações de Wollison, 2010 – resumo da autora)

 66) DORIGON, C. Produtos coloniais e a extensão de redes rumo a mercados extra-regionais. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE SOCIOLOGIA, 14, 2009, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: UFRJ, 2009. p. 1 – 21.

 

Resumo: No Oeste Catarinense, região de origem dos maiores grupos agroindustriais de carnes de aves e suínos do Brasil, a partir de meados da década de 1990 intensificou-se de maneira expressiva a comercialização de “produtos coloniais”. Por “produtos coloniais”, entende-se um conjunto de produtos tradicionalmente processados no estabelecimento agrícola pelos agricultores - os “colonos” - para o auto-consumo familiar, tais como salames, queijos, doces e geléias, conservas de hortaliças, massas e biscoitos, açúcar mascavo, dentre outros e que passam a ser produzidos para o mercado. Embora os mercados dos produtos coloniais sejam recentes e se caracterizem como de proximidade, este artigo avalia as possibilidades destes produtos se inserirem em outros mercados, sobretudo os dos grandes centros consumidores do País.  

 

Palavras-chave: Produtos Coloniais – Oeste Catarinense – Tradição

 

Área de conhecimento: Turismo e Engenharia da Produção

 

Onde encontrar:

http://starline.dnsalias.com:8080/sbs/arquivos/15_6_2009_15_4_57.pdf

(informações de Alini, 2010 – resumo do autor)

65) CIAFFONE, A. Turismo e gastronomia: o verdadeiro sabor da descoberta. In: FUNARI, P. P., PINSKY, J. (orgs). Turismo e patrimônio cultural. São Paulo: Ática, 2005. pp. 197 – 120.

 

Resumo: O artigo de modo geral é escrito com o intuito de descrever como é o verdadeiro sabor por meio da descoberta do turismo gastronômico, como é o caso de alimentos valorizados na Europa como o tomate e o chocolate, contudo, estes alimentos são originários da América; além da relação que a localização do país e o uso de temperos tem com preferências culturais e com o conforto em relação ao ambiente. Por fim, o artigo traz os pratos típicos da culinária brasileira, como o barreado no Paraná e o arrumadinho na Paraíba, mostrando a diversidade da gastronomia de nosso país.

 

Palavras-chave: Turismo – Gastronomia – Sabores

 

Área de conhecimento: Turismo e Gastronomia

 

Onde encontrar:

Biblioteca Central da UEL

(informações de Wollison 2010)

 64) BARROCO, L. M. S; BARROCO, H. E. A importância da gastronomia como patrimônio cultural no turismo baiano. Turydes, Málaga, v. 1, p. 1 - 12, mar. 2008. Disponível em: <http://www.eumed.net/rev/turydes/02/sbb.htm>. Acesso em: 11 ago. 2010.

 

Resumo: Associar patrimônio e turismo é fundamental para o sucesso da atividade turística, tendo em vista que detém potencial para atrair turistas para determinada destinação. O Turismo e a Gastronomia são inseparáveis, pois não se pensa em turismo, sem prever entre outros itens, a alimentação para curta ou longa permanência, onde o viajante não pode abster-se dela e, sempre experimenta a cozinha local. É também fator de diferenciação cultural, pois sua identidade é comunicada às pessoas pelo alimento. Objetivamente esta pesquisa buscou evidenciar a importância da gastronomia baiana como patrimônio cultural para o enriquecimento do turismo da Bahia. A técnica para levantamento das informações, com autores especializados no assunto, foi de investigação bibliográfica buscando-se a realidade gastronômica baiana e foram analisados através do método descritivo. Evidenciou que a gastronomia de um local se apresenta como uma forma de aumentar a oferta turística e, como um produto agregado ao turismo cultural. Conclui-se que, a gastronomia baiana tornou-se uma poderosa aliada para o turismo cultural, neste sentido, planejamento e políticas públicas são necessárias, bem como acompanhamento desse crescimento com aproveitamento racional e sustentável do patrimônio cultural.

 

Palavras-chave: Turismo – Gastronomia – Patrimônio Cultural

 

Área de conhecimento:

Turismo e Cultura

Onde encontrar:

<http://www.eumed.net/rev/turydes/02/sbb.htm>.

(informações de Denise, 2010)

63) MARTINS, A. B.; VIEIRA, G. F. Turismo e Patrimônio Cultural: possíveis elos entre identidade, memória e preservação. Estação Cientifica, p. 1 - 17, Juiz de Fora, 2006. Disponível em: http://www.jf.estacio.br/revista/artigos/2anne_turismo.pdf&usg

=AFQjCNENu7vVJMKJBiVY-TxkmUcTP88VcQ. Acesso em: 25 jun. 2010

 

Resumo: O artigo apresentado, fruto da pesquisa de professores da Faculdade Estácio de Sá de Juiz de Fora (FES/JF), mostra as relações entre o patrimônio cultural e o turismo. Segundo os autores o patrimônio cultural de uma cidade ou região pode ser considerado a identidade de seu povo, o elo que liga diariamente o passado e o presente, persistindo ao tempo, reavivando a memória de seus habitantes mais velhos e ensinando sua historia aos mais novos. Sendo o patrimônio histórico um enorme possuidor de valores culturais, este pode ser também um foco turístico que, ao mesmo tempo em que traz divisas para uma região, também divulga e reproduz a cultura de seu povo. Isso se for obedecido critérios de planejamento e de conservação desse patrimônio, impedindo a massificação da atividade turística, que, ao cair em mãos erradas, com o tempo pode se tornar mais um tema turístico desgastado e até mesmo perdendo seu imenso valor cultural que, segundo os autores, é seu principal motivo de ser. Em sua pesquisa os professores do curso de Turismo da FES/JF fizeram seus estudos baseados na própria cidade de Juiz de Fora, delimitando um percurso turístico e sempre enfatizando meios de planejamento e conservação do patrimônio da cidade sem deixar de usufruir dos benefícios que o turismo pode trazer à região.

 

Palavras-chave: Turismo – Identidade – Memória

 

Área de conhecimento:

Turismo e Cultura

Onde encontrar:

http://www.google.com/url?sa=D&q=http://www.jf.estacio.br/revista/artigos/2anne_turismo.pdf&usg=AFQjCNENu7vVJMKJBiVY-TxkmUcTP88VcQ

(informações de Diego, 2010)

62) MENDONÇA, T. C. M., IRVING, M. A. Turismo de base comunitária: a participação como prática no desenvolvimento de projetos turístico no Brasil – Prainha do Canto Verde, Beberibe (CE). Caderno Virtual do Turismo. v. 4, n. 4, 2004, p. 12 - 22. Disponível em <http://www.ivt.coppe.ufrj.br/caderno/ojs/viewarticle.php?id=68&layout=abstract>. Acesso em 7 jul 2010.

 

Resumo: Os modelos de desenvolvimento atuais têm exigido a incorporação de um novo processo de implementação de projetos, centrados em parceria, co-responsabilidade e participação. No entanto, as questões sobre o processo participativo constituem “desafio-problema” para o desenvolvimento local sob a ótica das comunidades receptoras. Por esse motivo, o presente trabalho discute a participação dos atores sociais no desenvolvimento de projetos turísticos. Com essa perspectiva, o trabalho relata, a experiência vivida na Prainha do Canto Verde – Beberibe (CE), através da investigação das práticas de projetos turismo de base comunitária na busca de contribuir para a concepção de um novo modelo de planejamento turístico.

 

Palavras-chave: Comunidade – Capital Social – Desenvolvimento Local

 

Área de conhecimento:

Turismo e Ecologia Social

Onde encontrar:

www.ivt-rj.net

(informações de Juliana, 2010 – resumo das autoras)

61) RODRIGUES, M. Preservar e Consumir: o patrimônio histórico e o turismo. In: FUNARI, P. P; PINSKY, J. (Org.). Turismo e Patrimônio Cultural. São Paulo: Contexto, 2005. pp. 15-24.

 

Resumo: O turismo surgiu a partir de meados do século XIX quando as viagens começaram a ser organizadas por pessoas especializadas e ganharam características de negócio gerando lucros, empregos e divisas. A atividade turística, sendo produto da sociedade capitalista, se desenvolveu sob a motivação de vários impulsos que incluem o consumo de bens culturais. Dessa forma, o turismo cultural implica não só na oferta de eventos, como também na existência e conservação de um patrimônio cultural, pois, além do valor cultural, os bens materiais possuem o valor de serem objetos indispensáveis ao consumo. O artigo vai tratar de aspectos da proteção ao patrimônio histórico-arquitetônico no Brasil, da transformação do conceito de patrimônio e de suas relações com a memória e a atividade turística.

 

Palavras-chave: Patrimônio – Memória - Turismo

 

Área de conhecimento:

Turismo e História

Onde encontrar:

Biblioteca Central da UEL

(informações de Denise, 2010)

60) FIALHO, M. A. V. Turismo rural e o emprego rural não agrícola: “O Caso da Rota Colonial de Dois Irmãos – RS – BR”. Boletím InterCambios, Chile, ano 8, volume 15, pp. 2 - 15, Junho 2002

 

Resumo: O autor trata, neste artigo, sobre o emprego rural fora da agricultura e estuda o emprego rural na área de turismo. Ele, junto com outros pesquisadores, criou o projeto “A Rota Colonial Baumscheneiss”, na cidade de Dois Irmãos, no Rio Grande do Sul, cidade esta que vem da colônia alemã e possui um grande potencial turístico devido a sua cultura, citando como foi o processo de criação desta “rota colonial”. Por fim ele mostra o que ainda há de ser melhorado nesta rota turística.

 

Palavras-chave: Turismo Rural – Rota Colonial – Dois Irmãos/RS

 

Área de conhecimento:

Turismo e Economia

Onde encontrar:

<http://bit.ly/b1Mvlq>
(informações de Karina, 2010)

 

59) MARÇÃO, R. A influência da globalização na formação da identidade cultural de localidades turísticas: Um estudo de caso da Colônia Finlandesa de Penedo - RJ. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE TURISMO, 11, 2009, Curitiba. Anais... Curitiba: OBSTUR/UFPR: UNIVERSIDADE POSITIVO, 2009. 1 CD-ROM, p. 1 - 22.

 

Resumo: Este estudo visa relacionar as influências decorrentes do processo de globalização na formação da identidade cultural de localidades turísticas, tendo como principal objetivo determinar a identidade representada na localidade turística de Penedo, distrito de Itatiaia - RJ. Após as definições teóricas de identidade cultural e globalização, foi realizada uma pesquisa de campo em Penedo com a aplicação de questionários e entrevistas. Esta pesquisa foi realizada com a intenção de obter informações históricas da formação da colônia finlandesa e um levantamento de dados entre os estabelecimentos locais visando determinar a presença desta cultura na localidade turística. Os resultados da pesquisa revelam o número reduzido de finlandeses que ainda residem em Penedo e de seus descendentes, sendo os atuais moradores originários de outras cidades e que se mudaram para lá principalmente para trabalharem com o Turismo. É notória a influência cultural de outros países nos estabelecimentos turísticos locais, assim como foi percebido com a pesquisa que a maioria dos trabalhadores que atuam nos estabelecimentos turísticos em Penedo, não residem na localidade e nem apresentam em sua maioria descendência finlandesa.

 

Palavras-chave: Identidade Cultural – Globalização – Penedo/RJ – Cultura Finlandesa – Turismo

 

Área de conhecimento:

Turismo e Cultura

Onde encontrar:

Anais do XI SIT, Universidade Positivo, Curitiba-PR.

(informações de Tatiana, 2010 – resumo da autora)

 

58) RIBEIRO, M. Festas populares e turismo cultural – inserir e valorizar ou esquecer? O caso dos Moçambiques de Osório, Rio Grande do Sul. Pasos. Revista de Turismo y Patrimonio Cultural, v. 2, n. 1, p. 47 – 56, 2004.

 

Resumo: O artigo discute a relação entre as festas populares de caráter religioso e o turismo cultural, a partir da análise da estrutura do grupo de afro-brasileiros dos moçambiques no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Este grupo comemora uma festa em homenagem à padroeira Nossa Senhora do Rosário. Esta comemoração conta com a realização teatral da solenidade da coroação de reis do Congo. A investigação do autor baseia-se em saber se esta prática social está inserida em alguma proposta para o turismo cultural, já que representa o patrimônio imaterial do grupo. O autor também salienta a necessidade de elaboração de políticas públicas cuja cultura seja aproximada ao turismo, como forma de conservação e de conhecimento. 

 

Palavras-chave: Festas Populares – Turismo Cultural – Moçambiques – Políticas Públicas

 

Área de conhecimento:

Turismo e Cultura

Onde encontrar:

 

57) SILVA, N. P., FRANCISCO, A. C., KOVALESKI, J. L. Estratégia da imagem turística da cidade de Foz do Iguaçu na percepção dos turistas: Uma análise integrada de turismo e marketing. INGEPRO. Santa Maria, v. 1, n. 8, p. 25 – 35, out 2009. Disponível em <http://www.ingepro.com.br>. Acesso em: 04 maio 2010.

 

Resumo: Este artigo tem como objetivo analisar as estratégias para a formação da imagem percebida em um destino turístico, especificamente em um dos pontos turísticos mais relevantes do Brasil. Desta forma efetuou-se a seguinte problematizarão: Qual a imagem que o turista tem sobre a cidade de Foz do Iguaçu? No desenvolvimento deste trabalho foi aplicada uma pesquisa quantitativa com questionário fechado para a coleta de dados, com turistas em visita a cidade de Foz do Iguaçu – Paraná. A intenção deste trabalho é obter uma compreensão mais ampla sobre o papel da imagem turística, por meio dos seguintes objetivos específicos: identificar se as expectativas dos turistas foram totalmente correspondidas; refletir sobre a importância da imagem, por meio da visão do turista; verificar a qualidade do destino conforme os resultados da pesquisa de campo, identificando os pontos positivos e negativos; e por fim constatar se o desenvolvimento é compatível com a manutenção dos processos ecológicos essenciais, para constituir-se em um modelo de turismo sustentável. Salienta-se que, sendo a análise da imagem fundamental nas atividades turísticas, é ainda pouco expressiva, provavelmente porque não se considera o quanto esta imagem é importante dentro do contexto do turismo, e despreza-se o seu valor em virtude de não haver compreensão da sua real função.

 

Palavras-chave: Imagem – Marketing – Expectativas – Turismo

 

Área de conhecimento:

Marketing e Turismo

Onde encontrar:

http://www.ingepro.com.br

(informações de Juliana, 2010 – resumo do autor)

 

56) ROSA, C. F. da. Desenvolvimento do turismo na região Norte do Paraná. Dissertação (Mestrado em Administração) – Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 2009. Disponível em: <http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/18809/1/Dissertacao%20Administracao%20

TURISMO%20Cleverson%20UFPR.pdf>. Acesso em: 20/12/2009. p. 121 - 143.

 

Resumo: No quinto capítulo dessa dissertação são feitas as “análises e propostas” de toda a pesquisa. Foram feitos estudos de sete empresas turísticas do Norte do Paraná como pousadas, clubes de campo e hotéis. Alguns itens foram avaliados como o ponto mais forte ou diferenciado que cada empresa possui para o sucesso no mercado turístico e os tipos de hospedagem que oferecem (pacotes turísticos, diárias etc.). Para boa parte das empresas no referido estudo é imprescindível uma boa localização geográfica, o clima, a paisagem e a hidrografia para o bom funcionamento da empresa. Foram feitas análises também em recursos humanos como o tipo de mão-de-obra dos funcionários dessas empresas, infra-estrutura da região, já que elas ficam em sua maioria próximas à BR 369, entre Cambará e Apucarana. No Norte do Paraná, Londrina é o município que mais recebe turista em toda a região, já que também é onde há mais segmentos turísticos, comparando com os outros municípios. A proposta que o autor faz para um desenvolvimento maior da atividade turística na região é um apoio maior do governo federal, desenvolvimento de projetos ligados ao turismo feito pelo próprio município e descentralização de planos e programas desenvolvidos pelo Estado, já que geralmente são dadas mais atenção à região litorânea, de Foz do Iguaçu e da capital paranaense.

 

Palavras-chave: Estratégia – Empresas – Recursos – Região – Turismo

 

Área de conhecimento:

Administração e Turismo

Onde encontrar:

http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/18809/1/Dissertacao%20Administracao%20TURISMO

%20Cleverson%20UFPR.pdf

(informações de Sérgio, 2010)

 

55) AKEHURST, G. Estratégia de desenvolvimento turístico orientado para a comunidade – Kalisz, Polônia. In: TYLER, D.; GUERRIER, Y.; ROBERTSON, M. (orgs.). Gestão de turismo municipal: teoria e prática de planejamento turístico nos centros urbanos. 2.ed. São Paulo: Futura, 2003. p. 41 – 67.

 

Resumo: O presente artigo faz referência aos patrocinadores do programa de turismo desenvolvido para Kalisz, na Polônia, que teve início em 1993 e que contou com o financiamento do Órgão Estrangeiro dos Estados Confederados do governo britânico, do Conselho da Cidade de Southamptom e do Conselho da cidade de Kalisz. A seguir os autores explicam a história da Polônia, desde o período de dependência da União Soviética, passando pelo processo de separação até a abertura para o capitalismo. Identifica-se então que, apesar de pouco confiáveis, os números em relação a receptividade de turistas no país mostram um crescimento nos últimos anos, passando de 3,8 milhões em 1991 para 24,5 milhões em 1996. Em seguida expõem um projeto provisório realizado na cidade de Kalisz, em 1993, demonstrando os pontos positivos para atração turística (cidade histórica com rico patrimônio arquitetônico e riqueza cultural) bem como os pontos ruins (má organização dos estabelecimentos comerciais, falta de mão-de-obra especializada e falta de estradas e aeroportos para facilitar o acesso). Propõem então um projeto turístico para a cidade, dividido em três eixos: o primeiro tratou da organização, do marketing e da  promoção; o segundo se preocupou com o plano de produto turístico e o terceiro se debruçou sobre o plano de qualidade turística. Dentro destas três linhas, criam-se subprojetos específicos que devem ser colocados em pauta em curto, médio e longo prazo. O projeto apresentado à comunidade não atinge os objetivos propostos, segundo os autores, por receio da população local em trocar radicalmente a lógica industrial já estabelecida pelo turismo e pelo receio dos empresários locais em realizar grandes investimento logo após a desvinculação com a União Soviética. No final do artigo é apresentado apêndices com medidas práticas a serem realizadas em Kalisz, no intuito de implementar o turismo.

 

Palavras-chave: Planejamento – Turismo – Desenvolvimento

 

Área de conhecimento:

Administração e Turismo

Onde encontrar:

Biblioteca Central da UEL

(informações de Luiz, 2009)

 

54) HORODYSKI, G. S. Aspectos metodológicos para identificação de artesanato na região dos Campos Gerais do Paraná: uma contribuição ao planejamento turístico. Anais... In: V Seminário da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Turismo, 2008, Belo Horizonte. V ANPTUR. s/p. Disponível em: <http://anptur.org.br/anais/seminario2008/data/43t.pdf>. Acesso em 02. nov.2009.

 

Resumo: A presente pesquisa tem como objeto o artesanato, um bem material e imaterial, por consistir na expressão do saber-fazer popular da região dos Campos Gerais do Paraná. Esta região possui destacado potencial turístico devido ao seu patrimônio natural e cultural e, a AMCG - Associação dos Municípios dos Campos Gerais, em parceria com outros organismos, públicos e privados, ligados ao turismo, está planejando seu desenvolvimento turístico. Verifica-se no Plano de Desenvolvimento Turístico Regional dos Campos Gerais, elaborado no ano de 2005, que o artesanato encontra-se dentre os atrativos prioritários para investimentos, embora não tenha sido identificado critérios para a diferenciação de artesanato tradicional e outras formas de produção. Sendo o turismo uma atividade que causa diversas mudanças nas localidades onde é desenvolvido, os bens intangíveis das comunidades podem sofrer impactos, principalmente por falta de conhecimento aprofundado sobre as suas dinâmicas. A busca pela preservação do artesanato desta região exige, antes de tudo, entendimento maior sobre o tema, e por isso, foi realizado um levantamento para identificação, classificação e análise dos produtos artesanais dos Campos Gerais do Paraná como uma contribuição ao seu planejamento turístico.

 

Palavras-chave: Artesanato – Conservação – Planejamento Turístico

 

Área de conhecimento:

Turismo e Etnografia

Onde encontrar:

http://anptur.org.br/anais/seminario2008/data/43t.pdf

(informações de Stefano, 2009 – resumo da autora)

 

53) FIALHO, M. A. V. Turismo Rural e o emprego não agrícola: o caso da rota colonial de Dois Irmãos, Rio Grande do Sul – Brasil. Revista Inter-Forum, Texas, p. 01 – 14, 11 ago. 2002. Disponível em: http://www.fidamerica.cl/erna/documentos/turismorural.pdf. Acesso em: 16 set. 2009.

 

Resumo: Este trabalho focaliza a atividade do turismo no meio rural pelo ângulo das possibilidades de geração de empregos e expansão do mercado local de trabalho. Para isso, apresenta um caso concreto, localizado no sul do Brasil, denominado de “Projeto de Desenvolvimento do Turismo Rural Sustentável na cidade de Dois Irmãos”, iniciativa de uma pequena cidade situada na Encosta da Serra do Rio Grande do Sul.

 

Palavras-chave: Turismo Rural – Geração de Empregos – Dois Irmãos

 

Área de conhecimento:

Economia e Turismo

Onde encontrar:

http://www.fidamerica.cl/erna/documentos/turismorural.pdf

(Informações de Stefano, 2009 – resumo do autor).

 

52) GOMES, R. de A.; JUNQUEIRA, A. M. R.; MEDEIROS, J. X. de. Desempenho de indicadores de sustentabilidade na atividade de turismo rural no Distrito Federal: o caso dos hotéis-fazenda. IN: XLIII Congresso da SOBER. Anais... Ribeirão Preto, 2005, s/p. Disponível em: <http://www.sober.org.br/palestra/2/892.pdf>. Acesso em: 02 out. 2009.

 

Resumo: Aproximadamente quarenta propriedades compõem a oferta turística na região, fato que demanda especial atenção, considerando-se o potencial da atividade e os impactos que podem decorrer de tais iniciativas. O objetivo desta pesquisa foi analisar como os indicadores propostos de sustentabilidade têm sido contemplados nos Hotéis-Fazenda do Distrito Federal, buscando-se identificar fatores desfavoráveis ao alcance da sustentabilidade. Definidos com base no marco teórico e submetidos à análise dos representantes institucionais/organizacionais, diretamente ligados ao segmento, o conjunto de indicadores foi agrupado em cinco dimensões inter-relacionadas: AMBIENTAL, CULTURAL, ECONÔMICA, SOCIAL e INSTITUCIONAL/ORGANIZACIONAL. O desempenho alcançado pelos empreendimentos em cada dimensão foi analisado utilizando-se a Escala de Likert. Verificou-se a inexistência de um plano de gestão ambiental nos hotéis-fazenda. Nenhum dos empreendimentos contempla satisfatoriamente o resgate e a promoção de expressões da cultura rural. Foi observada ausência de planejamento e deficiências no processo de capacitação dos funcionários. O desempenho médio dos indicadores de sustentabilidade propostos, considerando as cinco dimensões, foi de 0,64.

 

Palavras-chave: Indicadores – Sustentabilidade – Escala de Likert

 

Área de conhecimento:

Economia e Sociologia

Onde encontrar:

<http://www.sober.org.br/palestra/2/892.pdf>.

(Informações de Stefano, 2009 – resumo dos autores).

 

51) TEIXEIRA, S. A. Atrações para todos os gostos. In: _______. Os recados das festas. Rio de Janeiro: FUNARTE/Instituto Nacional do Folclore, 1988. p. 29 – 35.

 

Resumo: Neste segundo capítulo, o autor discute em que medida shows, serviços e outros elementos anunciados como atrações se constituem em instrumentos efetivos para o maciço comparecimento popular às festas. Segundo o mesmo, não são exatamente as atrações anunciadas que chamam as pessoas para as festas, mas sim o cenário onde isso ocorre, ou seja, o simples ato de festejar. Atrativos como parque de diversões, venda de produtos industriais e artesanais, shows e restaurantes de diferentes especialidades são comuns a maioria das festas, porém cada evento tem sua particularidade, como é o caso da Festa da Uva, em Caxias do Sul/RS, na qual é realizado desfile de carros alegóricos no centro da cidade, com temáticos que revivem a epopéia dos imigrantes. As festas estudadas chegam a receber visitantes de outros estados e até de outros países como Argentina e Uruguai.   

 

Palavras-chave: Festas – Atrações – Público

 

Área de conhecimento:

Antropologia

Onde encontrar:

alinigeo_tur@yahoo.com.br

(Informações de Alini, 2009).

 

50) LEITE, E.; MARQUES, J. Recursos Culturais no Turismo: Identidade, Sociedade e Gestão Pública. In: Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 21, 2008, Natal. Anais... Natal – RN, 2008, p. 1 – 14. Disponível em: <http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2008/resumos/R3-1507-1.pdf>. Acesso em: 23 out. 2009.

 

Resumo: O trabalho tem por objetivo avaliar os recursos culturais naturais como importantes norteadores na construção da identidade de uma localidade e, conseqüentemente, de toda a atividade turística. Os diferentes agentes (governo, agentes de viagens, turistas ou residentes locais) podem conviver harmonicamente e se auxiliar mutuamente na preservação da identidade da cultura local. No entanto, a mediação desses agentes deve contar com apoio do poder público, incentivando as manifestações culturais como prioridades na gestão e como uma das possibilidades de se obter sustentabilidade, além de poderem promover mais intensamente as atividades turísticas, adotando práticas de educação patrimonial, que visem à salvaguarda e ao incentivo das práticas relacionadas aos saberes e aos modos de fazer geradores de identidade cultural.

 

Palavras-chave: Turismo – Recursos Culturais – Patrimônio Cultural - Imagem

 

Área de Conhecimento:

Ciências da Comunicação

Onde encontrar:

<http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2008/resumos/R3-1507-1.pdf> (informações de Tatiana, 2009 – resumo dos autores)

 

49) URRY, J. Turismo, Cultura e Desigualdade Social. In: ______.O olhar do turista: lazer e viagens nas sociedades contemporâneas. 3.ed. São Paulo: SESC, 2001. p. 181 - 208.

 

Resumo: O autor inicia seu texto caracterizando a atividade turística de massa como uma expressão da modernidade, pois até o século XIX apenas uma pequena camada social usufruía de condições financeiras para empreender viagens. Neste aspecto, o autor busca contextualizar as transformações ocorridas na Europa no século XIX, principalmente na França, com mudanças arquitetônicas e paisagísticas, que a principio aguçaria o olhar da população local, e posteriormente, dos turistas. Em seguida, menciona a invenção da fotografia como uma das grandes incentivadoras do turismo, ao divulgar para outros indivíduos uma realidade até então desconhecida. Ao descrever a fotografia menciona algumas de suas principais características, captadas pelo turismo, como, por exemplo, a reprodução de belezas desconhecidas e pitorescas, capazes de despertar o interesse de futuros turistas. Ao fazer a divisão do turismo na sociedade européia atualmente, explica como as divisões de classes privilegia alguns turistas capitalizados, em detrimento da massa trabalhadora dessa atividade, que geralmente é composta por imigrantes, que recebe salários incompatíveis com o demais trabalhadores locais. Menciona também que socialmente os pacotes turísticos europeus são destinados a alguns grupos específicos de pessoas, tais como: casais, com ou sem filhos e grupos heterossexuais, não privilegiando outros indivíduos, como por exemplo, os deficientes. Analisa a seguir os centros de compras, em diversas escalas, traçando um paralelo entre os shoppings center europeus e estadunidenses, demonstrando que estes “templos do consumo moderno” tornaram-se referencias quanto à organização, limpeza e segurança, atraindo consumidores dos mais diversos locais que encontram nestes “redutos” produtos de diversas partes do mundo. Por fim, traz à tona a discussão a respeito da educação e do divertimento ligado ao turismo, explicando que estas esferas estão cada vez mais interconectadas, quando, por exemplo, grupos escolares fazem curso durante as férias, aproveitando para fazer turismo, ou então quando indivíduos aproveitam o seu período de descanso para viajarem e aprenderem um esporte.

 

Palavras-chave: Turismo – Europa – Modo de Produção Capitalista

 

Área de Conhecimento:

Sociologia e Turismo

Onde encontrar:

Biblioteca Central da UEL

(informações de Luiz, 2009)

 

48) CAMURÇA, M. A.; GIOVANNINI JR., O. Religião, Patrimônio Histórico e Turismo na Semana Santa em Tiradentes (MG). Revista Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 9, n. 20, p. 225-247, out. 2003.

 

Resumo: Este artigo aborda, a partir do evento Semana Santa em Tiradentes, cidade histórica e turística de Minas Gerais, a confluência de três visões de mundo: a religião católica tradicional, o patrimônio histórico e cultural e o turismo. Procura-se analisar como estas três concepções, através de seus agentes e suas instituições, de acordo com as suas experiências históricas, culturais e estéticas, vão atribuir sentidos distintos aos mesmos fenômenos e objetos: igrejas, imagens sacras, procissões e cerimônias religiosas. Por fim, busca-se encaminhar uma reflexão sobre as interações entre as três dimensões e a resultante disso em termos de reinterpretações, negociações e competições entre elas.

 

Palavras-chave: Patrimônio Histórico – Produção de Sentido – Religião – Turismo

 

Área de conhecimento:

Antropologia e Turismo

Onde encontrar:

http://www6.ufrgs.br/ppgas/ha/index.html

(Informações de Tatiana, 2009 – resumo dos autores).

 

47) TEIXEIRA, S. A. Festa é uma coisa boa. In: _______. Os recados das festas. Rio de Janeiro: FUNARTE/Instituto Nacional do Folclore, 1988. p. 23 – 28.

 

Resumo: Neste segundo capítulo, o autor trata da realização de festas como uma estratégia eficaz para a promoção das cidades. Além disso, enfoca o poder de mobilização durante a realização destas festas, principalmente em cidades pequenas. A população toda se envolve nos preparativos e também aproveitam a festa como momento de lazer e de socialização. Há um histórico de associar o tempo de trabalho à negatividade, ocorrendo a valorização de tudo o que lhe seja oposto, tanto no campo do real, como no do simbólico. Como forma de resistência a isso, há uma efervescência quando dos momentos de festa. Por fim, o autor comenta sobre o caso brasileiro e sua predisposição social amplamente favorável ao clima de festas. Há a democratização dos momentos festivos, através de eventos festivos abertos, em contraponto aos eventos fechados de clubes, famílias e agências promotoras. 

 

Palavras-chave: Festas – Mobilização – Promoção – Valorização

 

Área de conhecimento:

Antropologia

Onde encontrar:

alinigeo_tur@yahoo.com.br

(Informações de Alini, 2009).

 

46) TEIXEIRA, S. A. Nós existimos e temos mérito. In: _______. Os recados das festas. Rio de Janeiro: FUNARTE/Instituto Nacional do Folclore, 1988. p. 13 – 21.

 

Resumo: Neste primeiro capítulo, o autor aborda o predomínio político e econômico dos grandes centros urbanos em relação às pequenas cidades. Ele comenta sobre este assunto para poder embasar a teoria de que as festas estudadas se realizam em cidades médias e, sobretudo, em cidades pequenas. Na época em que foi escrito o livro, havia no Brasil um número crescente de municípios sendo formados a partir de emancipações distritais. O título do capítulo remete a idéia de reiterar convites e mensagens dirigidos ao público de fora da cidade, para trazer visitantes às festas e consequentemente divulgar a realidade dos moradores. Segundo o autor, é notório que a maioria das cidades que surgem são carentes de potencial econômico, político, tecnológico e cultural, sendo assim há uma necessidade e influência inexorável dos grandes centros. Há uma disposição das pequenas cidades em caminhar no sentido do progresso, norteada por estes grandes centros, que chama atenção através da questão da inferioridade cujos habitantes destes locais sentem em relação aos “da cidade grande”. Assim, a influência exercida pela realidade do “outro” pode ser vista em construções urbanas como arranha-céus e calçadões, que quando são construídos nestes pequenos centros perdem sua funcionalidade principal para ter como intenção chamar a atenção e se aproximar da modernidade.

 

Palavras-chave: Divulgação – Festas – Pequenas Cidades

 

Área de conhecimento:

Antropologia

Onde encontrar:

alinigeo_tur@yahoo.com.br

(Informações de Alini, 2009).

 

45) CARLINI JUNIOR, R. J.; SILVA, F. J. da; LISBOA FILHO, W. L. A pluriatividade na Zona da Mata de Pernambuco: o turismo rural como uma viável alternativa econômica. Revista Brasileira de Gestão e Negócios, São Paulo, ano 6, n. 15, pp. 7 – 14, ago. 2004. Disponível em: <http://200.169.97.104/seer/index.php/RBGN/

article/viewArticle/24>. Acesso em: 02. jun. 2009.

 

Resumo: Este artigo tem como objetivo analisar se o turismo rural pode ser apontado como uma alternativa de diversificação econômica para a Zona da Mata do Estado de Pernambuco. A principal fonte econômica desta região é a agroindústria canavieira. No entanto, esta atividade vem perdendo dinamismo com o encerramento das atividades de um grande número de unidades produtoras de açúcar e álcool, agravando a situação de pobreza de milhares de pessoas que vivem nessa região. O meio rural está passando por um processo de grandes transformações, tais alterações vão desde inversão radical das correntes migratórias até o surgimento de novas atividades econômicas não precisamente agrícolas. O turismo rural, uma atividade pluriativa, vem sendo apontado como uma viável alternativa de diversificação econômica para a Zona da Mata do Estado de Pernambuco, diante da crise da agroindústria canavieira. Caracterizada pelas belezas naturais, históricas e arquitetônicas, esta região vem registrando o crescimento de tal atividade.

 

Palavras-chave: Turismo Rural – Diversificação Econômica – Agroindústria Canavieira

 

Área de conhecimento:

Administração e Turismo

Onde encontrar:

<http://200.169.97.104/seer/index.php/RBGN/article/viewArticle/24>

(Informações de Stefano, 2009 – resumo dos autores).

 

44) FORMENTO, D.; HOSTINS, F. A.; DE LUCCA FILHO, V. O turismo na sociedade contemporânea: formação de uma cultura turística local – Vila Itoupava, Blumenau, Santa Catarina. In: MOSER, G.; MULLER, S. A. (orgs.). Estudos em turismo: turismo na sociedade contemporânea. Idaial/SC: Asselvi, 2003. pp. 37 – 41.

 

Resumo: A comunidade apresentada, a Vila Itoupava, é um distrito da cidade de Blumenau, que preserva de maneira bastante significativa o legado cultural herdado de sua colonização alemã. Falta despertar nesta comunidade a importância da atividade turística, através da educação e criação de uma cultura turística local, destacando os benefícios que o mesmo proporciona, possibilitando uma melhoria na qualidade dos serviços prestados e a preservação dos atrativos e do meio ambiente como um todo. É necessário cultivar vários aspectos da cultura e do indivíduo em uma comunidade para assim se desenvolver ações coerentes com a realidade encontrada. O objetivo do artigo é demonstrar que o engajamento da comunidade da Vila Itoupava na atividade turística pode estruturar uma melhor formatação do produto turístico na região.

 

Palavras-chave: Cultura Local – Agroturismo – Educação

 

Área de conhecimento:

Turismo e Ciência da Informação

Onde encontrar:

Biblioteca Setorial da UEL

(Informações de Stefano, 2009 – resumo dos autores).

 

43) ELESBÃO, I. Os efeitos do turismo no espaço rural: um olhar sobre um pequeno município brasileiro. In: VII COLÓQUIO IBÉRICO DE ESTUDOS RURAIS, 2008, Coimbra, Portugal. Actas... Coimbra: UNICRUZ. 2008, s/p. Disponível em <http://www.sper.pt/actas7cier/PFD/Tema%20II/2_7.pdf> Acesso em 13 abr. 2009.

 

Resumo: Este trabalho tem como objetivo analisar as mudanças no espaço rural em função da atividade turística. Através de uma abordagem qualitativa, analisam-se os efeitos do turismo no espaço rural no município de São Martinho, no Estado de Santa Catarina, Região Sul do Brasil. Foram entrevistadas pessoas da comunidade agrupadas em três categorias, de acordo com seu envolvimento com a atividade turística: os empreendedores, os funcionários/fornecedores e os não-participantes. Não se verificou diferença significativa entre as categorias com relação aos efeitos do turismo. Observou-se que o turismo no espaço rural, mesmo com sua capacidade de gerar diversas mudanças positivas na economia local, dependendo do nível espacial que se analisa, seu reflexo é pequeno em termos de crescimento econômico. No entanto, esta atividade teve uma função muito importante, pois conseguiu mobilizar alguns recursos e principalmente despertar capacidades humanas que estavam latentes e subutilizadas.

 

Palavras-chave: Transformações – Turismo rural – Brasil

 

Área de conhecimento:

Sociologia

Onde encontrar:

http://www.sper.pt/actas7cier/PFD/Tema%20II/2_7.pdf

(Informações de Stefano, 2009 – resumo do autor).

 

42) VOGT, D. I. Folia no meio rural: apontamos sobre a memória da festa carnavalesca no meio rural de Santa Cruz do Sul na primeira metade do século XX. In: IV Encontro Regional Sul de História Oral, 2007, Florianópolis. Anais... Florianópolis: UFSC, 2007, p. 01 – 13. Disponível em <http://www.cfh.ufsc.br/abho4sul> Acesso em 22 fev 2009.

 

Resumo: O carnaval tem inspirado inúmeras pesquisas, como espaço de sociabilidade. Mas, na historiografia, segundo a autora, grande parte dos relatos associa a existência da festa ao meio urbano, ou seja, nega sua existência no meio rural. Através da história oral, obtida pelas entrevistas realizadas com moradores que viveram e/ou conviveram no perímetro rural da cidade de Santa Cruz do Sul/RS, na primeira metade do século XX, se verificou indícios e apontamentos da existência de uma festa (Schrapfest). Sobressaíram-se características no que concerne aos aspectos familiares, fartura de alimentos e folia/alegria, garantida pela música e dança do grupo. As entrevistas também revelaram diferenças significativas entre as construções festivas no meio rural e no meio urbano.

 

Palavras-chave: Festa – Carnaval – Memória – Meio Rural

 

Área de conhecimento:

História

Onde encontrar:

www.cfh.ufsc.br/abho4sul/pdf/Debora%20Ines%20Vogt.pdf

(Informações de Alini, 2009).

 

41) QUEIROZ, M. N. Preservação do patrimônio através da Educação Patrimonial: uma experiência com professores da rede pública de ensino de Itabirito/MG. Revista Brasileira de Arqueometria, Restauração e Conservação. Olinda, PE, Edição Especial, v. 1, n. 6, 2006, pp. 275-280. Disponível em: <http://restaurabr.org/arc/arc05pdf/12_MoemaQueiroz.pdf>. Acesso em: 17 mar. 2009.

 

Resumo: O artigo apresenta os resultados do curso de capacitação/aperfeiçoamento Preservação do Patrimônio através da Educação Patrimonial, realizado no ano de 2005, na cidade de Itabirito - MG. O curso teve como público alvo professores da rede pública de ensino da região, envolvendo as mais diversas disciplinas, a fim de torná-los parceiros e agentes multiplicadores nas questões relativas ao patrimônio. Na metodologia, foram utilizadas as seguintes etapas: apresentação de alguns conceitos básicos sobre a educação patrimonial, patrimônio, identidade cultural, preservação e conservação dos bens materiais e imateriais; elaboração e apresentação de projetos educacionais com a temática patrimonial; exercícios de vivência e visita técnica a um monumento histórico da cidade. Os resultados se mostraram satisfatórios, principalmente pelo interesse da prefeitura e aprovação dos participantes, o que demandou um outro módulo do curso para o ano de 2006. A possibilidade de mostrar aos professores que o seu contexto familiar está atrelado a um contexto social partilhado por um grupo que se identifica com a sua memória permite que a educação patrimonial seja desenvolvida em sala de aula, quando os alunos serão sensibilizados para a proteção do patrimônio, verificando que os monumentos e outros bens culturais também fazem parte de sua história de vida.    

 

Palavras-chave: Educação Patrimonial – Identidade Cultural – Preservação – Conservação

 

Área de conhecimento:

Arquitetura, Geografia e História

Onde encontrar:

http://restaurabr.org/arc/arc05pdf/12_MoemaQueiroz.pdf

(Informações de Tatiana, 2009).

 

40) WESCHENFELDER, K. D.; ROOS, R. E.; RODRIGUES, S. R. Desenvolvimento do turismo rural: uma nova fonte de renda. In: MOSER, G.; MULLER, S. A. Estudos em Turismo: Turismo na Sociedade Conteporânea. Indaial/SC: Asselvi, 2003. p. 23-37.

 

Resumo: O artigo aborda uma atividade que vem crescendo em várias localidades do Brasil: o turismo rural. Segundo os autores, o turismo rural, para se tornar uma fonte de renda, principalmente para os pequenos camponeses, deve ser feito de forma cautelosa e planejada, visando a qualidade de vida do camponês e o aproveitamento dos recursos disponíveis aliado a sua manutenção e conservação. No artigo ainda se discute as adaptações e os atrativos nas propriedades e os pontos positivos da formação dessa atividade.

 

Palavras-chave: Turismo Rural – Fonte de Renda – Camponês – Qualidade de Vida

 

Área de conhecimento:

Turismo

Onde encontrar:

Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Humanas da Universidade Estadual de Londrina

(Informações de Stefano, 2009).

 

39) BUENO, M. S. Festa dos Santos Reis: uma forma de hospitalidade. In: DENCKER, A. de F. M.; BUENO, M. S. Hospitalidade: cenários e oportunidades. São Paulo: Pioneira Thomson Learnin, 2003. p. 113 – 119.

 

Resumo: No presente artigo a autora identifica, no espaço/tempo da Festa dos Santos Reis que se passa na região de Cachoeirinha, em Itápolis, São Paulo, as condições ideais para a hospitalidade. A festa mostra a abertura de uma comunidade para o “outro”, estabelecendo vínculos de sociabilidade em um convívio que traduz a capacidade imanente do espaço produzir hospitalidade. A tradição permanece nessa comunidade, já que o conhecimento da organização da festa é passado de geração em geração. Este tipo de festa não se trata de um espetáculo, como muitos criticam, mas sim um ato coletivo no qual a população se une com o objetivo de um bem comum: a prática religiosa apresentada pela fé. 

 

Palavras-chave: Hospitalidade – Festa dos Santos Reis – Imaginário – Solidariedade

 

Área de conhecimento:

Sociologia e Turismo

Onde encontrar:

www.thomsonlearning.com.br

(Informações de Alini, 2008).

 

38) BATISTA, J.; BARROS, I. F.; MARCELINO, F. Impactos socioambientais do turismo, sob a perspectiva de gênero, nas comunidades de Pipa e Sibaúma – R. In: CORIOLANO, L. N. M. T.; LIMA, L. C.. (orgs). Turismo comunitário e responsabilidade socioambiental. Fortaleza: EDUECE, 2003. p. 246 – 254.

 

Resumo: O texto apresenta reflexões sobre os impactos do desenvolvimento do turismo na vida das mulheres, em duas comunidades praianas do litoral sul do Rio Grande do Norte. Este texto constitui parte da análise das ações da Iniciativa de Monitoramento das instituições Financeiras Multilaterais na perspectiva de gênero, conduzidas pelo Grupo da Iniciativa de Gênero do Rio Grande do Norte, que critica ações do PRODETUR. Na pesquisa as autoras apontam contradições do modelo econômico global e do turismo globalizado associadas às populações nativas, em especial, as mulheres.

 

Palavras-chave:

Turismo – Impactos – Comunidade - Mulheres

Área de conhecimento:

Sociologia e Turismo

Onde encontrar:

Biblioteca Setorial da Universidade Estadual de Londrina

(Informações de Stefano, 2008 – resumo de Coriolano).

 

37) SAKURAI, C. Japoneses no mundo. In: ______. Os japoneses. São Paulo: Contexto, 2007. p. 235 – 260.

 

Resumo: A autora traz neste capítulo do livro Os japoneses reflexões acerca da emigração de japoneses do Japão em direção a lugares do mundo como: Havaí, EUA, Peru, México e Brasil. Ressalta que essa emigração teve como motivo o fato de que o Japão, no ano de 1868, passou por profundos problemas econômicos afetando principalmente os agricultores desfavorecidos que não conseguiram se manter produzindo. Estes iniciaram o processo de emigração diretamente em direção ao Havaí e América do Norte, onde foram inseridos em algumas propriedades rurais ou no comércio e construção de ferrovias, entre outras atividades econômicas. O governo japonês fazia questão de manter fortes raízes culturais nas quais os emigrantes tinham como regra inicial o culto ao imperador. Na América Latina, países como Brasil, Peru e Paraguai também se destacam pela presença de muitos imigrantes japoneses, os quais também se adaptaram à produção rural, trazendo técnicas produtivas do Japão e as inserindo mais tarde em sua própria produção ao conseguirem comprar suas próprias terras. O período da Segunda Guerra Mundial afetou enormemente os japoneses imigrantes em vários países, estes foram encarcerados, em razão do “perigo amarelo”. Para se manterem em contato maior com a tradição e renovar/reafirmar os laços de amizades entre os de sua mesma pátria, foram fundadas associações, nas quais é muito comum existirem reuniões, festas e projetos que proporcionam entrosamento e momentos de alegria, troca de experiências e festividade entre os japoneses.

 

Palavras-chave: Japoneses – Emigração – Imigrantes

 

Área de conhecimento:

Geografia da População

Onde encontrar:

www.editoracontexto.com.br

(Informações de Jamile, 2008).

 

36) SOBARZO, O. O urbano e o rural em Henri Lefebvre. In: SPOSITO, M. E. B.; WHITAKER, A. M. (orgs.). Cidade e campo: relações e contradições entre urbano e rural. São Paulo: Expressão Popular, 2006. p. 53 – 64.

 

Resumo: O autor escreve este artigo fazendo uma análise sobre o ponto de vista do artigo “Cidades imaginárias: o Brasil é menos urbano do que se calcula” de José Eli da Veiga contrastando com as idéias de cidade e de campo de Henri Lefebvre. Ele inicia dizendo de Lefebvre acredita num ponto de vista mais filosófico em relação ao formalismo de Veiga, pois, para que se apreenda a realidade das situações, é preciso utilizar hipóteses, experiências, conceitos e teorias. Lefebvre acha que a dicotomia cidade - campo não deve existir, apesar de ser possível perceber diferenças em relação à divisão do trabalho e à própria estrutura social. Ele escreve que o processo entre campo e cidade é uma via de mão dupla, onde os dois lados geram e transmitem conhecimentos e experiências simultaneamente. Por fim, o autor, pautado em Lefebvre, ressalta que a redefinição de formas e de conteúdos, tanto no campo quanto na cidade, é o que deve ser pensado ao se analisar tais espaços.

 

Palavras-chave: Ubano – Rural – Campo – Cidade

 

Área de conhecimento:

Sociologia e Geografia

Onde encontrar:

www.expressaopopular.com.br

(informações de Jamile, 2008)

 

35) FIGUEIREDO, S. L. Relação entre turismo e cultura. In: ______. Ecoturismo, festas e rituais na Amazônia. Belém: NAEA/UFPA, 1999. p. 99 – 114.

 

Resumo: Neste capítulo, o autor expõe a relação entre turismo e cultura vista na cidade de Soure - PA, que passa por transformações culturais, principalmente no carimbó, um tipo tradicional de dança na região. Segundo o autor, essas mudanças têm influência do turismo, que tem o poder de transformação das pessoas em objeto de consumo. Ainda com relação ao turismo e cultura, ele cita exemplos de festas, artesanatos e rituais que antes eram encarados somente como uma tradição popular e que passam a ser ‘’vendidos’’ como uma mercadoria e transformados em espetáculos, conforme seu alcance turístico.

 

Palavras-chave: Turismo – Cultura – Transformações – Consumo – Tradição – Mercadoria

 

Área de conhecimento:

Antropologia e Turismo

Onde encontrar:

Biblioteca setorial do CCH/UEL

(informações de Stefano, 2008)

                                   

34) FREIRE, D.; PEREIRA, L. L. História oral, memória e turismo cultural. In: MURTA, S. M.; ALBANO, C. Interpretar o patrimônio: um exercício do olhar. Belo Horizonte: UFMG; Território Brasilis, 2002. p. 121-130.

 

Resumo: O interesse pela história tem ultrapassado as fronteiras acadêmicas e assumido novas formas de expressão. Neste artigo, as autoras discutem aspectos referentes à história oral, memória e o turismo cultural. A história oral está diretamente ligada com a identidade e a memória do local, através do relato de experiências vividas por população das localidades, trazendo a reconstrução do passado por parte destas pessoas, além da percepção de si e dos outros, resultando na valorização e conseqüente destaque destes lugares. Para o turismo cultural, a histórial oral traz a democratização do conhecimento sobre o passado e o reconhecimento de pessoas que o traduzem para o presente. Além disso, as autoras relatam que o turismo cultural deve estar comprometido com o fortalecimento da identidade, preservação da memória e do patrimônio cultural.

  

Palavras-chave: Cultura – Memória – História Oral

 

Área de conhecimento:

História e Turismo

Onde encontrar:

www.editora.ufmg.br

(informações de Alini, 2008)

 

33) BASTOS, S. Educação patrimonial, hospitalidade e turismo. In: VIII ENTBL – Encontro Nacional de Turismo com Base Local, 2004. Artigos... s/p. Curitiba, CD-ROM.

 

Resumo: O centro histórico da cidade de São Paulo tem sido alvo da ação de diversos programas de requalificação, por parte do poder público e da iniciativa da sociedade, por meio de instituições criadas para tal fim. A reurbanização do Anhangabaú, a restauração de edificações de valor histórico, a recuperação das vias públicas, racionalização da distribuição dos ambulantes, desobstrução dos viadutos do Chá e de Santa Ifigênia, isenção de IPTU para os imóveis tombados com fachadas em perfeito estado de conservação, permanência de importantes instituições no local entre outros, conduzem tais ações para a valorização do patrimônio histórico da cidade. A exploração comercial do patrimônio histórico mediante sua conversão em atrativo turístico tem sido apontada como a opção que mais assegura a sua reabilitação e conservação. O patrimônio passa a ser tratado de forma mercantil, como mercadoria e bem de consumo, deixa de ser pensado apenas por sua importância coletiva para os moradores enquanto lugar de memória. Seu caráter identitário passa a ser valorizado pelo empreendedor enquanto o grande diferencial do empreendimento turístico. O envolvimento com o patrimônio, todavia, pode se estabelecer na medida em que ele for incorporado ao cotidiano de forma compreensível. Um dos recursos possíveis é a mediação da memória. Programas de educação patrimonial são apontados enquanto metodologia para envolver os moradores com sua história, motivando a apropriação de seu passado e o exercício da cidadania. A interpretação do patrimônio deve ser um processo compartilhado com o morador, a aproximação inicial a tais locais pode ser favorecida com a realização de atividades de entretenimento e lazer em suas instalações. A hospitalidade inscreve-se nesse contexto de exercício de cidadania e valorização da memória, temas discutidos nessa pesquisa que se encontra em andamento.

 

Palavras-chave: Hospitalidade – Patrimônio Histórico – Patrimônio Cultural – Educação Patrimonial

 

Área de conhecimento:

História e Turismo

Onde encontrar:

Acervo do projeto TERNOPAR

(informações de Tatiana, 2008 – resumo da autora)

 

32) PIMENTEL, G. G. de A. A insustentabilidade do lazer sustentável. In: MÜLLER, A.; DACOSTA, L. P. Lazer e desenvolvimento regional. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2002. p. 83 – 107.

 

Resumo: Este texto se apresenta de forma truncada, pois o autor pretende discutir vários conceitos como o de desenvolvimento, cidadania, globalização e sustentabilidade, terminando por não chegar ao aprofundamento necessário e ao tema inicial. Formado em Educação Física, o autor ressalta que esta ciência não deve ficar presa às velhas atividades, as que envolvem a manutenção do status quo, mas sim questionar criticamente a corporiedade. A abordagem segue analisando as relações entre lazer, desenvolvimento regional e qualidade de vida. O autor ressalta que saúde, liberdade, produção e distribuição de renda, diversidade étnica e difusão das artes são conceitos importantes relacionados ao desenvolvimento. Critica a utilização de modismos ou padrões internacionais de lazer e atividades físicas pelos brasileiros, os quais deveriam criar seus próprios modelos devido ao padrão corporal, climático e econômico da população brasileira ter características próprias. Segue discutindo o fato de que o desenvolvimento local pode trazer conseqüências ruins à população local a qual passa a ser inquirida a ter bom nível profissional para atuar nos eventos de lazer nas propriedades voltadas ao turismo, principalmente rural. O artigo é finalizado com a idéia de que as relações de poder precisam ser subvertidas na tentativa de inserir a sociedade na discussão de idéias buscando um modelo próprio de desenvolvimento sustentável.

 

Palavras-chave: Lazer – Desenvolvimento Sustentável – Qualidade de Vida

 

Área de conhecimento:

Educação Física e Turismo

Onde encontrar:

www.unisc.br/publicacoes/editora.

(informações de Jamile, 2008

 

31) CARNEIRO, H. S. O múltiplo imaginário das viagens modernas: ciência, literatura e turismo. História: questões e debates. Curitiba, n. 35, p. 227 – 247, 2001.

 

Resumo: A história das viagens tem como fonte primordial os relatos de viagem. O texto busca apresentar um panorama das viagens e de sua literatura na época moderna, confrontando os seus significados para a história das ciências naturais, para a história das sensibilidades, com a constituição da paisagem como objeto estético, e para a sociologia dos deslocamentos humanos voluntários, onde a história do turismo contemporâneo toma especial relevância.

 

Palavras-chave: História das Viagens – Literatura das Viagens – Viagens Científicas – Turismo

 

Área de conhecimento:

História, Geografia e Turismo

Onde encontrar:

Biblioteca Central da UEL

(informações de Érica, 2008)

 

30) PIMENTA, I. L.; MICHEL, F. C. A importância de espaços públicos para classes sociais menos favorecidas: um estudo do lazer no parque municipal de Belo Horizonte. In: VIII ENCONTRO NACIONAL DE TURISMO COM BASE LOCAL, 2004, Curitiba. Anais... Curitiba: UNICENP/UFPR, 2004. CD-ROM. P. 1 – 19.

 

Resumo: Neste artigo, os autores preocupam-se com o atual papel do lazer nas cidades brasileiras. É fato comum que o lazer seja considerado um aspecto de papel secundário no processo de planejamento nas cidades. Desta forma, quem sofre de maneira mais direta as conseqüências deste raciocínio é a população de baixa renda, que normalmente é privada de equipamentos urbanos voltados à realização de atividades lúdicas. Nas sociedades capitalistas, o shopping center tornou-se o modelo globalizado concentrador das infra-estruturas de lazer. Nesta perspectiva, o parque urbano tornou-se um símbolo da resistência, uma alternativa gratuita que permite a interação social e o contato com a natureza. Após tecerem considerações sobre o lazer, com enfoques históricos e epistemológicos, os autores partem para a análise prática. O objeto de estudo é o Parque Municipal Américo Rennè Giannetti, localizado no hipercentro de Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais. Este parque, que inicialmente fora freqüentado quase exclusivamente pela elite da capital mineira, apresenta hoje uma situação diferenciada. Baseados em dados quantitativos, obtidos através de formulários respondidos pelo público, os autores traçaram o perfil dos freqüentadores do parque, caracterizado fortemente por pessoas pertencentes aos grupos sociais menos favorecidos.

 

Palavras-chave: Lazer – Parques Urbanos – Segregação Sócio-Espacial

 

Área de conhecimento:

Sociologia e Turismo

Onde encontrar:

Acervo do projeto TERNOPAR

(informações de Míriam, 2008)

 

29) MARCELLINO, N. C. Lazer como fator e indicador de desenvolvimento regional. In: MÜLLER, A.; DACOSTA, L. P. (orgs). Lazer e desenvolvimento regional. Santa Cruz do SUL: EDUNISC, 2002. p. 41 – 52.

 

Resumo: O autor ressalta o lazer como fator e indicador de desenvolvimento regional desde que seja: historicamente situado - vivenciando a cultura (valores) diariamente, questionando o modelo social vigente; não reduzir o crescimento das atividades em âmbito regional ao econômico; colocar o lazer não apenas como atividades de divertimento mas sim  como atividades que levem ao desenvolvimento pessoal e social dos indivíduos envolvidos. Ações comunitárias podem auxiliar na inserção de pessoas da comunidade em planejamentos de atividades que visem a consciência e integração dos indivíduos. Políticas de lazer devem ser desenvolvidas por municípios e regiões metropolitanas respeitando a característica de cada lugar, utilizando suas potencialidades e integrando a população local (trabalhadores do lazer) ao turista ou aquele que usufrui de alguma atividade que lhe forneça prazer.

 

Palavras-chave: Desenvolvimento Regional – Lazer – Cultura – Espaço

 

Área de conhecimento:

Sociologia

Onde encontrar:

http://www. unisc.br/

(informações de Jamile, 2008)

 

28) SERPA, A. Acessibilidade. In: ______. O Espaço Público na Cidade Contemporânea. São Paulo: Contexto, 2007. p. 15 - 39.

 

Resumo: Este livro apresenta uma ampla discussão sobre o atual papel dos espaços públicos nas cidades. Estes locais – que a princípio deveriam ser de acesso irrestrito, promovendo a convivência social e a possibilidade de ação política – acabaram se transformando em mercadoria de consumo para poucos. No capítulo apresentado, parte-se da hipótese de que acessibilidade, na verdade, vai muito além da possibilidade de acesso físico ao local. A acessibilidade é considerada principalmente em sua dimensão simbólica, onde sistemas de signos (utilizados, reproduzidos ou mesmo criados para defender os interesses de uma camada hegemônica) determinam usos, restrições e conotações associadas ao local. A esfera simbólica exerce forte influência sobre o acesso aos espaços públicos, fazendo com que sua apropriação aconteça de modo seletivo. Desta forma, o autor finaliza o capítulo questionando se esses espaços seriam realmente públicos ou se feitos para um determinado tipo de público.

 

Palavras-chave: Espaço Público – Urbanização – Acessibilidade

 

Área de conhecimento:

Arquitetura e Urbanismo

Onde encontrar:

http://www.editoracontexto.com.br/

(informações de Míriam, 2007)

 

27) PEREIRA, A. E. Trabalho, tempo livre e lazer na sociedade contemporânea. In: VIII ENTBL - ENCONTRO NACIONAL DE TURISMO COM BASE LOCAL, 2004, Curitiba. Anais... Curitiba, 2004. p. 1 - 22. CD-ROM.

 

Resumo: Este artigo tem como objetivo principal mostrar como as condições de trabalho interferem na demanda de lazer e de turismo na sociedade contemporânea. Dessa forma, ele se propõe a confirmar a tese de que as condições de trabalho na sociedade contemporânea levam os indivíduos a aumentar o ritmo de trabalho e, por conseqüência, a disponibilizar menos tempo livre ao lazer e ao turismo. Após o exame da bibliografia, constatou-se que esta tese não é consensual entre os autores. Procurou-se, em seguida, desenvolver a investigação empírica através da aplicação de questionários direcionados à população da cidade de Curitiba e distribuídos entre indivíduos inseridos em diversas áreas de atuação profissional, agrupadas de acordo com os critérios da Classificação Brasileira de Ocupações do IBGE. A investigação empírica testou a validade da hipótese principal sustentada na pesquisa, a saber: não estão ocorrendo mudanças significativas na forma pela qual os indivíduos relacionam trabalho e lazer. Em primeiro lugar, constatou-se a permanência dos valores centrados no trabalho e no consumo. Em segundo lugar, os resultados mostram que os entrevistados estão dedicando mais tempo ao trabalho do que às atividades do tempo livre. Do conjunto da amostra, observou-se que um número expressivo de entrevistados afirmou que sua carga horária aumentou significativamente ou teve pequeno aumento nos últimos anos (62,75%). Esse aumento ocorreu nos mais diversos segmentos profissionais, sofrendo pequenas variações para cima ou para baixo de acordo com o segmento pesquisado. De qualquer forma, essas variações não foram significativas, o que confirmou a hipótese sustentada nesta pesquisa.

 

Palavras-chave: Trabalho – Tempo Livre – Lazer – Turismo

 

Área de conhecimento:

Sociologia

Onde encontrar:

Acervo do projeto TERNOPAR

(informações de Miriam, 2007 – resumo do autor)

 

26) BARRETO, M.; TAMANINI, E.; SILVA, M. P. Discutido o ensino uiversitário do turismo - Da realidade à utopia. In: BARRETO, M.; TAMANINI, E.; SILVA, M. P Discutido o Ensino Universitário do Turismo. Campinas: Papirus, 2004. p. 35 – 51.

 

Resumo: Neste texto as autoras iniciam traçando um histórico do conceito de universidade. O modelo atual de universidade surgiu no século XIX a partir da universidade de Berlim, podendo-se afirmar que a universidade moderna como centro de pesquisas é uma criação alemã. A universidade caracteriza-se pela pesquisa, discussão e produção de conhecimento. É uma instituição destinada a formar cientistas. No Brasil, a industrialização trouxe sua própria escola profissionalizante e imediatista. Na área de turismo, há uma crise. Por um lado há dificuldades de implantar cursos superiores que levem em consideração a produção de novos saberes e, por outro lado, a crescente perda de credibilidade dos diplomas. Há também a oferta de cursos oferecidos pelo empresariado, como é o caso das companhias aéreas. Para ser um comissário de bordo é preciso possuir cursos específicos. Os cursos de turismo têm priorizado planos pedagógicos tecnológicos, os alunos desenvolvem uma capacidade crítica de discussão com base apenas no senso comum, há uma grande quantidade de curso e pouca qualidade. Para diminuir tantas dificuldades uma das possibilidades seria a flexibilização dos cursos em forma de créditos. As autoras citam e explicam o curso de turismo com ênfase em meio ambiente, em Joinville, destinado a formar profissionais que pensem em novas alternativas para o turismo da cidade. Partiu-se do conceito de ensino universitário de turismo orientado para formar um sujeito intelectualmente autônomo, capaz de aprender a construir instrumentos técnicos metodológicos para agir.

 

Palavras-chave: Ensino – Universidade – Cursos de Turismo

 

Área de conhecimento:

Turismo e Ensino

Onde encontrar:

Biblioteca Central da UEL

(informações de Fernanda, 2007).

 

25) DE MASI, D. Turismo e tempo livre: uma alternativa para o terceiro milênio. In: FARIA, I. F. de (coord.). Turismo: lazer e políticas de desenvolvimento local. Manaus: Universidade do Amazonas, 2001. p. 01 – 11.

 

Resumo: O texto é a transcrição de uma conferência realizada durante o III Encontro de Turismo com Base Local em Manaus. Nele, De Masi trata o tempo livre como o futuro do trabalho, chamando a atenção para uma sociedade em que o trabalho é embutido em nossos pensamentos desde crianças, uma sociedade em que aquele que não trabalha fatalmente passa fome. Analisando a vida de um indivíduo, o autor ressalta que mesmo que ele gaste horas de trabalho extra, em toda sua vida, o tempo livre que pode ser utilizado para lazer e outras atividades ainda é muito grande e, por isso, é preciso saber aproveitá-lo na atual sociedade pós-industrial, que determina até mesmo a utilização do tempo livre. Por fim o autor discute o turismo caracterizando dois tipos de turistas que utilizam o tempo e o espaço de formas distintas: o turista consciente e o turista de massa. Por fim, o autor aponta a importância de uma sociedade que saiba apontar o tipo de turismo que deseja presenciar.

 

Palavras-chave: Tempo Livre – Trabalho – Sociedade Pós-industrial

 

Área de conhecimento:

Sociologia e Turismo

Onde encontrar:

Biblioteca Central da UEL

(informações de Érica, 2007).

 

24) BARRETO, M.; TAMANINI, E.; SILVA, M. P. Turismo e cursos de turismo. In: ______. Discutido o Ensino Universitário do Turismo. Campinas: Papirus, 2004. p. 35 - 51

 

Resumo: Segundo o texto, autores precursores nos estudos do turismo sistematizavam o conhecimento do turismo no tripé transporte, agenciamento e alojamento e, embora haja muitas mudanças, ainda hoje se utiliza esse tripé para estudar o turismo, pois se não houvesse esses três setores não haveria a atividade turística. O texto destaca a importância dos equipamentos de apoio como postos de gasolina, rede de esgoto e limpeza pública e que, a cada dia, é mais necessária a criação de uma superestrutura jurídico-administrativa para planejar o turismo receptivo. Dentro do setor turístico há um leque de profissões muito amplo, como pilotos, motoristas, comissários de bordo e capitães de navios, entre muitos outros. Há duas maneiras de estudar o turismo, uma é estudar em um curso de turismo e a outra estudar o fenômeno do turismo, mas a questão é: é possível pensar num profissional do turismo? O fenômeno turístico é muito complexo e fica difícil imaginar um profissional específico, pois seria necessário um profissional polivalente. Nos países latinos americanos a realidade dos profissionais de turismo se aproxima da realidade brasileira; no Peru, por exemplo, há mais diversidades na formação, mas um problema comum é que os cargos de planejamento governamental do turismo nacional, regional e local são dados a pessoas indicadas, ou melhor, apadrinhadas. Outro problema é a separação do poder público, empresas e universidades, ou seja, no caso do turismo não há uma relação entre os trabalhos desenvolvidos pelos alunos e professores das universidades com as empresas do ramo turístico e, infelizmente, também não há uma relação próxima entre os trabalhos acadêmicos e o poder público, pois dificilmente algum projeto desenvolvido nas instituições de ensino é utilizado pelas prefeituras, por exemplo. Isso é comum nos paises latinos americanos. A Argentina é um país que difere nessas questões, pois o poder público procura as universidades para desenvolverem trabalhos de planejamento turístico. O texto traz ainda críticas às ementas dos cursos de turismo do Brasil e do mundo, pois tais cursos estão formando profissionais que dificilmente conseguem trabalhar na área de turismo e da hotelaria. Os primeiros cursos superiores de Turismo, no Brasil, surgem na década de 1970, momento peculiar no que diz respeito à política, economia e sociedade, visto que no Brasil havia uma conjuntura política de ditadura militar com ideologia desenvolvimentista. No plano político, a ideologia da época evitou cursos que promoviam a reflexão e a crítica. Foram estimulados pelo governo cursos que promoviam o avanço tecnológico. Graças a esse período, as disciplinas ofertadas nos cursos de Turismo são voltadas notadamente para o mercado. De acordo com  os autores, “pensar o turismo” é pensar o fenômeno em todas as suas dimensões, mas o turismólogo está sendo preparado, até os dias de hoje, para pensar o turismo especialmente como objeto de consumo. Cabe aos cursos universitários, partindo do pressuposto de que os estudantes devem ser preparados para pensar com autonomia, proporcionar um ensino de caráter reflexivo, porém não é o que acontece em muitos cursos superiores de Turismo, nos quais há uma idéia de que o turismólogo deve ter apenas uma qualificação operacional.

 

Palavras-chave: Turismo – Profissional – Cursos de Turismo

 

Área de conhecimento:

Turismo e Hotelaria

Onde encontrar:

Biblioteca Central da UEL

(informações de Fernanda, 2007).

 

23) FEDER, E. M. S. V. S. Ensaio sobre o lazer como um direito do cidadão.  In: VIII ENTBL - Encontro Nacional de Turismo com Base Local, 2004. Anais... Curitiba, 2004. CD-ROM.

 

Resumo: Este artigo foi resultado de pesquisa realizada no curso de Pós-Graduação Strictu Sensu em Turismo e Hotelaria da UNIVALI – Mestrado Acadêmico. Nosso objetivo principal foi o de pesquisar sobre o lazer do cidadão, a partir da revolução industrial que traz a idéia de tempo livre, como um direito. Para a realização deste objetivo utilizamos o método qualitativo, a partir de uma pesquisa teórica com finalidade exploratória, descritiva e explicativa, tendo como procedimentos metodológicos para a coleta de dados a busca bibliográfica e documental histórica e social. As mudanças ocorridas na sociedade contemporânea que alteraram e modificaram os espaços e habitações, devido à aglomeração dos grandes centros urbanos, gerou uma sociedade sem lugares de convivência entre as pessoas. A falta de oportunidades e espaços para a realização de práticas de lazer saudáveis na sociedade brasileira contemporânea, aliada a barreiras sócio-econômicas, a violência urbana e a falta de segurança tem deixado os indivíduos, principalmente os de baixa renda, a mercê da indústria cultural representante do sistema capitalista de produção. A sustentabilidade das cidades e dos indivíduos passa pelos espaços que habita, atividades e programas que acolham os indivíduos, com atitudes hospitaleiras podem resultar em uma sociedade oportunizadora de encontros saudáveis e enriquecedores. Políticas públicas que possibilitem o bom uso na ocupação do tempo liberado do trabalho podem resultar no desenvolvimento de conceitos e atitudes de cidadania.

 

Palavras-chave: Lazer – Direito – Política Públicas – Encontros

 

Área de conhecimento:

Turismo e Hotelaria

Onde encontrar:

Acervo do projeto TERNOPAR

(informações de Miriam, 2007 – resumo da autora)

 

22) CAVALCANTI, K. B.; HORA, A. S. S. da. Política de turismo no Brasil. Turismo em Análise. São Paulo, 2002, v. 13, n. 2, p. 55 – 73, nov. 2002.

 

Resumo: Este artigo é importante porque reflete sobre alguns aspectos da política de turismo no Brasil. Os autores fazem, no início do artigo, um levantamento histórico das políticas públicas federais desde a década de 1930, contextualizando a situação do país nos períodos, analisando as primeiras iniciativas de sistematização das políticas públicas, que só ocorre com a criação da EMBRATUR, em 1966. Fazem também uma análise do período de intervenção planejada, que compreende desde a Nova República até os dias atuais, analisando as articulações entre o poder público e a iniciativa privada.

 

Palavras-chave: Políticas Públicas – Turismo – Brasil

  

Área de conhecimento:

Sociologia e Turismo

Onde encontrar:

Biblioteca do CCESA – UNOPAR

(informações de Fabiane, 2006)

 

21) MELO, V. A.; PERES, F. F. Espaço, lazer e política: desigualdades na distribuição de equipamentos culturais na cidade do Rio de Janeiro. In: FREITAS, R. F.; NACIF, R. (orgs.). Destinos da Cidade: comunicação, arte e cultura. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2005. pp. 83 – 110.

 

Resumo: O artigo discute a questão da distribuição dos equipamentos culturais sob dois enfoques: primeiramente, em relação à desmistificação de que a infra-estrutura voltada ao lazer e à cultura seja considerada de importância secundária nas cidades; o segundo enfoque está na relação entre a distribuição dos equipamentos culturais e a atual ordem socioeconômica na cidade do Rio de Janeiro. A fundamentação teórica realizada demonstra que a importância de contato com a cultura, através do espaço público, está além do entretenimento e da vivência social. Considera-se a produção cultural, de qualquer espécie, como uma necessidade primordial do homem de se expressar e de ter contato com a expressão alheia. Assim, a distribuição de equipamentos públicos de fins culturais na cidade relaciona-se não apenas com o acesso à cultura, mas, sobretudo, com o incentivo à sua produção, onde mais importante do que a qualidade da produção em si é a capacidade de participação, mobilização social e exercício da cidadania. No entanto, observa-se uma inversão de significado, na qual a produção cultural, com uma freqüência cada vez maior, tende a sair da esfera pública e passa a se caracterizar como “bem de consumo”, voltando-se principalmente a uma elite econômica. A análise quantitativa realizada na cidade do Rio de Janeiro comprova que a desigualdade social também pode ser medida através da distribuição dos equipamentos culturais. O Rio de Janeiro, apesar de ser uma cidade com situação privilegiada em relação à quantidade de infra-estrutura voltada ao lazer e à cultura, demonstra uma disparidade muito grande em relação à sua distribuição interna, pois os equipamentos se concentram principalmente em bairros onde a população apresenta maior renda. Desse modo, o acesso aos equipamentos culturais também pode se caracterizar como um indicador de qualidade de vida. Conclui-se que, ao restringir à determinada parcela da população o acesso aos bens culturais, subestima-se sua capacidade em apreciar e produzir cultura.

 

Palavras-chave: Cultura – Lazer – Infra-Estrutura – Desigualdade Sócioeconômica

Área de conhecimento:

Sociologia 

Onde encontrar:

Acervo do Projeto TERNOPAR. 

(informações de Miriam, 2006)

 

20) SANTOS FILHO, J. dos. Por que a ação da EMBRATUR se torna preocupante para a formulação de políticas públicas internas em turismo? Revista Espaço Acadêmico, 48. Disponível em: <http://www.espacoacademico.com.br/048/48jsf.htm>. Acesso em 12 ago. 2005.

 

Resumo: O autor questiona o fato de o Ministério do Turismo ter reformulado o papel da EMBRATUR na formulação das políticas de turismo para o Brasil, tornando-a um órgão para promoção, marketing e comercialização do produto brasileiro no comércio mundial, perdendo assim sua essência original. Faz um retrospecto da evolução histórica desse órgão e levanta algumas indagações importantes, como a de porque privilegiarem o turista estrangeiro nas suas metas para desenvolvimento do turismo quando tinha poder para isso, até o ano de 2003. Também critica a época em a EMBRATUR formulou a publicidade do turismo focada na beleza estética das mulheres brasileiras, fazendo o país conhecido pela exploração do turismo sexual. Analisa ainda a questão do turismo receptivo dentro do Plano Nacional de Turismo (2003-2007), em um texto crítico que mostra o outro lado da política de turismo.

 

Palavras-chave: Políticas Públicas internas – Turismo – EMBRATUR

 

Área de conhecimento:

Turismo

Onde encontrar:

<http://www.espacoacademico.com.br/048/48jsf.htm>.

(informações de Fabiane, 2006)

 

19) MACEDO, S. S.; SAKATA, F. G. Parques Urbanos no Brasil. São Paulo: EDUSP, 2003.

 

Resumo: O livro “Parques Urbanos no Brasil” é uma publicação do Projeto Quapá (Quadro do Paisagismo no Brasil), grupo de pesquisa da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, cuja importância é reconhecida por seu caráter pioneiro em estudos sobre o potencial paisagístico brasileiro. Voltado não apenas para um público acadêmico, o livro apresenta o panorama geral da produção paisagística nacional, analisando especificamente projetos de alguns dos parques urbanos mais significativos no Brasil. Do ecletismo do século XIX às tendências arquitetônicas pós-modernas, o livro contextualiza os parques urbanos brasileiros em relação ao momento histórico, às transformações sociais e às aspirações artísticas. Ao longo da leitura, percebe-se que o processo de transformação desses locais é capaz de retratar mudanças tanto das estratégias de planejamento quanto dos hábitos da população urbana e que, portanto, o parque urbano deixa de ser um ambiente voltado exclusivamente à elite – para a importação de hábitos, costumes e estereótipos estéticos europeus –, transformando-se em um local de acesso democrático, que propicia a integração social e valoriza a cultura local.

 

Palavras-chave: Parques Urbanos – Lazer – Urbanismo – Paisagismo

 

Área de conhecimento:

Arquitetura

Onde encontrar:

Laboratório de Arquitetura e Urbanismo – UEL e Biblioteca Central – UEL

(informações de Miriam, 2006)

 

18) GODOY, M. H. de. Dom Sebastião no Brasil: fatos da cultura e da comunicação em tempo/espaço. São Paulo: Perspectiva/FAPESP,  2005.

 

Resumo: O livro de Marcio de Godoy conta a passagem de D. Sebastião pelo Brasil. O rei de Portugal do séc. XIV, neto de Dom João III, veio ao mundo carregando a responsabilidade de assumir o trono português, tornando-se “desejado”. Dom Sebastião assumiu o trono português aos quatorze anos, e em 1578 travou uma jornada à Alcácer Quibir para recuperar terras na África, na qual Portugal saiu derrotado e perdeu seu rei desejado, cujo corpo foi dado por desaparecido, tornando D. Sebastião o rei “encoberto”. Esse desaparecimento fez nascer um sentimento de retorno no povo português, que acreditou na volta do rei para salvar o trono e o povo de Portugal, tornando-se o rei ”encantado”. Segundo Godoy, o rei português teria três possíveis moradas nas terras de além-mar. Uma no Maranhão, outra no Pará, e, por fim, uma em Pernambuco. Em Pernambuco o culto ao rei foi marcado por fanatismos e sacrifícios, no Pará o rei moraria na Ilha de Fortaleza, uma pequena ilha desabitada que serve de cais para pescadores e é próxima ao município de São João de Pirabas, e sua possível casa no Maranhão seria na Ilha dos Lençóis, cuja paisagem se assemelha muito a que se observava no dia de seu desaparecimento em Alcácer Quibir, cheia de dunas desertas de areia branca.

 

Palavras-chave: Cultura – Imaginário – Dom Sebastião – Relação Tempo/Espaço

 

Área de conhecimento:

História, Geografia e Turismo 

Onde encontrar:

Livraria da ADUEL  

(informações de Érica, 2006)

 

17) MARTINS, A. M. M. et. al. Criando o turismo no município de São José do Vale do Rio Preto, RJ. Caderno Virtual de Turismo, 12. Disponível em <http://www.ivt-rj.net/caderno. Acessado em 22 de junho 2004. 

 

Resumo: Este artigo apresenta um dos resultados do processo de planejamento implantado no município em questão, oferecendo um estudo de uma das inúmeras possibilidades para o incremento do turismo ali – o projeto de uma estrada cênica para o Vale da Ventania, que respeite a identidade da região e assuma um desenho evolucionista, tal como prega Michel Hall em seu trabalho de planejamento turístico.

 

Palavras-chave: Processo de Turistificação – Diretrizes – Projetos

 

Área de conhecimento:

Urbanismo e Turismo 

Onde encontrar:

www.ivt-rj-net. 

(informações de Érica, 2005 – resumo dos autores)

 

16) PELLIN, V. A atividade turística no espaço rural catarinense. Caderno Virtual de Turismo, 12. Disponível em <http://www.ivt-rj.net/caderno. Acessado em 22 de junho 2004. 

 

Resumo: O atual cenário agrícola catarinense vem emergindo para uma busca gradual da multifuncionalidade do seu espaço rural; com a inserção de atividades não agrícolas, contribuindo na agregação de renda e emprego para a comunidade autóctone e proporcionando um desenvolvimento endógeno. Isto está ocorrendo principalmente em pequenos municípios que vêem nesta união da atividade agrícola e turística uma nova perspectiva de desenvolvimento. As principais vantagens deste novo estilo de turismo, caracterizado por ser um turismo brando, é a preservação ambiental constante e o emprego de mão de obra local.

 

Palavras-chave: Turismo Rural – Desenvolvimento Local – Conservação

  

Área de conhecimento:

Economia e Turismo 

Onde encontrar:

www.ivt-rj-net. 

(informações de Érica, 2005 – resumo do autor)

 

15) SCHÄRER, R. Os devoradores de paisagens. In: CORIOLANO, L. N. M. T.; LIMA, L. C. Turismo Comunitário e Responsabilidade Socioambiental. Fortaleza: EDUECE, 2003. p. 359 – 366.

 

Resumo: O texto homenageia Jost Krippendorf, fazendo uma análise sobre o termo utilizado por ele para intitular seu livro de 1970. “Devoradores de Paisagens”. Para isso, o autor analisa comparativamente o turismo observado por ele na praia de Jericoacoara, no Ceará, e na Suíça. Nessa análise, o autor toma como elemento as disparidades entre o trabalho da população local, que luta pela conservação da paisagem (a que torna aqueles lugares chamarizes de investidores) e os grandes investimentos em resorts e aeroportos. Segundo o autor, esses investimentos são fadados à falência, como ele explica quando escreve sobre a atual crise no setor. É o turismo em pequena escala a saída preconizada pelo autor. É o turismo em pequena escala a saída para a situação preconizada pelo autor.

 

Palavras-chave: Paisagem – Desenvolvimento – Consumo – Atividade Turística

 

Área de conhecimento:

Sociologia e Turismo 

Onde encontrar:

luzianeide@hotmail.com. ou acervo do Projeto TERNOPAR. 

(informações de Érica, 2005)

 

14) SILVA, C. G. da. O caipira/country como novo rural no campo da cultura e as exposições agropecuárias como lócus de sua reprodução. In: XX Semana de Geografia, 2004. Anais... Londrina, UEL, CD.

 

Resumo: O texto é parte das reflexões, desenvolvidas na dissertação de mestrado do próprio autor, apresentada no ano de 2003. Aborda uma “experiência cultural inusitada”, na qual estaria ocorrendo, de acordo com o texto, uma nova expressão da ruralidade brasileira, caminhando na contra-mão da urbanização, principalmente após o ano de 1980. No entanto, essa transformação do que era o caipira brasileiro (identificado muitas vezes com o personagem Jeca Tatu, de Monteiro Lobato), no novo homem do campo (empresário do agronegócio e conectado com a internet) que o autor afirma ser o country, estaria ocorrendo como mais uma expressão dos padrões norte-americanos de vida e consumo. Nesse caso, as feiras agropecuárias serviriam de local de reprodução desse novo modo de vida, já que permitem o contato com o novo, com a música neo-sertaneja, além de “atualizar” as pessoas sobre a moda e os novos produtos a serem consumidos. Finalmente, podemos entender esse trabalho como uma oportunidade de analisarmos o papel da mídia, aliada ao marketing e à publicidade, impondo um produto cultural, o novo caipira, nos moldes de um grande filão mercadológico.

 

Palavras-chave: Exposições Agropecuárias – Nova Ruralidade Brasileira – Indústria Cultural 

 

Área de conhecimento:

Sociologia e Turismo 

Onde encontrar:

AGB Londrina ou acervo do Projeto TERNOPAR.

(informações de Caê, 2005)

 

13) MITIDIERO JUNIOR, M. A. O turismo em análise: crítica sobre o processo de cientificização do turismo. In: VI Congresso Nacional de Geógrafos, 2004. Artigos... Goiânia, UFG, CD.  

 

Resumo: Encontramos neste trabalho uma abordagem, no mínimo, diferente, como coloca o autor, quando diz que nada contra a corrente de estudos sobre o turismo. O artigo pretende apontar possíveis erros ou problemas epistemológicos sobre o que chama de “cientificização” do turismo. A critica é direcionada aos turismólogos, que trabalham com o turismo no âmbito econômico ou monetário, de uma atividade que, segundo o autor, se beneficia da ciência para gerar rendas e lucros para os grandes empreendimentos. O autor afirma que o turismo não possui um corpo de conceitos e sim a anominação de palavras, e faz críticas aos termos como desenvolvimento sustentável e turismo social, alegando que fazem parte de um discurso e não de um debate sobre essa atividade. Com isso, este trabalho configura-se interessante para quem discute e pensa o turismo e suas complexidades.

 

Palavras-chave: Turismo – Planejamento – Pós-Modernidade – Ciência

 

Área de conhecimento:

Geografia e Turismo 

Onde encontrar:

<http://www.cibergeo.org/agbnacional>

(informações de Caê, 2004)

 

12) OLIVEIRA, J. H. de; DELAMARO, L. L. Resenha de BARRETO, M. Turismo e Legado Cultural. Caderno Virtual de Turismo. Disponível em <http://www.ivt-rj.net/caderno. Acessado em 18 de set. 2004. 

 

Resumo: O texto apresenta, brevemente, a pesquisadora Margarida Barreto através da exposição de algumas conceituações, adotadas pela autora do livro Turismo e legado cultural. Nessa obra, há a busca por uma abordagem na qual prevaleça uma relação amistosa entre a atividade turística e a conservação do patrimônio cultural. O cuidado fica com a não transformação dessa herança em um bem de consumo, perdendo assim sua identidade local. Assim, a procura por uma atividade que privilegie a cultura local, e que esteja diretamente preocupada em representar ambos os lados dessa cultura, tanto a do lado rico como a do lado pobre, é o que defendem os autores do texto, concordando assim com as idéias de Margarida Barreto.

 

Palavras-chave: Fenômeno Turístico – Patrimônio Cultural – Conservação – Identidade Local

 

Área de conhecimento:

Turismo e Ciências Sociais         

Onde encontrar:

<http://www.ivt-rj.net/caderno e Acervo do Projeto TERNOPAR.

(informações de Caê, 2004)

 

11) PIMENTEL, G. G. de A. Lazer e natureza no turismo rural. In: MARINHO, A.; BRUHNS, H. T. (orgs.). Turismo, Lazer e Natureza. Barueri (SP): Manole, 2003. p. 131-155. 

 

Resumo: Apresenta uma discussão sobre as possibilidades de experimentação do turismo no espaço rural em “áreas naturais”, privilegiando particularmente duas atividades: a pesca esportiva e o “mountain bike”, práticas que, segundo o autor, traduzem-se de forma mais complementar que antagônica, refletindo diferentes usos do meio rural. Para reforçar o debate e a reflexão sobre as atividades, tradicionais ou de aventura, desenvolvidas pelo turismo no espaço rural, o autor procura compreender tais práticas para, posteriormente, transformá-las. 

 

Palavras-chave: Turismo – Meio Rural – Natureza – Lazer

     

Área de conhecimento:

Educação Física       

Onde encontrar:

Biblioteca do CCESA – UNOPAR

(informações de Alini Nunes, 2004 – resumo das organizadoras)

 

10) SERON, C. et. al. Informações para a Elaboração de um Plano de Uso e Ocupação do Solo Urbano – Tamarana – PR. Londrina: UEL, 2001. Trabalho não publicado.

 

Resumo:  O trabalho é obra de um grupo de alunos de arquitetura, que fizeram uma pesquisa detalhada sobre o Município de Tamarana, Paraná, a fim de elaborar um Plano de Uso e  Ocupação do Solo Urbano. Os dados constantes no trabalho referem-se desde à geomorfologia da região até os dados sócio-econômicos do município, passando por aspectos urbanísticos, oferecendo um apanhado histórico e dados de localização. O texto possui uma linguagem direcionada ao planejamento urbano, e é interessante em relação à abordagem geral dos dados sobre o município.

 

Palavras-chave: Planejamento Urbano – Ocupação do Solo – Tamarana/PR   

 

Área de conhecimento:

Arquitetura e Planejamento Urbano 

Onde encontrar:

Prefeitura Municipal de Tamarana  

(informações de Érica, 2004)

 

9) DIB, P. S. Instalações e serviços em turismo rural: a qualidade como garantia de competitividade. In: RIELD, M.; ALMEIDA, J. A.; VIANA, A. L. B. (orgs.). Turismo Rural: Tendências e Sustentabilidade. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2002. p. 231-239

 

Resumo: O autor ressalta a importância da atividade turística na economia mundial e local. Discorre sobre a qualidade necessária nos empreendimentos turísticos para que sejam referenciais em meio a tanta oferta. Escreve sobre a atuação do SEBRAE no Rio Grande do Sul como desencadeador do desenvolvimento da qualificação das empresas turísticas. O texto é importante para, principalmente, futuros empreendedores, pois fornece dicas e destaca cuidados e iniciativas para uma boa preparação dos empreendimentos rurais. Seu enfoque é a necessidade de mão-de-obra qualificada para que haja uma plena satisfação do cliente.

 

Palavras-chave: Empreendimentos – Qualidade – Economia – Atividade Turística

     

Área de conhecimento:

Administração de Empresas      

Onde encontrar:

Acervo do projeto TERNOPAR

(informações de Alini Nunes, 2003)

 

8) GRÜNEWALD, R. de A. A Reserva da Jaqueira: etnodesenvolvimento e turismo. In: RIELD, M.; ALMEIDA, J. A.; VIANA, A. L. B. (orgs.). Turismo Rural: Tendências e Sustentabilidade. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2002. p. 205-230 

 

Resumo:  O autor descreve o processo de transformação pelo qual passou a Reserva Indígena da Jaqueira, situada no sul da Bahia, em Coroa Vermelha. Mostra a valorização e o resgate da cultura indígena Pataxó, como um produto para o turismo local (segundo o autor, ecoturismo e turismo étnico). O texto propicia uma visão antropológica ao retratar a cultura dos índios Pataxó e a implantação do ecoturismo na Reserva, que trouxe benefícios, como a conservação e a recuperação ambiental e também como uma nova alternativa de rendimentos.

 

Palavras-chave: Resgate – Cultura – Índios – Ecoturismo – Turismo Étnico    

 

Área de conhecimento:

Antropologia     

Onde encontrar:

Acervo do projeto TERNOPAR

(informações de Alini Nunes, 2003)

 

7) SILVA. M. F.; ALMEIDA, J. A. Turismo rural: família, patrimônio e trabalho. In: RIELD, M.; ALMEIDA, J. A.; VIANA, A. L. B. (orgs.). Turismo Rural: Tendências e Sustentabilidade. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2002. p. 165-203 

 

Resumo: O texto oferece uma análise da experiência de turismo rural no Distrito de São Pedro, Município de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. O projeto, intitulado “Projeto Cultural Caminhos de Pedra” mostra preocupações com as relações familiares, com a divisão do trabalho, com a conservação do patrimônio arquitetônico, cultural e ambiental, além de analisar também as perspectivas futuras. Alerta para as precauções e decisões que deveriam ser contempladas quando ocorra qualquer exploração do ambiente para o turismo rural.

 

Palavras-chave: Turismo Rural – Relações Familiares – Patrimônio – Conservação   

 

Área de conhecimento:

Desenvolvimento Rural    

Onde encontrar:

Acervo do projeto TERNOPAR

(informações de Alini Nunes, 2003)

 

6) MAGRO, T. C. Ambiente natural e turismo em meio rural. In: RIELD, M.; ALMEIDA, J. A.; VIANA, A. L. B. (orgs.). Turismo Rural: Tendências e Sustentabilidade. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2002. p. 141-163 

 

Resumo: A autora desenvolve uma análise das relações entre o turismo rural e o impacto sobre a qualidade do ambiente. O aproveitamento turístico do ambiente rural implica, muitas vezes, em profundas modificações do meio. Como podemos conciliar a idéia de que o turismo procura áreas rurais em busca da “natureza preservada”? Essa é uma das questões propostas no artigo, onde a autora discute e tenta contribuir para a solução deste dilema.

 

Palavras-chave: Turismo Rural – Ambiente – Impactos – Qualidade – Modificações  

 

Área de conhecimento:

Engenharia Florestal   

Onde encontrar:

Acervo do projeto TERNOPAR

(informações de Alini Nunes, 2003)

 

5) TALAVERA, A. S. Desarrollos y conflictos en torno al turismo rural: claves y dilemas desde la antropología social. In: RIELD, M.; ALMEIDA, J. A.; VIANA, A. L. B. (orgs.). Turismo Rural: Tendências e Sustentabilidade. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2002. p. 13-50 

 

Resumo: O autor discorre sobre as novas formas de turismo, mais especificamente sobre o turismo rural e suas implicações no âmbito rural. Faz uma análise antropológica dos efeitos do turismo, para chamar a atenção dos promotores deste aos problemas como os custos sociais e culturais que a população residente precisa enfrentar. E outro foco de atenção do artigo é com relação ao dilema “qualidade X quantidade”, no turismo rural.

 

Palavras-chave: Turismo rural – População Residente – Qualidade – Quantidade 

 

Área de conhecimento:

Antropologia  

Onde encontrar:

Acervo do projeto TERNOPAR

(informações de Alini Nunes, 2003)

 

4) NERY, P. R. A. O passeio à prainha: estudo antropológico do consumo de prazer nas classes populares. Revista de Ciências Humanas, Viçosa, v. 1, n. 2, p. 111-116, jul./2001

 

Resumo: Estudo etnográfico de uma prática de lazer, o “passeio à prainha” constitui-se numa festa popular de tipo rabelesiano, cujo acontecimento permite que se o tome como uma reflexão sobre o modo pelo qual se estruturam as relações sociais, com predomínio dos vínculos pessoais de recipricidade, levando-se em consideração elementos como a natureza, o corpo e as ações sociais.

 

Palavras-chave: Passeio – Coletividade – Partilha – Valores  

 

Área de conhecimento:

Antropologia 

Onde encontrar:

Acervo do Projeto TERNOPAR e Biblioteca Central da UEL  

(informações de Juliane, 2003 – resumo do autor)

 

3) RIBEIRO, L. Lazer, consumo e relações de gênero: análise das representações de gênero no consumo do turismo aventureiro. Revista de Ciências Humanas, Viçosa, v. 2, n. 1, p. 29-37, fev./2002

Resumo: O presente trabalho parte da proposta de testar a hipótese de um modelo de Pessoa, supostamente existente no contexto da cultura ocidental moderna. Percebeu-se, no contexto do turismo aventureiro, um englobamento de valores individualistas que se expressam no que chamamos aqui de “dispositivos” de “enfrentamento”, de “reflexividade”, de “disciplinarização do corpo” e de “exaltação do eu”. Percebe-se que tais dispositivos, ao mesmo tempo que contribuem para um projeto de Pessoa individualista, operam a possibilidade de uma relação igualitária entre o masculino e o feminino, na medida em que os coloca em condições iguais para um bom desempenho frente os desafios, os riscos e a “ralação” que a aventura coloca.

 

Palavras-chave: Lazer – Turismo Aventureiro – Relações de Gênero 

 

Área de conhecimento:

Ciências Sociais

Onde encontrar:

Biblioteca Central da UEL  

(informações de Juliane, 2003)

 

2) STEIL, C. A. O turismo como objeto de estudo no campo das ciências sociais. In: RIELD, M.; ALMEIDA, J. A.; VIANA, A. L. B. (orgs). Turismo Rural: Tendências e Sustentabilidade. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2002. p. 51-80

 

Resumo: A Sociologia tende a estudar o turismo de um meio externo, enfocando principalmente a atividade turística como fato social, já que envolve diversos agentes da sociedade. Já a Antropologia tende a considerar o turismo como “fato social total” pois é um domínio em que os indivíduos estão inteiramente implicados com seus interesses particulares. O texto destaca o papel do lazer na vida do ser humano, pois cria uma sensação de recomposição da personalidade do homem. Pode-se dizer também que, atualmente, a palavra férias gera um leve clima de status, já que na sociedade impera a idéia que “quanto mais horas de trabalho você tiver, mais rico ficará”, assim uma pessoa que tem o “luxo” de tirar férias é porque já acumulou uma certa quantidade de capital. A Sociologia, ao estudar o turismo, levanta a questão da autenticidade ou não dos lugares. Por que lugares como resorts e parques temáticos são produzidos, sendo que há tanta beleza e atrações naturais? Por que estes lugares atraem tantas pessoas? Assim, a partir de questionamentos, pode-se colocar o turismo como objeto de consumo. Em suma, percebe-se que o turismo, atualmente, está reforçando um sistema fechado de ilusões e sonhos e abrigando as pessoas que procuram espaços de fuga.

 

Palavras-chave: Turismo – Sociologia – Lazer – Autenticidade – Consumo

 

Área de conhecimento:

Sociologia, Antropologia e Turismo

Onde encontrar:

Acervo do Projeto TERNOPAR

(informações de Cibele, 2002)

 

1) VERBOLE, A. A busca pelo imaginário rural. In: RIELD, M.; ALMEIDA, J. A.; VIANA, A. L. B. (orgs.) Turismo Rural: Tendências e Sustentabilidade. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2002. p. 117-140 

 

Resumo: Nos últimos anos tem havido um interesse renovado na Europa pelo desenvolvimento em áreas rurais, ocasionado pela qualidade deteriorada dessas áreas. Buscando diversificar as atividades econômicas no ambiente rural, visto que apenas o setor agrícola não pode ser o único meio de desenvolvimento, é que surge o interesse pelo turismo, como instrumento para revitalizar o interior e as comunidades rurais. Acredita-se que esta procura por lazer nas áreas rurais está ligada à uma melhoria da qualidade de vida e também à busca de experiências que difiram do cotidiano citadino. O trabalho analisa o “imaginário do turista”, importante para a escolha do turismo rural como atividade de lazer, pois a procura do ambiente rural está ligada ao conceito e à percepção do rural, relacionados ao imaginário.

 

Palavras-chave: Turismo rural – Imaginário – Diversificação Econômica

 

Área de conhecimento:

Sociologia  

Onde encontrar:

Acervo do projeto TERNOPAR 

 

 

 

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