TERNOPAR

TEMA 3: TURISMO E ATIVIDADES ECONÔMICAS


 

48) COOPER, C.; HALL, C. M.; TRIGO, L. G. G. Administrando o produto turismo contemporâneo. In: ______. Turismo contemporâneo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. p. 77-88.

 

Resumo: Os autores iniciam o capítulo desta obra destacando as mudanças das políticas públicas, inclusive para o turismo, praticadas a partir da década de 1980, notadamente nos países desenvolvidos. Se até então eram ações exclusivas do Estado, passaram a fazer parte empresas particulares e organizações não governamentais, agindo em parceria. As funções do Estado podem ser em âmbito local ou regional, e muitas vezes transcende o nacional. O turismo é uma atividade que pode trazer grandes benefícios como desenvolvimento, geração de empregos e impostos. Mas, por outro lado, se for mal organizado, as consequências podem ser perversas como o aumento da desigualdade socioeconômica e da prostituição. Como funções do governo para políticas públicas visando o desenvolvimento do turismo estão as áreas de coordenação, planejamento, regulamentação, empreendedorismo e incentivo. Somando-se a isso, os autores consideram importantes também o turismo social e o interesse público.

 

Palavras-chave: Governo – Governança – Estado – Organizações – Turismo

 

Área do conhecimento: Turismo e Políticas Públicas

 

Onde encontrar: < http://www.elsevier.com.br/site/>.

 

(Informações de Sérgio, 2014)

47) TRIGO, L. G. G. Turismo: Conceitos básicos. In: ______. Turismo básico. 2. ed. São Paulo: Senac, 1998. p. 11-19.

 

Resumo: Este é o primeiro capítulo obra de Trigo. O autor inicia destacando que as viagens, juntamente com a prática do turismo, é um direito e deveria ser acessível a toda população e não restrito apenas a camadas mais privilegiadas da sociedade. Além das viagens com objetivos de lazer, são abordados outros motivos como trabalho, participação em eventos e religião, entre outros. Em sua breve abordagem conceitual, Trigo destaca três abordagens conceituais sobre o turismo. Todas enfatizam a necessidade de deslocamento, através das viagens, para o turismo ocorrer. Duas delas não consideram que as viagens a trabalho são práticas de turismo. Interessante que uma das conceituações enfatiza a cadeia de serviços que envolve a atividade turística como hospedagem, gastronomia, lazer e cultura. Na segunda parte é destacado o processo histórico sobre o turismo no âmbito internacional. O autor comenta a importância da Revolução Industrial como marco inicial do turismo moderno no século XIX na Inglaterra, as melhorias dos meios de transportes e o aumento da variedade dos atrativos turísticos. A partir da metade do século XX, depois de duas grandes guerras mundiais e a Crise de 29, o turismo teve um expressivo crescimento no mundo de forma ininterrupta, tanto em número de turistas internacionais como em receitas geradas, mostrando o quão é importante esta atividade para diversos países.

 

Palavras-Chave: Turismo – Transportes – Viagens - Internacional

 

Área do Conhecimento: Turismo e História

 

Onde encontrar: <http://www.editorasenacsp.com.br

 

(Informações de Sérgio, 2014)

46) BRAND. A. Desenvolvimento Local em comunidades indígenas no Mato Grosso do Sul: a construção de alternativas. Revista Internacional de Desenvolvimento Local.  Campo Grande, UCDB - vol. 1, n. 2, p. 59-68, mar. 2001. Disponível em: http://www3.ucdb.br/mestrados/RevistaInteracoes/n2_brand_2001a.pdf. Acesso em 12 de novembro de 2013.

 

Resumo: O tema trata do impacto do processo histórico de confinamento sobre a economia dos índios Kaiowá/Guarani, no Mato Grosso do Sul, destaca as características principais das economias tradicionais e analisa as razões do sistemático fracasso dos projetos de desenvolvimento econômico referentes às comunidades indígenas do estado do Mato Grosso do Sul, implantados durante as últimas décadas.  Conclui-se com a proposta de Unidades Experimentais de produção de alimentos e artesanato a serem constituídas a partir das escolas indígenas como uma forma de construção de alternativas de desenvolvimento.

 

 Palavras-chave: Povos Indígenas – Economias Tradicionais – Desenvolvimento Local

 

Área de conhecimento: Educação

 

Onde encontrar: http://www3.ucdb.br/mestrados/RevistaInteracoes/n2_brand_2001a.pdf

(Informações de Elisangela, 2013)

 

45) POLO, R. B. Riscos e distorção quanto à função e responsabilidade das agências de viagens. In: BAHL, Miguel (Org.). Turismo: enfoque teóricos e práticos. São Paulo: Roca, 2003. p. 345 - 348.

 

Resumo: O produto turístico tem características próprias. O turista, por intermédio da agência de viagens, compra a combinação de serviços que atenta às suas necessidades e desejos. Sendo assim, a verdadeira função da agência consiste no assessoramento ao viajante. Portanto, é imprescindível que o agente conheça profundamente os serviços que vende, seja por experiência própria ou por informações precisas sobre o mesmo. No entanto, está em discussão na ABAV (Associação Brasileira das Agências de Viagens) e EMBRATUR (Instituto Brasileiro de Turismo) a cobrança de uma taxa adicional na compra de pacotes turísticos, garantindo a devolução do valor pago pelo passageiro à  agência de viagem no caso de falência da operadora.

 

Palavras-chave: Agências de Viagens – Assessoramento – Responsabilidade – Turista

 

Área do Conhecimento: Turismo e Administração

 

Onde encontrar:

Biblioteca Central da UEL

(informações de Laila, 2013 – resumo do autor)

44) BRASIL, Ministério do Turismo. Plano Nacional do Turismo 2007/2010: uma viagem de inclusão. Brasília (DF), 2007. Disponível em: <http://www.turismo.gov.br/export/sites/default/turismo/o_ministerio/plano_nacional/downloads_plano_

nacional/PNT_2007_2010.pdf>. Acesso em: 14 maio 2013.

 

Resumo: Plano Nacional de Turismo – PNT 2007/2010 – uma Viagem de Inclusão é um instrumento de planejamento e gestão que coloca o turismo como indutor do desenvolvimento e da geração de emprego e renda no País. O Plano é fruto do consenso de todos os segmentos turísticos envolvidos no objetivo comum de transformar a atividade em um importante mecanismo de melhoria do Brasil e fazer do turismo um importante indutor da inclusão social. Uma inclusão que pode ser alcançada por duas vias: a da produção, por meio da criação de novos postos de trabalho, ocupação e renda, e a do consumo, com a absorção de novos turistas no mercado interno. O fortalecimento do mercado interno vai permitir que seja gerado 1,7 milhão de empregos no setor até 2010, além de aumentar para 217 milhões o número de viagens no mercado interno. Os investimentos em infraestrutura e qualificação profissional vão permitir a organização de 65 destinos turísticos, distribuídos em todo o território nacional, dentro de um padrão internacional de mercado. Tudo isso vai permitir a entrada de US$ 7,7 bilhões em divisas para o Brasil.

 

Palavras-chave: Turismo – Plano Nacional de Turismo – Inclusão social

 

Área do Conhecimento: Turismo e Administração

 

Onde encontrar: <http://www.turismo.gov.br/export/sites/default/turismo/o_ministerio/plano_ nacional/downloads_plano_nacional/PNT_2007_2010.pdf>

(informações de Cláudia, 2013 – resumo do autor).

 

43) UNESCO, Management of Social Transformations (MOST) Programme. Desenvolvimento Local e Turismo em Tarrafal (Cabo Verde): Lições metodológicas a partir de uma experiência local. 2002. s/p. Disponível em: <http://www.unesco.org/most/tarrafal.pdf>. Acesso em: 22 nov. 2010.

 

Resumo: O presente artigo faz parte de um relatório realizado por uma equipe multidisciplinar de pesquisadores brasileiros, vinculados a Organização das Nações Unidas para a Educação (UNESCO), e tem como objetivo divulgar possibilidades de desenvolvimento local a partir do turismo. Iniciam, portanto, a partir do crescimento e desenvolvimento do turismo internacional – principalmente para os países em desenvolvimento - enfocando os benefícios e os malefícios que tal prática social pode ocasionar aos territórios. Ao descreverem as atividades turísticas de Cabo Verde afirmam que a participação deste setor no Produto Interno Bruto (PIB) vem crescendo de forma exponencial a partir de 1992 e que os turistas internacionais que visitam o país são principalmente: italianos, alemães, franceses e portugueses. Ao apontarem a área de estudo – Tarrafal – descrevem o lugar que fica ao norte da ilha de Santiago, como uma comunidade de pescadores, que se beneficia do turismo a partir de maneira rudimentar, principalmente pela falta de infra-estrutura. Fazem, portanto um levantamento das condições e das possibilidades de envolvimento da comunidade local com o turismo, e por fim sugerem 13 princípios para se pensar o desenvolvimento da atividade turística nesta localidade. 

 

Palavras-chave: Desenvolvimento Local – Economia – Infra-estrutura – Planejamento

 

Área de conhecimento:

Geografia – Turismo – Planejamento

Onde encontrar:

<http://www.unesco.org/most/tarrafal.pdf>

(informações de Luiz, 2010 – resumo dos autores)

 

42) CORIOLANO, L. N. M. T. A Exclusão e a Inclusão Social e o Turismo. Pasos. El Sauzal (Tenerife). v. 3, n. 2, p. 295 - 304, 2005.


 

Resumo: Ao iniciar o artigo a autora busca destacar que no mundo atual cresce a quantidade de pessoas incluídas/excluídas socialmente em vários aspectos. Assim, o modelo de desenvolvimento amplamente adotado pelo sistema capitalismo exclui ao mesmo tempo em que inclui cidadãos do direito à saúde, educação, segurança, alimentação, habitação, cultura e também do turismo. Este último segundo Coriolano é executado principalmente a partir das grandes redes que compõem o turismo internacional que exclui os pequenos empreendedores locais ao adotarem práticas desleais de concorrência. Ao analisar a exclusão brasileira no viés do turismo a autora evidencia que basicamente podem-se encontrar dois problemas: no Sul do país a violência exclui os possíveis turistas de freqüentarem a região, enquanto que no Norte a baixa escolaridade em conjunto com o desemprego torna o país um excluído do turismo internacional. Ao estudar as novas configurações espaciais que o turismo pode provocar, a autora enfoca nas mudanças capazes de alterar o espaço a partir da valorização da paisagem natural. Destaca assim algumas transformações pelas quais a paisagem natural vem passando no Ceará destacando que algumas vezes o Estado tem favorecido determinados grupos econômicos em detrimento da população residente. Por fim Coriolano descreve que novas possibilidades do turismo estão ocorrendo no Ceará a partir dos “farofeiros” que descobrem maneiras de também se incluir na prática do turismo.


 

Palavras-chave: Política – Turismo – Planejamento – Gestão do território


 

Área de conhecimento:

Turismo – Planejamento – Geografia - Sociologia

Onde encontrar:

<http://www.pasosonline.org/Publicados/3205/PS080205.pdf>

(informações de Luiz, 2010)

 

41) BECKER, B. K. Políticas e planejamento do turismo no Brasil. Caderno Virtual de Turismo. v. 1, n° 1, p.1 - 7, 2001.

 

Resumo: A autora inicia o texto destacando que a ascensão social do turismo esteve diretamente ligada com as legislações de trabalho alcançadas no século XX, como férias, aposentadoria e redução da carga horária e nos lembra que fatores também importantes foram o grande desenvolvimento dos transportes no pós-guerra e a revolução técnica-científica. Segundo Becker outro fator que tem impulsionado a prática do turismo foi à revalorização da natureza, principalmente após a crise ambiental do final do século XX, o que possibilitou o surgimento do ecoturismo. Os impactos negativos são apontados como um problema a ser superado pelo planejamento. Analisando as áreas costeiras, a autora destaca que no Brasil o turismo tem alterado significativamente esta paisagem. Evidencia que, apesar de pouco significativo na balança comercial (no ano de 1991), tem havido uma organização por parte do governo federal no sentido de gerir o território a partir da infra-estrutura e do financiamento do turismo, em especial no nordeste brasileiro. Por fim, a autora sugere que a política de turismo a ser implementada no país deve ser integrada, de modo que leve em consideração a iniciativa privada, entretanto torna-se fundamental a gerência do setor por parte do governo federal.  

 

 

Palavras-chave: Política – Turismo – Planejamento – Gestão do território

 

Área de conhecimento:

Turismo – Planejamento – Geografia

Onde encontrar:

< http://www.ivt.coppe.ufrj.br/caderno/ojs/viewarticle.php?id=3>

(informações de Luiz e Diego, 2010)

 

40) BAHL, M. Turismo e identidade cultural. In:______ . Fatores ponderáveis no turismo: sociais, culturais e políticos. Curitiba: Protexto, 2004. p. 31 - 35.

 

Resumo: O autor inicia o texto discutindo as alterações que o turismo pode causar em um determinado local, separando-as em duas instâncias: a tecnologia da produção industrial e a tecnologia da produção audiovisual. Na primeira faz referência aos produtos confeccionados a partir de uma massificação industrial, que podem ser considerados “estranhos” ao local. Já a segunda refere-se à exposição da população local a produtos audiovisuais externos a realidade local, o que pode ocasionar a perda da identidade cultural. Para que tais práticas não ocorram, Bahl sugere um planejamento criterioso ao se implementar o turismo como prática social de determinado local. Assim, o autor sugere que a natureza e a cultura local devem ser conservadas a fim de se tornar um bem a ser apreciado pelo turista. Por fim, o autor destaca que o turismo internacional tem crescido na atualidade a partir das trocas de experiências que seus praticantes usufruem e que a comunidade local deva se qualificar para bem receber os visitantes.

 

Palavras-chave: Turismo – Desenvolvimento – Tecnologia – Global - Local

 

Área de conhecimento:

Turismo e Administração

Onde encontrar:

Biblioteca Central da UEL

(informações de Luiz, 2010)

 

39) CARVALHO, R. C. de. A inovação nos atrativos histórico-culturais: uma premissa para conquistar novas e antigas demandas. In: Seminário de Pesquisa em Turismo do Mercosul, 1, 2003, Caxias do Sul. Anais... Caxias do Sul: Universidade de Caxias do Sul, 2003, s.p. Disponível em: <www.nacaocultural.pe.gov.br/salvar.php?c=4210&f=1>. Acesso em: 20 jun. 2010.

 

Resumo: Neste artigo, a autora aborda a questão dos atrativos remanescentes da história e da cultura, os chamados atrativos de caráter histórico-cultural. O Brasil, por não ter uma tradição do turismo cultural, carece de uma série de problemas como falta de infra-estrutura adequada, má sinalização turística, falta de conservação dos monumentos e sítios históricos e o desinteresse do poder público em investir na melhoria dos mesmos. A autora destaca também o desinteresse crescente dos cidadãos nos assuntos relacionados à sua própria memória. Nesse contexto, critica-se a iniciativa pública que, muitas vezes, prefere investir em novas construções a conservar e restaurar antigos monumentos (ações que requerem muito investimento financeiro e técnico). Em contrapartida, a iniciativa privada pode contribuir mais com ações que visam à recuperação e o manejo do patrimônio histórico, principalmente por contar com verba suficiente e respaldo técnico capacitado. Por trabalharem com a imagem, essas empresas privadas vão buscar a melhor forma de desenvolver ações para melhorar seu relacionamento com o consumidor. Entre os atrativos histórico-culturais, a autora dá ênfase aos museus, citando exemplos de como a iniciativa pública pode contribuir para a sua melhoria. Ilustra-se o caso do Museu Imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, que possui um dos arquivos históricos mais importantes do país, áreas para restauração e pesquisa, recepção de visitantes e sedia diversos eventos durante o ano.  A autora critica o fato de que a maioria dos museus do país acaba sendo semelhante, possuindo a mesma estrutura e linguagem, não tendo um diferencial para atrair os turistas. Dessa forma, trata os atrativos histórico-culturais como empresas, que devem investir na melhoria para se tornarem auto-suficientes em termos de geração de renda. Para se destacar nessa competição entre os lugares, a autora sugere o envolvimento de uma série de profissionais de diversos ramos do conhecimento, ao mesmo tempo em que se trabalhe com a interpretação do patrimônio, ou seja, promover uma serie de intervenções para que o turista consiga captar o significado da história e da cultura como significantes para a sociedade.

 

Palavras-chave: Atrativos Histórico-Culturais – Museus – Inovação – Iniciativa Privada – Iniciativa Pública 

 

Área de conhecimento:

Turismo e Museulogia

Onde encontrar:

www.nacaocultural.pe.gov.br/salvar.php?c=4210&f=1

(informações de Tatiana, 2010)

 

38) PALHARES, G. L., ESPÍRITO SANTO JR., R. A. O turismo e o transporte aéreo como multiplicadores socioeconômicos. In: Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes (ANPET), 2001. Anais..., vol. 2, p. 225 – 232. Campinas. Disponível em: http://migre.me/1DOTD. Acesso em 29 jul. 2010.

 

Resumo: Este artigo analisa a importância socioeconômica que o transporte aéreo e o turismo apresentam individual e conjuntamente para a nova economia mundial. Apresentando o turismo como uma indústria de destacada relevância e de incontáveis impactos positivos, evidencia-se o papel vital que o transporte aéreo representa como multiplicador e fomentador desta indústria. Para tal, como exemplo, apresenta com detalhes o caso do Estados Unidos da América. Entretanto, como meio de gerar acesso aos mercados turísticos, muitas vezes as políticas e o planejamento de transporte não consideram os impactos econômicos e os efeitos multiplicadores na economia que o turismo propicia e nem mesmo consideram ser este ultimo maior do que o transporte em si. Evidencia a situação brasileira, na qual são desenvolvidos exemplos de como o transporte aéreo pode e deve atuar como principal agente facilitador do turismo.

 

Palavras-chave: Turismo – Transporte Aéreo – Economia 

 

Área de conhecimento:

Turismo e Engenharia de Transportes

Onde encontrar:

http://migre.me/1DOTD

(informações de Philipe, 2010)

 

37) MAIA, A. I. W. BORGES, M. P. Turismo em Cabo Verde: perspectivas de crescimento com o aeroporto internacional da praia, Ilha de Santiago. Caderno Virtual de Turismo. Rio de Janeiro, v. 6, n. 2, 2006. Disponível em: <http://www.ivt.coppe.ufrj.br>. Acesso em: 6 maio 2010.

 

Resumo: O turismo vem crescendo de maneira global nos últimos tempos e com ele o desenvolvimento intersetorial. O desempenho do transporte é essencial para atividade do turismo sendo considerado parte integrante do mesmo. Em Cabo Verde, os aeroportos representam uma peça fundamental para o desenvolvimento do turismo no país, pela sua própria constituição em arquipélago. A construção do aeroporto na Ilha de Santiago é considerado como o primeiro passo da modernização do turismo no país. O transporte, conhecido como elemento chave da experiência turística vem de encontro com a idéia de comodagem para seu estimulo. O arquipélago de Cabo Verde está situado no Oceano Atlântico, a 455 quilômetros do Senegal e é formado por dez ilhas. Os recursos naturais do país são variados e os mais importantes são praias, montanhas e vales. Números evidenciam o potencial turístico e mostram perspectiva de crescimento a partir da implantação do aeroporto. Porém, por se tratar de uma economia pouco desenvolvida, existem ainda grandes obstáculos para o desenvolvimento do turismo no país. O aeroporto inaugurado possibilita a ligação da capital com outras ilhas e com o resto do mundo. Pode receber aviões de médio porte com o Airbus 310-300 e Boing 737 e 757. O aeroporto não explora seu potencial comercial, pois existe somente uma lanchonete instalada. O aeroporto, por si só, são poderá contribuir para o melhor desempenho do turismo se várias outras medidas não forem implementadas conjuntamente.

 

Palavras-chave: Cabo Verde – Turismo – Aeroportos

 

Área de conhecimento:

Turismo e Marketing

Onde encontrar:

http://www.ivt.coppe.ufrj.br/caderno/ojs/include/getdoc.php?id=904&article=121&mode=pdf

(informações de Philipe, 2010)

 

36) IPARDES; SETU. Cadeia produtiva do turismo no Paraná: Síntese do estudo.  Curitiba: IPARDES, 2009.

 

Resumo: Este documento foi fruto de um trabalho com a parceria do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (IPARDES) e com a Secretaria de Estado do Turismo (SETU). Dessa forma foi possível realizar um perfil do turismo no estado paranaense e assim elaborar políticas públicas de desenvolvimento nesse setor. A pesquisa foi feita em praticamente metade dos municípios do Paraná, dividido segundo as nove regiões turísticas do estado: Litoral, Região Metropolitana de Curitiba, Campos Gerais, Norte, Noroeste, Oeste, Centro, Sudoeste e Centro-Sul. Os estabelecimentos pesquisados foram divididos por ramo de atividades: meios de hospedagem, serviços de alimentação, transporte rodoviário de passageiros, locação de veículos, agências de turismo, atrativos naturais e projetados, patrimônio cultural, histórico e religioso e esporte e lazer.  Na parte final o estudo apresenta algumas sugestões para um maior desenvolvimento da atividade turística no Paraná como investir na capacitação e no desenvolvimento de recursos humanos, incorporar o uso de novas tecnologias, melhorar as vias de o acesso aos lugares turísticos e investimento em infra-estrutura, entre outros. 

 

Palavras-chave: Turismo – Paraná – Cadeia Produtiva – Estabelecimentos - Mão de Obra – Estudos

 

Área de conhecimento:

Turismo e Sociologia

Onde encontrar:

http://www.ipardes.gov.br/biblioteca/docs/turismo_sintese_do_estudo.pdf

(informações de Sérgio, 2010)

 

35) TEIXEIRA, A. C. de C.; VICENTIM, F. M; TANAKA, T. Turismo Rural e Agricultura Familiar. In: VII CONGRESO LATINO-AMERICANO DE SOCIOLOGÍA RURAL, 2006, Quito. Anais... Quito: Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales Sede Ecuador. Disponível em: <http://migre.me/1DOPa>. Acesso em 24 nov. 2009.

 

Resumo: O artigo faz uma breve reflexão sobre o turismo rural, sua expansão, novas tendências de demanda e a necessidade do produtor rural diversificar sua renda, elencando os pontos positivos e negativos da atividade turística e a necessidade de planejamento. Discute ações, diretrizes e estratégias para o turismo rural e dá alguns exemplos de agricultura sustentável para estruturar o turismo rural e agricultura familiar.

 

Palavras-chave: Turismo Rural – Agricultura Familiar – Planejamento

 

Área de conhecimento:

Turismo e Sociologia

Onde encontrar:

<http://migre.me/1DOPa>.

(informações de Denise, 2009 – resumo dos autores)

 

34) SILVA, N. P. et al. Turismo rural, fonte de renda alternativa das pequenas propriedades rurais. In: 3º ENCONTRO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA DOS CAMPOS GERAIS, 2007, Ponta Grossa. Anais... Ponta Grossa: UTFPR, 2007, pp. 1 – 8. Disponível em: <http://www.aeapg.org.br/3eetcg/Anais/ARTIGOS/ PDFS/Desenvolvimento%20-%2001.pdf>. Acesso em 13 abr. 2009.

 

Resumo: Este artigo tem como objetivo a inovação do turismo rural como fonte de renda das pequenas propriedades rurais, mostrando que se pode formatar um produto capaz de atender as expectativas dos turistas. A contextualização deste trabalho se dá a partir da discussão de teorias existentes em fontes secundárias para compreensão, como: livros, periódicos e sites especializados, para propor práticas de gestão nas pequenas propriedades rurais. Os estudos apontam como elemento vital para o sucesso da formação do turismo rural, a qualidade nos serviços, higiene e limpeza, gastronomia e identidade cultural. As pessoas procuram cada vez mais o campo, para fugirem do stress do dia-a-dia das cidades. A intenção é obter uma visão mais ampla sobre turismo rural, aliada a geração de renda e criação de novos postos de trabalho nas propriedades rurais, desta forma reduzindo o êxodo rural, fixando o homem ao campo.

 

Palavras-chave: Turismo Rural – Fonte de Renda – Produtor Rural – Êxodo Rural

 

Área de conhecimento:

Engenharia da Produção

Onde encontrar:

<http://www.aeapg.org.br/3eetcg/Anais/ARTIGOS/ PDFS/Desenvolvimento%20-%2001. pdf>.

(informações de Denise, 2009 – resumo dos autores)

 

33) LOPES, L. A. M.; DIAS, R. Turismo paleontológico e desenvolvimento local em Peirópolis, Uberaba, MG. Revista de Cultura e Turismo. Santa Cruz, ano 2, n. 2, pp. 116 – 127, jul. 2008. Disponível em:  <http://www.uesc.br/revistas/culturaeturismo/edicao3/artigo7.pdf>. Acesso em: 11 ago. 2009.

 

Resumo: O presente artigo aborda o tema Turismo Paleontológico em Peirópolis (MG). A pesquisa reflete os estudos sobre a utilização de uma singularidade local, os fósseis, como atrativo turístico. Discute os entraves, limites e necessidades para que o sítio paleontológico se constitua, efetivamente, em um recurso econômico que contribua para o aumento da renda e do trabalho na comunidade da região numa perspectiva sustentável.

 

Palavras-chave: Turismo – Paleontologia – Desenvolvimento – Peirópolis

 

Área de conhecimento:

Turismo e Hotelaria e Ambiente

Onde encontrar:

< http://www.uesc.br/revistas/culturaeturismo/edicao3/artigo7.pdf>

(informações de Stefano, 2009)

 

32) SELVA, V. S. F.; COUTINHO, S. F. S. Turismo no meio rural e sua contribuição à revitalização econômica e social do litoral e mata de Pernambuco. In: FARIA, I. F. de (coord.). Turismo: lazer e políticas de desenvolvimento local. Manaus: Universidade do Amazonas, 2001. p. 137 – 148.

 

Resumo: O turismo no meio rural com atividades não agrícolas representa a tentativa de revitalização de áreas decadentes ou estagnadas. Em Pernambuco, o turismo rural se mostra como possibilidade de renda e desenvolvimento econômico local através dos antigos engenhos açucareiros, que são parte da história política, social e econômica do estado. Considerando o potencial natural, histórico e cultural das áreas dos antigos engenhos de açúcar, o desenvolvimento do turismo no meio rural seria uma forma de melhorar a qualidade de vida das populações destas áreas e do entorno, através da revitalização e dinamização local com o incremento de fontes alternativas de renda.

 

Palavras-chave: Turismo Rural – Engenhos Açucareiros – Desenvolvimento Econômico Local

 

Área de conhecimento:

Geografia e Turismo

Onde encontrar:

Biblioteca Central da UEL

(informações de Denise, 2009)

 

31) SILVA, S. B. de M. E. Geografia, turismo e crescimento: o exemplo do Estado da Bahia. In: RODRIGUES, A. B. Turismo e Geografia: reflexões teóricas e enfoques regionais. 3ª ed. São Paulo: Hucitec, 2001. p. 122 – 143.

 

Resumo: Ao traçar uma análise sobre como se estruturou o turismo no mundo ocidental, o autor busca nas teorias de Christaller, sobre a evolução turística, a sua principal fonte teórica. Desse modo, o modelo de desenvolvimento adotado pelo autor alemão, dividindo o turismo em cinco grandes momentos, é trabalhado por Silva como fundamentação. Neste sentido, a abordagem traçada por Christaller e discutida pelo autor será a do turismo a partir da relação centro-periferia, quer seja de uma região econômica, ou entre paises, como no caso a Europa. Traçando um paralelo com esta teoria centro-periferia, Silva irá propor a análise histórica dos processos ocorridos na implantação e desenvolvimento do turismo no Estado da Bahia. Desse modo, trata este estado brasileiro como periférico no sistema econômico nacional, sendo o Brasil também periferia do sistema capitalista mundial. Fazendo esta análise com o turismo, o autor evidencia como no decorrer dos tempos a Bahia, em especial Salvador, se estrutura administrativa e economicamente para fazer do turismo um dos seus principais setores econômicos. Por fim, destaca o processo de crescimento do turismo no estado baiano como um todo, principalmente no litoral, dando oportunidades de crescimento para outras localidades como Porto Seguro.

 

Palavras-chave: Turismo – Christaller - Bahia

 

Área de conhecimento:

Geografia e Turismo

Onde encontrar:

Biblioteca Central da UEL

(informações de Luiz, 2008)

 

30) FONSECA, M. A. P. da. Expansão da atividade turística, competitividade e alteração da dinâmica do capital. In: _______. Espaço, Políticas de Turismo e Competitividade. Natal: EDUFRN, 2005. p. 141 – 166.

 

Resumo: O texto apresenta a influência do PRODETUR/RN para que a atividade turística no Rio Grande do Norte se tornasse mais competitiva, e apresenta esta competitividade como satisfatória para a expansão da atividade. A autora mostra o crescimento do turismo potiguar e o aumento do número de empresas privadas relacionadas ao turismo desde a implementação do PRODETUR/RN, na década de 1980. Mostra como estas mudanças interferiram na composição do mercado de trabalho local, a influência da atividade turística em outros segmentos econômicos (produção imobiliária e construção civil), e, por fim, analisa a formação espacial a partir destas características.

 

Palavras-chave: Atividade Turística – Competitividade – Mercado de Trabalho – Processos Espaciais   

 

Área de conhecimento:

Geografia e Turismo

Onde encontrar:

http://www.editora.ufrn.br

(informações de Érica, 2008)

 

29) FONSECA, M. A. P. da. Políticas públicas e turismo: escala local. In: _______. Espaço, Políticas de Turismo e Competitividade. Natal: EDUFRN, 2005. p. 106 – 137.

 

Resumo: A autora caracteriza o atual sistema turístico potiguar e, em seguida, apresenta como certas ações propiciaram o crescimento da atividade turística no estado do Rio Grande do Norte, uma atividade ali caracterizada como competitiva e que favorece o desenvolvimento local. Apresenta um panorama sobre as políticas públicas locais de turismo, e identifica as potencialidades locais e as debilidades que a atividade turística apresenta no Rio Grande do Norte. Por fim a autora relaciona políticas públicas federais e estaduais e analisa a repercussão destas em escala local.

 

Palavras-chave: Políticas Públicas – Turismo – Escala Local – Natal/RN   

 

Área de conhecimento:

Geografia e Turismo

Onde encontrar:

http://www.editora.ufrn.br

(informações de Érica, 2008)

 

28) ALLMAN, T. D. Como Walt Disney mudou tudo em Orlando. National Geographic, ed. 84, n. 84, ano 7, s/p, mar. 2007. Disponível em: http://migre.me/1DP1x. Acesso em 4 nov. 2007.

 

Resumo: O artigo aborda o fenômeno do crescimento da cidade de Orlando, na Flórida (Estados Unidos) nos últimos anos. A transformação da inóspita cidade, cercada de pântanos, vegetação lodosa e produção de laranja em pólo do turismo mundial teve início com Walt Disney que decidiu instalar ali seu projeto de vida, os parques temáticos, hoje conhecidos no mundo todo. Disney percebeu que não era o clima nem a geologia que iriam determinar o que a maioria dos americanos consideraria um lugar seguro e divertido para passar as férias com a família. O autor relata quais foram os fatores que levaram o empresário a construir seu empreendimento nesta região dos Estados Unidos e quais as transformações que a cidade vem sofrendo desde a década de 1970, tanto do ponto de vista social como espacial. Orlando hoje é uma nova metrópole norte-americana e sofre com problemas de cidades grandes, como aumento no fluxo de veículos, grande taxa de imigração, crescimento baseado no consumo, e sociedade alicerçada na dissipação de capital acumulado em outras partes. Por isso, tornou-se um lugar cuja coesão social não é partilhada por todos os habitantes, onde as infinitas possibilidades que ali se encontram transformaram a cidade em uma grande marca, de reconhecimento generalizado.

 

Palavras-chave: Walt Disney – Metrópole – Orlando – Parques Temáticos   

 

Área de conhecimento:

Turismo

Onde encontrar:

http://migre.me/1DP1x

(informações de Tatiana, 2008)

 

27) CRIADO, E. A.; BAENA, D. M.; FERNÁNDEZ, M. M. Cultura, políticas de desarrollo y turismo rural en el ámbito de la globalización. Horizontes Antropológicos, v. 9, n. 20, p. 1 - 14, Porto Alegre, out. 2003. Disponível em: <http://migre.me/1DP3f>. Acesso em 15 de março 2007.

 

Resumo: En este texto analizamos las nuevas directrices del denominado turismo rural en España. Analizamos la importancia de este sector en relación a las nuevas directrices de la globalización, insertando este fenómeno dentro de un proceso mayor de remodelación del mundo rural, diseñado desde Europa y regulado por la Política Agraria Común (PAC) que, en esencia, persigue un nuevo diseño de ruralidad no basada exclusivamente en la producción agraria, sino en la diversificación de actividades económicas. En este contexto el apoyo a las pequeñas industrias tradicionales, el refuerzo del consumo de la tradición, de la naturaleza, ampliamente financiados por diversos Programas Europeos, conforman lo que denominaremos la construcción de la ruralidad, que, en primera instancia se ha esforzado por la creación de un producto rural que tiende a dibujar las nuevas directrices de un consumo diferencial y alimenta la creciente oferta del denominado turismo cultural. Tras realizar un panorama de esta situación en Andalucía, se ofrece el análisis de dos casos empíricos con una consolidada oferta de desarrollo basado en la potencialidad turística de sus productos locales.

 

Palavras-chave: Cultura Local – Globalização – Políticas de Desenvolvimento – Turismo Rural   

 

Área de conhecimento:

Antropologia

Onde encontrar:

http://migre.me/1DP4u

(informações de Jamile, 2007 – resumo das autoras)

 

26) GANDARA, J. M. G. La calidad e la competitividad de los destinos turísticos urbanos. Turismo - Visão e Ação, v. 6, n. 1, p. 69 – 93, jan./abr. 2004. 

 

Resumo: En este artículo se analizarán las características de la calidad de los destinos turísticos urbanos en general, considerando también la calidad de los atractivos turísticos y la calidad de los servicios de las empresas turísticas. Se analizará también el impacto de la calidad de los destinos turísticos en su competitividad. Esto permitirá compreender mejor el papel de la calidad de los destinos turísticos en la conformación de la imagen de estos destinos. 

 

Palavras-chave: Qualidade – Competitividade – Sustentabilidade 

 

Área de conhecimento:

Turismo

Onde encontrar:

http://http//www.univali.br/editorahttp://www.univali.br/editora
(informações de Tatiana, 2007 – resumo do autor)

 

25) MILANI, C. Teorias do capital social e desenvolvimento local: lições a partir da experiência de Pintadas (Bahia, Brasil). Disponível em: <http://www.adm.ufba.br/capitalsocial>. Acesso em 26 de agosto 2006.

 

Resumo: O texto de Milani trata o desenvolvimento local como possibilidade a partir da acumulação de capital social. Mostra que a literatura acadêmica que trata do tema “capital social” parte de que as variáveis econômicas não são suficientes para produzir desenvolvimento socialmente justo e ambientalmente sustentável. Portanto, é fundamental pensar o desenvolvimento local como um projeto integrado no mercado, mas não somente: o desenvolvimento local é também fruto de relações de conflito, competição, cooperação e reciprocidade entre atores, interesses e projetos de natureza social, política e cultural, sendo um problema fundamentalmente de poder, de cultura e de política. Por isso, pensar o desenvolvimento local implica extravasar o local limitado por espaços geográficos e pensar sua identificação a partir da desconstrução da antinomia entre micro e macro; sendo então o local construído social e territorialmente, e delimitado pela permanência de um campo estável de interação entre atores sociais, econômicos e políticos.

 

Palavras-chave: Desenvolvimento Local – Capital Social – Teoria – Pintadas (Bahia)

 

Área de conhecimento:

Administração

Onde encontrar:

http://www.adm.ufba.br/capitalsocial.

(informações de Érica, 2006)

 

24) MELLO E SILVA, S. B. de. Turismo como instrumento de desenvolvimento e redução da pobreza: uma perspectiva territorial. In: CORIOLANO, L. N. M. T.; LIMA, L. C. (orgs.). Turismo Comunitário e Responsabilidade Socioambiental. Fortaleza: EDUCE, 2003. p. 19-25.

 

Resumo: Com a intenção de contribuir com as teorias sobre turismo e desenvolvimento, dentro do conhecimento geográfico, o autor foca, no texto, sua análise nessa relação, através da perspectiva locacional/territorial e seus desdobramentos, considerando que essa perspectiva possui um grande potencial analítico e aplicado. Para isso, o autor utiliza as teorias de Christaller e Ullman, dando sua contribuição através de uma crítica. Utilizando como exemplo o Estado da Bahia, o texto mostra como o turismo pode ser um meio para atingir o desenvolvimento econômico em regiões periféricas, contribuindo para a redução da pobreza em escala local.

 

Palavras-chave:

Atividade Turística – Desenvolvimento Local – Território

Área de conhecimento:

Geografia, Economia e Turismo

Onde encontrar:

coriolan@uece.br. ou acervo do Projeto TERNOPAR.

(informações de Érica, 2005)

 

23) COSTA, L. A.; MORETTI, E. C. Turismo e trabalho no município de Dourados – MS: estudo de caso. In: VI Congresso Nacional de Geógrafos, 2004. Artigos... Goiânia, UFG, CD.

 

Resumo: O texto, inicialmente, aborda aspectos gerais do município de Dourados – MS, enfocando sua economia essencialmente agrícola, mesmo com a maior parte da população residindo no meio urbano. Dentro dos aspectos econômicos, aborda a análise da atividade turística no município, que ocorre principalmente pelos agronegócios em feiras agropecuárias já que, segundo os autores, o município não possui grandes atrativos naturais. Desta análise abre-se a reflexão sobre o trabalho, o tipo de trabalho e de trabalhador submetido à atividade turística. No estudo de caso, no município de Dourados, o trabalhador vem sido submetido à subproletarização, e são pessoas que migram de municípios vizinhos.

 

Palavras-chave: Dourados – Turismo – Práticas Sociais – Trabalho

 

Área de conhecimento:

Geografia, Ciências Sociais e Turismo

Onde encontrar:

http://www.cibergeo.org/agbnacional.

(informações de Érica, 2005)

 

22) CORIOLANO, L. N. M. T. Os limites do desenvolvimento e do turismo. In: CORIOLANO, L. N. M. T. (org.). O Turismo de Inclusão e o Desenvolvimento Local. Fortaleza: Premius, 2003. p. 13-28.

 

Resumo: Os limites do desenvolvimento se justificam pelo vínculo à ciência econômica, quando se sabe que esse conceito deve perpassar por todas as ciências sociais. Os pressupostos das teorias desenvolvimentistas, as chamadas teorias de modernização, identificadas como tradicionais, conservadoras e consensuais, diferenciam-se das teorias críticas que adotam os pressupostos do materialismo histórico. Os aspectos das teorias da globalização remetem a novas abordagens do desenvolvimento, quando o turismo passa a ser um elo do local com o global. Como e porque o desenvolvimento é um processo desigual e combinado. O subdesenvolvimento é uma decorrência do ajuste estrutural que determina concentração de riqueza e renda, produzindo a pobreza como expressão extrema da desigualdade social. O desenvolvimento só se dá quando todas as pessoas são beneficiadas, quando atinge a escala humana e o turismo tanto pode se vincular ao crescimento econômico concentrado, como ao desenvolvimento social, o chamado desenvolvimento local.

 

Palavras-chave: Conceito de Desenvolvimento – Desenvolvimento Local – Atividade Turística

 

Área de conhecimento:

Geografia, Economia e Turismo

Onde encontrar:

coriolan@uece.br. ou acervo do Projeto TERNOPAR.

(informações de Érica, 2005 – resumo da autora)

 

21) BRAZIL, S. M. Turismo Rural: uma alternativa para a dinamização da economia da região sudoeste do Paraná. In: VI Congresso Nacional de Geógrafos, 2004. Artigos... Goiânia, UFG, CD.

 

Resumo: O artigo apresenta uma pesquisa realizada na região sudoeste do Paraná, mostrando as possibilidades da implementação da atividade turística como alternativa econômica dos 37 municípios da região. A autora apresenta um diagnóstico da região, levantando as potencialidades paisagísticas, históricas e culturais que podem ser utilizadas para e pela atividade turística. Analisa ainda o perfil socioeconômico da região, relacionando esse perfil às políticas públicas existentes para a atividade turística, e os benefícios que tal atividade pode trazer.

 

Palavras-chave: Turismo Rural – Economia – Sudoeste Paranaense

 

Área de conhecimento:

Geografia, Economia e Turismo

Onde encontrar:

<http://www.cibergeo.org/agbnacional/index.php> e Acervo do Projeto TERNOPAR.

(informações de Érica, 2004)

 

20) PUNZO, L. F. Sostenibilidad del turismo y desarrollo económico local: El caso de la region Toscana. Caderno Virtual de Turismo. Disponível em <http://migre.me/1DPg0 Acessado em 18 de maio de 2004.

 

Resumo: O autor trata da sustentabilidade do turismo considerando os fluxos turísticos e seus impactos nos lugares. Afirma a existência política do turismo, presente nas Agendas 21 dos locais de conservação, em um mercado global cada vez mais articulado, porém cada vez mais incerto, também. O autor defende então a importância do conhecimento de todo o universo turístico, ou seja, dos participantes diretos e indiretos dessa atividade, para auxiliar os fluxos turísticos conhecendo a demanda, os recursos e quem é o turista que freqüenta determinado local, sempre lembrando do planejamento do tempo e da duração das coisas. Por fim, o autor trata da articulação e da compreensão entre as partes envolvidas, principalmente a relação que tem, de um lado, a comunidade local com suas responsabilidades, e do outro, o turista que também necessita de conhecimento para respeitar o local visitado.

 

Palavras-chave: Sustentabilidade – Desenvolvimento Local – Região Toscana

 

Área de conhecimento:

Políticas Públicas e Turismo

Onde encontrar:

<http://www.ivt-rj.net/caderno/punzo/punzo1htm e Acervo do Projeto TERNOPAR.

(informações de Caê, 2004)

 

19) GLOBO, O. Pórticos viram mania e polêmica no interior. Disponível em <http://www.oglobo.globo.com.> Acessado em 04 de dezembro de 2003.

 

Resumo: Numa rápida viagem pelo interior do Estado do Rio de Janeiro, jornalistas encontraram mais de uma dezena de pórticos de todos os tipos, como o pórtico-cachoeira da Macacu, que custou cerca de R$ 80.000,00 e terá um centro de informações para os turistas. A obra dividiu a opinião dos moradores. O artigo do jornal traz depoimentos de alguns moradores que se revoltaram com essa destinação de verbas, alegando que deveria ser destinada à saúde ou à educação. Contudo, os pequenos municípios do Estado do Rio de Janeiro estão investindo fortemente nesses pórticos, com a intenção de atrair turistas.

 

Palavras-chave: Pórticos – Turismo – Polêmica – Economia

 

Área de conhecimento:

Políticas Públicas e Turismo

Onde encontrar:

<http://www.oglobo.globo.com> e Acervo do Projeto TERNOPAR.

(informações de Érica, 2004)

 

18) BURSZTYN, I. Planejamento turístico – Políticas, processos e relacionamentos. Caderno Virtual de Turismo. Disponível em <http://www.ivt-rj.net/caderno/book.htm> Acessado em 18 de maio de 2004.

 

Resumo: O autor disponibiliza na Internet uma resenha da obra de Hall, intitulada Planejamento Turístico – Políticas, processos e relacionamentos. Neste texto Bursztyn destaca o enfoque de cada capítulo da obra que discute desde a sustentabilidade até a importância do planejamento turístico sustentável, passando por questões de políticas públicas em escalas internacional, supranacional, nacional, subnacional e local. Aborda também o termo destino turístico. Ao final, o autor da resenha destaca a importância didática da obra, na sua opinião, por propor, ao final de cada capítulo, questões para debates que extrapolam as abordagens feitas.

 

Palavras-chave: Planejamento Turístico – Poder Público – Desenvolvimento

 

Área de conhecimento:

Planejamento e Turismo

Onde encontrar:

<http://www.ivt-rj.net/caderno/book.htm>

(informações de Érica, 2004)

 

17) BURSZTYN, I. A influência do ideário neoliberal na formulação de políticas públicas de turismo no Brasil. Disponível em <http://www.ivt-rj.net/caderno/bursztyn/bursztyn1.htm> Acessado em 04 de dezembro de 2003.

 

Resumo: O artigo reflete a respeito das condições de possibilidade na atividade turística de contribuir de forma consistente para a promoção do desenvolvimento social do país e também discute a regulação por parte do Estado, se é necessária e como ela se daria. Para isso, o autor aborda o funcionamento da política (neo)liberal e da liberal, discutindo a desregulamentação, a privatização e a abertura comercial, passando por um breve histórico da atividade turística no Brasil. Finaliza seu texto defendendo a idéia de que desmercantilizar é preciso.

 

Palavras-chave: Turismo – Políticas Públicas – Neoliberalismo – Regulação

 

Área de conhecimento:

Sociologia e Turismo

Onde encontrar:

<http://www.ivt-rj.net/caderno/bursztyn/bursztyn1.htm> e Acervo do Projeto TERNOPAR.

(informações de Érica, 2004)

 

16) MARQUES, J. M. S. Turismo rural e sua influência para o desenvolvimento local no município da Lapa-PR. In: I Encontro Sul Brasileiro de Geografia, 2003. Anais..., v. 2. Curitiba: AGB, 2003 (CD).

 

 

Resumo: O texto pretende discutir o turismo rural como uma das alternativas possíveis para o desenvolvimento local de um município, no caso o da Lapa - PR. Situado no sul do Estado do Paraná, o município da Lapa é utilizado na análise de um crescimento do turismo rural neste local, observando tanto o que atrai o turista, como a provável ausência de uma política municipal em prol de um turismo rural pensado ou planejado. Para chegar a algumas considerações do que pôde observar no campo, a autora apresenta suas idéias acerca do atual modelo de desenvolvimento, de mudanças no poder municipal brasileiro, das alterações que o turismo sofreu durante um tempo recente e também exemplifica com algumas ações e reações que o turismo rural pode vir a provocar. Mostra que é possível um maior incentivo para esta atividade no município da Lapa, apesar de salientar que o turismo pode gerar benefícios e malefícios. Conclui lembrando que um turismo rural pensado se transforma em uma das soluções para o desenvolvimento local.

 

Palavras-chave: Turismo Rural – Desenvolvimento Local – Política Municipal – Lapa – PR

 

Área de conhecimento:

Geografia e Turismo

Onde encontrar:

AGB Curitiba – (Associação dos Geógrafos Brasileiros): www.agbcuritiba.hpg.com.br

(informações de Caê, 2004)

 

15) VEIGA, J. E. da. O Brasil rural ainda não encontrou seu eixo de desenvolvimento. Estudos Avançados, v. 15, n. 43, p. 101-119, set./dez. 2001.

 

Resumo: Neste trabalho o autor discute algumas idéias presentes no documento “O Brasil rural precisa de uma estratégia de desenvolvimento”. Economista, o professor explicita alguns obstáculos, na sua opinião, para a criação de uma nova agenda de desenvolvimento para o país: a idéia de país hiper-urbanizado e a descrença na economia rural (fortalecendo apenas a economia agrícola). Além disso, o texto aborda também algumas saídas, de acordo com o autor, para estes equívocos, bem como quais seriam as áreas que mereceriam maior importância para uma conservação e uma futura exploração dos recursos da biodiversidade do país. Assim, emerge o empreendedorismo como uma fonte de dinamismo para a economia. Este surgiria dentro das famílias rurais que buscariam outras fontes de renda para superar o desemprego, gerando uma flexibilidade no mercado de trabalho. Isto só seria possível com uma integração econômica onde o governo federal daria o empurrão inicial e os municípios se interligassem criando uma rede que permitiria um desenvolvimento econômico para a micro-região e, conseqüentemente, para o país.

 

Palavras-chave: Dinamismo Rural – Desenvolvimento – Biodiversidade – Empreendedorismo

 

Área de conhecimento:

Economia

Onde encontrar:

www.usp.br/edusp ou www.fea.usp.br/professores/zeeli

(informações de Caê, 2004)

 

14) SACHS, I.  Brasil rural: da redescoberta à invenção. Estudos Avançados, v. 15, n. 43, p. 75-82, set./dez. 2001.

 

Resumo: Neste artigo o autor discute o paradoxo do Brasil continuar sendo o país do futuro, mas com uma realidade infeliz e totalmente injusta. O alto crescimento econômico entre 1940-1980 representou acima de tudo a continuidade e o avanço da desigualdade existente em nosso país. A falta de um crescimento mais justo e amplo resultou principalmente numa urbanização prematura e desnecessária, como salienta o autor. A existência de uma população privada dos direitos mais básicos é uma realidade. Neste contexto, a mundo rural brasileiro surge como uma opção inovadora (no sentido de uma nova utilização da terra) e uma esperança para que possamos emergir como uma “nova civilização sustentável”. A agricultura familiar configura-se como uma peça fundamental da nova estrutura da sociedade brasileira, preservando a paisagem e a biodiversidade. Assim, as mudanças que vêm ocorrendo desde a década de 1990 sinalizam a possibilidade de um país onde caminham juntas a agricultura familiar com a chamada agricultura moderna ou patronal. Conclui ainda o autor que gerar empregos rurais, para que a população não precise migrar para a cidade, é mais viável do que inserí-la na economia urbana.

 

Palavras-chave: Agricultura Familiar – Reforma Agrária – Biodiversidade – Desigualdade Social

 

Área de conhecimento:

Geografia Agrária

Onde encontrar:

www.usp.br/edusp

(informações de Caê, 2004)

 

13) GRAZIANO DA SILVA, J. Velhos e novos mitos do rural brasileiro. Estudos Avançados, v. 15, n. 43, p. 37-50, set./dez. 2001.

 

Resumo: Após as fases I e II do Projeto RURBANO, o autor apresenta algumas das principais conclusões da pesquisa. Com isso, encontramos neste artigo algumas contribuições do projeto para derrubar alguns velhos mitos sobre o mundo rural brasileiro e, por outro lado, alguns novos mitos que podem estar surgindo com estas pesquisas. Os velhos mitos são os seguintes: “o rural é sinônimo de atraso”; “o rural é predominantemente agrícola”; “o êxodo rural é inexorável”; “o desenvolvimento agrícola leva ao desenvolvimento rural”; e “a gestão das pequenas e médias propriedades rurais é familiar”. Por sua vez, os novos mitos são: “a ORNA é a solução para o desemprego”; “a ORNA pode ser o motor do desenvolvimento nas regiões atrasadas”; “a reforma agrária não é mais viável”; “o novo rural não precisa de regulação pública” e “o desenvolvimento local leva automaticamente ao desenvolvimento”. No final o autor nos apresenta ainda o que será estudado nas outras fases do projeto, bem como a equipe pesquisadora e as unidades da Federação envolvidas (11 no total).

 

Palavras-chave: Rural Brasileiro – Novas Atividades Agrícolas – Atividades Não-Agrícolas

 

Área de conhecimento:

Economia

Onde encontrar:

www.usp.br/edusp e projeto: www.eco.unicamp.br/nea/rurbano

(informações de Caê, 2004)

 

12) RIBEIRO, G. B. Planejamento Estratégico para o Desenvolvimento do Turismo Sustentável em Tamarana. Prefeitura Municipal de Tamarana, Departamento de Turismo, 2003.

 

Resumo: Este documento a respeito de Tamarana foi gentilmente cedido Conselho Municipal de Turismo para nossos estudos sobre o município, e contém levantamentos realizados e a legislação municipal sobre a atividade turística. Também fazem parte deste documento alguns editais e textos curtos (provavelmente a serem utilizados em cartazes) que se propõem a explicar os objetivos do incentivo ao turismo, bem como os efeitos positivos que esta atividade econômica pode gerar. Assim, podemos dizer que este documento relata alguns feitos anteriores, mas também procura ser um planejamento da capacidade do município de receber o turista. É, pelo menos formalmente, um incentivo ao proprietário que deseje que sua propriedade esteja inserida no futuro roteiro turístico da cidade.  

 

Palavras-chave: Turismo Rural – Tamarana – Planejamento – Legislação    

 

Área do conhecimento:

Planejamento e Turismo   

Onde encontrar:

Prefeitura Municipal de Tamarana 

(informações de Caê, 2004)

 

11) ELIAS, D. Estratégias para o desenvolvimento do turismo. In: ELIAS, D. (org.). O Novo Espaço da Produção Globalizada – O Baixo Jaguaribe – CE. Fortaleza: FUNECE, 2002. p. 253-279

 

Resumo: Esta estratégia foi elaborada pelo governo do Estado do Ceará e propõe a interiorização do turismo, pois 80% dos turistas ficam na cidade de Fortaleza e apenas 20% seguem para outras cidades. Esta interiorização não se restringe apenas ao turismo rural, pois abrange as cidades litorâneas e os vilarejos de pescadores. Nestas cidades, menos visitadas, encontram-se importantes valores históricos e culturais, e por isto a proposta está se concretizando e ajudando a economia do interior do Ceará. O artigo comenta o turismo doméstico e o lazer local, o turismo cultural, o turismo rural, a história como produto turístico, o turismo em Aracati, a Praia de Canoa Quebrada, a produção do espaço de Canoa Quebrada, a área de proteção ambiental (APA) de Canoa Quebrada, o turismo em Canoa Quebrada, o Município de Icapuí e as praias de Icapuí como atrativos naturais e, por fim, o Município de Fortim: histórico e potencial turístico.

 

Palavras-chave: Estratégias de Desenvolvimento – Interiorização – Estado do Ceará

 

Área de conhecimento:

Geografia

Onde encontrar:

Biblioteca Central da UEL e acervo do Projeto TERNOPAR

(informações de Ivan, 2003)

 

10) RODRIGUES, A. B. Turismo local: oportunidades para inserção. In: RODRIGUES, A. B. (org.) Turismo: desenvolvimento local. 3ª ed. São Paulo: Hucitec, 2002. p. 55-64.

 

Resumo: A autora discorre sobre o turismo inserido no comércio mundial, apontando dados que mostram o aumento no volume dos gastos de cada turista. Discute o caráter contraditório do capitalismo e sua relação com o aumento do desemprego. Aponta o turismo como uma saída para que esse índice de desemprego diminua, sugerindo um turismo de desenvolvimento com base local, que contraria o caráter da economia hegemônica. Por fim, entra no mérito do turismo interno no Brasil, que necessita de incentivos e que as políticas públicas não devem mais contemplar somente o turismo internacional. Relata um exemplo: uma pesquisa feita com meninos vendedores de amendoim nas praias de Fortaleza (CE), apontando que a economia informal é uma das saídas para se desenvolver o turismo com base local, aumentando a possibilidade de trabalho para conseguir rendimentos.

 

Palavras-chave: Turismo – Desenvolvimento com Base Local – Empregos – Economia Informal

 

Área de conhecimento:

Geografia Econômica

Onde encontrar:

Biblioteca da UNOPAR

(informações de Alini Nunes, 2003)

 

9) SOUZA, M. J. L. de. Como pode o turismo contribuir para o desenvolvimento local? In: RODRIGUES, A. B. (org.). Turismo: desenvolvimento local. 3ª ed. São Paulo: HUCITEC, 2002. p. 17-22

 

Resumo: A autor discorre sobre a importância de se estudar o turismo com um enfoque científico para que este possa ser usado como instrumento para o desenvolvimento sócio-espacial do local. Diferencia as formas de desenvolvimento (desenvolvimento econômico versus desenvolvimento sócio-espacial). Expõe os diferentes grupos que se beneficiam ou se prejudicam com a atividade, classificados em: a população da área de origem do turista; os turistas; e a população da área de destino. Debate a questão do grau de complexidade que ocorre no contato regular entre os grupos sociais, econômicos e culturais distintos. O autor finaliza o artigo fazendo algumas considerações, pois se o turismo minimizar as disparidades e preconceitos existentes quando a realidade é marcada por discrepâncias, ele estará sendo uma chave para o desenvolvimento sócio-espacial.

Palavras-chave: Desenvolvimento Econômico – Desenvolvimento Sócio-Espacial – Impactos do Turismo

 

Área de conhecimento:

Geografia

Onde encontrar:

Biblioteca da UNOPAR

(informações de Alini Nunes, 2003)

 

8) CRISTOVÃO, A. Mundo rural: entre as representações (dos urbanos) e os benefícios reais (para os rurais). In: RIELD, M.; ALMEIDA, J. A.; VIANA, A. L. B. (orgs.). Turismo Rural: Tendências e Sustentabilidade. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2002. p. 81-116

 

Resumo: O autor parte da análise das representações urbanas sobre o rural, que têm gerado novas demandas. Discorre sobre o desenvolvimento da economia rural através do turismo e da oferta de produtos alimentares, partindo de exemplos da experiência de cidades portuguesas que, através da mobilização de associações de desenvolvimento local e organizações de agricultores, contribuíram para a melhoria das atividades do campo. Por fim, enumera alguns desafios a serem ultrapassados pelos agentes envolvidos.

 

Palavras-chave: Desenvolvimento – Economia – Produtos Alimentares – Organizações – Desafios

 

Área de conhecimento:

Economia

Onde encontrar:

Acervo do projeto TERNOPAR

(informações de Alini Nunes, 2003)

 

7) FURTADO, E. M.; MELO, A. C. S. O turismo de passagem e as transformações sócio-espaciais na vila de Pium/Parnamirim – RN. Sociedade e Território, v. 15, n. 1, p. 7-12, jan./jun. 2001.

 

Resumo: Este trabalho objetiva mostrar as transformações sócio-espaciais decorrentes do desenvolvimento da atividade turística a partir da construção/duplicação da “Rota do Sol”, no espaço urbano da vila de Pium/Parnamirim – RN. Para tanto, o texto está divido em quatro partes: a primeira contém uma breve contextualização do turismo no Nordeste, especialmente no Rio Grande do Norte; a segunda discute o turismo de passagem na Vila de Pium; a terceira analisa os dados obtidos; e a quarta parte avalia a importância da atividade turística para a comunidade.

 

Palavras-chave: Turismo – Transformações Sócio-espaciais – Vila de Pium/Parnamirim-RN

 

Área de conhecimento:

Geografia Econômica e Turismo

Onde encontrar:

Biblioteca Central da UEL e acervo do Projeto TERNOPAR

(informações de Érica, 2003 – resumo dos autores)

 

6) CASARIN, R.; NEVES, S. M. A. da S. Dinamização do turismo no sudoeste matogrossense. Ciência Geográfica, Bauru, v. I (21), p. 12-15, jan./abr. 2002. Encarte Especial.

 

Resumo: Na região sudoeste matogrossense, o turismo é concebido como uma atividade econômica alternativa, capaz de gerar empregos e divisas para o Estado. Como a maioria das atividades turísticas fundamenta-se na exploração dos recursos naturais, isto requer muita atenção no modo de produzir o turismo regional. Esta pesquisa tem como objetivo identificar os atrativos turísticos na região, analisando o Festival Internacional de Pesca (FIP) como o evento fomentador da atividade turística no sudoeste do Estado do Mato Grosso. Para realização deste estudo, foram utilizados os seguintes procedimentos: definição do objeto a ser trabalhado; coleta de informações; revisão bibliográfica; organização das informações; intercruzamento de informações; análises e produção de artigo; visando a socialização dos resultados obtidos. Os resultados mostraram que a atividade turística na região é feita de forma rústica. Mediante tais informações, analisamos o FIP como evento fomentador do desenvolvimento regional, e sob a luz das proposições de Raffestin (1993), realizamos a análise do espaço turístico regional. Consideramos ser necessário organizar as atividades turísticas de forma integrada entre os atrativos turísticos. Contudo, para que seja assegurada a sustentabilidade do meio ambiente é preciso fazer pesquisas, debates e reflexões para assegurar a manutenção da atividade turística como uma fonte econômica viável.

 

Palavras-chave: Turismo – Atrativos Turísticos – Desenvolvimento Regional – Sistemas de Rede – Região Sudoeste do Mato Grosso

 

Área de conhecimento:

Geografia e Desenvolvimento Regional

Onde encontrar:

Biblioteca Central da UEL e acervo do Projeto TERNOPAR

(informações de Cibele, 2003 – resumo das autoras)

 

5) CORIOLANO, L. N. M. T. O turismo e o cooperativismo. Ciência Geográfica, Bauru, v. I (21), p. 47-52, jan./abr. 2002.

 

Resumo: Este texto analisa o papel das cooperativas no desenvolvimento do turismo em comunidades pesqueiras cearenses. Apresenta bases conceituais de cooperativismo, sua origem e evolução histórica. Situa o cooperativismo como uma constante forma de reação às exclusões geradas pelo modo de produção capitalista. Mostra essa forma alternativa de produzir em cooperação, situando a cooperativa como uma tendência das comunidades pesqueiras do Ceará se organizarem para poder competir no mercado de turismo.

 

Palavras-chave: Turismo – Comunidade – Cooperativismo

 

Área de conhecimento:

Geografia e Economia

Onde encontrar:

Biblioteca Central da UEL

(informações de Juliane, 2003 – resumo da autora)

 

4) RIBEIRO, G. B. Planejamento estratégico para o desenvolvimento do turismo sustentável em Tamarana. Tamarana: Prefeitura Municipal/Departamento de Turismo/Conselho Municipal de Turismo, 2003.

 

Resumo: O texto é constituído por um “planejamento estratégico” para o desenvolvimento da atividade turística em Tamarana, e é feito um perfil turístico do município. O documento apresenta os pontos e os produtos turísticos de Tamarana – ambiente, artesanato, cachoeiras, grutas etc.; os clientes potenciais – crianças, jovens, casais, esportistas, pesquisadores, grupos religiosos e outros; os desafios e as oportunidades para a atividade; os objetivos e as estratégias para a implementação e desenvolvimento do turismo em Tamarana.

 

Palavras-chave: Desenvolvimento – Objetivos – Estratégias – Atrativos Turísticos – Infra-Estrutura  

 

Onde encontrar:

Prefeitura Municipal de Tamarana e acervo do Projeto TERNOPAR 

(informações de Cíntia, 2003)

 

3) JATAIZINHO. Prefeitura Municipal. Roteiro de Informações Turísticas. Jataizinho: 2003.

 

Resumo: O documento tem como principal objetivo caracterizar o Município de Jataizinho. Este se localiza no Norte do Estado do Paraná e é considerado o berço da colonização desta região. A história de Jataizinho é bem marcada pela presença de várias olarias e cerâmicas. O Rio Tibagi também é um acidente geográfico relevante para o Município de Jataizinho. O documento expõe dados geográficos e econômicos, locais para visitação, histórico, símbolos do município, infra-estrutura e também serviços que este pitoresco município oferece, tanto para os seus moradores quanto para seus visitantes.

 

Palavras-chave: Jataizinho – Dados Geográficos – Dados Econômicos – Atrativos Turísticos – Infra-Estrutura  

 

Onde encontrar:

Prefeitura Municipal de Jataizinho e acervo do Projeto TERNOPAR 

(informações de Cibele, 2003)

 

2) VANÇO, A. C. O Patrimônio Três Bocas e o Turismo em Áreas Rurais. Londrina, 2001. TCC (Turismo e Hotelaria). UNOPAR.

Orientador: CALZAVARA, R. B. 

 

Resumo: O texto apresenta a idéia que o turismo rural vem surgindo, no Brasil, como uma forma bastante eficaz de desenvolvimento que, quando aliado às atividades agrícolas, tem o caráter de proporcionar diversos benefícios às propriedades rurais onde é instalado, tais como a diversificação da renda, a promoção da melhoria da infra-estrutura no campo e a valorização do patrimônio histórico-cultural; buscando a melhoria da qualidade de vida do homem do campo e proporcionando-lhe maiores oportunidades de crescimento. Além disso, pode promover uma agricultura ecologicamente equilibrada, ou seja, aquela em que ocorre preocupações com a sustentabilidade e com o ambiente. O turismo rural, em Londrina, pode ser impulsionado pelo desenvolvimento no Patrimônio Três Bocas, área abrangida pelo trabalho, e com benefícios refletidos na economia local. Para isto torna-se necessário um planejamento eficaz e sustentável, de acordo com a realidade da região e que atenda às necessidades atuais e futuras tanto da comunidade em questão quanto dos visitantes.

 

Palavras-chave: Turismo Rural – Desenvolvimento Local – Sustentabilidade 

 

Onde encontrar:

Biblioteca da UNOPAR 

(informações de Aline, 2003)

 

1) SHIMONISHI, C. R. Salto das Orquídeas: uma proposta ecoturística. Londrina, 2001. Trabalho de Graduação Final (Arquitetura e Urbanismo). UNIFIL.

Orientador: SILVA, B. F. e

 

Resumo: O presente trabalho, na área de urbanismo, consiste na proposta de infra-estrutura para o Salto das Orquídeas, Sapopema – PR, uma área caracterizada com a prática de turismo ecológico, mas não estruturada. Com isto, pôde-se analisar o local para uma melhor intervenção, pois levou-se em consideração o tipo de turista que visita o local. A proposta buscou respeitar a linguagem do local através de materiais que não agridam o meio, além das preocupações com relação ao conforto térmico.

 

Palavras-chave: Ecoturismo – Sapopema – Infra-estrutura  

 

Onde encontrar:

Biblioteca da UNIFIL 

(informações de Juliane, 2002)


 

 

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