PROGRAMA DE MESTRADO PROFISSIONAL EM LETRAS/PROFLETRAS

 DISCIPLINAS DE FUNDAMENTAÇÃO

 As disciplinas denominadas de Fundamentação têm como objetivo garantir a formação básica para todos os alunos envolvidos, bem como instrumentalizá-los para o uso das ferramentas em atividades não presenciais e para a elaboração de projetos educacionais. No que respeita às TICs, o PROFLETRAS contará com participação de professores colaboradores, especialistas no campo.           

1. ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

Ementa

Discussão sobre a relação entre Alfabetização e Letramento como processo contínuo e seus desdobramentos no Ensino Fundamental. Avaliação das propostas da Escola e de sua pedagogia de inclusão. Níveis de alfabetismo. Analfabeto funcional. O papel das políticas afirmativas.

Referências

ANTUNES, Irandé. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola, 2009.

BOURDIEU, Pierre; PASSERON, J.C. A reprodução: elementos para uma teoria do sistema de ensino. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves Editora, 1975.

COOK-GUMPERZ, Jenny (Org.). A construção social da alfabetização. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.

CORRÊA, M. L. G.; BOCH, F. Ensino de língua: representação e letramento. Campinas: Mercado de Letras, 2006.

COSCARELLI, C. V.; RIBEIRO, A. E. Letramento digital: aspectos sociais e possibilidades pedagógicas. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.

CUNHA, Eugênio. Práticas pedagógicas para inclusão e diversidade. Rio de janeiro: WAK Editora, 2011.

FERREIRO, Emília. Alfabetização em processo. São Paulo, Cortez, 1985.

FERREIRO, Emilia. Com todas as letras. São Paulo: Cortez, 1992.

GONÇALVES, A. V.; PINHEIRO, A. S. Nas trilhas do letramento: entre teoria, prática e formação docente. Campinas: Mercado de Letras, 2011.

KLEIMAN, Ângela. Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre a prática social da escrita. Campinas: Mercado de Letras, 1995.

______; MATENCIO, M. de L. M (Org.).  Letramento e formação do professor: práticas discursivas, representações e construção do saber. Campinas: Mercado de Letras, 2005.

LEITE, S. A. S. (Org.) Alfabetização e letramento: contribuições para as práticas pedagógicas. Campinas.Komedi/Arte Escrita, 2001.

MAIA, Marcus A.R. (2007). Manual de Linguística: subsídios para a formação de professores indígenas na área de linguagem. Brasília : Ministério da Educação e Cultura (MEC/SECAD), 2007, v.5000. p.268.

MARINHO, Marildes; CARVALHO,  Gilcinei Teodoro (Org.). Cultura escrita e letramento. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010.

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: Parábola, 2010.

OLIVEIRA, M. K. Analfabetos na sociedade letrada: diferenças culturais e modos de pensamento. Travessia, 1192, p. 17-20.

POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. São Paulo: Mercado de Letras, 1996,

ROJO, Roxane, Alfabetização e letramento: perspectivas linguísticas. São Paulo: Mercado de Letras, 2005.

______. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2012.

SOARES, Magda. Alfabetização no Brasil: o estado do conhecimento. São Paulo: Educ/PUC, 1990.

SCLIAR-CABRAL, Leonor. Princípios do sistema alfabético do português. São Paulo: Contexto, 2003.

SOUZA, Ana Lúcia Silva. Letramentos de reexistência: poesia, grafite, música, dança: hip-hop. São Paulo, Parábola, 2011.

TFOUNI, L.V. Letramento e alfabetização. São Paulo: Cortez,1995.

 

2. ELABORAÇÃO DE PROJETOS E TECNOLOGIA EDUCACIONAL

Ementa

Letramento científico do docente e elaboração de projetos educacionais. Fundamentos para apropriação das TICs. Embasamento para o desenvolvimento de competências específicas em postagem, representação e recuperação de informação na WEB em plataforma da UAB, MOODLE e outras.

Referências

ADORNO, T. W. e HORKHEIMER, M. A Indústria Cultural: o esclarecimento como mistificação das massas. Dialética do Esclarecimento - fragmentos filosóficos. Tradução: Guido Antônio de Almeida. Rio: Zahar, 1985.

ALVES, Lynn; BARROS, Daniela; OKADA, Alexandra. Moodle: estratégias pedagógicas e estudos de caso. Salvador: EDUNEB, 2009.

http://www.lynn.pro.br/livro.php?livro_id=9

BIO, S. R. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. São Paulo:  Atlas, 1985.

FAUSTO NETO, Antonio. Midiatização: prática social, prática de sentido. Paper, Bogotá: Seminário Mediatização, 2006.

JORDÃO, Clarissa Menezes. As lentes do discurso: Letramento e criticidade no mundo digital.  In Trabalhos em Linguística Aplicada, 46(1): 19-29, Jan./Jun. 2007.

MARCUSCHI, Luiz Antônio. O hipertexto como um novo espaço de escrita em sala de aula.  Linguagem & Ensino, 4 (1), p. 79-111, 2001.

MATOS, Denilson P. de. Letramento: reflexões e possibilidades. In: Pesquisa em discurso pedagógico. Rio de Janeiro: PUC-RJ, 2010.

NAKAMURA, Rodolfo. Moodle: como criar um curso usando a plataforma de Ensino à Distância. São Paulo: Farol do Forte, 2009.  

http://www.faroldigital.com.br/loja/product.php?id_product=67

PALLOFF, R; PRATT, K. Construindo comunidades de aprendizagem no ciberespaço. Porto Alegre: Artmed, 2002.

________. O aluno virtual: um guia para trabalhar com estudantes on-line. Porto Alegre: Artmed, 2004.

SALMON, G. E-Moderating: The key to teaching and Learnig Online. London: Kogan Page, 2000.

SIEMENS, G. New structures and spaces of learning: The systemic impact of connective knowledge, connectivism and networked learning. Out, 2008. Disponível em: http://elearnspace.org/Articles/systemic_impact.htm>. Acesso em: 06/04/2011.

SILVA, R. S. de. Moodle para autores e tutores. São Paulo: Novatec, 2010.

SILVEIRA, Sérgio Amadeu da. Exclusão digital: a miséria na era da informação. Fundação Perseu Abramo, São Paulo, 2003.

TORI, R. Educação sem distância: as tecnologias interativas na redução de distâncias em ensino e aprendizagem. São Paulo: Senac, 2010.

XAVIER, A. C. A era do hipertexto: linguagem & tecnologia. Recife: Editora Universitária UFPE, 2009.

 

DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

 

1. FONOLOGIA, VARIAÇÃO E ENSINO

 Ementa

 Revisão dos conceitos fundamentais para os estudos fonético-fonológicos. Estudo de processos fonológicos com ênfase na realidade da escrita e da oralidade de alunos do Ensino Fundamental. Subsídios teóricos para explicar processos fonológicos que envolvam os usos linguísticos nas modalidades falada e escrita. Proposições metodológicas para elaboração de material didático.

 Referências

 ALVARENGA, Daniel et al. Da forma sonora da fala à forma gráfica da escrita: uma análise linguística do processo de alfabetização. Cadernos de Estudos Linguísticos, 16, p. 5-30, 1989.

______. Análise de variações ortográficas. Revista Presença Pedagógica. Ed. Dimensão. Ano 1, Número 2, 1995.

BISOL, Leda; COLLISCHONN, Gisela. Português do sul do Brasil: variação fonológia. Porto Alegre; EDIPUCRS, 2010.

BRAGA, Maria Luíza; MOLLICA, Maria Cecília. Introduçào à sociolinguística: o tratamento da variação. São Paulo; Contexto, 2011.

CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e linguística. São Paulo: Scipione, 1989.

CALLOU, Dinah; LEITE, Yonne. Iniciação à fonética e à fonologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1990.

CAMARA JR. Joaquim Mattoso. Estrutura da Língua Portuguesa. Petrópolis: Vozes, 1970.

CASTILHO, Ataliba T. de; ELIAS, Vanda Maria. Pequena gramática do português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2012.

FARACO, Carlos Alberto. Escrita e Alfabetização. São Paulo: Contexto, 1994.

HORA, Dermeval da. Estudos sociolinguísticos: perfil de uma comunidade. Santa Maria; Pallotti, 2004.

LABOV, William. Padrões sociolinguísticos. São Paulo: Parábola, 2008.

LEMLE, Miriam. Guia teórico do alfabetizador. São Paulo: Ática, 1987.

MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, 2001.

MOLLICA, Maria Cecília. Linguagem para formação em Letras, Educação e Fonoaudiologia. São Paulo: Contexto, 2009.

______. Da linguagem coloquial à escrita padrão. Rio de Janeiro: 7Letras, 2003.

OLIVEIRA E SILVA, G. M. de; SCHERRE, Maria M. Pereira. Padrões sociolinguísticos: análise de fenômenos variáveis do porutugês falado na cidade do Rio de Janeiro.

POSSENTI, Sírio. Questões de linguagem: passeio gramatical dirigido. São Paulo: Parábola, 2011.

SILVA, Ademar. Alfabetização: a escrita espontânea. São Paulo; Contexto, 1989.

SILVA, Taïs Cristófaro. Fonética e fonologia do Português: roteiro de estudos e guia de exercícios. São Paulo: Contexto. 2002.

TARALLO, Fernando. A pesquisa sociolinguística. São Paulo: Ática, 1985.

 

 

2.  GRAMÁTICA, VARIAÇÃO E ENSINO

 Ementa

 Avaliação de gramáticas pedagógicas. Análise epilinguística e metalinguística considerando os fenômenos gramaticais mais produtivos e mais complexos na ampliação da competência comunicativa dos alunos na escuta, na leitura e na produção de textos orais e escritos. Proposições metodológicas para elaboração de material didático.

Referências

AZEREDO, J. C. Iniciação à sintaxe do Português. Rio de Janeiro: Zahar, 1992.

BECHARA, Evanildo. Ensino da Gramática. Opressão? Liberdade? São Paulo: Ática, 2005.

BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Educação em língua materna: a sociolinguística na sala de aula. São Paulo: Parábola, 2004.

BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Nós cheguemo na escola: e agora? São Paulo: Parábola, 2005.

CAMARA JR. Joaquim Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes, 1970.

CASTILHO, Ataliba T. de; ELIAS, Vanda Maria. Pequena Gramática do Português Brasileiro. São Paulo: Contexto, 2012.

CASTILHO, Ataliba Teixeira de Castilho. Nova gramática do português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2010.

FERRAREZI JÚNIOR, Celso. Semântica para a educação básica. São Paulo: Parábola, 2008.

FRANCHI, Carlos. Mas o que é mesmo “gramática”? São Paulo: Parábola Editorial, 2006.

GONÇALVES, Carlos Alexandre. Iniciação aos estudos morfológicos: flexão e derivação em português. São Paulo: Contexto, 2011.

GUIMARÃES, Eduardo. Texto e argumentação: um estudo das conjunções do português. Campinas: Pontes, 1987.

HENRIQUES, Cláudio Cezar; SIMÕES, Darcília. Língua Portuguesa, educação & mudança. Rio de Janeiro: Europa, 2008.

HORA, Dermeval da. Estudos sociolinguísticos: perfil de uma comunidade. Santa Maria; Pallotti, 2004.

KATO, Mary; NASCIMENTO. Gramática do português culto falado no Brasil: a construção da sentença. Vol. 3. Campinas: Editora da Unicamp, 2009.

MOLLICA, Maria Cecília. Da linguagem coloquial à escrita padrão. Rio de Janeiro: 7Letras, 2003.

MOLLICA, M. C. M. ; RONCARATI, C. N. Gramática , ensino e formação profissional. Revista da ANPOLL, UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, v. 14, p. 11-29, 2003.

NEVES, Maria Helena de Moura.  Gramática de usos do português. São Paulo: UNESP, 2000.

______. Que gramática ensinar na escola. São Paulo: Contexto, 2003.

OLIVEIRA E SILVA, G. M. de; SCHERRE, Maria M. Pereira. Padrões sociolinguísticos: análise de fenômenos variáveis do porutugês falado na cidade do Rio de Janeiro.

PERINI, Mário. Gramática descritiva do português. São Paulo; Ática, 2001.

_____. Gramática do português brasileiro. São Paulo: Parábola, 2010.

ROSA, Maria Carlota. Introdução à Morfologia. São Paulo: Contexto, 2000.

SANDMAN, Antônio José. Morfologia geral. São Paulo; Contexto, 1990.

______. Morfologia lexical. São Paulo: Contexto, 1991.

SILVA, Rosa Virgínia M. e Silva. Contradições no ensino de português: a língua que se fala x a língua que se ensina.São Paulo: Contexto, 1997.

SOARES, Magda. Linguagem e escola: uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1999.

TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática no 1º. E 2º. Graus. São Paulo: Cortez, 2002.

VIEIRA, Sílvia Rodrigues; BRANDÃO, Sílvia Figueiredo Brandão. Morfossintaxe e ensino de Português: reflexões e propostas. Rio de  Janeiro; UFRJ, 2004.

______. Ensino de gramática: descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007.

 

 

3.   TEXTO E ENSINO

Ementa

 Estudo da organização do texto e sua relação com as condições de produção. Plurissemiose e hipertexto na textualização e produção de sentidos. Avaliação do papel do texto nas aulas de Língua Portuguesa. Proposições metodológicas para elaboração de material didático.

Referências

ADAM, Jean-Michel. A linguística textual: introdução à análise textual dos discursos. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2011.

ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola, 2010.

______. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola, 2009.

BENTES, A.C.; LEITE, M. Q. (Org.). Linguística de texto e análise da conversação: panorama das pesquisas no Brasil. São Paulo: Cortez, 2010.

CAVALCANTE, Mônica. Os sentidos do texto. São Paulo, Contexto, 2012.

DOLZ, Joaquim; SCHNEUWLY, Bernard. Gêneros orais e escritos na escola  / Tradução e  organização Roxane Rojo e  Glaís Sales Cordeiro. Campinas: São Paulo: Mercado de Letras, 2004.

ELIAS, Vanda M. (Org.) Ensino de língua portuguesa: oralidade, escrita, leitura. São Paulo: Contexto, 2011.

FIDALGO, Sueli e LIBERALI, Fernanda (Org.).  Ação Cidadã: por uma formação crítico-inclusiva). Taboão da Serra: UNIER.2011.

GUIMARÃES, Elisa. Texto, discurso e ensino. São Paulo, Contexto, 2010.

KOCH, I. . Introdução à Linguística Textual. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

______. Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Cortez, 2002, p.149-157.

______ . A inter-ação pela linguagem. São Paulo, Contexto, 1999.

______; ELIAS. Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006.

______;  ______. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, 2009.

 LESSA, A.  e LIBERALI, F. Critical literacy: a cross-curricular tool-and-result in the teaching-learning activity. Prelo Revista D.E.L.T.A.

MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola, 2008, p.26-46.

PAULIUKONIS, M. A. L. A questão do texto: texto e contexto. In: BRANDÃO, Silvia et al. (Org.). Gramática, descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007. p.237-256.

PAULIUKONIS, Ma. Aparecida L.; SANTOS, Leonor W. dos (Org.). Estratégias de leitura: texto e leitor. Rio de Janeiro: Lucerna, 2006.

SANTOS, Leonor W.; CUBA RICHE, Rosa; TEIXEIRA, Claudia de S. Análise e produção de textos. São Paulo: Contexto, 2012.

TRAVAGLIA. Luiz Carlos. Gramática e interação. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2009.

 

 

4. ASPECTOS SOCIOCOGNITIVOS E METACOGNITIVOS DA LEITURA E DA ESCRITA

 Ementa

 Estudo de processos sociocognitivos relacionados à aquisição da linguagem e ao aprendizado e desenvolvimento da leitura e da escrita. Reflexão sobre a articulação entre as abordagens cognitivas da leitura e da escrita e as pesquisas sobre letramento. Elaboração de didáticas para o ensino de Língua Portuguesa com base na construção sociocognitiva do significado relacionada ao trato com textos orais e escritos.

 Referências 

BOTELHO, P. F. Textos factuais e problematizantes em livros didáticos de História: leitura e metacognição. Dissertação de Mestrado em Língua portuguesa. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 125 p., 2010.

CHARTIER, A-M. Práticas de leitura e escrita. Belo Horizonte: CEALE; Autêntica, 2007.

DEHAENE, S. Os neurônios da leitura:  como a ciência explica a nossa capacidade de ler. Tradução Leonor Scliar-Cabral. São Paulo: Editora Penso, 2012.

DELL’ISOLA, R. L. P. Leitura: inferências e contexto sociocultural. Belo Horizonte: Formato, 230 p., 2001.

FERRARI, L. Introdução à linguística cognitiva. São Paulo: Contexto, 2011.

FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: três artigos que se completam. São Paulo: Cortez, 1987.

FULGÊNCIO, L.; Liberato, Y. Como facilitar a leitura. São Paulo: Contexto, 99 p., 1992. ______. Uma visão sócio-cognitiva da avaliação em textos escolares. Educação e Sociedade. Campinas, v. 27, n. 97, p.1181-1203, 2006.

______.. Integração conceptual, formação de conceitos e aprendizado. Revista Brasileira de Educação, v. 16 n. 44, p. 247-263, 2010. Gerhardt, A. F. L. M.; Albuquerque, C.; Silva, I. A cognição situada e o conhecimento prévio em leitura e ensino. Ciências & Cognição, 14 (2), pp. 74-91, 2009.

KATO, M. O aprendizado da leitura. São Paulo: Martins Fontes, 121p., 1983.

KLEIMAN, Ângela. Oficina de leitura: teoria e prática. Campinas: Pontes, 1992.

______. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. Campinas; Pontes, 1995.

______. (Org.). Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre a prática social da escrita. Campinas, S.P.: Mercado de Letras, 1995.

LEFFA, V. J. Aspectos da leitura: uma perspectiva psicolinguística. Porto Alegre: Sagra-Luzzatto, 1996.

MAIA, Heber (Org.). Neuroeducação: a relação entre saúde e educação. Rio de janeiro: WAK Editora, Coleção Neuroeducação- vol 1, 2011.

MAIA, Heber (Org.). Neurociências e desenvolvimento cognitivo. Rio de Janeiro: WAK Editora, Coleção Neuroeducação – vol 2, 2011.

MENEGASSI, R. J. Compreensão e interpretação no processo de leitura: noções básicas ao professor. Revista UNIMAR, 17, 1, p. 85-94, 1995.

SCLIAR-CABRAL, Leonor. Introdução à Psociolinguística. São Paulo: Ática, 1991.

TOMASELLO, M. As origens culturais da aquisição do conhecimento humano. São Paulo: Martins Fones, 2003.

VIGOTSKY, Lev. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

 

 

5.   LEITURA DO TEXTO LITERÁRIO

 Ementa

 Concepção de literatura e seu ensino. O ensino da literatura como experimentação: entre a leitura e a crítica. Processos de hibridização dos gêneros. O livro e o leitor: prazer e conhecimento. Práticas pedagógicas direcionadas à formação do leitor do texto literário. Proposições metodológicas para elaboração de material didático.

 Referências

 ABREU, Márcia. Leitura, história e história da leitura. Campinas: Mercado de Letras, 2002.

ANTUNES, Benedito; CECCANTINI, João Luís C. T. Os clássicos: entre a sacralização e a banalização. In: PEREIRA, Rony Farto e BENITES, Sonia A. Lopes. À roda de leitura: língua e literatura. Jornal Proleitura. São Paulo: Cultura Acadêmica. Assis: ANEP, 2004.

BARBOSA, J. A. A literatura como conhecimento: leituras e releituras. In: A Biblioteca Imaginária. São Paulo: Ateliê, 1996.

BLOOM, H. Como e por que ler. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

BORGES, Jorge Luis. Cinco visões pessoais. Trad. M. R. Ramos da Silva. Brasília: UNB, 1996

COLOMER, T. A formação do leitor literário: narrativa infantil e juvenil atual. São Paulo; Global, 2003.

CANDIDO, Antônio. O Direito à Literatura. In: Vários Escritos. Rio de Janeiro/São Paulo: Ouro sobre Azul/Duas Cidades, 2004, p.169-191.

COMPAGNON, Antoine. Literatura para quê? Belo Horizonte: UFMG, 2009.

COSSON, Rildo. Letramento literário: teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2006.

ISER, W. O ato da leitura: uma teoria do efeito estético. São Paulo: Editora 34, 1996.

LAJOLO, Mariza. Literatura: leitores e leitura. São Paulo: Moderna, 2001.

LIMA, Luiz Costa (Org.). A literatura e o leitor. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.

LOPES, Silvina Rodrigues. "A literatura como experiência” e "A paradoxalidade
do ensino da literatura". In: Literatura, defesa do atrito. Lisboa: Vendaval, 2003.

MAGALHÃES, Hilda G. D.; BARBOSA, Eliziane de P. S. Letramento literário na alfabetização. In: SILVA, Wagner R.; MELO, L. C. (Org.) Pesquisa & ensino de língua materna: diálogos entre formador e professor. São Paulo: Mercado de Letras, 2009.

MARINHO, Marildes; CARVALHO, Gilcinei Teodoro (Org.). Cultura escrita e letramento. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010.

MELO, Lívia Chaves de; MAGALHÃES, H. G. D. A literatura em sala de aula: investigando materiais de apoio didático. In: SILVA, Wagner R.; MELO, L. C. (Org.) Pesquisa & ensino de língua materna: diálogos entre formador e professor. São Paulo: Mercado de Letras, 2009.

PAIVA, Aparecida et. al. (Org.). Literatura e letramento: espaços, suportes e interfaces – o jogo do livro. Belo Horizonte: Autêntica/CEALE/FAE/UFMG, 2007.

RAMOS, Dernival Venâncio; ANDRADE, Karylleila S.;  PINHO, Maria José de. (Org.). Ensino de língua e literatura: reflexões e perspectivas interdisciplinares. 1a. ed. Campinas: Mercado de Letras, 2011, v. , p. 81-92.

ZILBERMAN, Regina. Estética da recepção e história da literatura. São Paulo: Ática, 1989.

 

 

 

 DISCIPLINAS OPTATIVAS

 

 

1. GÊNEROS DISCURSIVOS/TEXTUAIS E PRÁTICAS SOCIAIS

Ementa

Os gêneros do discurso/textuais nos estudos contemporâneos da linguagem. Procedimentos analíticos. Os gêneros no ensino e aprendizagem da escuta, da leitura e da produção de textos. Proposições metodológicas para elaboração de material didático.

 Referências

ARAÚJO, Júlio César (Org.). Internet & ensino: novos gêneros, outros desafios. Rio de Janeiro: Lucerna, 2007.

BASTOS, Neusa (Org.). Discutindo a prática docente em língua portuguesa. São Paulo: IP-PUC/SP, 2001.

BHATIA, Vijay. A análise de gêneros hoje. In: BEZERRA, B.; BIASI-RODRIGUES, B.; CAVALCANTE, M. Gêneros e sequências textuais. Recife: EDUPE, 2009. p. 159-195.

BAZERMAN, Charles. Gêneros textuais, tipificação e interação. São Paulo: Editora Cortez, 2006.

BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.

BEZERRA, B. G.; BIASI-RODRIGUES, B; CAVALCANTE, M. M.(Org). Gêneros e Sequências Textuais. Recife: Edupe, 2009.

CARMELINO, A. C.; PERNAMBUCO, J.; FERREIRA, L. A. (Org.).  Nos caminhos do texto: atos de leitura. Col. Mestrado em Linguística, v. 2. São Paulo: EdUnifran, 2007.

DIONISIO, Angela Paiva et al. (Org.). Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.

ELIAS, Vanda M. (Org.) Ensino de língua portuguesa: oralidade, escrita, leitura. São Paulo: Contexto, 2011

LINO, A.; WENWCH, Leonor. Estratégias de leitura: texto e ensino. Rio de janeiro: Lucerna, 2006.

NASCIMENTO, Elvira Lopes (Org.). Gêneros textuais: da didática das línguas aos objetos de ensino. São Carlos: Claraluz, 2009.

MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola , 2008.

MEURER, José Luiz; BONINI, Adair; MOTTA-ROTH, Desiree. Gêneros: teorias, métodos, debates. São Paulo: Parábola, 2005.

PIRES, V. L.; GIACOMELLI, K. Reflexões sobre gênero social sob uma perspectiva dialógica. In: MOTTA-ROTH, D.; CABANAS, T.; HENDGES, G.R. Análise de textos e de discursos: relações entre teorias e práticas. 2. ed. Santa Maria: PPGL Editores, 2008. p. 199-220.

SIGNORINI, Inês (Org.). Gêneros catalisadores: letramento e formação do professor. São Paulo: Parábola, 2006.

__________. [Re]discutir texto, gênero e discurso. São Paulo: Parábola, 2008.

 

 

 

2. LITERATURA INFANTO-JUVENIL

 Ementa

Considerações sobre a especificidade da literatura infantil. Relação texto e ilustração.  Memória e formas de narrar no passado e no presente. Literatura e performance: gêneros orais e gestualidade. Aproximações entre poesia e infância. O clássico em adaptação e transcriação. Experiência estética e afetividade na infância e na adolescência. Proposições metodológicas para elaboração de material didático.

Referências

AMORIM, Lauro Maia. Tradução e adaptação – encruzilhadas da textualidade em Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol, e Kim, de Rudyard Kipling. São Paulo: UNESP, 2005.

ANTUNES, Benedito; CECCANTINI, João Luís C. T. Os clássicos: entre a sacralização e a banalização.

In: PEREIRA, Rony Farto e BENITES, Sonia A. Lopes. À roda de leitura: língua e literatura. Jornal Proleitura. São Paulo: Cultura Acadêmica.Assis: ANEP, 2004.

ARROIO, Leonardo. Literatura Infantil brasileira. São Paulo: Melhoramentos, 1990.

COELHO, Nelly Novaes. Panorama histórico da literatura infantil e juvenil – das origens indo-européias ao Brasil contemporâneo. 4. ed. revista. São Paulo: Ática, 1991.

LAJOLO, Marisa; ZILBERMAN, Regina. Um Brasil para crianças _ para conhecer a literatura infantil brasileira: histórias, autores e textos. São Paulo: Global, 1986.

BRAVO-VILLASANTE, Carmen. História da Literatura Infantil universal. Lisboa: Veja, 1977.

JESUALDO. A literatura infantil. São Paulo: Cultrix, 1993.

OLIVEIRA, Maria Rosa Duarte; PALO, Maria José. Literatura Infantil: Voz de criança. 4. ed. São Paulo: Ática, 2006.

PALO, Maria José. Las edades de lectura: diálogo texto literário y texto imagen. Buenos Aires/Argentina, 2008.

HUNT, Peter. Crítica, teoria e literatura infantil. São Paulo: Cosac Naify, 2010.

 

  

3. LITERATURA E ENSINO

 Ementa

Concepções de literatura e ensino. Apreensão do literário: modelos redutores vs. crítico-criativos e suas repercussões na educação literária. O ensino da literatura no Ensino Fundamental. A literatura na construção de um sujeito agente de conhecimento. O professor de literatura no contexto sociocultural. Elaboração de projetos vinculados ao ensino da literatura no material didático e na prática docente.

 Referências

 CANDIDO, A. A literatura e a formação do homem. In: DANTAS, V. (Org.) Bibliografia Antonio Candido – textos de intervenção. São Paulo: Ed. 34, 2002.

BASTAZIN, Vera; FURTADO, Ana Maria Garzone. Literatura infantil e juvenil: Uma proposta interdisciplinar. São Paulo: Ed. Do Autor, 2007.

BARBOSA, João Alexandre. “Leitura, ensino e crítica da literatura” In: ____. A Biblioteca Imaginária. São Paulo: Ateliê, 1996.

BARTHES, Roland. A aula. Trad. e Posfácio de L. Perrone-Moisés. São Paulo: Cultrix, 1980.

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