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Bem Vindo, Hoje é sábado 18 de mai de 2013

Cinco Estados africanos fecham acordo para controlar fluxos de armas

Postado em

28/05/2012

 

Cartum - Os responsáveis da segurança de cinco Estados Africanos acordaram engajar-se para reforçar a sua cooperação com intuito de controlar os fluxos de armas ligeiros, no término de uma conferência em Cartum sob a égide das Nações Unidas, anunciou à AFP.

 

Os ministros do Interior e da segurança da Líbia, Tchad, Sudão e da República Centro-Africana, assim como um governador da província da República Democrática do Congo (RDC) acordaram estabilizar um organismo comum para conter a proliferação de armas ligeiras.

 

Esse acordo é parte de uma "cooperação reforçada e de esforços de coordenação para controlar a difusão, fluxo e a circulação ilegal" de armas dentro das fronteiras e além, indica uma declaração divulgado quarta-feira no término de dois dias de uma conferência.  

 

Por outro lado, apelaram aos seus governos para financiarem esse organismo e atrair os doadores locais e sector privado.

 

Para os ministros, a falta de controlo real de fronteiras contribuem, largamente, para a proliferação ilegal de armas, igualmente "agravada por conflitos políticos internos e pela pobre acentuada.

 

Quarta-feira, a ONU anunciou que as dezenas de milhares de pessoas tinham fugido dos combates, no início de Abril de 2012, entre o exército e os rebeldes na província de Norte-Kivu, a leste da República Democrática do Congo. Vários milhares delas estão refugiados no Rwanda no vizinho Uganda.

 

Em meados de Maio, o Egipto tinha anunciado que tinha apresado uma importante quantidade de armas, nomeadamente, foguetes, provenientes, provavelmente, da Líbia, onde a revolta popular transformou-se num conflito armado, no qual foi derrubado e assassinado o líder líbio Muammar Kadhafi.

 

O exército sudanês  é confrontado, há meses, com os movimentos insurgentes nos Estados de Kordofan-Sul e do Nilo Azul, enquanto a rebelião em Darfur continua activa, após 10 anos da sua explosão. 

 

Recentes combates na fronteira entre o Sudão e o Sudão do Sul fizeram temer uma nova guerra aberta.

 

Fonte: Angop

 

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