Grupo de Apoio ao Ensino de Sociologia

Coordenadores: Prof. Dr. Cesar Augusto de Carvalho; Prof Esp. César Luchiari Baraldi Júnior; Prof Antonio Roberto dos Reis; Profa Esp. Franciele Sussai Luz 

RESUMOS

(As ideias contidas em cada resumo, são de responsabilidade de seus respectivos autores)

TRABALHO: A AÇÃO DA IDEOLOGIA NAS PROPAGANDAS

Franciele Sussai Luz; Fernando Hideo Ito; Laise Martin Veiga

Gracyele Antunes Gonçalves; Lais Fernanda Machado

Gabriel Henrique Souza Cardoso

Contato: francielesussai@hotmail.com 

A presente comunicação tem por objetivo apresentar o trabalho desenvolvido na disciplina de sociologia pelos alunos do 1º ano do ensino médio do Colégio Estadual Dr.Gabriel Carneiro Martins, pensando as questões relativas às definições do conceito de ideologia e sua ação na propaganda. Neste trabalho objetivou-se perceber de que maneira houve a apreensão por parte dos alunos da ação e das conseqüências de mecanismos ideologizantes presentes nos meios de comunicação de massa. Especificamente, trabalhou-se neste o conceito de ideologia desenvolvido por Karl Marx e Frederich Engels na obra A ideologia Alemã, em suma, a idéia de falseamento da realidade, porém sem ignorar outras concepções do termo. Assim, a proposta se desenhou a partir das aulas teóricas sobre o tema, corroborando com a criação de uma propaganda comercial utilizando-se de mecanismos veiculadores de ideologia, e, pensando também nas implicações sociais deste tipo de manifestação. A partir da proposta, os alunos montaram um roteiro, explicitando a idéia em torno da criação de um produto, sua veiculação por meio televisivo e a recepção pelo consumidor que, diante de algo que o seduz, é impelido a adquirir a mercadoria. Para a criação da propaganda, utilizaram-se de recursos audiovisuais, além de instalações concedidas por comerciantes para sua filmagem. O trabalho finalizado foi apresentado à turma e consistiu em uma pequena edição contendo a propaganda do produto e a ação do consumidor em sua relação de satisfação, que se torna momentânea ao perceber que, sua tão cobiçada aquisição, já havia caído em desuso, ou estava “fora de moda”.

SOCIOLOGIA NO ENSINO MÉDIO E PRÁTICAS EXTRA-CLASSE: POTENCIALIDADES DE DESCONSTRUÇÃO DO COTIDIANO ESCOLAR. UM ESTUDO DE CASO DO GRUPO “A INFLUÊNCIA NA MÍDIA NA SOCIEDADE” DO PROJETO SOCIOLOGIA EM FOCO

Eduardo Rangel de Jesus

CONTATO: eduardodk6@hotmail.com 

O presente resumo de artigo se concebe em decorrência da experiência que ocorre na Escola Estadual “Profa. Adélia Dionísia Barbosa”, denominado “Projeto Sociologia em Foco”. O mesmo projeto se realiza de forma concomitante como prática à proposta da disciplina “Estágio Supervisionado II”, para a formação em licenciatura do curso de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Londrina. Esta pesquisa busca suscitar reflexão e diálogo crítico acerca da tradicional forma de atuação e transmissão do conhecimento que ocorre na instituição escolar, com seus moldes historicamente construídos em favor de uma concepção de homem a ser formado a partir de demandas sociais burguesas e relacioná-las com a atuação que ocorre no âmbito do “projeto sociologia em foco”, onde o estudo sociológico se dá em caráter extra-sala, no período de contra turno e o embasamento teórico é buscado e colocado em discussão por estagiários, ou seja, atua com um tipo de prática em que o processo educativo rompe com a lógica da transmissão tradicional das salas de aula que é descrita pelos autores usados como referências teóricas desse artigo como antidialogal, ou seja, implica numa relação vertical na qual o conhecimento é transmitido de cima para baixo, da direção do educador para o educando, e ainda, como conservadora e reprodutora passiva das desigualdades que marcam nosso tempo. E, por esta via, pretende-se demonstrar o quanto os alunos do projeto “sociologia em foco”, ao saírem do lugar comum cotidiano, a sala de aula, e vivenciado os problemas sociais de variadas formas, empíricas e teóricas, tem aumentado seus níveis de compreensão crítica sob a realidade social de uma maneira mais instigante a eles. Além disso, deve ser ressaltada, como um ponto importante nesta discussão, a estrutura física da escola, que também inibe os alunos de se manifestarem num ambiente naturalizado e coercitivo como a sala de aula. Parte-se do pressuposto de que a sociologia é a disciplina que tem o alcance mais competente sobre o pensar criticamente a realidade social e, somadas as potencialidades próprias dessa disciplina, com a forma de prática que ocorre no projeto citado, pretende-se demonstrar como este modelo de construção do conhecimento, mesmo estando em muitos momentos no interior dos muros da escola, foge da lógica estrutural dessa instituição tida como socializadora formal por excelência, e se faz uma potencial maneira de desconstrução do cotidiano escolar.

GINCANA CULTURAL: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA DE ENSINO

Ana Maria Chiarotti Almeida; Giovani Biancardi; Graziele Maria Freire

Marcos Flavio Sindici Sebastião; Nilva Giane Trajano Gonçalves

CONTATO: grazimfreire@hotmail.com 

O projeto LENPES propõe novas metodologias de ensino, a partir das quais são desenvolvidas ações e práticas que abordam a temática “Patrimônio e Memória Cultural”. Registram-se memórias coletivas e individuais, que institui a escola enquanto espaço de construção de identidades. Por meio do direito a memória os alunos e professores compreendem quais são os processos que indicam a superação das desigualdades. Neste contexto, desenvolveram-se atividades no Colégio Estadual Altair Mongruel/ Ortigueira- PR que envolveram toda a comunidade escolar. A escola foi transformada em espaço público estratégico da reconstituição do passado, na qual se estabelece um elo do presente com o passado possibilitando a construção de identidades coletivas.  As propostas de ensino e pesquisa desenvolvidas buscaram compreender os signos que geralmente acompanham as construções sociais (materiais e imateriais). Entre as atividades desenvolvidas podemos destacar a Gincana Cultural, realizada no dia 21 de maio de 2008, na qual foi adotada a sistemática em dividir a escola em quatro grandes equipes, compostas por alunos e professores. Cada equipe pesquisou e montou uma mostra fotográfica com as seguintes temáticas: “Memória da Escola”, “Memória do Trabalho”, “Memória do Patrimônio Cultural Urbano” e “Memória do Patrimônio Cultural Ambiental”. No dia 21 esses grupos organizaram quatro exposições com materiais, documentos e vídeos. No encerramento, houve uma apresentação de “hip-hop” em que as equipes apresentaram suas coreografias, ao som de música e letra composta sobre os temas pesquisados. Como um dos resultados da Gincana, destacamos à confecção do livro “A Estrada Boiadeira”, escrito pelo Professor Leniel Harison Mercer. Nesse livro, o professor narra à abertura de uma estrada na região de Ortigueira, conforme lembranças de sua família.

Palavras chave: Patrimônio e Memória Cultural; Identidades; Metodologia de Ensino. 

PROJETO LEAFRO: INTERVINDO NA REALIDADE ESCOLAR – ANÁLISES DAS AÇÕES EM PARCERIA COM O PROJETO SEMANA DE SOCIOLOGIA NA

REDE ESTADUAL DE ENSINO.

Alexsandro Eleotério P. de Souza; Diego Batista R. de Oliveira

CONTATO: leafro@googlegroups.com

Equipe: Profa. Dra. Maria Nilza da Silva; Profa. Doutoranda Carolina dos Santos Bezerra Perez; Profa. Ms. Nilda Rodrigues de Souza. Recém-formados: Maria Gisele de Alencar; José Francisco L. de Almeida; Mariana A. Laiola da Silva. Graduandos bolsistas: Ana Paula Bastos André; Alexsandro Eleotério P. de Souza; Diego Batista R. de Oliveira; Felipe Roberto Teruel G. Munhoz; Karina Yukari Yamanaka. Graduandos colaboradores: Ednaldo José do N. A. da Silva; Lais Celis Merissi; Larissa Mattos Diniz 

O Projeto Leafro em parceria com o Projeto Semana de Sociologia desenvolveu nos Colégios Profa. Maria do Rosário Castaldi (Londrina), Colégios Prof. Francisco Villanueva (Rolândia) e Olavo Bilac (Ibiporã) ciclos de palestras cujos objetivos foram problematizar a temática étnico - racial a partir de elementos sociológicos, políticos, históricos, econômicos e culturais. As palestras foram sistematizadas e organizadas nos seguintes tópicos: “O negro na mídia”, “Racismo, preconceito e discriminação”, “O negro no mercado de trabalho”, “Ações afirmativas e cotas”, “Lei 10639/03”, “Desigualdade racial”,” O Negro na Brasil”, “As Representações de um Imaginário Negro no Brasil”. A equipe do Projeto Leafro, de acordo com a lei 10.639/03 (Lei que torna obrigatório a inclusão no currículo escolar a história e cultura africana e afro-brasileira), buscou fomentar nos alunos negros e não-negros – sujeitos no processo de construção do conhecimento – e na equipe docente desses espaços: a conscientização da diversidade racial, étnica e cultural presente na realidade brasileira, assim como a valorização dessas diversidades; o desrecalcamento de um imaginário coletivo que inferioriza a ancestralidade africana; percepção das formas veladas de preconceito, racismo e discriminação que acometem a população negra nos meios de comunicação e no cotidiano em geral. A receptividade e também as resistências, por vezes encontradas no desenvolvimento das atividades, acerca do tema revelaram a importância e a necessidade de estabelecer – cada vez mais – diálogos com as instituições de ensino médio e profissionalizante, uma vez que, são espaços de construção de saberes e desenvolvimento humano.

Palavras chave: Lei 10.639/03, Desconstrução do Preconceito, Ensino Médio e Profissionalizante. 

SEMANA DE HUMANIDADES NA ESCOLA MARIA DO ROSARIO CASTALDI, TRES ANOS DE DEBATES

Leandro Selari

Vani Espírito Santo

CONTATO: leselari@hotmail.com 

Este artigo traz reflexões a respeito do impacto que o projeto da semana de humanidades vem causando na proposta educacional como um todo na Escola Maria do Rosário Castaldi, as conseqüências do desenvolvimento da proposta e seus resultados mais expressivos, bem como as possibilidades de multiplicação desse projeto e projetos semelhantes em diversas disciplinas como meio de buscar resultados qualitativos advindos da alteração da dinâmica cotidiana da escola no geral. Os resultados da pesquisa demonstram que apesar de limitadas as transformações são perceptíveis e positivas no que diz respeito a um avanço na qualidade do ensino como um todo, desde que ações de Participação, penetração e envolvimento, por parte dos diversos setores da sociedade, aconteçam e se multipliquem. 

Palavras chave: Castaldi, Humanidades, Sociologia, Licenciatura, Pedagogia, Educação. 

CIÊNCIAS SOCIAS NA ESCOLA: COMO SE DÁ A PRODUÇÃO DA SUBJETIVIDADE DOS ALUNOS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DA PERIFERIA DO ESTADO DE SÃO PAULO?

Rosângela Teixeira Gonçalves

Orientadora: Sueli Guadelupe de Lima Mendonça

CONTATO: rosebilac@hotmail.com

O trabalho apresentado, surge a partir do estágio realizado junto ao Núcleo de Ensino (NE) da Unesp, campus de Marilia. Partindo da perspectiva histórico-cultural de Vigotsky, as atividades colocadas em prática no projeto “Ciências Sociais na Escola”, ligado ao Núcleo de Ensino, visam criar as necessidades e a motivação, para que os alunos se apropriem do seu contexto, entendendo e “desnaturalizando” a escola na qual participam.    A escola estadual na qual as atividades estão se desenvolvendo fica localizada em um bairro da periferia da cidade. Os alunos que participam do projeto são do terceiro ano do ensino médio, tanto do período diurno como do noturno. Partindo de suas necessidades, os temas abordados ao longo dos encontros foram elencados por eles e eixos temáticos foram construídos sendo esses: orientação vocacional e mundo do trabalho, sentimento e sexualidade, preconceito, discriminação, respeito, drogas, violência e pichação, o que é ser jovem, família e relações sociais na escola pública. Desse modo, está sendo possível estabelecer um contato direto com a escola, professores, alunos, funcionários, fazendo com que ao longo do percurso surgissem dúvidas, anseios e novas questões a respeito da Instituição Escola. Com o estagio realizado junto ao Núcleo de Ensino (NE), uma importante questão tornou-se minha fonte de pesquisa individual. Como se dá a produção da subjetividade dos alunos de uma escola estadual da periferia do estado de São Paulo? Essa, não é só construída pela escola e na condição de aluno, mais enquanto sujeito de grupos sociais, como a igreja, o time de futebol, o trabalho, o namorado (a), a família, relações estas, que a escola enquanto Instituição fecha os olhos e as desconsidera. Fato esse, que ao ser trabalhado dá a possibilidade de uma educação mais real ligada ao cotidiano, experiências vividas atreladas aos conteúdos educativos podem ser um método para a educação sem sentido. O presente trabalho encontra-se em andamento, mais como resultados imediatos temos uma mudança na postura de cada jovem estudante na sala de aula com relação a própria atividade pedagógica, se colocando como sujeito ativo do processo de aprendizagem.

LABORATÓRIO ITINERANTE DE ENSINO DE SOCIOLOGIA: INSTALAÇÃO INTERATIVA

André de Oliveira; Josimar Priori; Laís Rafaela Fuzeto; Rafael Ribeiro
Mariana Amália de C. C. e Silva; Tiago Roberto Ramos;

Zuleika de Paula Bueno – Orientadora

CONTATO: josimarpriori@hotmail.com 

O Laboratório Itinerante de Ensino de Sociologia: Instalação Interativa (LIES) é uma proposta do departamento de Ciências sociais da Universidade Estadual de Maringá (UEM).O objetivo geral do projeto é pesquisar e elaborar formas plásticas, comunicativas e visuais que buscam criar um ambiente de estímulo e sensibilização para a imaginação científica, visando difundir o conhecimento sociológico. A proposta conta com o apoio financeiro do programa de extensão Universidade sem Fronteiras, da Secretaria de Estado da Ciência,Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI-PR) e integra o sub-programa de apoio às licenciaturas. Montado como um ambiente diferenciado no espaço escolar, a instalação tem por objetivo causar um impacto em seu público (professores, licenciandos e alunos) que contribua para a desnaturalização e o estranhamento deste espaço. Freqüentemente, as instalações combinam várias expressões artísticas (vídeos, sons, esculturas) compostas por diversos materiais organizados de forma a criar um ambiente onde os participantes são convidados a interagir, caminhar e experimentar sensações de choque, encantamento e reflexão sobre o cotidiano. Sem a pretensão de se constituir como uma obra de arte, o LIES tem caráter educativo e é concebido como um “dispositivo de curiosidade”, isto é, como um conjunto de objetos comunicacionais dotados de uma dimensão estética capaz de provocar uma experiência diferenciada de leitura dos textos sociológicos e, potencialmente, alterar as formas de se imaginar a vida social. Neste sentido, desenvolveram-se alguns materiais com caráter sociológico que possibilitam a aplicação prática das teorias sociológicas no estranhamento e compreensão do cotidiano. Ao todo elaboramos cinco oficinas, cada uma com um material impresso de apoio para os participantes, abordando os temas trabalhados nas atividades. As experiências dos laboratórios evidenciam a necessidade de explorar e inventar novas formas de ensino, associadas à pesquisa acadêmica e à divulgação científica da produção sociológica, envolvendo os profissionais das universidades, os licenciandos e os profissionais do Ensino Básico.

Palavras chave: Ensino, Sociologia, Imaginação. 

TEATRO DO OPRIMIDO NAS ESCOLAS E METODOLOGIA DA PROBLEMATIZAÇÃO: EM BUSCA DE INSTRUMENTALIZAÇÃO PARA UMA CONSCIENTIZAÇÃO POLÍTICA E EMANCIPAÇÃO HUMANA

Érica Martins

CONTATO: erica_martins1234@yahoo.com.br 

O objetivo deste artigo é delimitar uma perspectiva sociológica pautada, sobretudo, nas discussões sobre o resgate da consciência crítica e emancipação humana apresentados por Augusto Boal, Bertolt Brecht e Paulo Freire, que se encaixam dentro do projeto “Teatro e Transformação Social – Teatro do Oprimido nas Escolas”, criado e executado pela Fábrica de Teatro do Oprimido de Londrina. O conteúdo metodológico será o da Metodologia da Problematização que, por sua vez, corresponde às expectativas do projeto. Inicialmente serão expostos os pressupostos teóricos de Augusto Boal e Bertolt Brecht que sustentam as pesquisas e trajetórias dos integrantes da FTO na busca de um Teatro Político como instrumento de emancipação humana. Em seguida será explanado brevemente acerca da Fábrica de Teatro do Oprimido de Londrina (FTO) e de seu trabalho junto à comunidade londrinense. Posteriormente será feito um breve resgate acerca da Instituição Escolar no Brasil para que, em seguida, seja retratada a proposta da Metodologia da Problematização. Por último, haverá alguns apontamentos acerca da base teórica com a metodologia, que propõe uma prática transformadora e suas afinidades e importância junto ao trabalho que vem sendo desenvolvido.

Palavras-Chave: Teatro do Oprimido, Teatro Político, Metodologia da Problematização, Instituição Escolar. 

PROJETO DE SOCIOLOGIA NAS ESCOLAS DA REDE PÚBLICA

Romario de Assis Hipólito

Jose Henrique Bezerra Mantovani 

Helaine Christina Oliveira

Luana Da Silva Garcia  

CONTATO:  semanadesociologia_uel@yahoo.com.br 

O projeto visa estreitar as relações da Universidade com as escolas de Educação Básica, por meio da participação dos alunos de graduação, especificamente os licenciandos de Ciências Sociais da UEL, em eventos de extensão que ocorrerão nas próprias instituições de ensino, inseridas no NRE/Londrina. A proposta será direcionada a incentivar e assessorar a organização de Semanas de Sociologia nas escolas da rede pública como o intuito de auxiliar o trabalho dos professores do Ensino Médio, convidando profissionais da área de Ciências Sociais para ministrarem oficinas, palestras, análise de filmes, dinâmicas e/ou outras atividades correlatas, que possam complementar e enriquecer o que já vem sendo desenvolvido pelos professores de Sociologia nos referidos colégios. O projeto pretende ainda propiciar mais debates com os licenciandos de Ciências Sociais e tais professores, na redefinição de olhares e intervenções didáticas, no trabalho com jovens e adolescentes, através da referida disciplina. Assim projetamos por entender que essas experiências podem ser pensadas como uma alternativa de trabalho para a diversificação didática do ensino de Sociologia no cotidiano escolar. No final de cada semestre os alunos e os professores das escolas inseridas no projeto serão convidados a avaliarem os resultados de tais ações, dando sugestões de prosseguimento aos trabalhos da equipe. 

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