Grupo de Apoio ao Ensino de Sociologia

 

Coordenadores: Profa Ms. Angélica Lyra de Araújo; Prof. Mestrando Gonçalo José Machado Júnior; Profa. Dra. Marivania Conceição Araújo (UEM); Prof. Ms. Marcelo Caetano Cernev.

RESUMOS

(As ideias contidas em cada resumo, são de responsabilidade de seus respectivos autores)

CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE DOCENTES, FUNCIONARIOS, ALUNOS E PAIS DO COLÉGIO ESTADUAL ALTAIR MONGRUEL

Claudia Costa Cabral; Andréia Maria Cavaminami Lugle;

Tereza Banach de Goes; Luciane Regina Valenga

Angela Maria de Sousa Lima

Contato: lenpes@googlegroups.com 

Por meio deste resumo, temos a intenção de divulgar o trabalho de formação continuada de Docentes, Funcionários, alunos e Pais, desenvolvido pelo Colégio Estadual  Altair Mongruel, do município de Ortigueira - Pr, em parceria com o  projeto LENPES – Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão de Sociologia, do programa Universidade Sem Fronteiras (SETI/PR). O curso ocorreu de 18 de abril a 30 de maio de 2009, totalizando 150 horas-aula de formação e atualização para os participantes e contou com o apoio dos professores do Departamento de Ciências Sociais e do Departamento de Educação da Universidade Estadual de Londrina. Foram objetivos desse trabalho: a)-  Promover uma integração maior entre a Universidade e o ensino de educação básica da rede estadual do município de Ortigueira, por meio da assessoria pedagógica do LENPES (Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão do Departamento de Ciências Sociais); b)- Desenvolver atividades de ação continuada para professores, na atualização dos conteúdos de interesse desses profissionais; c)- Propiciar aos estudantes situações diferenciadas de ensino nas diferentes disicplinas ministradas na escola; d)-proporcionar aos professores o conhecimento de diferentes materiais de apoio ao ensino das diferentes disciplinas ministradas na segunda etapa do ensino fundamental e no ensino médio, consolidando o desenvolvimento de materiais pedagógicos que enriqueçam a prática docente; e)-Constituir um espaço de vivência e de fomentação de novas práticas de ensino entre professores dos níveis médio e superior. f)- Promover o encontro entre a realidade dos alunos e dos professores do ensino superior com a realidade dos alunos e dos professores do ensino fundamental e médio. g) Proporcionar aos alunos de ensino fundamental, médio e médio profissionalizante  a desenvolver uma perspectiva mais crítica e cidadã acerca da vida social. Particparam como ministrantes de cursos, os professores: Vera Lucia Bahl Oliveira, com o tema: Oficina de Ciências; Vladmir Moreira, com o tema: Oficina de Português; Sandra R. Ferreira De Oliveira, com o tema: Oficina de História; Vergílio Bernardino, com o tema: Oficina de Geografia; Monica F. Da Silva, com o tema: Oficina de Matemática; Denise I. B. Grassano Ortenzi, com o tema: Oficina de Inglês; Renan Dos Santos Silva, com o tema: Oficina de Artes; Orlando Mendes Fogaça (na qualidade de Palestrante), com o tema: Oficina de Educação Física; Martha Aparecida Santana  Marcondes, com o tema: Praticas Avaliativas e Metodologias; Joe Garcia            Na, com o tema: Indisciplina e Metodologias. Os professores, gestores, pais e alunos gostaram muito da atividade, teceram muitos elogios em relação à mairoia dos trabalhos desenvolvidos. Entendemos que o evento trouxe muitas contribuições para a o enriquecimento pedagógico e epistemológico dos participantes.

Palavras chave: formação continuada; Colégio Altair Mongruel; LENPES.

JUVENTUDE: ENCONTROS E DESENCONTROS

Angélica Lyra de Araujo

Contato: lyradearaujo@yahoo.com.br

Este artigo apresenta um levantamento histórico acerca da juventude, contextualizando a formação política, na qual está inserida. Destacamos a importância da socialização política, a partir da dimensão de que a política se liga ao fenômeno cultural no que se refere à sua aprendizagem, conservação e mudança, o que pode interferir diretamente na sua atuação política. Para entender melhor este debate faremos uso do conceito de capital social, que pode ser compreendido como aquela realidade em que os indivíduos trabalham cooperando entre si, partindo do pressuposto da busca do bem comum e da confiança recíproca. São atitudes que gerariam um melhor desempenho político e econômico de toda a sociedade, tendo em vista o surgimento de uma cultura participativa. Através de uma abordagem probabilística por conglomerados que abrange toda a cidade de Londrina, envolvendo num total de 270 jovens estudantes de 16 e 17 anos, destacamos o grau de interesse da participação política destes jovens. Notamos o descrédito em relação às instituições públicas e o desinteresse em participar da política, que por sua vez, interfere decisivamente na construção da democracia brasileira. Por um outro lado, os dados nos relevam que em número menor existe jovens que estão buscando alternativas de participação na sociedade, isto é, por meio de projetos sócio-culturais distantes da esfera pública, da política convencional.

Desse modo, é possível refletir os porquês e quais os possíveis caminhos que podemos percorrer para compreender os encontros e desencontros do ser jovem nos dias de hoje.

Palavras chave: juventude, socialização política, participação política, capital social.

AS RELAÇÕES RACIAIS NA PERSPECTIVA DE UM GUERREIRO DA SOCIOLOGIA PROPOSITIVA

Maria Gisele de Alencar

Contato: gisele.alencar@hotmail.com

Os estudos que resultaram no trabalho As relações raciais na perspectiva de um Guerreiro da Sociologia Propositiva pretenderam dialogar com o pensamento do polêmico sociólogo Alberto Guerreiro Ramos, um dos fundadores das Ciências Sociais brasileira. Este intelectual desenvolveu reflexões singulares acerca da sociedade brasileira, cujas análises foram desenvolvidas a luz das demandas sociais de um período muito significativo para a realidade brasileira, do final da década de 1940 até início da década de 1960: o processo de industrialização, o processo de urbanização, as questões relacionadas ao subdesenvolvimento e desenvolvimento, a administração pública, o papel da sociologia, o posicionamento do sociólogo frente à realidade vivida e as relações raciais. A  pesquisa se realizou a partir das reflexões e criticas do autor, sobre as condições de vida da população negra e, de como a ciência social brasileira apreendeu essa realidade, ora por uma perspectiva estática, ora por uma perspectiva dinâmica do ponto de vista das relações sociais. Ao longo desse estudo serão abordados conceitos fundamentais para a sociologia, assim como para a ciência em geral, que fomentam desde o início de seu desenvolvimento debates teóricos significativos.

Palavras Chave: Sociologia do desrecalcamento, relações raciais, mudança social.

A RELAÇÃO PROFESSOR/ALUNO NO ENSINO MÉDIO

Luiz Ernesto Guimarães

Contato: pr.ernesto@gmail.com

  

O presente artigo tem como objetivo a pesquisa da relação entre professor-aluno no Ensino Médio e os desdobramentos que surgem neste convívio que se dá especificamente na instituição escolar. No processo de aprendizagem é inevitável o contato entre professor e aluno. Partindo desse princípio é que foi feita esta pesquisa, buscando compreender a relação professor-aluno nos dias atuais, além de apontar alguns caminhos para que este contato aconteça de forma mais saudável. Como aluno da habilitação em Licenciatura do curso de graduação em Ciências Sociais, estagiei no Instituto de Educação Estadual de Londrina (IEEL) durante todo o ano letivo de 2009, na turma 2º G, no turno da manhã. Assim, a pesquisa teve como propósito compreender a relação professor-aluno, utilizando as observações feitas em sala de aula no decorrer do estágio, além de consultas feitas em fontes bibliográficas – em livros e artigos acadêmicos obtidos em sítios da Internet. Para melhor compreensão do tema, foi aplicado um questionário fechado para 24 alunos dessa classe e realizada uma entrevista com questões semi-estruturadas com o professor César Baraldi (professor de Sociologia do IEEL). O artigo inicia abordando o papel do educador em sala de aula, com algumas alternativas que podem ser tomadas para haver maior êxito no cumprimento de seu papel. No segundo aspecto analisa-se a identidade do aluno hoje, início do século XXI, destacando especialmente as recentes mudanças na família brasileira, assim como também algumas questões políticas que, direta ou indiretamente, colaboram na formação da identidade do estudante hoje. Em terceiro lugar é abordada a relação educador/educando, destacando a necessidade de se valorizar o indivíduo, seja ele o professor ou o aluno. Concluindo o artigo, é estudada a indisciplina em sala de aula, procurando abstrair suas possíveis causas e conseqüências que surgem decorrentes dela, entendendo que nem sempre a culpa deve ser atribuída ao aluno, à escola, ou ao professor. Assim, foi feito um entrelaçamento entre instituições a fim de compreender a indisciplina que é manifesta no ambiente escolar, podendo até mesmo encontrar nela uma forma de luta pelo poder.

Palavras chave: Sociologia; Educação; Ensino Médio.

AS FORMAS DE CONTRATAÇÃO FLEXÍVEIS E A SÍNDROME DE BURNOUT: UM ESTUDO DE CASO EM LONDRINA-PR.

André Furtado Lima

Contato: andrefocahc@hotmail.com

A pesquisa pretende discutir as chamadas “formas de contratação flexível”, historicamente situadas sob a égide da organização capitalista toyotista, especificamente no que tange ao trabalho docente.  Nesse sentido, pretende-se analisar as possíveis relações entre estas formas de contratação e a Síndrome de Burnout, “um tipo de estresse de caráter persistente vinculado a situações de trabalho, resultante da constante e repetitiva pressão emocional associada com intenso envolvimento com pessoas por longos períodos de tempo”.(CARLOTTO, 2002) A pesquisa tem como foco a forma utilizada em Londrina-PR para a contratação de professores temporários da rede pública de ensino: o Processo Seletivo Simplificado (PSS). O artigo desenvolve os conceitos de proletarização e desqualificação do profissional da educação, concebendo que apenas o primeiro termo é insuficiente para apreender a relação entre a síndrome de burnout e o trabalho docente, sendo necessário evidenciar que os conflitos e indefinições em relação à esta profissão estão relacionados à perda da autonomia e do sentido do ato de ensinar. O projeto também conta com o desenvolvimento de pesquisa quantitativa e qualitativa, com o objetivo de trazer à tona a existência de sintomas relacionados ao burnout.

Palavras chave: educação e trabalho; toyotismo; burnout; proletarização.

METODOLOGIA DE PESQUISA: SUA RELEVÂNCIA PARA A FORMAÇÃO DOCENTE

Andreia Maria Cavaminami Lugle

Angela Maria de Sousa Lima

Contato: andreiamlugle@yahoo.com.br

O objetivo central deste artigo visa ressaltar a importância da metodologia de pesquisa no âmbito escolar, em especial na formação docente dos alunos de Ciências Sociais. Partimos do pressuposto de que a pesquisa é o princípio da educação, como aponta Pedro Demo (1998). Desta forma, consideramos essencial o trabalho com a pesquisa na formação dos estagiários. Defendemos que a prática de ensino na licenciatura em Ciências Sociais precisa buscar a concretização do que Selma Garrido Pimenta (2004) chama de “estágio com pesquisa e pesquisa no estágio”. Formar o professor pesquisador e mediador dos conhecimentos, que cria projetos, estranha a realidade escolar, problematiza as diferentes situações de ensino e busque soluções para os desafios encontrados no cotidiano da escola, é uma das funções do profissional que orienta os estágios supervisionados na academia. Para tal reflexão utilizamos autores como Zeichner (1998), Duarte (1998), Charlot (2000), Giroux (1997), dentre outros. Neste trabalho acentuamos ainda a importância de formarmos, neste curso, um educador investigador, que consiga avaliar constantemente sua própria atuação, planejar sistematicamente suas ações educativas e repensar sua própria prática na escola, enquanto atividade de ensino e de pesquisa. As concepções de pesquisa participante e de pesquisa ação são defendidas neste debate como aquelas que melhor se aplicam aos objetivos propostos. Interligada à concepção de pesquisa, defendemos a didática para a Pedagogia Histórica crítica (Saviani e Gasparin) como um dos caminhos que podem nos auxiliar a desenvolver aulas e outras atividades de intervenção na escola, de maneira que os alunos, tanto da graduação como das escolas parceiras, sejam percebidos e valorizados como sujeitos históricos, sociais, políticos e culturais atuantes. Freire (1999) retrata que o professor pesquisador para constar, constatando, intervêm em suas práticas educativas, intervindo educa seus alunos e educa a si próprio. Baseadas nesta afirmação, queremos mostrar a relevância da pesquisa participante e da pesquisa ação na prática de ensino, como processos que uma vez interligados, podem colaborar, de forma decisiva, na formação profissional dos graduandos em Ciências Sociais. Entendemos que estes requisitos, de uma forma ou de outra, colaboram para o processo de construção permanente de uma sociedade mais democrática e mais humanizadora, assim como de uma escola mais democrática e de professores mais comprometidos com estas finalidades.

BREVE ANÁLISE SOBRE AS EXIGÊNCIAS NEOLIBERAIS NA FORMAÇÃO DOCENTE

Paulo Emilio Santana Santana

Contato: prpauloemilio@hotmail.com

A compreensão das novas exigências que atualmente são feitas aos trabalhadores no âmbito do capitalismo, e de maneira específica, àqueles que trabalham em educação, faz-se extremamente necessária no sentido de provocar nos educadores a discussão e a conscientização sobre como tais exigências têm se constituído num ataque neoliberal à escola pública e, prioritariamente, uma profunda descaracterização do trabalho do professor. O presente artigo procura estabelecer as relações educacionais e políticas entre os fundamentos teóricos exalados no Relatório para a Unesco da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI, do qual o educador francês, Jacques Delors, é relator, com as novas competências exigidas pelo mercado neoliberal aos trabalhadores em termos gerais, e de maneira específica, aos educadores. Os autores analisam de maneira crítica os aspectos filosóficos que dão o fundamento necessário para que sejam exigidas dos trabalhadores as novas competências paradigmáticas do mercado neoliberal. Nessa perspectiva, os articulistas procuram estabelecer as contradições políticas e educacionais presentes em dois elementos que perpassam filosoficamente todo o Relatório Delors, a saber: a competência do “aprender a aprender” e a competência do “aprendizado ao longo de toda a vida”. Entendem que as exigências feitas pelas novas competências do capitalismo neoliberal sobre os trabalhadores e educadores fazem parte do processo ideológico de reestruturação do sistema capitalista, orientando as cartilhas educacionais dos países periféricos do capitalismo mundial. Ao final, defendem que cabe aos educadores a postura política em torno da função precípua da escola como lugar de transmissão objetiva dos conteúdos históricos, científicos e necessários àqueles que socialmente mais necessitam da escola.

Palavras-Chave: Exigências Neoliberais; Novas Competências; Formação Docente

RELAÇÕES ESCOLARES DESIGUAIS E O PROFESSOR DE SOCIOLOGIA

Priscila Fernanda da Costa Garcia

Vivianne Oliveira Rodrigues

Contato: priscilammph@yahoo.com.br

A escola é um espaço heterogêneo e de trocas de experiências, principalmente para os alunos. Embora esta tenha perdido seu monopólio socializante nas últimas décadas, é nela que os jovens passam a maior parte do tempo, aprendendo matemática e português, bem como outras matérias normais, que conforme a LDB e as demandas do sistema capitalista neoliberal de mercado, são transmitidas aos alunos com o objetivo de posteriormente torná-los pessoas flexíveis, comunicativas, e com conhecimentos necessários para conseguir seu espaço no mercado de trabalho e na sociedade. Os professores muitas vezes para cumprir os prazos das avaliações não possuem disponibilidade para trazer ao aluno a vontade de participar e a percepção da importância de sua disciplina. A “imaginação sociológica” parece não ser construída em tão pouco tempo. A proposta de inserir o aluno na sociedade, aproximando-o do mundo do trabalho e da cidadania parece interessante. Contudo esta mesma proposta entra em crise com outro ponto da LDB e é o que mais chama a atenção, a formação de cidadãos críticos e com autonomia intelectual. Percebe-se que isto não ocorre dentro das escolas, e não somente pela grande curricular, pois mesmo com a obrigatoriedade do ensino de filosofia e sociologia, o espaço da escola se limita muito com relação a expansão do senso critico e autonomia. A limitação escolar para formação destes novos cidadãos críticos, autônomos, com conhecimentos dos princípios técnico-científicos não se encontra só na estrutura física e financeira das instituições, mas está presente em situações mais sutis, que vão da uniformização à hierarquia meritocrática interna das próprias instituições, que são em muitos casos medidas pela vestimenta, formas de falar e agir, deslegitimando as diversidades internas da instituição, inserindo uma lógica hierárquica. Analisando as relações escolares vislumbra-se que o ensino de sociologia fica impossibilitado de avançar dentro das escolas, pois lhe é conferido o caráter de formação de senso critico e análise social, elementos que dentro de muitas instituições escolares são sufocados pela forma de funcionamento e relações.

Palavras chaves: desigualdade; escola; formação

REFLEXÕES À CERCA DO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA DE SOCIOLOGIA NO ENSINO MÉDIO.

André Hernandes Gorini

Contato: andrehg7@hotmail.com

Abordo aqui reflexões à cerca do exercício da docência de sociologia no Ensino Médio brasileiro nos dias atuais de forma a iniciar a responder questionamentos sobre a importância da sociologia e otimização/ instrumentalização de artífices que auxiliam no processo educacional. O exercício da docência em sociologia no ensino médio tem o dever, segundo Pereira, de auxiliar o aluno a realizar uma ruptura com a realidade, de forma que entenda a sociedade sem a ilusão da transparência, o que significaria evitar explicar a vida social pela concepção que fazem aqueles que dela participam, compreender a realidade de uma forma mais critica/lógica/racional.Tal tarefa se torna possível, segundo Piconez, somente se houvesse uma ruptura para com a dissociação entre o ensino e a realidade, existente na pratica da docência, o que se torna possível através da sincronização entre a aplicação da carga teórica e pratica da docência, através da adaptação das linguagens de forma que a compreensão/ apreensão do conhecimento pelo aluno seja facilitada.Uma sugestão da OCEM de 2008 seria a otimização e instrumentalização de artífices: seminários; filmes/documentários; fotos/imagens; charges/cartuns/ tiras; textos jornais; aulas fora da sala de aula, dentre outros, que deteriam maior atenção para si, auxiliando assim na dinamização do processo de aprendizagem. A necessidade de assimilar os conteúdos das ciências sociais à realidade dos alunos no exercício da docência, à fim de, não só, dinamizar o processo de aprendizagem como também auxiliar o aluno a realizar tal ruptura com a realidade, que resultaria no surgimento de um aluno e/ou cidadão mais critico é precisa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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