Grupo de Apoio ao Ensino de Sociologia

Coordenadores: Profa. Dra. Maria José de Rezende; Profa Dra. Silvana Aparecida Mariano; Profa. Dra. Sueli Martins; Prof. Esp. Tiaraju Dal Pozzo Pez

RESUMOS

(As ideias contidas em cada resumo, são de responsabilidade de seus respectivos autores)

JUVENTUDE? QUE SEJA INFINITO ENQUANTO DURE.

Sasuke Zordik; Douglas Mesquita; Barbara Angelica Colono.

Contato: quem_sabe_a_verdade@hotmail.com  

Já estamos cansados daquele velho discurso de que os jovens de hoje em dia são alienados, despreocupados, que não sabem de nada, que são inseguros e frágeis. Surpreende-nos que tal discurso venha daqueles que um dia já foram jovens assim como nós e lutam pelas mesmas causas, sonharam os mesmos sonhos, idolatraram os mesmos heróis. Será que todos esses ideais envelheceram como seus corpos? Ou simplesmente se deixaram corromper pelos sentimentos individualistas? Pois agora os interesses pessoais se tornam prioritários; lutar pelo todo, tentar mudar o mundo já não tem mais sentido.E agora vocês nos vêm dizer que os despreocupados somos nós; apenas não nos preocupamos com aquilo que é preocupante para vocês – seus problemas pessoais – o que nos preocupa são os problemas universais.Há mais jovens engajados em projetos sociais do que muitos partidos políticos e “a única coisa que prometem é nunca mudarem depois de crescer”, como disse Sonia Francine em uma de suas teses sobre a juventude. Os adolescentes estão envolvidos em ações que tentam melhorar a vida em sociedade, seja através da cultura, das ONGs, nas escolas, nas ruas. Podemos citar como exemplo a ONG Ama Surf, de Minas Gerais, que luta para conservar o meio ambiente, os movimentos artísticos como o teatro, a música, a dança, a poesia, os grêmios estudantis que têm tido cada vez mais voz ativa dentro dos colégios.Há sim jovens alienados, assim como sempre houve, mas talvez essa alienação não seja uma escolha própria e sim porque são levados a esse estado, ou seja, a sociedade cria meios que manipulam e coisificam os mancebos, através de novelinhas maniqueístas; o sistema capitalista ilude e os faz crer que o mundo é justo, pois quando o individuo consome um produto, ele se rende aos caprichos do capitalismo, pois se sente completo e se esquece das desigualdades que tal sistema causa e muitas vezes transforma os ideais juvenis em mercadoria.Para John F. Kennedy, "A rebeldia nos jovens não é um crime. Pelo contrário: é o fogo da alma que se recusa a conformar-se, que está insatisfeito com o status quo, que proclama querer mudar o mundo e está frustrado por não saber como". Aquilo que pela maior parte dos adultos é visto como crime, para os adolescentes é o inconformismo com toda e qualquer forma de opressão, desigualdade e injustiça, essa inconformidade é como um fogo que queima dentro de cada um e que deve ser direcionado e não simplesmente criticado, vilipendiado, incompreendido e descartado. Nossos jovens precisam de atenção e eles clamam por isso a cada segundo, mas vocês estão ocupados demais com seus problemas medíocres para dar um pouco de atenção a eles.

Palavras-chave: juventude; alienação; descaso social.

 

TRANSPONDO MUROS: O QUE PENSAM OS ALUNOS DO COLÉGIO ADÉLIA DIONÍSIA BARBOSA SOBRE A VIOLÊNCIA SIMBÓLICA

Natália de Andrade  Tucunduva

Contato: natyeu@hotmail.com 

O presente artigo busca tratar sobre a teoria da violência simbólica relacionada ao ambiente escolar tendo como foco de análise o colégio estadual “Adélia Dionisia Barbosa” (Londrina-PR), onde é realizado o projeto “sociologia em foco” que discute com alunos do ensino médio algumas temáticas das ciências sociais sendo a violência simbólica uma destas.Com isso, como ponto de partida procuro mostrar um panorama geral sobre a teoria feita por Michael Foucault em sua obra “Vigiar e Punir” em que o autor faz uma análise comparativa entre os quartéis, escolas, conventos e presídios no intuito de demonstrar que os aparelhos vigilantes são os mesmos nestes locais e servem com a mesma intenção de domesticar o pensamento e a ação dos sujeitos. Na escola, por exemplo, diz que poder e saber são como dois lados de uma mesma moeda, sendo que as relações de poder produzem saber.Também será utilizada a discussão de Pierre Bourdieu acerca da violência simbólica no intuito de explicar esta por meio da ação pedagógica que, segundo o autor, é responsável pela reprodução e interiorização da cultura dominante dentro da instituição escolar.A violência simbólica é toda manifestação de violência velada, aquela que não é praticada fisicamente, é a violência que a escola exerce sobre o aluno quando o anula da capacidade de pensar e o torna um ser capaz somente de reproduzir. Ela é imposta de forma legítima pela classe dominante na medida em que os dominados a naturalizam a ponto de não perceberem-se enquanto vítimas deste processo, ou seja, é uma violência consentida. Logo, a partir da leitura e compreensão da teoria dos autores foi realizada uma pesquisa empírica por meio de entrevistas com os alunos participantes do projeto “sociologia em foco” no colégio “Adélia Dionísia Barbosa” para compreender como a violência simbólica está estabelecida na escola e qual a percepção dos alunos a respeito desta. Sendo assim, discorro sobre a experiência do trabalho realizado no projeto a fim de elucidar uma maneira possível de desvelar e criticar junto aos alunos questões sociais e cotidianas como a violência e suas formas de manifestação. 

A CONSTRUÇÃO DE TRIBOS URBANAS ATRAVÉS DO CONCEITO DE TIPO- IDEAL: O CONSUMO COMO POSSIBILIDADE DE SER

Rafael Ribeiro

Laís Rafaela Fuzeto

Contato:  laisrafaela.f@gmail.com 

A oficina A Construção de Tribos Urbanas através do conceito de Tipo - Ideal: o consumo como possibilidade de ser está inserida no projeto de extensão intitulado Laboratório Itinerante de Ensino de Sociologia: Instalação Interativa (LIES), desenvolvido pelo departamento de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Maringá. O objetivo do LIES é elaborar formas lúdicas que estimulem o desenvolvimento da imaginação científica, visando à difusão do conhecimento sociológico. Seguindo esse objetivo, a produção de oficinas foi adotada dentro do projeto como sendo uma forma dinâmica de apropriação e leitura dos textos sociológicos. A oficina aqui proposta busca trabalhar de forma lúdica e dinâmica um conceito muito utilizado no âmbito das Ciências Sociais, o “tipo-ideal” proposto por Max Weber. Para isso, faz-se necessário lançar mão de um tema próximo à realidade juvenil, visto que o LIES compreenderá o ensino fundamental e médio. Adotamos, então, a temática “tribos urbanas como pano de fundo, por ser um tema afim do universo juvenil, que envolve a maneira como os jovens se expressam, criam vínculos, constroem suas identidades e a realidade à sua volta. Porém o tipo-ideal é apenas um método de estudo, uma construção que por si só não explica nada, pelo contrário, permite a análise do objeto estudado para, a partir daí, chegar a uma conclusão sociológica. Assim, os tipos-ideais servirão como um “guia” para uma posterior análise de um fato recorrente no mundo das tribos urbanas: o consumo como possibilidade de ser, como um processo essencial na construção de identidades e interações. Espera-se que a oficina seja utilizada como método alternativo para o ensino de sociologia no ensino médio, pois o LIES não trabalha para suprir o ensino sociológico de salas de aula, pelo contrário, ele tem como intuito auxiliar o ensino, não o substituindo nunca.

Palavras – Chave: Sociologia, Tribos Urbanas, Tipo-Ideal.

JUVENTUDE, TRABALHO E A CONSTRUÇÃO DA EDUCAÇÃO NA FORMAÇÃO DE JOVENS INSERIDOS NO ENSINO MÉDIO.

Karina Yukari Yamanaka

Contato: karinayamanaka85@hotmail.com 

Este trabalho propõe uma reflexão sobre juventude, trabalho e a construção da educação na formação de jovens inseridos no Ensino Médio. Partimos do pressuposto de que a educação não tem preparado suficientemente os jovens para o mercado de trabalho e para a vida, ou seja, para compreender a realidade econômica, política e social. O artigo busca desnaturalizar a idéia de que, “quem não consegue trabalho” ou “quem está inserido precariamente no trabalho”, é responsável pela situação em que se encontra.Através da observação do estágio realizado na escola, pude me defrontar com uma pergunta muito recorrente que “estudo não garante emprego, então para que estudar?” A discussão do artigo buscou verificar de onde vem a idéia que a educação impulsionaria os indivíduos a ascensão social e o desenvolvimento econômico.A teoria do Capital Humano, entende que os investimentos retornam em lucros, tanto para a sociedade com crescimento econômico, como também para os indivíduos, pelo aumento no salário decorrente da capacitação da mão-de-obra. Porém na realidade social, será que a educação sozinha pode resolver os problemas enfrentados na realidade?O objetivo desse artigo é repensar a juventude que fica excluída do mercado de trabalho e seu impacto social. Atualmente os problemas enfrentados por essa mesma juventude ficam condicionados ao pensamento conhecido como Liberalismo, do Estado Mínimo, do individualismo, da competição desigual e também das exigências dos novos processos produtivos.  O artigo trabalha com as influências políticas que chegam ao campo da educação e as dificuldades da nova demanda de alunos inseridos pós 1990 que precisam se adaptar as novas políticas educacionais. A legitimação do neoliberalismo pode significar uma “violência simbólica” na medida em que naturaliza a competição, como se esta se desse entre iguais, partindo do pressuposto de que os saberes e as formas de socialização dos grupos de classes sociais não são diferentes e nem suas necessidades. A estrutura do ensino que parte desse pressuposto distancia os alunos que não podem competir igualmente e que não se adéquam. A inserção do país de forma prematura no mercado internacional e seus impactos nas políticas educacionais no Brasil, aliada a reestruturação produtiva e as influências políticas pós 1990, dão origem a Lei de Diretrizes e Bases(LDB) de 1996 e reproduzem as desigualdades dentro das instituições escolares que se pautam nesses pressupostos.

Palavras chaves: educação, mercado de trabalho, juventude

 

O ENSINO INTEGRADO E A FORMAÇÃO PARA O MERCADO DE TRABALHO

Adriana Cristina Borges

Contato:drica_cristina82@yahoo.com.br

O objetivo deste trabalho é discorrer sobre as características do Ensino Integrado da Rede Pública de Educação. Isto é, como se desenvolve este tipo de ensino no que diz respeito a seus dois objetivos principais, sejam a formação para a cidadania e/ou a preparação para o mercado de trabalho. A pergunta que se pretende colocar em discussão se faz em relação a se realmente existe um alcance dessa finalidade por meio da educação pública, ou seja, os jovens desse nível de ensino conseguem uma inserção no mercado de trabalho após sua formação? E no quesito continuação do processo de formação básica de nível superior, esses alunos pretendem prestar vestibular na área da formação profissional que estão recebendo? Por meio de uma pesquisa realizada com os alunos do 4º ano Integrado do Técnico em Meio Ambiente do Colégio Estadual Albino Feijó Sanches e das discussões presentes no meio acadêmico e científico que se faz em relação à educação, pretende-se discutir as reais configurações deste tipo de formação, bem como a expectativas destes jovens para com o mercado de trabalho.

Palavras chave: educação; juventude; ensino integrado; trabalho; cidadania.

 

A INTER-RELAÇÃO DA CONSTRUÇÃO IDENTITÁRIA / ESCOLA NA JUVENTUDE: UMA PERSPECTIVA A PARTIR DO COLÉGIO ESTADUAL VICENTE RIJO – LONDRINA/PR.

 Adriely Martini de Oliveira 

Contato: adrielymartini@hotmail.com 

A realização desse trabalho se constitui como parte integrante para a conclusão do curso de Ciências Sociais com Habilitação em Licenciatura, da Universidade Estadual de Londrina, que junto à disciplina Estágio Supervisionado I e II, propõe compreender a construção identitária dos alunos (adolescentes e jovens) e o papel da escola diante de tal construção. Para tanto, por meio de aulas de Sociologia e debates a respeito da temática: construção e transformação da identidade, juventude e escola – realizada em várias turmas do 3º ano do Ensino Médio do Colégio Estadual Professor Vicente Rijo, foi possível levantar variáveis como a influência do mercado de consumo e a influência do âmbito familiar enquanto objetos secundários na análise, que constituem um passo fundamental para o entendimento das construções identitárias dos jovens. Esse contexto, influente e múltiplo na vida cotidiana do jovem, pode ser observado no âmbito escolar, por meio da vivência com os alunos proporcionada pela disciplina de Estágio, permitindo entender, em parte, a relação da construção de identidade do aluno. Com isso, o objetivo central da análise se pauta na questão da identidade e juventude, com o intuito de apreender a relação identidade/aluno/escola e analisar os questionamentos que a disciplina de Sociologia propõe a respeito do processo identitário, ou seja, demonstrar aos alunos a construção sócio-cultural intrínseca a esse processo, possibilitando a eles um olhar crítico a cerca de sua realidade.

Palavras chave: identidade, juventude, escola

 

NARRATIVAS MIDIÁTICAS E IDENTIDADES JUVENIS

Franciele Alves da Silva

Contato: fran_alves14@yahoo.com.br 

Os indivíduos têm um modo peculiar de compreender, agir e relacionar-se com o mundo à sua volta. É a cultura que fornece essas características peculiares, constituindo o modo como os homens interagem, se organizam e criam sentido para as ações que realizam. A cultura, portanto, é o que caracteriza o mundo humano: são as idéias, a produção dessas idéias, conceitos, valores, símbolos, hábitos, atitudes, habilidades e os sentidos para se realizá-las. Nas diferentes sociedades e épocas os homens elaboraram e elaboram sua cultura, bem como os meios para transmiti-la aos membros do seu grupo, sob a forma de conhecimentos, experiências, tradições, etc. As transformações que ocorreram na sociedade ocidental desde a consolidação do sistema capitalista desenvolveram diferentes modos de se elaborar, apreender e transmitir a cultura. Uma das características mais marcantes da sociedade contemporânea é a influencia do amplo e contínuo desenvolvimento tecnológico nas diversas esferas sociais, inclusive na cultura. Para o historiador Eric Hobsbawn (1995), em A era dos extremos, o século XX pode ser considerado um período de profundas transformações globais, no qual se destaca, principalmente, a dissolução da memória histórica, ou seja, os indivíduos não ligam suas experiências ao contexto público em que vivem. Assim, “a destruição do passado – ou melhor, dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das gerações passadas – é um dos fenômenos mais característicos e lúgubres do final do século XX.” (HOBSBAWN, 1995, p. 13). Em vista disso, este trabalho objetiva compreender de que forma as narrativas – entendidas como instrumentos de formação social – contribuem para a constituição da identidade dos jovens e para a inserção destes na vida social. Propõe-se verificar, ainda, em que medida essas narrativas, ao atuarem como estimuladoras de identidades estreitas contribuem para a constituição de tribos ou comunidades fechadas, que dificilmente dialogam com diferenças ou grupos sociais com idades distintas. Tendo em vista que a cultura atual é marcada pela tecnologia nos referimos mais especificamente às narrativas midiáticas. Considera-se, portanto, que é necessário evidenciar, nesse caso, como os jovens são impactados pelas narrativas e como estes compreendem e externalizam essa formação em suas práticas sociais.   

JOVENS ESTUDANTES E TRABALHADORES DO COLÉGIO ESTADUAL ALBINO SANCHES FEIJÓ – LONDRINA/ PR

Fábia Thalita dos Santos

Contato: florzinhatha@hotmail.com 

A pesquisa tentou mostrar a problemática vivida por jovens estudantes e trabalhadores que tentam conciliar estudo e trabalho como forma de sobrevivência, autonomia e reconhecimento social. No qual neste momento de transição escola-trabalho tendem a perpassar dificuldades de conciliação entre ambos. O estudo foi desenvolvido na escola Albino Feijó Sanches- Londrina-PR, durante o estágio de observação da disciplina do curso de Ciências Sociais na modalidade de Licenciatura, assim durante este estágio feito no segundo semestre de 2008 foi possível manter contato com os jovens da periferia da cidade, pertencentes à classe média baixa. Primeiramente se fez uma abordagem teórica sobre o jovem e os aspectos que definem essa fase como juventude, em seguida foram apresentados de forma sintética às características essenciais dos jovens estudados para melhor apresentar ao leitor o perfil destes e posteriormente fizemos o dialogo entre o jovem estudante e o jovem trabalhador e as dificuldades encontradas neste momento da vida, na qual a juventude de classe média baixa perpassa em suma maioria grande dificuldade de conseguirem permanecerem na escola e concluírem o ensino básico, tido aqui como, o Ensino Fundamental e Ensino Médio. O trabalho elucida as dificuldades destes jovens em estarem na escola para obtenção de concluir o ensino básico para obtenção do mínimo de capacitação individual para adentrar no mercado de trabalho, contudo identificamos que para esses jovens o ensino perde o sentido, pois freqüentam a escola para obtenção do diploma, já que declaram ter as portas de um futuro profissional fechadas para estes, pela desigualdade social e discriminação racial que sofrem.

Palavras chaves: Jovem, trabalho e educação

 

O PAPEL DA ESCOLA BRASILEIRA NA FORMAÇÃO DOS

JOVENS PARA A CIDADANIA

 Franco Gimenez Menicucci

Contato: fancogimenez@msn.com

O artigo questiona o papel da escola enquanto principal formadora cultural da sociedade contemporânea, sendo que aparentemente ela não tem sido capaz de desenvolver nos jovens de hoje uma compreensão a respeito do funcionamento da sociedade no âmbito das questões políticas e sociais, que afetam diretamente o cotidiano em que eles vivem. Faz-se uma abordagem sobre a cultura política brasileira, evidenciando que herdamos historicamente duas condições culturais: uma, onde os governantes do país, desde o período colonial até os dias atuais, concebem o poder público como instrumento para benefícios privados (patrimonialismo e autoritarismo); outra, onde a população tende a ver com naturalidade e passividade esta postura política dos governantes, dificilmente se posicionando contra tais abusos de poder. Ao pensar em uma saída para tal situação, o artigo trata da questão da necessidade da cidadania ser efetivamente ensinada nas escolas, sendo incorporada na rede de educação básica como disciplina curricular. O intuito é que a escola possa transmitir aos alunos informações que os façam compreender as estruturas políticas e sociais que compõem o Estado brasileiro, de modo que eles saibam como interagir politicamente, fazendo valer seus interesses, direitos e reivindicações, e não perpetuando uma condição de desconfiança, desinteresse, apatia e passividade com relação às questões políticas.  

Palavras – chave: escola; juventude; participação política; cidadania 

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