Grupo de Apoio ao Ensino de Sociologia

Coordenadores: Prof. Dr. Claudinei Carlos Spirandelli; Profa. Esp. Vani do Espirito Santo; Prof. Esp. Edir Jesus dos Santos; Profa. PDE. Edna de Gaspari Guizelini. 

RESUMOS

(As ideias contidas em cada resumo, são de responsabilidade de seus respectivos autores) 

LDB - PREPARAÇÃO PARA O TRABALHO E PARA O PROSSEGUIMENTO DOS ESTUDOS: COMO OS ALUNOS DO 2º ANO DO ENSINO MÉDIO MATUTINO DO IEEL PERCEBEM O PAPEL DA EDUCAÇÃO ESCOLAR NESSES ASPECTOS

Maria Luisa Alves Fontenelle

Contato: malu_fontenelle@yahoo.com.br 

A instituição escolar pode ser caracterizada como socializadora, uma vez que tem por função a transmissão sistemática de parcela da cultura humana acumulada e das competências necessárias à sua incorporação. Cumpre também papéis ligados ao aprendizado da convivência em sociedade, sendo um dos espaços onde se dá a reprodução social, que afeta primordialmente crianças, adolescentes e jovens, ainda que não seja o único lócus de trocas sociais desses públicos. Entretanto, essa instituição configura-se também como espaço da exclusão e da inclusão precária, onde se observa a continuidade da reprodução da estrutura social com a instauração de práticas de exclusão imperceptíveis, que ocorrem de forma contínua e gradual. Sob uma ilusória democratização do ensino e das oportunidades o que se tem é a reprodução da estrutura social com o selo da legitimação da sociedade. Neste sentido é preciso considerar as transformações sociais desencadeadas pelo avanço da globalização e da reestruturação produtiva, que tem imposto novas exigências quanto à formação e capacitação dos trabalhadores. As mudanças no mundo do trabalho implicam no surgimento de demandas por uma nova educação, que responda às atuais exigências, e que são refletidas na demanda por uma nova pedagogia. Em consonância com essas transformações a Lei nº 9394, conhecida como LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação apresenta em diversos pontos de seu texto a preocupação em estabelecer como propósitos da educação escolar, e mais especificamente da educação básica de nível médio, a preparação dos jovens para o trabalho, para a continuidade de sua formação em estudos posteriores e para o exercício da cidadania. Tendo em vista essas reiteradas orientações e definições da finalidade da educação, foi realizada uma pesquisa qualitativa com alunos do 2º ano do ensino médio matutino do Instituto de Educação Estadual de Londrina - IEEL, com o objetivo de conhecer seus interesses e expectativas em relação ao término do ensino médio, buscando observar em que medida para estes alunos a educação escolar efetivamente vem cumprindo com as premissas da LDB, no que tange à preparação para o trabalho e para o posterior prosseguimento dos estudos. A realização da pesquisa contou com três tipos de procedimentos metodológicos: pesquisa bibliográfica, documental, e empírica feita por meio da observação e estabelecimento de contatos com os alunos durante o período do estágio de regência, além de entrevistas com pauta semi estruturada, com alunos representantes das turmas acompanhadas: 2º C e 2º G.

Palavras- chave: LDB, alunos do ensino médio, preparação para o trabalho e prosseguimento dos estudos 

A IMPORTÂNCIA DA SOCIOLOGIA PARA OS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO: UMA PESQUISA A PARTIR DO COLÉGIO DE APLICAÇÃO - LONDRINA-PR.

Vanessa Cristina de Franceschi

                                                    Contato: vansociais@gmail.com 

Este trabalho é resultado da disciplina Metodologia de Ensino em Sociologia: Estágio Supervisionado III que, juntamente com as experiências adquiridas através do estágio em escolas da rede pública da cidade de Londrina-PR, desde o segundo semestre de 2008, possibilitaram grande aprendizagem, não somente em conhecimento teórico, mas, sobretudo, em relação à vivência prática, pois foi possível conviver com diferentes turmas e observar situações extremamente valiosas enquanto pesquisadora e futura professora da área de Ciências Sociais. Pretende-se compreender de forma mais aprofundada, como os diferentes interesses da sociedade vêm orientando nosso sistema educacional, pois, sendo a Sociologia uma disciplina enquadrada neste sistema, sofre também influências de tais interesses que podem ser percebidos através da relação dos alunos do Ensino Médio com esta disciplina, nos seus comportamentos cotidianos com a mesma, em suas identificações, aceitações ou negações da mesma, ou seja, nas significações que atribuem a ela. A justificativa deste trabalho é de relevante interesse tanto de cientistas sociais como de educadores em geral, pois, procurar-se-á entender de que maneira os jovens alunos do Ensino Médio internalizam a sociologia a partir das práticas educacionais, e, portanto, tal estudo vem ao encontro da forma que a Sociologia vem sendo ensinada aos alunos, isto é, do quê e como vem sendo trabalhada com os alunos. 

A LUTA E A IMPORTÂNCIA DE ENSINAR SOCIOLOGIA NAS ESCOLAS BRASILEIRAS

Marília C. Araújo

Maria V. B. Veríssimo

Contato marilia001@hotmail.com 

A disciplina Sociologia como ciência tem pouco mais de um século e neste espaço de tempo muitos autores se preocuparam com a educação dentro da perspectiva sociológica, como por exemplo, Émile Durkheim que mostrou na França a importância de se lecionar Sociologia, essa influência teve reflexos no Brasil, porém o ensino da Sociologia no nosso país sempre esteve à margem do processo escolar, nunca tendo se fixado na grade por muito tempo. O objetivo dessa análise é buscar a partir de documentos legislativos relacionados à educação e bibliografia relacionada ao tema a compreensão dos momentos em que a disciplina de Sociologia é retirada das escolas do Brasil e das discussões relativas à educação e perceber quais fatores no âmbito social, político e econômico fizeram parte dessa exclusão, bem como as alternativas dentro e fora do espaço das leis, para que a Sociologia não se desvinculasse do campo da Educação, enfatizando a importância do conhecimento sociológico ser ensinado no ambiente escolar. A análise feita contemplou uma luta de mais de um século para que a Sociologia pudesse entrar nas escolas, os fatos ocorridos no país que a fizeram ser retirada ou modificada. No ano de 2006 foi sancionada pelo Conselho Nacional de Educação – CNE a lei que torna obrigatório o ensino da Sociologia nas escolas de todo o país, e apenas neste ano de 2009 foi implementada em todas as Unidades Federativas. Por fim, a pesquisa constatou o quanto às políticas públicas de regulamentação das propostas educacionais vem sendo influenciadas ao longo das últimas décadas por ações externas relativas às necessidades político-econômicas do século XX e como conseqüência desses fatores as disciplinas que contribuem para a construção no indivíduo de uma identidade seja ela coletiva, social, psicológica, espacial ou temporal; como História, Filosofia, Sociologia, Literatura, Psicologia e Geografia acabaram se tornando marginalizadas dentro do espaço escolar, ou tiveram suas propostas originais distorcidas, de modo que cada vez mais a educação perde seu caráter proposto nos PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais) que é formar indivíduos e cidadãos capazes de estabelecer uma reflexão crítica acerca do mundo em que vivemos.

Palavras chave: Ensino de Sociologia; Educação; Legislação Educacional Brasileira 

TRAJETÓRIAS INTELECTUAIS: AS PROFESSORAS DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS DA FFCL-USP (1934-1969)

Claudinei Carlos Spirandelli

Contato: claudinei@uel.br 

A tese, cujo objetivo principal é interpretar sociologicamente a atuação de produtores da chamada ciência social uspiana, investiga aspectos da trajetória intelectual de algumas professoras do Curso de Ciências Sociais da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da Universidade de São Paulo, examinando disputas simbólicastípicas de grupos intelectuais e voltadas para a conquista da afirmação acadêmica nas Cátedras do Curso. Tais disputas seriam inerentes à busca de afirmação, poder e legitimação, por parte dos cientistas sociais em geral, e corresponderiam a clivagens que são analisadas a partir das origens sociais dessas professoras e das relações de sociabilidade em que elas se enredavam. Com isso, procurou-se mostra que tais origens e relações teriam interferido na carreira delas (posições, cargos, títulos conquistados e obras produzidas). Nessa linha, a tese desnuda as situações que fizeram nascer Cadeiras, cursos, grupos de pesquisas, obras, correntes, dissidências etc. Foram construídas diversas gerações que conjugavam as professoras que foram pesquisadas, a partir de critérios como grupo social de origem, relações de sociabilidade, identidades cronológicas e geográficas, entre outras. Essas gerações acabaram por desenhar ou contornar as classificações utilizadas para definir e caracterizar as situações e grupos analisados, bem como as histórias que deram o pano de fundo à tese como um todo. Também serviram como objeto de análise obras das professoras, principalmente suas teses de doutoramento e as que poderiam servir para disputas em concursos, cadeiras e congressos. Assim, as professoras que centralizaram as atenções da pesquisa, em número de sete, foram Gioconda Mussolini, Paula Beiguelman e Maria Isaura Pereira de Queiroz, numa primeira geração e Maria Sylvia de Carvalho Franco, Eunice Ribeiro Durham, Eva Alterman Blay e Maria do Carmo Campello de Souza, numa segunda geração. Finalmente, o autor utilizou-se, como referenciais teóricos, de obras de Pierre Bourdieu, de Norbert Elias e de Max Weber, e se valeu de textos biográficos, autobiográficos, depoimentos, entrevistas, memoriais e cartas. O trabalho se insere no âmbito dos estudos da sociologia da cultura, mais especificamente na chamada história intelectual ou sociologia da vida intelectual. 

CIDADANIA E ESTADO: QUAL O PAPEL DA ESCOLA NESSA RELAÇÃO?

Raissa Wihby Ventura

Contato: raissa_wihby@hotmail.com 

A defesa da idéia de que a escola institui a cidadania permeia importantes documentos nacionais relacionados à educação. A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 é um exemplo, de acordo com o Art. 205 a educação é um direito de todos e dever do Estado e da família que deve ser promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando entre outras coisas o preparo para o exercício da cidadania. A Lei de diretrizes e bases da Educação Nacional é outro exemplo, nesta a educação está relacionada aos processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e em manifestações culturais. O art. 2 estabelece que a educação é dever da família e do Estado, está embasada em princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, e tem como finalidade o desenvolvimento pleno do educado, sua qualificação para o trabalho e seu preparo para o exercício da cidadania. Partindo da constatação de que a concepção de cidadania, independente de qual seja, perpassa a relação entre o Estado e a escola o objetivo deste artigo é propor a necessidade de uma revisão da concepção de cidadania e sua relação com a sociedade civil e com a escola, ou seja, da relação tradicional entre educação, cidadania e participação, para que se possa compreender que o Estado ao positivar em lei a idéia de que a educação tem como objetivo promover a cidadania possui um projeto de cidadão que seria o mais adequado, mas qual seria esse projeto? E ainda, qual seria a relação entre escola e uma educação direcionada para a cidadania? Por fim, quais as possibilidades e limites de se pensar uma educação para a cidadania a partir da realidade concreta das escolas públicas brasileiras?

Palavras- chave: Cidadania; Estado; Educação 

A INTERVENÇÃO DAS POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO Á DISTÂNCIA E DE FORMAÇÃO CONTINUADA NA EDUCAÇÃO.

Marieni Luiza Bramé

Contato: mari_brame@hotmail.com 

O presente artigo tem como finalidade viabilizar a discussão sobre as medidas de educação a distância e sobre seu expressivo crescimento. Essas medidas são fruto da preocupação na formação de profissionais nas áreas de ensino básico e de licenciaturas, colocadas como o principal intuito dessas medidas e de sua implementação expressiva.Com um breve resumo de sua trajetória pretendemos mostrar como esse tipo de medida pode influenciar na continuidade de profissionais sem grande qualificação e problematizar a eficácia de tais medidas.

Palavras chaves: EAD, políticas educacionais, formação de profissionais 

A REPRESENTAÇÃO DO ÍNDIO NO LIVRO DIDÁTICO DE SOCIOLOGIA DO ESTADO DO PARANÁ: REPRODUÇÃO DE ESTEREÓTIPOS.

Gabriel Gomes Muria

Contato: gabrielmuria@hotmail.com 

A categoria índio foi construída nos primeiros momentos do contato entre europeus e nativos do Brasil. Ouvimos sempre comentários sobre essas pessoas, tomadas como uma entidade concreta, e genericamente denominado índios. Apesar de ser importante desfazer esses estereótipos acerca dos povos indígenas, há uma ausência de conteúdos curriculares que abordem o tema. Verificamos que a imagem do índio no imaginário dos alunos está permeada por estereótipos do tipo homens dançando o tempo todo, sem conhecimentos, associados à natureza, seminus. A escola e o material didático exercem forte influência sobre como vemos o índio, seu processo histórico e sua situação na atualidade. No entanto, os livros didáticos em geral não demonstram a preocupação e o cuidado necessário com o assunto. Assim, a imagem do índio apresentada pelos manuais é em geral pautada pela supremacia da história e da cultura branca, dando a essas populações um plano de fundo ou um espaço no passado e no folclore. Não apresenta ou problematiza a atualidade desses povos, ou quando o faz, aumenta ainda mais a figura exótica presente no imaginário da sociedade nacional. Se levarmos em consideração o livro didático do Paraná, suporte técnico e didático das aulas de sociologia em todo o estado, percebemos que esse manual também não apresenta a preocupação para com essa imagem. Talvez pelo fato de ser tão recente, esse material didático, apesar de construído sobre uma proposta aparentemente inovadora, tem incorrido num erro comum verificado em muitos outros materiais didáticos da rede pública de ensino: a reprodução de representações equivocadas e distorcidas sobre os grupos indígenas. Assim, a revisão das representações do índio presentes no livro didático de Sociologia do Paraná se faz urgente, na medida em que tem guiado a reflexão sociológica de milhares de alunos no estado, e talvez esteja reproduzindo estereótipos, preconceitos e/ou ilusões acerca dos povos indígenas do Brasil, criando nestes uma imagem exótica, impossível de ser compreendida e aceita.

Palavras-chave: índio; imagem do índio; estereótipos; livro didático; ensino de sociologia. 

ENTRE O MERCADO E A CIDADANIA: EDUCAÇÃO E OS PARADOXOS DAS ORIENTAÇÕES INTERNACIONAIS

Carlos Henrique da Silva

Contato: rick_junky@hotmail.com 

A partir da década de 90 os países da América latina passaram a incorporar em seus sistemas educacionais orientações neoliberais advindas de Washington via resoluções internacionais. O objetivo principal dessas orientações foi promover uma verdadeira mudança na concepção de ensino desses paises. Para atingir o desenvolvimento econômico esperado, o modelo educacional dos países subdesenvolvidos tinha formar novos sujeitos, aptos aos novos padrões de comportamento estabelecidos pela configuração econômica atual, principalmente no que diz respeito ao mundo do trabalho. Com efeito, conceitos como flexibilidade, versatilidade e competitividade são tomados como princípios norteadores dessa nova concepção. Ao mesmo tempo, em 1993, o relatório Delors - conclusão das discussões realizadas pela Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI convocada pela UNESCO - apontava para a importância de se vincular conteúdos humanísticos a formação deste novo sujeito competitivo e flexível. Este tipo de formação tinha como objetivo assegurar a paz mundial através da valorização da diversidade cultural e respeito pelo outro. O objetivo desse artigo é realizar, a partir de uma pesquisa realizada entre alunos do ensino médio da cidade de londrina, uma reflexão a respeito dos paradoxos dessa concepção educacional que, ao mesmo tempo prevê a formação de um cidadão solidário e responsável pela paz mundial incentiva à competitividade entre os indivíduos.

Palavras-chave: neoliberalismo, cidadania, competitividade, orientações internacionais. 

POR UMA SOCIOLOGIA PÚBLICA.

Marcelo Bezerra

Contato: bezerra.marcelo@yahoo.com.br 

Em linhas gerais, a presente comunicação segue uma discussão que vem sendo travada em âmbito nacional a partir da obra “Por uma Sociologia Pública” de Ruy Braga e Michael Burawoy, e tem como eixo central a relação entre a Sociologia e a realidade prática, concreta e imediata dos homens em seus processos de sociabilidade. Para tanto, é preciso que resgatemos aqui um aspecto de extrema relevância, e que é o que dá a singularidade da sociologia, que é exatamente o fato de estarmos falando de uma ciência cujos interlocutores se combinam mutuamente, isto é, onde sujeito e objeto do conhecimento se confundem como elementos que compõem uma mesma totalidade histórica.Nesse sentido, a idéia de uma sociologia publica consiste na necessidade de fazer com que esta ciência se estenda para além dos muros da academia e se propague mais concretamente às classes subalternas da sociedade capitalista. Assim, do ponto de vista da tradição sociológica é necessário que encontremos a base teórica na qual as premissas da sociologia pública possa se ancorar; e assim, a sociologia publica claramente se alinha à perspectiva da transformação e superação da sociedade de classes, portanto, a filosofia da práxis e o marxismo. Em contrapartida, o resgate aos clássicos da sociologia profissional: Weber, Durkheim e Pareto, bem como suas respostas à sociedade de seu tempo, nos dão a base para pensarmos toda a trajetória da sociologia desde o seu surgimento até os dias atuais, compreendendo assim de que forma a sociologia covardemente se refugiou nas universidades durante o século vinte. Desta forma, tecer a critica à “sociologia de tipo especializado” feita por uma “elite profissional da sociologia”, que em grande medida vem trabalhando com o horizonte de credenciais acadêmicas e projetos individuais é a luta da sociologia publica, a qual procura cessar os distanciamentos da ciência com o homem, ou mesmo, da sociologia com a sociedade. É por isso que o grande desafio que nos é posto é a luta por devolver a sociologia à sociedade como instrumental político e de reconhecimento histórico do ser social comum, àquele que vive e trabalha, etc. É também nesta perspectiva que a sociologia publica não nega à sociologia profissional, mas propõe a sua revisão e complementação. Em suma, estas idéias serão mais claramente visíveis na defesa de onze teses que respondem mais pontualmente as questões referentes à sociologia pública.

Palavras-Chave: sociologia publica; sociologia profissional, sociólogos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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