UEL integra comitiva do CsF em missão oficial ao Japão
Capes assina acordo com a Jasso
Notas e Resoluções
UEL adota novo sistema de coleta de lixo
Servidores têm mais cinco opções para consignados
Os novos fatores que incidem sobre a mortalidade infantil
Estudantes potencializam seus currículos
Acontece
Veterinária cuida de tigres em mosteiro budista na Tailândia
EDUEL
EXPEDIENTE
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Comitiva brasileira em Kobe, durante visita ao Riken (onde está Kei, o supercomputador, segundo mais rápido do mundo)
A convite do Ministério das Relações Exteriores e do Consulado do Japão no Paraná, a reitora da Universidade Estadual de Londrina, Nádina Moreno, e o assessor de Relações Internacionais, professor Manuel Simões, integraram a delegação brasileira que participou, de 30 de julho a 4 de agosto, de uma missão oficial ao Japão, com o objetivo de ampliar o leque de instituições parceiras naquele país, no âmbito do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF).
Da missão organizada pelo Grupo Coimbra e Conselho de Reitores de Universidades Brasileiras, participaram representantes dos ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da CAPES e do CNPq, além de três reitores e assessores de Relações Internacionais de universidades públicas. Na agenda, visitas a instituições de ensino superior e de pesquisa, bem como a institutos de tecnologia de excelência, nas cidades de Tóquio, Kyoto, Kobe e Osaka.
A participação da UEL nessa comitiva como única Instituição Estadual de todo o Sul do Brasil, deu-se pela estreita e histórica relação da Universidade com organismos oficiais do governo japonês para o desenvolvimento do ensino da língua e cultura japonesas, realizadas desde 1975, assim como dos programas de bolsas de estudos e de intercâmbio acadêmico, iniciados ainda em 1978.
Nádina Moreno e Manuel Simões com Humberto Mitio Horikoshi, intercambista da UEL, na University Tsukuba
Através destes diferentes programas ligados a Fundação Japão, Consulado Brasil-Japão e a Organização de Cooperação Internacional para Formação Profissional no Japão (JITCO), a UEL já recebeu 105 universitários japoneses como intercambistas e outros 398, entre estudantes e docentes, em visitas de grupos ao Campus. E para o Japão já foram estudar 53 acadêmicos brasileiros e nipo-brasileiros da UEL, além de outros 63 docentes e estudantes que frequentaram universidades japonesas com bolsas de estudos.
Dentre as mais destacadas instituições japonesas visitadas pela delegação brasileira estavam: Tsukuba University, JAXA (Japan Aerospace Exploration Agency); NIMS (National Institute for Material Science); KEK (High Energy Accelerator Research Organization); Shibaura Institute of Technology; JSPS (Japan Society for the Promotion of Science); Tokyo Exchange institution; Japan Student Services Organization (JASSO); Riken (onde está Kei, o supercomputador segundo mais rápido do mundo) e a Osaka University.
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Logo no primeiro dia, a Capes assinou memorando de entendimento para implementação de bolsas de estudo de graduação no Japão, através do CsF, com a Organização de Serviços Estudantis do Japão (Jasso), para a divulgação do programa e a participação da seleção dos candidatos nos respectivos países.
A Capes será responsável pelo pagamento de bolsa, seguro-saúde, auxílio-instalação e auxílio viagem para os estudantes, assim como mensalidades e taxas acadêmicas quando não houver isenção para os estudantes participantes. Já a Jasso tem a tarefa de alocar o estudante em programas acadêmicos compatíveis com seu nível atual no Brasil e com o Ministério da Educação, Cultura, Esporte, Ciência e Tecnologia do país (MEXT).
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Bolsas Capes
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior (Capes) divulgou em 13 de agosto, resultado de edital que concedeu 59 bolsas adicionais para a UEL. São 37 bolsas de mestrado e 22 de doutorado, beneficiando 40 programas stricto sensu.
O resultado é semelhante ao do ano passado quando os programas da UEL conseguiram 58 bolsas. As bolsas fazem parte do Programa Demanda Social e foram distribuídos de acordo com as grandes áreas do conhecimento em três níveis de prioridade.
Bolsas Araucária
A UEL conseguiu 37 bolsas de estudos da Fundação Araucária no programa de produtividade em pesquisa, lançado em janeiro, para financiar projetos que promovam o desenvolvimento tecnológico e inovador do Paraná. Com este resultado a UEL mais que dobrou o número de bolsas recebidas da Fundação em comparação a 2011.
No total, o edital contemplou 200 pesquisadores com bolsas no valor de R$ 1 mil pelo período de 12 meses, totalizando um investimento de R$ 2,4 milhões em programas de pesquisa.
Edital do ProExt
A UEL foi contemplada com R$ 1,6 mi, em recursos para nove programas e sete projetos da Instituição no edital 2013 do Programa de Apoio à Extensão Universitária (PROEXT), do Ministério da Educação (MEC). O resultado do edital foi divulgado no dia 16 de agosto. Os recursos serão utilizados na aquisição de equipamentos, material de apoio e pagamento de serviços. A UEL concorreu com propostas de universidades estaduais e federais. Entre as instituições públicas do estado, a UEL foi a que mais aprovou programas e projetos, 16 no total. A UFPR aprovou 12, a UTFPR 7, a Unioeste 6, a UENP 4, a UEM e a UEPG 3 cada uma, e a Unicentro 2.
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MIRIAN PERES DA CRUZ
A UEL adota a partir desta semana, um novo sistema de coleta de lixo no Campus Universitário. Os órgãos da área central e Hospital Universitário (HU) já contam com o serviço. Para coleta dos materiais não recicláveis (rejeitos) e restos de alimentos (orgânicos), o serviço prevê a locação de 35 containers com capacidade de armazenar 1.200 litros, que serão distribuídos em 25 pontos estratégicos no Campus.
A empresa Kurica Seleta Ambiental será responsável pela coleta, transporte e destinação final dos resíduos, além do fornecimento dos containers. O serviço custará R$ 415 mil por ano para a Instituição. A coleta será semi-mecanizada, tornando mais ágil o serviço e reduzindo os riscos de acidentes, pois os funcionários não terão contato com o lixo. Outro ponto importante é que esse sistema vai permitir maior visibilidade dos locais de armazenamento, o que vai contribuir com a manutenção da limpeza dos locais.
Recentemente, o Conselho de Administração (CA) aprovou uma resolução que institui a obrigatoriedade da coleta seletiva. O objetivo é o cumprimento da legislação ambiental vigente, bem como garantir a separação e a destinação ambientalmente correta dos resíduos gerados pelas unidades e demais órgãos da Universidade.
A UEL gera cerca de 100 toneladas de resíduos não recicláveis por mês. Só o HU e Ambulatório do Hospital de Clínicas (AHC) produzem 65 toneladas. Além dos resíduos da construção civil, dos serviços de saúde, químicos e biológicos que possuem destinação especial, também terão coleta diferenciada o lixo eletrônico, tintas e solventes, lâmpadas, pilhas e baterias.
De acordo com Maria José Sartor, coordenadora do ReciclaUEL, a expectativa é que a comunidade universitária colabore na separação correta dos resíduos, além da fiscalização dos serviços. “A colaboração da comunidade universitária é essencial para manter os ambientes limpos e organizados, sem o despejo de resíduos fora dos containers”, afirma.
Ela aponta que o novo sistema de coleta permite o manejo mais eficiente, seguro e limpo do lixo. “Todo o material acondicionado nos containers é despejado diretamente no caminhão, com o auxílio de braços mecânicos e, e em seguida é encaminhado para o aterro sanitário”, afirma. A coordenadora do ReciclaUEL salienta ainda que o cuidado com o lixo é de responsabilidade de todos. E a UEL, enquanto instituição de ensino deve ser exemplo para toda a comunidade.
Como a UEL é classificada como grande geradora de resíduos, o serviço passou a ser feito pela empresa no início deste ano por meio de contrato emergencial. Hoje, o material reciclável é coletado pela Prefeitura do Campus Universitário (PCU), vai para um barracão localizado próximo à Fazenda-Escola e depois é repassado às cooperativas de materiais recicláveis.
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A administração da UEL assinou no dia 17, contrato com cinco instituições financeiras (Banco do Brasil, Bradesco, Santander, Paraná Banco e Financeira Alfa), que atenderam ao chamamento público realizado no início do ano, com o objetivo de oferecer opções de empréstimos consignado, com desconto em folha de pagamento, além de financiamento de imóveis para docentes e agentes universitários.
“Agora, serão sete instituições que vão atender as necessidades dos servidores. Isto representa o fim do monopólio do empréstimo pessoal”, disse a reitora Nádina Moreno, destacando que os servidores poderão escolher as melhores condições e taxas do mercado para fazer o empréstimo que, até então, eram realizados apenas pelos credenciados Itaú e Caixa Econômica.
Participaram da solenidade de assinatura do contrato Elisberto José Torrecilha e Márcio Correa, representantes do Banco do Brasil; Jéferson Ladislau Pereira, Wagner Menegucci e André Cardoso, do Bradesco; Cláudio Schimitt Hannes e Edney Maurício Xavier Gasqui, representantes do Banco Santander, Adilson João Rosa e Romeno Aparecido da Silva, do Paraná Banco e Fábio Alves Pereira, da Financeira Alfa.
Confira as novas instituições financeiras que passaram a oferecer empréstimos aos servidores da UEL:
Bradesco – Todas as agências de Londrina.
Financeira Alfa – Av. Higienópolis, nº 565.
Banco do Brasil – Todas as agências.
Santander – Av. Higienópolis, 224, (Ag. 3708).
Paraná Banco – Agências próprias e correspondentes bancários.
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Helen Geremias: “O índice de nascimentos de prematuros vem subindo”
CHICO AMARO
Em Londrina, ao longo da última década, a taxa de mortalidade infantil diminuiu pouco – já era baixa quando a década começou e continua entre as melhores para o padrão brasileiro. No entanto, o que mudou bastante nesse período foi o perfil de risco para mortalidade infantil no município, isto é, os fatores e as circunstâncias que contribuem para óbitos de crianças, segundo pesquisa feita por uma estudante do mestrado em Saúde Coletiva da UEL, Hellen Geremias dos Santos, que apresentou sua dissertação no início deste ano.
O estudo, que foi financiado pela Fundação Araucária, compara dados oficiais do início da década (2000-01) com os da estatística conhecida mais recente (2007-08), e mostra os bons efeitos da ampliação de políticas sociais e ações de saúde no município registrada nesse período. Mas também se observa ali uma modificação nos padrões reprodutivo e social das mulheres, o que trouxe novas necessidades para amenizar o risco de mortalidade infantil. Para dar um exemplo: tem crescido o número de mulheres que ficam grávidas com mais idade, situação que exige não só acompanhamento obstétrico por serviço especializado à futura mãe, mas também, eventualmente, atenção de UTI à criança ao nascer. São dois encargos cada vez mais comuns, para os quais nem sempre os serviços de saúde se mostram preparados.
A pesquisadora Hellen, formada em Enfermagem, fez seu trabalho no mestrado como bolsista da Capes, sob orientação dos professores Selma Maffei de Andrade e Arthur Eumann Mesas. Escolheu o período de 2000-01 porque foram anos subsequentes à implantação do Comitê Municipal de Prevenção da Mortalidade Materna e Infantil (que melhorou a qualificação dos dados sobre mortalidade infantil no município) e antecederam a expansão do Programa Saúde da Família (PSF) de 81 para 93 equipes, graças à qual se atingiu a cobertura atual de 70% da população urbana e de toda a população rural.
Nessa época, a mortalidade infantil em Londrina (taxa de mortes ocorridas no primeiro ano de vida) era de 11,7 por 1.000 nascidos vivos; hoje é de 11,2 por 1.000. No Brasil, a título de comparação, os números do censo do IBGE nesse quesito são de 29,7 em 2000 e 15,6 em 2010 – uma queda acentuada que, no entanto, ainda não alcança o índice de Londrina. Já em países como Alemanha e Japão, a taxa fica entre 3 e 4, e nos Estados Unidos, em torno de 7.
PARADOXO – Com base nos dados que encontrou, a primeira observação de Hellen é de que, do primeiro para o segundo período pesquisado, ocorreu um aumento do risco de morte no primeiro mês de vida, enquanto esse risco diminuiu para as crianças que ultrapassam essa idade. “Parece um paradoxo, porque se poderia supor que, com a evolução da assistência de alta complexidade em hospital, na UTI, deveria aumentar a chance de sobrevivência de recém-nascidos que antes nem chegariam a nascer. Verifiquei que essas crianças, de fato, passaram a sobreviver, mas o risco de morrerem ainda no período infantil é alto. Muitas vezes são crianças extremamente prematuras. Isso colaborou para a manutenção da taxa geral”, informa Hellen. Já as crianças que ultrapassam o primeiro mês foram beneficiadas pela ampliação da área de atuação do PSF, acrescenta Hellen, sendo acompanhadas de perto no seu crescimento e desenvolvimento por parte das equipes do programa e obtendo os benefícios de ações como a terapia da reidratação oral, o programa de imunização e o incentivo ao aleitamento materno.
Aliás, ao fazer a pesquisa sobre o primeiro período (2000-01), Hellen verificou a importância que os “marcadores” de condição socioeconômica desfavorável tiveram, na época, como fatores de risco. Entre esses fatores, encontravam-se: gravidez na adolescência (período em que o corpo da mãe ainda está crescendo e “disputa” nutrientes com o bebê), baixa escolaridade da mãe, número inadequado de consultas no pré-natal, antecedente de filhos mortos (que é indicador de acesso aos serviços de saúde) e gestações múltiplas. “Tudo isso vai resultar no baixo peso da criança ao nascer, sendo esse o fator mais importante na determinação da morte infantil em 2000-01”, informa a pesquisadora. Outro fator expressivo foi o chamado índice de Apgar, que avalia a vitalidade da criança no nascimento, em relação à respiração, força muscular, cor da pele e outros aspectos. “Mas a síntese é esta: o principal fator de risco de mortalidade infantil em Londrina naquela época era a condição socioeconômica desfavorável da mãe”.
Em 2007-08, esse perfil mudou. “Mães adolescentes permaneceram com um risco importante, mas as mais velhas passaram a compor o perfil de risco juntamente com as mais escolarizadas”, diz Hellen. As “mais velhas” são as que ficam grávidas dos 35 anos em diante. Em geral são mais escolarizadas, atuam no mercado de trabalho e retardam a maternidade, o que se reflete na mortalidade infantil. “Algumas procuram técnicas de reprodução assistida, que predispõem à gravidez de gêmeos, e gêmeos apresentam características de risco. Além disso, são maiores as chances de doenças e complicações maternas nessa idade, principalmente hipertensão arterial e diabete gestacional. São problemas que precisam ser identificados e tratados num serviço especializado”.
Em relação à assistência à mãe, a desigualdade socioeconômica perdeu a relevância que tinha em 2000-01. “O número de consultas no pré-natal não é mais fator de risco, mas somente a gestação múltipla. Nossa hipótese é que isso se deveu à ampliação do PSF, com o qual não apenas a quantidade de consultas cresceu, mas também a mulher teve acesso a informações sobre planejamento familiar”, diz a pesquisadora.
PREMATURIDADE – Quanto às características da criança, o peso ao nascer deixou de ser fator de risco, ganhando relevo a prematuridade. “Aumentou o número de prematuros, talvez devido à melhoria do registro de dados: o que antes era tido como óbito fetal, tornou-se óbito de prematuro. Mas também é, possivelmente, sinal de melhora da assistência: uma criança que nem chegaria a nascer viva, agora nasce, mas com grande risco de morte”.
Fica claro, assim, que houve uma ampliação das políticas sociais e do acesso aos serviços de saúde em Londrina, e uma mudança no perfil social e no perfil reprodutivo da mulher em anos recentes. “Esta nova situação está próxima dos países desenvolvidos”, observa Hellen.
Com a radiografia que os dados lhe permitiram fazer, Hellen sugere, para a redução da mortalidade infantil em Londrina, a ampliação dos investimentos para a melhor qualificação do serviço prestado pelo Programa Saúde da Família. “É na ação das equipes do PSF que se pode evitar um nascimento prematuro e em situação de risco resultante de causas comuns como a hipertensão materna na gestação, infecções do trato urinário materno, hábitos maternos como o tabagismo, entre outros”, diz ela. Lembra também que, para muitas grávidas que precisam de acompanhamento especializado, a única alternativa é o Hospital de Clínicas da UEL, insuficiente para atender, como ocorre hoje, mulheres de toda a região. “Também se devia estruturar o serviço de modo que a mulher, na hora do parto, não tivesse que ficar procurando lugar de hospital em hospital”. Além disso, propõe o treinamento de recursos humanos que atuam em UTIs para o adequado atendimento às crianças e a adoção de procedimentos “para que o parto ocorra em tempo oportuno”.
Seu estudo já foi aceito para publicação nos Cadernos de Saúde Pública, um dos mais importantes periódicos da área. Para o futuro, por enquanto Hellen não está pensando em fazer doutorado: nos próximos dois anos, ela vai usufruir de uma bolsa de técnico pesquisador que obteve da Fundação Araucária, para trabalhar com sua orientadora Selma Maffei de Andrade. Seu plano de trabalho prevê, entre outras, atividades de iniciação científica, análises estatísticas complexas e um estudo mais aprofundado das informações constantes da dissertação, para dar corpo a mais esta constatação: “Mais de 60% das mortes dos dois períodos seriam evitáveis, principalmente com adequada atenção à mulher durante a gestação. Poderíamos ter um índice de mortalidade infantil igual ao dos países ricos”.
Há excesso de cesarianas. E o número está crescendo
O que continua muito diferente em Londrina e no Brasil, em relação aos países desenvolvidos, é o grande número de partos programados (cesarianas), que contraria o preconizado pela Organização Mundial de Saúde. Se bem que esse “excesso” não foi sempre um indicador negativo, segundo Hellen: “No primeiro período do meu estudo, nascer por parto normal representava maior risco de morte do que por cesariana, mas isso se devia ao contexto socioeconômico da mulher e da criança. Como sabemos, a cesariana é geralmente um procedimento realizado por mulheres de melhor nível social, e nem sempre era uma opção ao alcance das demais. Agora a situação é outra”. A OMS diz que a cesariana só deve ser feita quando houver risco de vida para a mãe ou para crianças – e se esse critério fosse obedecido, esse tipo de procedimento não ultrapassaria 15% dos partos. Em Londrina, porém, a taxa de cesarianas esteve sempre, na última década, muito acima desse patamar – e vem crescendo: era de 50% dos partos em 2000-01, e foi de 56% em 2007-08, segundo constatou Hellen.
Acontece que a cesariana predispõe ao nascimento prematuro em algumas situações. “Como ocorre no caso em que, embora o parto tenha sido agendado, a mulher ainda não entrou em trabalho de parto e a criança nasce como prematura tardia, quase aos nove meses. Isso significa risco para a criança, em relação ao amadurecimento dos pulmões, por exemplo. Ela acaba precisando ficar no serviço de alta complexidade e pode sobreviver sem adequada qualidade de vida. Essa é uma questão muito discutida”.
Coincidência ou não, o índice de nascimentos de prematuros vem subindo, da mesma forma que o número de cesarianas: de 6,88% em 2000-01 para 10,13% em 2007-08. Hellen não verificou se existe associação entre os dois fatos, mas disse que “é possível descobrir”, com os dados disponíveis.
Refletindo sobre esse conjunto de dados, Hellen constata que os esforços realizados pelo Ministério da Saúde para diminuir o número de cesarianas no país ainda são insuficientes. “O pagamento ao médico por parto normal, que antes era mais baixo, foi equiparado à cesariana, hoje é igual. Também existe uma política de incentivo ao parto humanizado, sem dor, com uso de anestésicos ou de técnicas não medicamentosas para diminuir a dor. A Maternidade Municipal de Londrina pratica. Ocorre, porém, que em geral o profissional tem que dispensar mais tempo ao parto normal, e esse é um dos motivos para a tendência crescente de realização de cesarianas no Brasil”.
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Aline Moraes, do curso de Pedagogia, vai apresentar trabalho em Bali, na Indonésia
Estudantes de graduação da UEL são destaques em concursos e congressos em nível local, nacional e internacional. É o caso, por exemplo, da estudante do 3º ano do curso de Pedagogia da UEL, Aline Moraes, teve um artigo científico aprovado no “3rd University Scholars Leadership Symposium 2012”, que será realizado de 1º a 7 de novembro, em Bali, na Indonésia.
O simpósio tem apoio da Organização das Nações Unidas (ONU) e busca envolver jovens lideranças mundiais no debate de temas ligados à disseminação de políticas públicas relacionadas à educação e à cultura. A estudante apresentará sua experiência a partir de um projeto de extensão desenvolvido pela UEL na rede pública municipal de Ibiporã.
Em seu artigo a estudante detalhou os resultados obtidos no projeto “Assessoria Pedagógica para Trabalhadores da Educação da Rede Pública Municipal de Ibiporã (PR)”. O trabalho começou em 2009 e busca apoiar ações de melhoria de 13 escolas, sendo 6 de ensino integral do município. Além de focar os professores, o projeto considera a realidade dos servidores técnico-administrativos e dos estudantes.
Como estudante de Pedagogia, ela afirma que a melhoria da educação brasileira está ligada à clareza de objetivos. “A escola precisa voltar às origens, à função primordial de transmitir conhecimentos”, defende. Segundo ela, cabe aos colégios públicos atualmente uma série de atribuições, inclusive sociais e recreativas, que acabam dividindo a importância da missão maior, que é proporcionar novas experiências acadêmicas. Outra necessidade urgente, sustenta ela, é resgatar a credibilidade da educação como pilar para o desenvolvimento da cidadania e a solidificação da democracia.
Guilherme Vanzela, do curso de Jornalismo, venceu concurso da My TV
JORNALISMO - O estudante do 3º ano de Comunicação Social – habilitação em Jornalismo da UEL, Guilherme Vanzela, foi o vencedor do concurso cultural “My TV”, realizado em abril passado, pelo canal por assinatura MultiTV e que buscava revelar novos talentos da comunicação.
O programa idealizado pelo estudante, “Futebol para menores”, recebeu 10.394 votos dos telespectadores. Com o resultado, Guilherme foi convidado a apresentar um programa de esportes, a partir do próximo mês. A estreia, o dia e o horário ainda serão definidos pela emissora.
Para o estudante a oportunidade se encaixa no sonho de ser repórter e apresentador de TV. O programa deverá dar espaço para times profissionais, que tem torcida, mas não contam com espaço na cobertura esportiva diária.
O projeto “My TV” foi lançado em abril passado. Cabines de gravação foram espalhadas em vários pontos de Londrina e receberam centenas de ideias e sugestões. Numa segunda etapa, a equipe técnica do canal selecionou as 20 melhores propostas. A avaliação considerou criatividade, originalidade, clareza e adequação ao tema do concurso.
Wilson Seiti Harada, do curso de Design Gráfico, foi finalista em concurso nacional, com o projeto de uma estante modular
DESIGN - Wilson Seiti Harada, estudante do 3º ano do curso de Design Gráfico da UEL e estagiário da Eidee, empresa incubada da Intuel, é um dos cinco finalistas do Concurso de Design da Masisa. Seguindo as regras do programa, o estudante criou um suporte, utilizando o material MDF, que denominou de “Nuvem-leve”.
Para participar, Seiti se inspirou no futuro, no ano de 2050 e criou o projeto de uma estante modular, dobrando o material. “Essa é a tecnologia que desenvolvemos para criar o protótipo do ‘Nuvem-leve’”, afirma. “A partir de pequenos cortes, conseguimos dobrar o material e criar o produto, aproveitando quase totalidade (95,5%) do MDF”, explica.
Como finalista, o estudante terá agora que desenvolver o protótipo do produto e enviá-lo à comissão julgadora do concurso. O resultado que anunciará os três melhores projetos sairá ainda em agosto. O primeiro colocado no concurso garante uma vaga na etapa internacional, que disputará com participantes de mais seis países da América Latina.
Além da categoria de Melhor Projeto, Wilson Harada também disputa a categoria de projeto favorito pelo público, que decidirá aquele que mais agradou os usuários do Facebook. Para conferir o “Nuvem-leve”, visite a página oficial da Masisa Brasil na mídia social e acesse o álbum de fotos do concurso.
Márcio Carvalho de Magalhães ficou em primeiro lugar; Bárbara Sorgi Campiolo ficou em segundo
DIREITO – Dois estudantes de Direito da UEL receberam em cerimônia realizada dia 13 de agosto, na Reitoria, os certificados de mérito do V Concurso de Monografias Jurídicas promovido pela Fundação Escola do Ministério Público do Estado do Paraná (FEMPAR), cujo resultado foi divulgado no início de julho.
Concorrendo com monografias enviadas por estudantes de Direito de todo o Paraná, Márcio Carvalho de Magalhães ficou em primeiro lugar, com o trabalho de título “A Educação como Elemento Propulsor do Estado Democrático de Direito”, orientado pelo professor Sérgio Alves Gomes, e Bárbara Sorgi Campiolo ficou em segundo, com a monografia “Dos Atos de Improbidade Administrativa e a Aplicação da Delação Premiada”, feita sob orientação da professora Nélia Edna Miranda Batisti.
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Semana de Química
Será realizada de 27 a 31 deste mês, a XXVIII Semana de Química e a V Jornada de Pós-Graduação em Química com o tema: A Química na Indústria. A programação dos eventos inclui temas relevantes e atuais na área de Química, com minicursos, oficinas e palestras, de caráter interdisciplinar. A palestra de abertura será realizada no dia 28, às 21 horas, no Anfiteatro Maior do CCH, com o tema Participação do Químico na Indústria do Petróleo, ministrada por Iris Medeiros Junior, químico do petróleo do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (CENPES/Petrobras). As inscrições podem ser realizadas no site do evento http://www.uel.br/eventos/semanadaquimica até o dia 28 de agosto. Mais informações na secretaria do Departamento de Química pelo telefone (43) 3371-4276.
Simpósio do GESEN
Estão abertas até dia 30 deste mês, as inscrições para o II Simpósio do Grupo de Estudo sobre Envelhecimento da UEL (GESEN), que será realizado nos dias 14 e 15 de setembro, no Anfiteatro do HU/CCS. O objetivo do evento é promover uma reflexão sobre a geriatria e gerontologia, bem como a formação nestas áreas. O público alvo é formado por profissionais e acadêmicos das áreas de saúde, humanas e educação, que possam atuar na atenção ao idoso. As inscrições podem ser feitas no site www.uel.br/projetos/gesen, e os valores variam de R$ 25, para acadêmicos, profissionais da Regional de Saúde e da Secretaria Municipal do Idoso; a R$ 30, para outros profissionais. No dia do evento, os valores sobem para R$ 30 e R$ 40 respectivamente. O GESEN foi criado há três anos e trata de temas relacionados ao envelhecimento.
Construção Civil
Estão abertas as inscrições para a palestra “Técnicas aplicadas a obras de Construção Civil”, que será realizada no dia 13 de setembro, na sala 1.004, no Centro de Tecnologia e Urbanismo (CTU) da UEL. A palestra começa às 19h30 e é uma promoção do Núcleo de Estudos e Pesquisas de Engenharia e Arquitetura (NEPEA). As inscrições custam R$ 5,00, com direito a certificado. Informações pelo telefone (43) 3371-4519. O público-alvo é formado por estudantes da área de construção civil, interessados em dicas práticas sobre novas tecnologias adotadas em canteiros de obras, visando agilidade e otimização de custos. O palestrante será o engenheiro Giancarlo Domingues, do grupo Maccaferri, empresa que tem mais de 100 anos de atuação nas áreas industrial e de engenharia geotécnica, hidráulica e ambiental.
Economia Paranaense
Será realizado nos dias 13 e 14 de setembro, das 8 às 18 horas, no Hotel Sumatra, o IX Encontro de Economia Paranaense (Ecopar), promovido pelao Departamento de Economia/CESA.
O objetivo é constituir um espaço acadêmico no qual a comunidade científica, formada por professores, pesquisadores, discentes e demais estudiosos possam refletir e discutir as principais temáticas relacionadas às questões do crescimento e do desenvolvimento regional da economia paranaense.
O evento é coordenado pela professora Maria de Fátima Sales de Souza Campos e as inscrições podem ser feitas no local do evento.
Mais informações pelo site www.ecopar.net.br ou pelo telefone (43) 3371-4255.
Vagas remanescentes
Termina nesta quinta-feira, dia 23 de agosto, o prazo de inscrição para as vagas remanescentes dos cursos de idiomas do 2º semestre, do Laboratório de Línguas (LEM) da UEL. As inscrições são feitas no endereço www.uel.br/cch/lablinguas, para os cursos de alemão, espanhol, francês, italiano, inglês e português para falantes de outras línguas (PFOL).
A vaga será garantida após confirmação do pagamento do boleto bancário. Para alunos, docentes e funcionários da UEL a taxa única é de R$ 200. Para a comunidade externa o valor é de R$ 260. A idade mínima para frequentar os cursos é de 16 anos. Já para o PFOL podem se inscrever todos os alunos estrangeiros que estão estudando na UEL como intercambistas, além de outros interessados.
O Laboratório de Línguas fica no Campus Universitário, na sala 184 do Instituto de Referência em Ciências Humanas (IRCH), do Centro de Letras e Ciências Humanas (CCH).
Mais informações nos endereços www.uel.br/cch/lablinguas ou pelo e-mail labling@uel.br.
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LIA MENDONÇA
Quem visita a Tailândia vai encontrar no roteiro passagem por um santuário inaugurado pelos monges budistas em 1999, para resgatar filhotes de tigres cujas mães haviam sido mortas por caçadores. É o Templo dos Tigres. Lá é possível acariciar esses felinos selvagens sem ser atacado e ainda pagar para ser fotografado na companhia deles.
O Templo dos Tigres foi mostrado recentemente em reportagem sobre a Tailândia no programa Globo Repórter. E entre os entrevistados estava a veterinária londrinense Bianca Ribeiro de Souza, que falou sobre o trabalho voluntário que desenvolve desde março no Templo, e que prosseguirá até o final de setembro.
Bianca se sentiu atraída por esse trabalho há quatro anos, na Índia, e ficou sabendo que os monges budistas aceitavam veterinários voluntários. Assim que se formou ela enviou seu currículo, foi aceita e viajou para a Tailândia.
Mas o que tem a ver tigres com mosteiro? Bianca Ribeiro de Souza responde: “Na Tailândia, fazer doações aos monges é uma prática comum. E eles devem aceitá-las sempre. Os monastérios, em sua maioria, são localizados em áreas mais afastadas das cidades, geralmente em zonas rurais e arborizadas. Assim, muitos acabam doando também animais. O Templo onde estou vivendo recebeu como donativo filhotes de tigres resgatados de caçadores há aproximadamente 14 anos. A partir daí os monges resolveram tomar conta também de outros animais selvagens. Aos poucos, outros filhotes órfãos foram trazidos e o local ganhou fama de santuário de resgate de animais. Com tantos bichos vivendo nesse ambiente, o monastério passou a necessitar de auxílio veterinário e também de outros profissionais e voluntários para sua manutenção”.
Símbolo de força
Para a veterinária Bianca Ribeiro “os budistas têm no tigre o símbolo da força e acreditam que eles também participam do processo de reencarnação da vida. Dessa forma faz parte do princípio religioso do Templo que nós, voluntários estrangeiros, participemos das atividades do local, para assimilar um pouco mais dessa cultura no dia a dia do trabalho. Por esse motivo vivo neste mosteiro, o Wat Pa Luangta Bua Yannasampanno (Tiger Temple), e além das minhas atividades como veterinária participo também das meditações e refeições com os monges e os outros voluntários”, conta Bianca.
Ela comenta que “apesar de não termos as disciplinas de Clínica Médica e Cirúrgica voltadas para animais silvestres em nossa grade curricular do curso de Medicina Veterinária da UEL, pude utilizar os meus conhecimentos nessas disciplinas voltadas para animais domésticos (de pequeno e grande porte), obtendo sucesso nos procedimentos. Vale destacar que frequentei a Oficina de Estudo de Animais Silvestres, um projeto de extensão realizado por alunos de Medicina Veterinária e Biologia da UEL, durante minha graduação. Esses ensinamentos têm sido muito úteis. Outro fator que também me ajudou muito foi a participação na disciplina optativa de Etologia, ciência que estuda o comportamento animal”.
Apesar do Templo dos Tigres ser considerado um santuário para esses animais, ambientalistas questionam a atitude dos monges budistas alegando que eles adquirem animais no mercado negro e que permitem o cruzamento de diferentes subespécies, o que contraria os princípios ambientalistas.
Para Bianca Ribeiro de Souza “um dos fundamentos do Templo dos Tigres é manter os animais livres para reprodução e com uma boa qualidade de vida. Mantê-los em cativeiro não é o melhor para esses animais, porém se torna uma opção para manter essa subespécie (tigres indochineses) fora da extinção. O Templo já tentou fazer a reintrodução na natureza, mas não obteve êxito. A Tailândia, como o Brasil, sofreu e sofre com o tráfico de animais silvestres, porém este não é o maior vilão dessa história. O grande problema é o avanço da agropecuária e o crescimento populacional que destrói florestas e polui rios. Sendo assim, animais como elefantes são extintos pela falta de alimento e habitat, e tigres são obrigados a procurar um novo espaço, atacando animais domésticos e pessoas, o que os fazem serem vistos como maus”, explica.
A londrinense comenta que apesar do Templo dos Tigres abrigar 104 felinos, o local reúne diversas espécies, inclusive domésticas como bovinos e equinos. Para ela “trabalhar no Tiger Temple é como atuar em um zoológico. Não realizamos procedimentos veterinários todos os dias. Na maioria dos dias trabalho alimentando ou dando banho nos tigres, exercitando-os e até limpando jaulas. Como estou aqui há pouco tempo, tenho contato direto com os tigres mais jovens, com idade entre 5 e 8 meses. Também atuo cuidando da saúde deles, tratando suas feridas, o que é comum pois eles brincam mordendo e pulando uns nos outros. Nesses casos temos sempre que sedá-los e, após o procedimento, acompanharmos sua recuperação. Também fui a responsável pela vacinação dos tigres que nasceram nesses últimos meses, assim como pela vacinação contra raiva dos cães e gatos da região, projeto financiado pelo Templo, auxiliando no controle da zoonose em comunidades carentes. Trabalho com os tigres que nasceram no Templo e desde filhotes estão em contato com os humanos. Por isso não atacam e nem são agressivos com as pessoas”, afirma.
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PRATELEIRA
Para gostar de aprender arte: Sala de aula e formação de professores
1ª edição 2003
Reimpressão 2008
Autora: Rosa Iavelberg
Editora artmed
126 pág;
Preço R$ 48,00
A obra procura derrotar a concepção convencional que vê a aula de artes como mera pausa inserida no estudo de conteúdos tidos como mais importantes, determinando o ensino e a aprendizagem de Arte como parte essencial e articulada da formação dos professores e de seus alunos.
Ctrl+Art+Del – Distúrbios em arte e tecnologia
1ª edição 2010
Autor: Fábio Oliveira Nunes
Editora Perspectiva
344 pág;
Preço R$ 40,00
O objetivo desta obra é questionar a tecnologia e seus limites, assim como demonstrar a superficialidade das relações sociais e identificar o pensamento hegemônico. Entre reflexões e análises de trabalhos de web arte, instalações interativas e outros projetos de arte e tecnologia, Fábio Oliveira Nunes procura, neste ensaio, reavaliar as diretrizes presentes.
PAISAGEM e ACADEMIA: FÉLIX-ÉMILE TAUNAY E O BRASIL (1824-1851)
1ª edição 2009
Autora: Elaine Dias
Editora UNICAMP
400 pág;
Preço R$ 48,00
Este livro discorre sobre a cultura figurativa que se elabora no Rio de Janeiro imperial, em especial durante o segundo e o terceiro quarto do século XIX. Trazendo à tona uma documentação, esta obra lança luz sobre alguns aspectos da múltipla atividade de um de seus protagonistas, Félix-Émile Taunay (1795-1881), personagem obscurecida pelo pai, Nicolas-Antoine (1755-1830), mas também por outros artistas franceses.
Viajante Hércules Florence: águas, guanás e guaranás
1ª edição 2008
Autora: Dayz Peixoto Fonseca
Editora Pontes
184 pág;
Preço R$ 50,00
Neste livro o leitor encontrará informações e reflexões sobre a Expedição Langsdorff realizada entre os anos de 1825 a1829. Foi escrito em forma de releitura dos relatos de Hércules Florence contidos em seu diário de bordo. O livro conta com cerca de 100 desenhos sobre a paisagem brasileira e sua gente, reunindo um dos mais densos conjuntos da iconografia brasileira assinada pelo viajante artista. ‘O Viajante Hércules Florence’ - águas, guanás e guaranás traz para os dias atuais o Brasil do século 19, através de uma apreciação contemporânea. As informações e interpretações seguem os fios condutores dos relatos e desenhos de Hércules Florence. Nele o leitor poderá alternar o prazer da leitura em prazer do conhecimento.
Anita Malfatti
1ª edição 2011
Organizadora: Lygia Eluf
Editora da Unicamp, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo
200 pág;
Preço R$ 50,00
A obra pretende revelar aspectos da produção artística de Anita Malfatti, a partir do conteúdo presente em seus cadernos pessoais.
Estes e outros títulos podem ser adquiridos na Livraria EDUEL.
Mais informações, pelo telefone 3371-4691. Ou pelo e-mail – livraria-uel@uel.br
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Publicação semanal da Universidade Estadual de Londrina
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