Equipamentos melhoram atividades na Fazesc
NOTAS E RESOLUÇÕES
Parfor tem nova estrutura e vai ampliar sua atuação
Laboratório de Aves vai potencializar pesquisa
CEI do Campus e HU abrem vagas
Biblioteca Central da UEL terá novo prédio
Estudantes da UEL fazem parte da graduação no exterior
Graduação “Sanduíche” incentiva a mobilidade acadêmica
Documentário resgata os 50 anos do curso de Odontologia
Proext: UEL tem 30 projetos pré-selecionados em edital federal
Pedagogia diferenciada
Divisão de Aposentadoria amplia espaço físico
Acontece
Filo traz a Londrina 123 apresentações
EDUEL
EXPEDIENTE
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Composteira vai garantir destinação correta para carcaças de animais
PEDRO LIVORATTI
A Fazenda-Escola (Fazesc) da UEL acaba de instalar dois novos equipamentos que vão garantir maior sustentabilidade aos projetos acadêmicos desenvolvidos nos 100 hectares, que abrigam setores de produção animal e vegetal, e atendem os cursos de Agronomia, Zootecnia, Medicina Veterinária, além de fornecer alimentos para o Restaurante Universitário e HU. A unidade ganhou em maio uma composteira de carcaças e de resíduos animais e um biodigestor de fluxo contínuo, que será utilizado para tratamento de dejetos do setor de bovinocultura.
Segundo o diretor da Fazesc, professor Caio Abércio da Silva, a nova estrutura e o equipamento correspondem às exigências ambientais e a princípios modernos de produção agropecuária, a partir do uso da tecnologia adequada. Ele lembra que este rigor é importante porque a fazenda representa um campo avançado de pesquisa e estágio e de formação de mão de obra.
A composteira foi dimensionada para atender, principalmente, a demanda de animais que morrem naturalmente nos sistemas de produção existentes na unidade (galinhas de postura, frangos de corte, suínos, ovinos e bovinos). O processo garante a destinação correta do material, sem contaminação ao meio ambiente.
A estrutura feita em alvenaria em uma construção tem quase 20 metros quadrados e foi feito pelos servidores da própria Fazenda-Escola. Segundo o diretor, o processo da compostagem é simples. As carcaças são depositadas e cobertas por palha de arroz, restos de cultura vegetal, etc. Ao composto é adicionada água. O processo é limpo e garante a eliminação de odores e de moscas. O tempo de decomposição varia de acordo com o tamanho da carcaça. Após o processo, todo o material pode ser usado como adubo orgânico.
Já o biodigestor, foi adquirido com recursos próprios da Fazesc, um investimento de R$ 17 mil, após um estudo de viabilidade técnica feito pela prefeitura do Campus da UEL. O equipamento tem capacidade de atender a produção de dejetos do setor de bovinocultura de corte. Os dejetos seriam, assim, submetidos continuamente, com entrada diária, a um processo fermentativo, gerando gás metano, que pode ser utilizado como combustível. O resultado do processo é um efluente tratado, ou seja, transformado em um material menos poluente e mais apropriado para uso como adubo, dada a sua característica mais inorgânica.
O sistema trabalhará com uma produção constante de gás e de efluentes tratados, sendo que nesta dinâmica, um efluente demorará de 50 a 60 dias para ser completamente “tratado” ou transformado. O modelo está em vias de ser posto em atividade e a experiência com o modelo deverá ser ampliada para outros setores da Fazenda-Escola, como a suinocultura e o gado leiteiro. Atualmente, a biodigestão dos dejetos constitui um dos tratamentos mais empregados e viáveis para sistemas de produção animal no Brasil.
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Seguro
Em reunião realizada no dia 9 de maio, o Conselho de Administração (CA) aprovou o estudo que propõe abertura de processo licitatório para garantir seguro de acidentes pessoais no âmbito da Universidade. Com essa medida cerca de 8 mil vidas serão seguradas. São docentes e estudantes que atuam em estágios curriculares, colaboradores externos, estagiários do Colégio de Aplicação, integrantes do Programa de Iniciação Extensionista (Proinex) e do Programa de Iniciação Científica (Proic), docentes e estudantes envolvidos em aulas de campo, entre outras. Essas atividades são regulamentadas por resolução na UEL e como envolvem deslocamentos de pessoas, a administração da UEL atendendo à solicitação desta comunidade instituiu uma comissão para elaborar este estudo apresentado e aprovado pelo CA. A proposta prevê seguro no valor de R$ 5 mil no caso de morte por acidente, R$ 5 mil por invalidez e mil para despesas hospitalares. A implantação deste benefício deverá custar a UEL cerca de R$ 8 mil por mês. Mas segundo a reitora Nádina Moreno, a Instituição tem uma responsabilidade para com as pessoas envolvidas nessas atividades. “A aprovação desta proposta pelo CA é um avanço e, pela primeira, vez na história da UEL as pessoas envolvidas nessas atividades estarão amparadas por seguro de acidentes”, destaca a reitora. Com a aprovação no CA, a UEL vai dar início ao processo de licitação e as empresas seguradoras interessadas em concorrer devem ficar atentas à publicação do edital.
Restaurantes
O Conselho de Administração (CA) aprovou na reunião realizada também no dia 9 de maio, proposta apresentada pela Administração da UEL, para abertura de novos restaurantes no Campus Universitário. Agora, a Proaf vai realizar estudos para viabilizar e operacionalizar a sugestão apresentada pela reitora Nádina Moreno, que depois será novamente submetida à aprovação do CA, que apostou no ineditismo da ideia na região, mas já adotada por grandes universidades como a USP, por exemplo. Com outras opções de restaurantes no Campus, a comunidade universitária e visitantes não ficariam limitados ao RU e cantinas, que nem sempre dão conta da demanda.
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Programa está instalado na Prograd com nova estrutura e coordenação
PEDRO LIVORATTI
O Plano Nacional de Formação de Professores (Parfor) completa em 2012 três anos de atividades colecionando números positivos e demonstrando que a academia pode contribuir para atenuar o problema da educação brasileira, com a qualificação do professor. A nova coordenadora do Parfor, professora Maria Irene Pellegrino de Oliveira Souza (CECA), tem clareza que a Universidade pode ser a força motora para a renovação da escola. Em todo o país são mais de 730 mil crianças fora da sala de aula, enquanto o analfabetismo funcional chega a 28% da população entre 15 e 64 anos, segundo dados do Ibope (2009).
Estas limitações ecoam dentro da escola, na medida em que os professores, da mesma forma, precisam de formação. As informações mais recentes são do Educacenso 2010 e mostram que o Paraná tem mais de 3,2 mil professores sem graduação, enquanto cerca de 25,5 mil têm apenas a primeira licenciatura (veja gráfico ao lado).
É dentro deste contexto que o programa se justifica, lembra a coordenadora. O Parfor foi criado em 2009 para atender a necessidade de formação inicial e continuada dos professores da educação básica. Assim, o Parfor oferece a primeira licenciatura para os professores sem graduação; a segunda licenciatura para educadores licenciados em área diversa da sua atuação e formação pedagógica para os bacharéis que atuam na educação básica pública.
Na UEL, a primeira turma se formou em dezembro do ano passado, em Artes Visuais, abrindo o caminho para outras centenas de alunos. Atualmente, o programa tem 634 alunos matriculados, de 57 cidades paranaenses, beneficiando 100 escolas estaduais e municipais. As aulas são dadas aos sábados, feriados e em períodos concentrados de férias escolares, sob a responsabilidade de 110 professores da UEL. Soma-se a esta estrutura a oferta do curso de Pedagogia especial na modalidade à distância (UAB/UEL), coordenado pela professora Zuleika Piassa, que conta com outros 2.470 alunos.
Segundo Maria Irene, os relatos dos professores participantes demonstram que o contato com os mestres e doutores da academia serve como incentivo ao preparo de aulas e à atualização frequente. Na via contrária, os pesquisadores da UEL têm condições de enxergar mais claramente a realidade de quem enfrenta a sala de aula da rede pública no dia a dia.
“Estamos trazendo parte do chão da escola exatamente para o local onde se forma professores”, relata. Ela acrescenta que o programa representa uma ferramenta privilegiada para observar onde é possível avançar quando se pensa na formação de novos professores.
Desde o início de abril o programa passou a funcionar junto à Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), uma vez que a maior parte das atividades são relacionadas à graduação. Segundo a coordenadora, em que pese a vinculação à Prograd, existe um Colegiado Parfor, que conta com representantes das três pró-reitorias acadêmicas da UEL. Cabe a este colegiado deliberar sobre as necessidades do programa, como a criação de novos cursos, além dos demais procedimentos acadêmicos relacionados a estudantes e professores.
UEL oferece nove cursos
A UEL oferece, atualmente, nove cursos por meio do programa: Artes Visuais, Ciências Biológicas, Ciências Sociais, Filosofia, Física, Pedagogia, Música, Química e Formação Pedagógica. De acordo com as regras do Parfor, os professores precisam se pré-inscrever junto à Plataforma Freire, tendo a inscrição validada pelas Secretarias de Educação. Até chegar à UEL, os professores precisam fazer todo o procedimento online. Para o segundo semestre deste ano, a Universidade passará a oferecer os cursos de 2ª Licenciatura em Ciências da Religião e Geografia, além de outras 12 alternativas. A efetivação das turmas depende do processo de seleção e confirmação de matrícula por parte do professor interessado.
Cada turma oferece 30 vagas, sendo que o curso da 1ª licenciatura totaliza 3,2 mil horas, com duração de 3,5 anos. A 2ª licenciatura tem aproximadamente 1,2 mil horas, com dois anos de duração. Já a formação pedagógica tem duração de 12 meses, totalizando 540 horas/aula.
A coordenadora afirma que o programa pode ser considerado de ponta, frente à estrutura e qualidade de conteúdo que a UEL oferece. Ela valoriza o empenho da primeira coordenadora do Parfor, a professora Martha Marcondes, do Departamento de Educação, e Diretora da Diretoria de Avaliação e Acompanhamento Institucional da Pró-Reitoria de Planejamento. A professora foi responsável por efetivar o Parfor na UEL, vislumbrando exatamente a melhoria dos índices da educação paranaense e a necessidade de qualificar o docente que atua na rede pública.
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O diretor da Big Frango, Valter Bampi, com a reitora Nádina Moreno
PEDRO LIVORATTI
Este mês a UEL inicia os primeiros testes no Galpão de Experimentação de Nutrição de Aves, unidade específica para avaliação e pesquisa em frangos de corte, inaugurada no último dia 29, na Fazenda-Escola.
Até o final deste ano serão implementadas três linhas de pesquisas: fidelização de consumo de ração, comparação de linhagem de aves e testes de emussificante de gordura, produto que facilita a digestão das aves. A unidade mereceu investimentos de R$ 130 mil que foram feitos pelas empresas paranaenses, Big Frango e Tectron.
A estrutura foi construída de acordo com os padrões exigidos para aviários profissionais, com custo zero para a Universidade. O galpão tem 36x8 metros, com 104 boxes que permitem dois experimentos simultâneos, instalações hidráulica e elétrica e tratamento térmico. Segundo o coordenador do projeto, professor Alexandre Oba, do Departamento de Zootecnia (CCA), três professores e 15 estudantes de graduação e pós-graduação deverão participar dos experimentos. Anexo ao galpão funcionará o Laboratório de Análise de Carcaças, que contém uma câmara fria para conservação das aves abatidas e demais equipamentos. De acordo com o professor, esses equipamentos custaram cerca de R$ 70 mil e foram adquiridos com recursos do Pronex, da Fundação Araucária.
A reitora da UEL, Nádina Moreno, destacou que o laboratório serve de exemplo para outras iniciativas. Ela explicou que a Universidade tem expertise com pesquisadores reconhecidos internacionalmente. Esta produção cientifica pode ser ampliada a partir de maiores investimentos em estruturas de laboratórios e insumos. “Qualquer recurso aplicado em uma universidade pública significa retornar em qualidade de vida para a sociedade”, afirmou a reitora.
O professor Alexandre Oba e o diretor da Tectron, Daniel Pigato, em visita ao Galpão de Experimentação de Nutrição de Aves
Pela parceria, as empresas deverão fornecer as aves, alimentação e insumos. Caberá à Universidade fazer os experimentos e compartilhar os resultados com as empresas participantes. O diretor da Big Frango, Valter Bampi, afirmou que o setor da avicultura só conseguirá crescer mediante pesquisa e novas tecnologias. O grupo é considerado a quinta maior empresa de avicultura do país e grande detentora da mão de obra especializada formada na UEL.
Já o diretor da Tectron, Daniel Pigato, é estudante de doutorado da UEL e um incentivador da parceria público privada. “Espero que esta iniciativa possa inspirar outras empresas a investirem em laboratórios, salas de aula e até prédios”, resumiu o empresário.
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Servidores da UEL interessados em concorrer às vagas para seus filhos, oferecidas nos Centros de Educação Infantil (CEI) do Campus e HU, para o segundo semestre de 2012, poderão se inscrever de 11 a 26 de junho, para a seleção sócio-econômica. As inscrições estarão abertas nas Secretarias do CEI Campus e HU, das 8 às 12 e das 13 às 17 horas.
De acordo com informações de Marinalva Gonçalves Ferreira, da Divisão de Educação Infantil do Colégio de Aplicação, “poderão concorrer às vagas para o CEI do Campus, filhos de servidores nascidos de 1º de abril de 2011 a 22 de junho de 2012, para as Salas de Educação Infantil 1, e crianças nascidas de 1º de abril de 2006 a 31 de março de 2007, para as Salas de Educação Infantil 6, que poderão concorrer servidores lotados tanto no Campus Universitário, como no LPM, Museu Histórico, Casa de Cultura, Escritório de Aplicação de Assuntos Jurídicos (EAAJ) e Ambulatório do Hospital de Clínicas (AHC)”.
No CEI-HU as oportunidades são para crianças nascidas de 1º de abril de 2011 a 22 de junho de 2012, para as Salas de Educação Infantil 1; e crianças nascidas de 1º de abril de 2008 a 31 de março de 2009, para as Salas de Educação Infantil 4, que poderão receber filhos de servidores do HU, Centro de Ciências da Saúde, Clínica Odontológica Universitária, Bebê-Clínica e Colégio de Aplicação-Centro. A Divisão de Educação Infantil do Colégio Estadual José Aloísio Aragão - Colégio de Aplicação informa ainda que a relação das crianças selecionadas pelo setor de Serviço Social do Serviço Bem Estar da Comunidade (Sebec), será publicada no CEI -Campus e CEI-HU, no dia 26 de julho.
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O professor Sidnei Guadanhim explica a concepção do projeto
MIRIAN PERES DA CRUZ
Foi entregue na última sexta-feira, dia 1º, o anteprojeto arquitetônico da nova Biblioteca Central (BC). Com cerca de 12 mil m² e três pavimentos, além do térreo e piso inferior, o prédio da nova BC tem uma concepção clássica moderna. O projeto foi elaborado pelos professores do Centro de Tecnologia e Urbanismo (CTU).
O professor Sidnei Guadanhim, vice-diretor do CTU, expôs a concepção do projeto aos pró-reitores, diretores de Centro e membros do Conselho Universitário (CU), além de servidores do Sistema de Bibliotecas. Com base no estudo preliminar, segundo ele, o orçamento da nova BC está estimado em R$ 22 milhões. “É um projeto de vulto e significativo, resultado do trabalho coletivo dos professores do CTU”, afirmou. Ele aponta que o conceito do pré-projeto segue as necessidades da Universidade e supre as exigências dos serviços ofertados pelo setor.
Além de uma extensa área de serviços e espaços externos de leitura, também estão previstas iluminação e ventilação naturais e ainda um átrio. O prédio prevê ainda quatro saídas de emergência. A maquete e os pré-projetos foram elaborados com apoio da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan, a equipe da BC e estudantes do CTU.
Já a professora Silvia Galvão, diretora do CTU, informa que a expectativa é a elaboração dos projetos complementares, estrutural, elétrico, hidráulico e de iluminação. O início da obra contará com recursos de três emendas parlamentares no valor de R$ 2 milhões cada uma, totalizando R$ 6 milhões. “O valor será suficiente para a execução das duas primeiras etapas da obra, portanto, fundação e estrutura”, ressaltou a diretora do CTU.
As emendas foram apresentadas pelos deputados federais André Vargas, Alex Canziani e o ex-deputado e secretário da Fazenda do Estado, Luiz Carlos Hauly. Para a reitora da UEL, Nádina Moreno, a atuação dos professores do CTU na elaboração do projeto foi rápida e eficiente. “O prédio será fantástico, localizado em um ponto privilegiado do Campus Universitário”, destacou. Ela ressalta que a finalização do projeto arquitetônico facilita a busca de recursos para a construção da nova Biblioteca. “É uma construção coletiva que envolve o CTU, o pessoal da Biblioteca Central e a Proplan”, salientou.
O estudo para elaboração do projeto preliminar seguiu o Plano Diretor da UEL, pois o novo prédio será construído no Calçadão, em frente ao Centro de Ciências Exatas (CCE). O plano prevê inclusive a execução de uma avenida que vai unir as duas rotatórias do Campus Universitário e a construção de um novo Calçadão, que faria uma ligação perpendicular com o atual.
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Stela Silva Desto está estudando na Universidade de Toulouse, na França
MIRIAN PERES DA CRUZ
Movidos pelo desafio de encarar uma realidade acadêmica diferente, vários estudantes de graduação da UEL já participam do programa Ciência Sem Fronteiras. É o caso de aluno Bruno César Silva de Jesus do curso de Educação Física, do Centro de Educação Física e Esporte (CEFE), que está desde março deste ano na Universidade de Coimbra, em Portugal. O universitário está cursando sete disciplinas na instituição. Bruno faz parte do Grupo de Estudo e Pesquisa em Nutrição, Metabolismo e Exercício (GEPEME), da UEL.
Ele frequenta as aulas de graduação e mestrado do curso de Ciências do Desporto na instituição estrangeira, e ainda participa do grupo de pesquisa Journal Club. “A Universidade de Coimbra chama a atenção, os professores são exigentes e bem preparados. É preciso estudar muito para conseguir boas notas nas provas e nos trabalhos”, relata.
Matheus Gabriel:“É um sonho estudar em uma das melhores universidades do mundo”, o estudante encontra-se na Universidade da Califórnia (EUA)
“A graduação sanduíche é uma experiência incrível, estou tendo a oportunidade de entrar em contato com outras culturas, com pessoas de Portugal e de outros países”, conta. Segundo ele, o intercâmbio só agrega conhecimento e experiência ao universitário, como acontece na maioria dos países da Europa, no programa Erasmus. Bruno tem como orientador o professor Edílson Serpeloni Cyrino, do Departamento de Educação Física, do CEFE.
A opção pela graduação “sanduíche” também motivou o acadêmico Matheus Gabriel Maidana Capelari, do 5º ano de Medicina Veterinária, que está na Universidade da Califórnia, em Davis, nos Estados Unidos, desde março deste ano. Para ele é a oportunidade única de crescer profissionalmente. “Estudar em uma das melhores universidades do mundo, aprender uma segunda língua, além de vivenciar por um ano uma cultura totalmente diferente me motivou a pleitear a vaga no programa”, declara.
Ele ainda conta que o clima mediterrâneo da região chama a atenção, pois o verão é seco e o inverno é chuvoso, além de grande variação de temperatura durante o dia. Segundo ele, o Campus da Universidade é grande, limpo e organizado, os alunos vão para a aula de bicicleta, e no inverno a instituição oferece gratuitamente um ônibus para o transporte deles.
“Minhas principais atividades na Universidade são as aulas e o estágio em pesquisa. E escolhi as matérias do meu interesse na área de Produção Animal”, afirma Matheus. Ele pesquisa a relação da produção de gases do efeito estufa com a produção animal. Os testes do estudo são realizados com bovinos de corte e leite, e os ensaios in vitro avaliam os aditivos alimentares que influenciam na mitigação desses gases. “A disponibilidade de equipamentos e recursos para pesquisa é imensa. A maioria dos recursos vem de empresas privadas”, salienta.
A orientadora do bolsista é a professora Ivone Yurika Mizubuti, do Departamento de Zootecnia do CCA. Mateus mora com três americanos em um condomínio de apartamentos, localizado a 10 minutos de bicicleta do Campus da Universidade. Com um grupo de amigos, ele já viajou pela costa da Califórnia para conhecer as cidades de San Diego e Los Angeles. O universitário já tem planos para o próximo feriado americano, o Memorian Day. Durante três dias ele vai conhecer a cidade de San Francisco, que fica apenas a uma hora de Davis. Já a estudante Stela Silva Desto, também do curso de Medicina Veterinária, encontra-se na Universidade de Toulouse, na França, desde 1º de fevereiro deste ano. Na UEL, ela tem como orientadora a professora Ana Paula Bracarense (CCA).
De malas prontas para a Alemanha e Inglaterra
Francieli Pereira, do curso de Farmácia: “A Alemanha é o berço do conhecimento”
Outros universitários da UEL selecionados pelo programa ainda aguardam o embarque para o segundo semestre deste ano. Na expectativa de embarcar em agosto para a Heidelberg, na Alemanha e permanecer um ano, Francieli Pereira, aluna do curso de Farmácia, conta que troca informações com outros estudantes sobre a viagem. Ela diz que o país é o “berço do conhecimento” tecnológico e científico na área Farmacêutica. “São muitas as indústrias farmacêuticas que têm sede lá e a Universität de Heidelberg possui parcerias com essas indústrias”, ressalta.
Com mais de 600 anos, a Universität de Heidelberg é a mais antiga da Alemanha. Francieli fará estágio no laboratório de Química Farmacêutica da instituição, e também vai cursar nove disciplinas ligadas à área, além de dois cursos intensivos de alemão com duração de dois meses. “É uma oportunidade de melhorar o currículo e contribuir para o desenvolvimento tecnológico do Brasil, pois sem dúvida eu voltarei com uma bagagem de conhecimento bem maior”, salienta. A orientadora da aluna na UEL é a professora Rúbia Casagrande, do Departamento de Ciências Farmacêuticas, do CCS.
Já o destino de Jeferson Shin-iti Shigaki, acadêmico do 4º ano do curso de Arquitetura e Urbanismo, é a Universidade de Salford, em Manchester, na Inglaterra. Ele vai embarcar em setembro deste ano para ficar um ano no país. O universitário aposta na qualidade da produção científica e tecnológica da instituição inglesa para conhecer novas tecnologias na área.
“A expectativa é conhecer pessoas e pesquisadores de culturas diferentes”, aponta Jeferson. Ele vai pesquisar o processo de modelagem da construção de edificações, com foco na qualidade de execução da obra. A tecnologia é chamada de Building Information Modeling (BIM). Jeferson tem como orientador a professora Ercilia Hitomi Hirota, do Departamento de Construção Civil, do CTU.
Saiba mais
O programa Ciência Sem Fronteiras prevê a utilização de até 75 mil bolsas em quatro anos para o intercâmbio de alunos de graduação e pós-graduação. Além dos editais mais recentes, confira também às áreas prioritárias definidas pelo Ciência Sem Fronteiras. Mais informações no site oficial do programa www.cienciasemfronteiras.gov.br.
Quem pode participar
• Ser brasileiro ou naturalizado;
• Estar regularmente matriculado em Instituição de Ensino Superior no Brasil em cursos relacionados às áreas prioritárias do programa;
• Possuir bom desempenho acadêmico;
• Ter concluído 20% do currículo previsto para o curso de graduação.
Preferência
• Estudantes premiados em olimpíadas científicas no país ou exterior;
• Foi ou é bolsista de Iniciação Científica ou tecnológica do CNPq (PIBIC/PIBITI) ou do PIBID da Capes
Áreas prioritárias
• Engenharias e demais áreas tecnológicas;
• Ciências Exatas e da Terra;
• Energias Renováveis;
• Tecnologia Mineral;
• Formação de Tecnólogos;
• Biotecnologia;
• Petróleo, Gás e Carvão Mineral;
• Nanotecnologia e Novos Materiais;
• Produção Agrícola Sustentável;
• Tecnologias de Prevenção e Mitigação de Desastres Naturais;
• Fármacos;
• Biodiversidade e Bioprospecção;
• Tecnologia Aeroespacial;
• Ciências do Mar;
• Computação e Tecnologias da Informação;
• Indústria Criativa (voltada a produtos e processos para desenvolvimento tecnológico e inovação);
• Novas Tecnologias de Engenharia Construtiva;
• Biologia, Ciências Biomédicas e da Saúde;
Benefícios
• Mensalidade de bolsa;
• Auxílio-Instalação;
• Passagens aéreas;
• Seguro Saúde.
Duração da bolsa
• De 6 a 12 meses, podendo estender-se até 15 meses quando incluir curso de idioma.
Serviço
Na modalidade do CNPq, os interessados ainda podem se inscrever até 10 de julho deste ano, confira detalhes do programa no endereço www.uel.br/proppg. Ou tire suas dúvidas pelo e-mail proppg@uel.br.
Fonte: www.cienciasemfronteiras.gov.br
Outra opção
A UEL também mantém outros convênios de mobilidade acadêmica com 48 universidades de 17 países por meio da Assessoria de Relações Internacionais (ARI). Mais informações pelo telefone 3371-4188 ou pelo e-mail: uelari@uel.br.
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Bruno César (de blusa listrada): “A graduação sanduíche é uma experiência incrível”. Ele está na Universidade de Coimbra, Portugal
O programa Ciência Sem Fronteiras do Governo Federal oferece bolsas de estudos no exterior para estudantes de graduação das universidades públicas de todo o país. A graduação “sanduíche” permite fazer parte do curso em outro país. A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) é responsável pela modalidade em que o aluno escolhe o país de interesse e concorre às vagas em nível nacional.
As instituições estrangeiras são indicadas pela coordenação da Capes, em Brasília. E a inscrição é feita pelo estudante no site do órgão. Já os requisitos para participar da seleção são de acordo com os editais divulgados pela Capes. Segundo o professor Ludoviko Carnasciali dos Santos, Pró-reitor de Graduação e coordenador do programa Ciência Sem Fronteiras na UEL, 119 alunos foram selecionados para concorrer ao último edital. O resultado será divulgado no próximo semestre.
Ele explica que nesta modalidade a homologação das candidaturas às bolsas de estudo é feita pela Prograd, com a concordância do coordenador do colegiado do curso de graduação. “As candidaturas passam pelo crivo da Universidade, pois são autorizadas pelo colegiado”, salienta. O estudante também assina um termo que trata da alteração da duração do curso em função da participação no programa.
“É uma possibilidade única e uma experiência enriquecedora para o aluno. Ele permanecerá até um ano fora do país, vivenciando a inserção em uma cultura diferente, tendo contato com pesquisadores estrangeiros”, completa Ludoviko. A opção de intercâmbio é para dezenas de países, mas os destinos mais procurados são Portugal e Espanha, em função da facilidade com a língua. No entanto, os candidatos têm à disposição instituições em países como China, Japão, Bélgica, Alemanha e Coréia do Sul.
OUTRA OPÇÃO - A graduação “sanduíche” também é ofertada pelo Programa Ciência Sem Fronteiras por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Na UEL, os interessados podem fazer a inscrição no site da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PROPPG) até 10 de julho para embarque em setembro deste ano.
O foco da iniciativa é o investimento na formação profissional e pessoal do aluno, além de aumentar a presença de pesquisadores e estudantes da graduação em instituições de excelência no exterior. Outro objetivo é a inserção internacional das instituições brasileiras e a interação entre cientistas e estudantes estrangeiros. Os candidatos selecionados têm direito a mensalidades, passagens aéreas, auxílio instalação, inclusive seguro de saúde e taxas escolares.
Mas a modalidade será extinta este ano pelo Governo Federal. Após algumas mudanças, no próximo semestre os alunos terão que concorrer às vagas somente em nível nacional. A professora Carmen Silvia Vieira Janeiro Neves, diretora de Pesquisa da PROPPG, informa que foram selecionados 10 estudantes para a graduação no exterior, quatro já estão fora do país, mas ainda há bolsas disponíveis.
O total de bolsas será preenchido a medida em que os estudantes são selecionados pelo CNPq. Hoje, quatro estudantes já estão no exterior pelo programa em países como Portugal, França, Bélgica e Estados Unidos. Eles são dos cursos de Medicina Veterinária e Educação Física. Outros seis embarcarão em julho e agosto para Alemanha, Austrália e Inglaterra, entre outros. Os alunos são dos cursos de Farmácia, Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo.
Uma das exigências para o aluno participar da modalidade é a participação na Iniciação Científica, sendo bolsista ou não. A professora ainda orienta os interessado a entrar em contato com a instituição estrangeira de interesse, com o auxílio do professor orientador. “É preciso que orientador auxilie o aluno neste primeiro contato com a instituição”, observa.
Carmen reforça a ideia de que a experiência só enriquece a carreira profissional do estudante. “O contato com outra cultura contribui também para o desenvolvimento pessoal”, salienta. Além disso, segundo ela, a modalidade graduação sanduíche também traz benefícios para a Universidade, pois contribui para o processo de internacionalização da instituição. “Os resultados do programa são positivos. Um exemplo é que a universidade fica conhecida no exterior”, observa.
Outra exigência é o exame de proficiência que só vale para os estudantes que desejam ir para universidades de países que têm o inglês como língua oficial. Carmen cita a colaboração da professora Gladys Plens de Quevedo Pereira de Camargo, do Departamento de Letras Estrangeiras Modernas, além do Laboratório de Língua na aplicação da prova de proficiência em Língua Inglesa, realizada em maio para 90 alunos da graduação da UEL.
BOLSA – A duração da bolsa é de no mínimo seis meses e no máximo 12 meses. Mas o candidato a bolsista do programa é responsável pelo contato com a instituição de ensino superior de destino (IESD) para obtenção de: aceite, assinado pelo orientador na IESD, plano de atividades, também assinado pelo orientador, com as disciplinas a serem cursadas ou descrição do trabalho que será executado durante o estágio. E também o valor das taxas escolares, e valor cobrado pela instituição para acomodação e alimentação.
O interessado também deverá providenciar o comprovante de proficiência no idioma solicitada pela instituição estrangeira, e obter o passaporte e o visto de entrada. Além de apresentar os seguintes requisitos: estar regularmente matriculado em 2011 em curso de graduação na UEL, que faz parte das áreas prioritárias, ter currículo Lattes cadastrado e atualizado no endereço eletrônico do CNPq, participar ou ter participado do Programa de Iniciação Científica (PROIC) da UEL, do CNPq (PIBIC), Iniciação Científica Fundação Araucária, ou Ações Afirmativas/Inclusão Social (modalidade pesquisa).
Já os critérios de seleção dos bolsistas ainda incluem o desempenho acadêmico, o plano de atividades na Instituição de destino, ano em que o estudante está no curso e proficiência no idioma da Instituição estrangeira. Após a aprovação da indicação pelo CNPq, o aluno receberá uma mensagem eletrônica com o link para preenchimento do Formulário de dados complementares.
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O professor José Roberto Pinto, com a professora Flora das Neves e a técnica Juciene Cachione que estiveram envolvidos na produção do vídeo
MIRIAN PERES DA CRUZ
Toda a trajetória do curso de Odontologia da UEL é contada no documentário de 30 minutos produzido pelos ex-alunos Gustavo Assumpção e Mayara Zamineli, do curso de Comunicação Social – Jornalismo, do Centro de Educação, Comunicação e Artes (CECA). É a história da implantação do curso de Odontologia contada em depoimentos e imagens.
O vídeo faz um resgate do começo da implantação do curso, uma trajetória que se confunde com a criação da própria Universidade. O documentário reúne 16 depoimentos de ex-professores, fundadores do curso, alunos da primeira turma e servidores que atuavam na época. Eles relatam fatos sobre a época em que tudo começou em 1962 nos porões da Catedral de Londrina, com a criação da Faculdade Estadual de Odontologia de Londrina (FEOL).
Cada entrevista durou em média duas horas. E após a elaboração do pré-roteiro do documentário todo o material foi digitalizado. A professora e coordenadora do projeto Flora das Neves Souza, do Departamento de Comunicação (CECA), explica que os depoimentos foram distribuídos a partir dos temas “primeiros tempos”, “estrutura”, “dificuldades” e “lembranças”.
Segundo ela, o que mais chamou a atenção foi a disposição dos entrevistados em encararem as câmeras para recordar fatos marcantes da época. “A vontade de falar das pessoas só enriqueceu as entrevistas, além de relatos das vivencias e memórias da época”, ressalta.
O documentário será veiculado no Congresso Odontológico do Jubileu de Ouro da Odontologia, que será no período de 26 a 28 de setembro deste ano. Também participou da produção do documentário a servidora Juciene Cachione Franco dos Santos, Técnica em Estúdio e Multimídia, do Laboratório de Telejornalismo no CECA.
GRATIDÃO – Movido pelo desafio de registrar como tudo começou nos porões da Catedral de Londrina, o professor José Roberto Pinto, diretor da Clínica Odontológica Universitária (COU) teve a ideia de registrar as memórias do curso com a produção do vídeo. A partir daí, ele contou com a parceria do curso de Comunicação Social – Jornalismo da UEL.
“Gratidão é para a vida toda, por isso a ideia é ser grato às pessoas que se esforçaram para a implantação do curso de Odontologia”, declara o diretor da COU. Ao lembrar o esforço dos fundadores do curso, ele aponta a postura empreendedora de cirurgiões-dentistas pioneiros, entre eles Newton Expedito de Moraes, Sebastião Simões Gomes e Waldir Cárnio, com apoio do Bispo Dom Geraldo Fenandez e da Associação Odontológica do Norte do Paraná.
José Roberto inclusive revela a preocupação com a falta de interesse das novas gerações com a história do curso, fato que também motivou a produção do material. “Apesar das dificuldades da época, eles tinham vontade de fazer e concretizar as ações, afinal o curso começou sem clínica e salas de aulas”, conta José Roberto. Portanto, como bem lembrou um dos entrevistados do documentário, o ex-professor do curso o médico Ismar de Oliveira, a “FEOL começou do nada e do nada fez tudo”.
Com a finalização do documentário, a expectativa agora é transformar parte dessa história em livro. O curso de Odontologia só acumula conquistas, pois foi o primeiro no país a ter a residência em Odontologia e a oferecer especialização na área. E ao completar 50 anos este ano, a área oferece quatro cursos de especialização (Ortodontia, Odontopediatria, Endodontia e Dentística), um mestrado e três residências em Odontologia (Odontopediatria, Periodontia, Cirurgia e Traumatologia Buço-Maxilo-Facial, HU/COU).
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A Pró-Reitoria de Extensão (Proex) informa que a UEL teve 30 projetos pré-selecionados no edital do Programa de Extensão Universitária (ProExt/2013), do Ministério da Educação, que tem o objetivo de apoiar as instituições públicas de ensino superior no desenvolvimento de programas que contribuam para a implementação de políticas públicas.
A UEL foi a Universidade Estadual paranaense com o maior número de pré-selecionados neste edital. A partir agora os técnicos da Proex farão um corpo a corpo com os professores contemplados visando a confirmação dos programas. A expectativa, caso todos sejam confirmados pelo Governo Federal, é de que sejam injetados recursos da ordem de R$ 3 milhões em projetos de extensão. Segundo a pró-reitora, a Proex contou com a colaboração da Proplan na elaboração orçamentária dos projetos.
A pró-reitora de Extensão, Cristianne Cordeiro Nascimento, explica que a conquista maior foi a Universidade viabilizar recursos da União. Para isso foi feito um verdadeiro mutirão, em que os professores proponentes receberam atendimento personalizado. O objetivo foi preencher todos os pré-requisitos e as exigências do edital federal.
Para isso, a Proex contou com a experiência da professora Maria Helena Pelegrinelli Fúngaro, do Departamento de Biologia Geral (CCB). A professora trabalhou na Fundação Araucária, atuando na Diretoria Científica, na área de acompanhamento de projetos. Dessa forma todos os programas propostos pela Universidade tiveram um acompanhamento profissional para evitar problemas durante a tramitação e seleção das propostas por parte do Ministério da Educação.
Segundo a professora Cristianne, o esforço deu resultado. No ano passado foram aprovados 18 projetos, enquanto em 2010 foram apenas três propostas da UEL aprovadas pelo Proext. O programa foi criado em 2003 e abrange a extensão universitária com ênfase na inclusão social, abordando áreas temáticas como atenção integral à família; combate à fome; erradicação do trabalho infantil; combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes; geração de trabalho e renda em economia solidária; violência urbana; inclusão digital e outros.
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Matheus, 12 anos, foi um dos pacientes atendidos pelo SAREH
DENISE LIGMANOVSKI
O Serviço de Atendimento à Rede de Escolarização Hospitalar (SAREH) do HU completa cinco anos amanhã, dia 7. Nesse período o SAREH atendeu 1.300 crianças, adolescentes e adultos matriculados no ensino Fundamental e Médio. A equipe conta com uma pedagoga e três professores da rede estadual e um professor da rede municipal, atuando dentro do Hospital.
Para a efetiva realização do programa, o HU conta com a parceria da Secretaria de Estado da Educação (SEED), que acompanha e orienta o funcionamento do SAREH, bem como da Secretaria Municipal de Educação de Londrina (parceria desde agosto de 2009) e apoio técnico da Divisão de Serviço Social HU, tendo como responsável a assistente social Renicler Oliveira de Assis. Conforme Renicler, a escolarização hospitalar contribui para a humanização da assistência e favorece o acesso ao direito à educação. “O grande diferencial do programa é que a pedagogia diferenciada oportuniza trabalhar com a especificidade de cada aluno, a partir do problema apresentado em cada caso”, destaca Renicler Oliveira.
Entre os pacientes atendidos pelo programa, o garoto Matheus, 12 anos, é um caso exemplar. Em abril de 2011, ele ficou 30 dias internado no HU e nesse período recebeu assistência da equipe SAREH que possibilitou que ele continuasse ao processo de escolarização por meio da aplicação de provas e trabalhos. Com a sensibilidade da equipe de professores foi possível ver que Matheus apresentava potencialidades de uma criança superdotada que, até então, por serem desconhecidas, eram um problema para a família e para a escola onde ele estudava na época, principalmente por não se enquadrar no perfil de comportamento e rendimento dos demais alunos.
Segundo Jane Vidotte, mãe do Matheus, ele não escrevia nada nos cadernos, porém, as notas eram sempre de 90 para cima e isso incomodava os colegas de sala. Em casa, segundo os pais Jane e Vanderlei, era difícil a relação em família porque eles não entendiam as explicações do filho. Segundo o casal, a lógica dele era diferente da nossa e da irmã. “A escola sempre nos chamava para dizer que Matheus precisava de psiquiatra ou remédio e que ele não tinha amigos”, dizem os pais do garoto.
Para comprovar que Matheus era superdotado, os professores entraram em contato com os responsáveis pelo Núcleo de Atividades de Altas Habilidades/Superdotação (NAAH/S), do Ministério da Educação, que funciona no Colégio Vicente Rijo. A comprovação veio depois de mais uma série de testes e entrevistas que identificaram que o menino tem memória auditiva e fotográfica.
Desde julho de 2011, Matheus participa das atividades do Núcleo e estuda no Vicente Rijo, o que facilita a integração entre aluno/família/escola e Núcleo. “Hoje, Matheus frequenta o Núcleo e a escola com prazer”, diz a mãe emocionada com as mudanças que ocorreram na vida da família depois que Matheus ficou internado no HU e os professores do SAREH identificaram as habilidades dele e o encaminharam ao lugar certo.
OUTRO EXEMPLO - “Foram cerca de 20 internações e em todas elas o SAREH esteve presente”. A frase é de Guilherme Romagnoli Francisco, 19 anos. Ele descobriu que tinha leucemia no final de 2008 e de lá para cá, volta e meia está internado no HU, onde faz quimioterapia e tem todo o acompanhamento necessário.
Para a mãe de Guilherme, Marli Francisco, o serviço oferecido pelo SAREH foi muito importante porque só assim ele não reprovou de ano.Ela ainda destaca que com as aulas no hospital é possível manter o vínculo com a rotina anterior à internação e isso motiva a continuar a vida. A presença do SAREH na vida do Guilherme ajudou o rapaz a passar no vestibular para o curso de Educação Física que ele “não gostou muito” e acabou trocando pelo curso de Ciências Contábeis. No momento, o curso está trancado por causa do tratamento, mas pretende concluir assim que tiver condições.
Na opinião de Guilherme, os professores do SAREH, além de ensinar, são amigos, aconselham, conversam sobre tudo, “aumentando muito mais a aproximação do que se fosse na escola, é isso é muito bom, dá segurança”, conta.
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A Divisão de Aposentadoria e Benefícios da Pró-Reitoria de Recursos Humanos (Prorh) da UEL ganhou um espaço físico adequado que garante maior comodidade no atendimento a servidores que precisam encaminhar aposentadorias e processos de abono de permanência. Paralelamente, a Divisão expandiu o quadro de colaboradores visando dar conta do atendimento, controle e montagem dos processos, com agilidade.
A ampliação do espaço e dos recursos humanos da Divisão se justifica no aumento gradativo dos encaminhamentos dos processos de aposentadorias na UEL. A chefe da Divisão, Rosa Helena Monteiro, explica que a expansão atende a uma necessidade antiga, uma vez que são muitas as solicitações, consultas e encaminhamentos. Segundo ela, além dos processos de aposentadorias, que precisam ser montados para serem encaminhados à Paranaprevidência, os abonos de permanência demandam a mesma estruturação.
Para se ter uma ideia da quantidade de processos, no ano passado 170 servidores se aposentaram, sendo que todos foram atendidos na Divisão. Somente este ano outros 44 servidores concluíram seus processos de aposentadoria. Além de Rosa, que responde pela chefia, a Divisão conta com outros dois servidores, além de um estagiário e uma menor aprendiz. Contatos com a Divisão de Aposentadoria e Benefícios da Prorh podem ser feitos pelo ramal 5520.
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Encontro de Microbiologia
Estão abertas as inscrições para o III Encontro Paranaense de Microbiologia, que será realizado nos dias 6, 7 e 8 de agosto, no Centro de Eventos do Hotel Sumatra, em Londrina. A promoção é do Departamento de Microbiologia e do Programa de Pós-Graduação em Microbiologia da Universidade Estadual de Londrina. O evento reunirá pesquisadores renomados de diversas universidades, em palestras e mesas-redondas, sobre temas atuais e variados dentro da Microbiologia. Também serão oferecidos minicursos abordando áreas diversas da Microbiologia. Mais informações no endereço: www.uel.br/eventos/microbiologia/.
Workshop Forense
Estão abertas as inscrições para o 1º Workshop em Ciência Forense do Paraná e a 17ª Semana da Física da UEL, que serão realizados de 22 a 26 de outubro, no Campus Universitário. Inscrições no Departamento de Física. A expectativa é reunir mais de 300 participantes e 400 trabalhos para comunicação oral e painéis, além de minicursos. O valor da inscrição para estudantes do Ensino Médio é R$ 15, estudantes da UEL R$ 30 e professores R$ 50. Mais informações no Departamento de Física, no telefone 3371-4266.
Psiquiatria em Hospital
“O número de leitos de psiquiatria em hospital geral, com exceção do Rio Grande do Sul, não cresce há mais de 20 anos”, considera Neury José Botega, professor do Departamento de Psicologia Médica e Psiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas, da Unicamp, no prefácio do livro “Emergências e Interconsultas Psiquiátricas em Hospital Geral”. Produto da Eduel, a obra, de autoria dos psiquiatras Sandra Odebrecht Vargas Nunes, Heber Odebrecht Vargas, Luciana Vargas Alves Nunes e Marcos Liboni, professores do Departamento de Clínica Médica da UEL, e da residente Juliana Brum Moraes, será lançado dia 15 deste mês, às 19h30, no anfiteatro Luiz Carlos Coelho Netto Jeolás, do CCS/HU. O livro relata as experiências dos autores em emergências psiquiátricas em hospital universitário em 12 capítulos. Antecedendo a sessão de autógrafos, o professor Neury Botega vai dar palestra sobre o tema: “Saúde mental no hospital geral: um espaço para o psíquico”.
Qualidade no Atendimento
O Laboratório de Tecnologia Educacional (Labted) da UEL promove, de 18 a 22 de junho, das 19 e 23 horas, o curso “Qualidade no Atendimento ao Público”, na sala de projeção do Labted, no Campus da UEL. O curso custa R$ 50,00 para comunidade externa e R$ 35,00 para estudantes e servidores da UEL. O curso busca repassar indicadores de qualidade para o atendimento ao público, considerando conceito e as etapas para a implantação de um programa de qualidade de atendimento. As inscrições podem ser feitas na Secretaria do Labted, no Campus da UEL, pelos telefones (43) 3371-4518 ou ainda pelo endereço www.uel.br/labted.
Inovações Hidráulicas
Será realizada no dia 14 deste mês, das 19h30 às 21h30, palestra sobre “Inovações tecnológicas na área de hidráulica, tecnologia de materiais hidráulicos, captação de água de chuva e tratamentos de água, novas tecnologias de bombeamento de fluídos e pressurização”. A palestra será na sala 1004, do Centro de Tecnologia e Urbanismo (CTU), da UEL. Os palestrantes serão: Fabio Luís Serpeloni, administrador de empresas e gerente comercial da empresa Açofer – Londrina, e Rodrigo Dalcol, engenheiro da mesma organização. As inscrições para o evento estão abertas no Núcleo de Estudos e Pesquisas de Engenharia e Arquitetura do CTU (NEPEA), no Campus Universitário. A taxa é de R$ 5,00. Mais informações pelo telefone 3371-4519, e-mails nepea@uel.br ou antoniog@uel.br.
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A atriz Denise Stoklos vai abrir o Festival com o espetáculo “Preferiria Não?”
LIA MENDONÇA
A “memória” é o tema da edição deste ano do Festival Internacional de Londrina (Filo), que começa nesta sexta-feira, dia 8. O espetáculo de abertura será com a atriz paranaense Denise Stoklos que se consagrou na arte da mímica. Ela vai apresentar seu mais recente trabalho “Preferiria Não?”, no dia 8 às 20h30, no Teatro Marista. A programação artística da 44ª edição do Filo vai até do dia 30 deste mês, com 123 apresentações de companhias do Brasil e de outros sete países.
O diretor artístico do Festival, Luiz Bertipaglia lamenta o incêndio que desativou o Teatro Ouro Verde, “fato que nos obrigou a fazer alterações na programação do evento. A organização se viu obrigada a reinventar o Festival com adequação de outros espaços e aumento do número de apresentações dos espetáculos, que tiveram que ser reprogramados para outros locais menores. Mas, felizmente, apenas um espetáculo foi cancelado em função da desativação do Ouro Verde”, informa Bertipaglia.
Ele destaca que este ano o tema do Festival é “Memória”. “Sua proposta é resgatar a trajetória do Filo, envolvendo a população em uma reflexão sobre o que o Festival já proporcionou a Londrina e região”, acrescentou. Nesta edição o Filo terá como salas de espetáculos: o Teatro Marista e Teatro Zaqueu de Melo, os locais alternativos serão o Teatro Filo, Usina Cultural, Circo Funcart, Centro Cultural do Sesi, Teatro Vila Rica e Divisão de Artes Cênicas da Casa de Cultura da UEL. Espetáculos ao ar livre e gratuitos serão apresentados no Zerão, Concha Acústica, Praça Marechal Floriano Peixoto e Catuaí Shopping Center. A programação será estendida também a cidades vizinhas, com algumas apresentações em Cambé e Cambará.
A programação de atividades de formação, pesquisa e aprimoramento artístico do Festival vai trazer novas possibilidades de intercâmbio para artistas e estudantes de artes cênicas de Londrina e região. Serão realizados bate-papos e demonstrações de trabalho com artistas participantes das mostras nacional e internacional. Oportunidade que, cada vez mais, sedimenta o caráter também formativo do festival.
Para as comunidades que nem sempre têm acesso às salas de espetáculos ou a oficinas que compartilham o fazer artístico, o Filo dá sequência aos projetos socioculturais, desenvolvendo este ano atividades com três grupos: Associação dos Deficientes Visuais de Londrina (Adevilon); Cia. de Dança Cristal, composta por jovens do Centro de Produtores Independentes de Arte e Cultura (Cepiac) e integrantes da Universidade Aberta à Terceira Idade (Unati), da UEL.
O festival em números
23 dias
10 espetáculos internacionais
29 espetáculos nacionais
13 shows no ponto de encontro
123 apresentações
14 espaços
54 companhias
8 países – Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Espanha, França, Inglaterra e Quirguistão
7 estados – Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco e Ceará
10 cidades brasileiras – Londrina, Curitiba, Maringá, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraty, Recife, Porto Alegre, Itapipoca e Belo Horizonte.
Serviço
Evento: Festival Internacional de Londrina (FILO)
Quando: 8 a 30 de junho de 2012
Bilheteria: Ingressos para o FILO podem ser adquiridos no Royal Plaza Shopping, na rua Mato Grosso, 310, Até 7 de junho, são vendidos a preços promocionais: R$ 10,00 (meia entrada) e R$ 20,00 (inteira). A partir do dia 8, passam a custar R$ 15,00 (meia) e R$ 30,00 (inteira),
Promoção: Associação dos Amigos da Educação e Cultura Norte do Paraná (AMEN) e UEL
Patrocínio: Petrobrás, Governo Federal/Ministério da Cultura/Lei de Incentivo à Cultura, Prefeitura de Londrina/Secretaria Municipal da Cultura/Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic), Caixa Econômica Federal, Funarte, Copel/Governo do Estado do Paraná e Unimed Londrina.
Programação: Confira no site www.filo.art.br.
Informações: (43) 3344-3386/3324-9202
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PRATELEIRA
• NOSSO PLANETA VERDE – 100 ótimas propostas para trabalhar na educação infantil
1ª edição 2012
Autora: Kathy Charner (org.)
Editora penso - ARTMED
117 pág;
Preço R$ 42,00
O livro aborda a educação ambiental, trazendo propostas que podem ser utilizadas dentro e fora da sala de aula. As atividades foram escritas por educadores e profissionais de vários países do mundo que utilizam esse tipo de recurso diariamente e proporcionam a oportunidade de trabalhar com reciclagem de materiais. Separadas por áreas curriculares e organizadas por faixa etária, cada proposta apresenta - objetivos de aprendizagem; lista do vocabulário relacionado; lista de materiais; instruções para preparação da atividade; e avaliação.
• SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA
1ª edição 2012
Autor: Marco Túlio Bertolino
Editora artmed
158 pág;
Preço R$ 41,00
Esta obra busca descrever as características e formas de implementação da Norma ISO 14001 em indústrias alimentícias, visando enfatizar sua necessidade e seus benefícios como sistema de gestão ambiental, interpretando-a como parte do ciclo PDCA e estabelecendo uma relação entre ela e os sete princípios do APPCC.
• POLUIÇÃO AMBIENTAL: Impactos no Meio Físico
1ª edição 2010
Autor: Antonio Teixeira de Matos
Editora UFV
260 pág;
Preço R$ 43,00
Neste livro são apresentadas as principais fontes e formas de poluição, bem como os problemas que elas podem trazer para o ambiente, dando-se ênfase ao meio físico (solo, água e ar). Espera-se que esta obra sirva de apoio técnico a estudantes e profissionais na previsão, análise e interpretação de impactos e para a proposição de soluções técnica e ambientalmente adequadas para diversas atividades humanas.
• EDUCAÇÃO AMBIENTAL - repensando o espaço da cidadania
5ª edição 2011
Organizadores: Carlos F. Bernardo Loureiro; Philippe P. Layrargues; Ronaldo Souza de Castro
Editora CORTEZ
264 pág;
Preço R$ 41,00
Esse livro tem por objetivo focar nos temas - a responsabilização pelos riscos, danos e crimes ambientais praticados por sujeitos sociais específicos, a ampliação dos canais de participação política e negociação pela normatização coletiva do acesso, uso e conservação dos recursos naturais, e como a educação ambiental está lidando com essa realidade.
• ECOLOGIA GERAL: Estrutura e funcionamento da biosfera
1ª edição 2011
Autor: Robert Barbault
Tradutor: Francisco Morás
448 pág;
Preço R$ 90,50
Embora esta obra se destine particularmente aos estudantes e professores dos cursos de biologia, geologia e geografia, ela é leitura indispensável a todos aqueles que buscam conhecer melhor a origem, o funcionamento e as interações de nosso complexo e vital ecossistema planetário - a biosfera. O autor opta por uma abordagem global da ecologia, religando os aspectos estruturais e funcionais da biosfera à dinâmica de seus elementos constitutivos, às populações naturais e aos ecossistemas onde estas interagem.
Estes e outros títulos podem ser adquiridos na Livraria EDUEL.
Mais informações, pelo telefone 3371-4691. Ou pelo e-mail – livraria-uel@uel.br
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Publicação semanal da Universidade Estadual de Londrina
Reitora: Profª Drª Nádina Aparecida Moreno
Vice-Reitora: Profª Drª Berenice Quinzani Jordão
Editado pela Coordenadoria de Comunicação Social - COM
Coordenadora da COM: Ligia Barroso
Editor: Celso Mattos
Fotógrafos: Gilberto Abelha e Daniel Procópio
Jornalista Diagramador: Moacir Ferri - (MTb-3277 PR)
Jornalista Diagramador e Editor eletrônico: Nadir Chaiben (MTb 3521-PR)
Endereço: UEL – Campus Universitário – Caixa Postal 6001 – CEP 86051-990 – Londrina – Paraná – Página na Internet: www.uel.br
COM: Fone (43) 3371-4361 – 3371-4115 – Fax 3328-4593 (redação)
Endereço Eletrônico: noticia@uel.br
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