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12/12/2019  

Documentário aborda militância de travestis e trans de Londrina

Agência UEL

O documentário "Meu amor, Londrina é trans e travesti" revela a história da militância de travestis e de homens e mulheres transexuais de Londrina. A peça é iniciativa do Coletivo ElityTrans e será lançada nesta sexta-feira (dia 13), às 19h15, na sala 678, do Centro de Educação, Comunicação e Artes (CECA), da Universidade Estadual de Londrina (UEL), com entrada gratuita.
Melissa Campos, do Coletivo ElityTrans, afirma que o documentário, idealizado por Christiane Lemes, é a realização de um sonho. "Escrever a própria história e deixar registrada toda essa luta que o movimento de travestis/trans enfrentou para conseguir garantir o mínimo de acesso a direitos básicos como saúde, educação, família, trabalho e respeito". 
Conforme Melissa, Christiane Lemes tem um grande acervo de imagens, vídeos e informações sobre a história militante do movimento T. "Nossa luta é identitária, ou seja, queremos que nossas identidades sejam respeitadas e nosso direito garantido", afirma. "Hoje, temos o reconhecimento do nome social e estamos buscando acesso à educação e à profissionalização. Acredito que precisamos criar mais acesso para que tenhamos oportunidade de sobreviver com dignidade." 
O professor Regis Moreira, do Departamento de Comunicação do CECA, diz que o documentário tem a participação de estudantes de graduação e do curso de especialização em Comunicação Popular e Comunitária. Eles atuaram nas oficinas e nas práticas laboratoriais. 
Um grupo de estudantes de Jornalismo finalizou o processo de roteirização e edição do vídeo (Bruna Melo, Gabrieli Chanthe, Jair Segundo e Maria Caroline Monteiro). "O filme é resultado de três anos de produção participativa e democrática junto ao Elitytrans", comenta o professor Regis Moreira. 
"Meu amor, Londrina é trans e travesti" foi idealizado com "o objetivo de registrar o legado deixado pelos primeiros ativistas da população trans". Os protagonistas da peça são Melissa Campus, Edison Bezerra, Vanessa Murça, Christiane Lemes e Marla Rocha, cujas falas visam a preservação da memória do movimento.

 




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