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02/06/2008  

SINOPSE - A UEL NOS JORNAIS (2/6/2008 - Segunda-feira)

De acordo com as edições digitais dos jornais disponibilizadas no dia.

Agência UEL

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Espaço aberto

Uma justa homenagem

José Carlos Guitti

Embora não houvesse nenhuma tarja negra a envolvê-la, a UEL amanheceu vestida de luto no domingo, dia 25 de maio. Na noite anterior, levado pelas asas sorrateiras de um enfarte do miocárdio, o prof. Eduardo de Almeida Rego Filho nos deixou aos 69 anos. Não apenas suas filhas e seu filho ficaram órfãos, mas também nós, seus companheiros de trabalho. Fez do trabalho a sua principal razão de viver. Sua característica pessoal mais marcante era a capacidade de agregar gente e evitar conflitos. Tinha o dom da conciliação.

Nasceu na Cidade Maravilhosa em março de 1939 e formou-se em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado da Guanabara. No ano seguinte à sua graduação, ingressou no Serviço de Pediatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Logo depois, contratado pelo Hospital dos Servidores Públicos de São Paulo, passou a exercer também nessa instituição a função de preceptor de médicos internos e residentes de pediatria. Foi quando nos conhecemos. No final de 1970, recebemos a visita do dr. Ascêncio Garcia Lopes, que nos levou o convite para formar a equipe de pediatria na então nascente Faculdade de Medicina do Norte do Paraná. Desde o início, não houve dificuldade que não pudesse ser superada com trabalho e ardente otimismo.

A equipe sob a liderança do Eduardo, construiu um dos serviços mais bem organizados e produtivos do curso de Medicina, dada a excelência dos demais. Era o homem do diálogo, da organização e dos preceitos éticos. Ocupou a chefia do departamento e a direção do Centro de Ciências da Saúde por mais de uma vez. Além do ensino, que o absorvia, e das atividades administrativas, dedicou-se à pesquisa, a publicações científicas e à formação de novos docentes. Atento ao próprio aperfeiçoamento profissional, logo após o doutorado obteve bolsa para pós-doutorado em nefrologia pediátrica na Universidade Autônoma do México. Provas de sua efetiva atuação e de sua notável contribuição científica, foi convidado a integrar o Conselho Acadêmico da Sociedade Brasileira de Pediatria e o recebimento da comenda Dr. César Pernetta, outorgada pela Sociedade Paranaense de Pediatria. Eduardo se foi e deixou um vazio que, caberá aos que ainda aqui estamos, tentar preenchê-lo. Esperamos que, de onde ele agora se encontra, interceda pelos amigos e companheiros de trabalho, para que não deixemos à peteca cair.

JOSÉ CARLOS GUITTI é professor adjunto de Pediatria da Universidade Estadual de Londrina

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Distonia atinge mais de meio milhão de brasileiros

Doença neurológica que compromete os movimentos é freqüentemente confundida com tique nervoso. Ela prejudica a qualidade de vida e causa danos à auto-estima do paciente

A distonia é uma doença crônica e ainda pouco conhecida pela maioria das pessoas. Caracterizada por movimentos involuntários do corpo, como torcer o pescoço, piscar os olhos repetidamente e retorcer o tronco, a doença é freqüentemente confundida com tiques nervosos. Provocada por uma disfunção no cérebro, ela afeta a qualidade de vida e causa danos à auto-estima do paciente.

“Ao contrário da distonia, o tique nervoso é um movimento brusco, estereotipado e controlado”, explica o neurologista Luís Sidônio Teixeira da Silva, doutor em neurologia pela Universidade de São Paulo (USP) e docente da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Na distonia, os movimentos são involuntários e anormais, muitas vezes dolorosos, que podem acometer qualquer parte do corpo.

No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de meio milhão de pessoas são portadoras de distonia. Mas esse número talvez seja maior, já que a doença é de difícil diagnóstico. E além do tique nervoso, os sintomas podem ser confundidos com problemas psiquiátricos e alterações na coluna.

O problema pode atingir uma única região do corpo (focal), afetando olhos, pescoço ou mãos; dois ou mais segmentos musculares próximos um do outro (segmentar), braços e pescoço ao mesmo tempo, por exemplo; membros de um mesmo lado (hemidistonia), como braços e pernas; ou estar distribuída por todo o corpo (generalizada), que são os casos mais graves e raros da doença.

A enfermidade se manifesta de forma leve, moderada ou grave. Existem casos em que a pessoa fica impossibilitada de andar e até mesmo de realizar atividades diárias básicas, como comer, escovar os dentes ou tomar banho. Sidônio afirma que as distonias podem ser esporádicas, quando acometem qualquer pessoa, ou hereditárias, com a ocorrência de casos na mesma família, sendo estas mais raras.

A origem do problema ainda é desconhecida. De acordo com informações da Associação Brasileira dos Portadores de Distonia (ABPD), a síndrome é provocada por disfunção de uma parte do cérebro conhecida como núcleos de base, importantes para o controle motor do corpo.

As causas da doença dividem-se em primárias, quando a distonia é a principal manifestação clínica; ou secundárias, decorrentes de fatores diversos, entre eles, o efeito de medicamentos usados para tratar doenças psiquiátricas. “A distonia pode ser desencadeada, também, por outras doenças neurológicas como o Mal de Parkinson, por exemplo,” afirma.

“Eu abria os olhos com as mãos”

A distonia não escolhe faixa etária para se manifestar. Os sintomas podem aparecer a partir dos cinco anos de idade. Segundo o neurologista Luís Sidônio Teixeira da Silva, o blefaroespasmo, contração dos músculos das pálpebras, e a distonia cervical, contração do pescoço, são as formas mais comuns da doença.

“Eu andava na rua ou assistia televisão abrindo os olhos com ajuda dos dedos”, diz a dona de casa Maria Lúcia Valério, 48 anos. O problema de Lúcia começou há 22 anos, quando teve sua primeira de três crises psicóticas. “Tinha complexo de inferioridade, era uma pessoa muito insegura e acho que isso pode ter desencadeado as crises”, conta.

Como conseqüência dos problemas psicóticos, Lúcia desenvolveu o blefaroespasmo. “No começo ficava aquela ‘piscadeira’ forte e depois foi se agravando a ponto de eu não conseguir levantar as pálpebras sem ajuda das mãos”, diz. Ela começou com a medicação oral, mas não melhorou. Então passou a aplicar toxina botulínica e hoje consegue levar uma vida normal.

A aposentada Ivone da Silva Alves, 57 anos, sofre de distonia cervical. “Eu sentia dores fortes no pescoço, tinha tremores e tontura.” Foi então que ela percebeu que havia começado a andar com o pescoço virado para o lado direito. “Comecei a aplicar botox há dois anos. No início melhora, mas quando passa o efeito, as dores voltam”, diz.

Reeducação motora ajuda na recuperação dos movimentos

A distonia focal é muito comum entre músicos que praticam determinados movimentos complicados durante anos. A contração súbita e involuntária do músculo geralmente ocorre só quando o profissional está tocando seu instrumento, o que acaba comprometendo sua performance.

O médico PhD em Medicina da Arte pela Universidade de Barcelona (UB) e professor titular da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Djalma Marques desenvolveu um programa de reeducação psicomotora para músicos com o problema.

“Eu fui concertista por muitos anos e tinha a medicina como um hobby, mas depois da distonia, comecei a me dedicar mais à profissão pensando que nunca mais voltaria a tocar violão”, afirma Marques. Pouco tempo depois, ele descobriu que não conseguiria parar de tocar e passou a estudar mais sobre a doença.

O programa consiste em reeducar os movimentos do músico. A técnica faz melhorar a tensão do corpo todo, principalmente das extremidades, como os dedos. “A pessoa adquire um estado de tensão que a permite fazer os movimentos com mais facilidade”, explica o médico.

Marques afirma que é preciso criar outros pontos de estímulo no cérebro, diferente daqueles que o músculo atingido pela distonia fazia, para gerar os movimentos. “É como uma pessoa adulta aprender um idioma novo e muito difícil”, compara. O primeiro passo, diz ele, é esquecer totalmente o idioma antigo.

“Foram anos de estudo para eu poder voltar a tocar violão normalmente. Ainda hoje continuo treinando e aperfeiçoando o ‘idioma antigo’”, conta. Para Marques, a eficácia do tratamento requer muita persistência do músico. Ele afirma que esse programa é usado em alguns conservatórios da Europa não só para tratamento, mas também para a prevenção da doença.

De acordo com ele, alguns músicos recuperam completamente os movimentos e chegam a tocar melhor do que antes. Outros, recuperam apenas parcialmente, e há os que não se recuperam. “Existem músicos que entendem o programa e conseguem praticá-lo corretamente. Outros fazem muitas tentativas de modificar a técnica e eu acredito que isso pode gerar uma confusão no córtex cerebral.”

Serviço: Djalma Marques - (81) 3272-4349 / (81) 9109-9779 dmarques@cpqam.fiocruz.br

HC é referência no tratamento da distonia

Apesar de não haver cura para a distonia, existem tratamentos que auxiliam na melhora da qualidade de vida dos pacientes. Um deles é o uso de medicamentos via oral que, segundo o neurologista Luís Sidônio Teixeira da Silva, oferece bons resultados em apenas 10% dos casos.

Para ele, a melhor alternativa é a aplicação da toxina botulínica tipo A, conhecida como botox. Ela relaxa o músculo e impede sua contração com muita freqüência e intensidade. O procedimento dura de três a seis meses e não tem efeitos colaterais. A cirurgia só é indicada para casos extremos.

O ambulatório de neurologia do Hospital de Clínicas (HC) da UEL é referência em atendimento a pacientes com distonia em Londrina e interior do Paraná. Segundo Silva, responsável pelo atendimento no ambulatório, antes de definir o tratamento, o paciente passa por avaliação.

“Eles se cadastram e, se necessário, recebem a aplicação da toxina botulínica periodicamente”, diz. No caso de distonia generalizada ou segmentar, o paciente pode freqüentar sessões de fisioterapia, a fim de diminuir a dor e a contratura muscular.

O atendimento aos pacientes portadores de distonia é realizado às segundas-feiras pela manhã no HC. Apesar de ser centro de referência, o ambulatório não oferece a cirurgia, que pode ser feita em Curitiba.

Fisioterapia atua como coadjuvante

“A fisioterapia trabalha para a normalização do tônus (estado de contração do músculo), relaxamento e alongamento muscular”, explica a fisioterapeuta Suhaila Smaili Santos, doutora em clínica médica pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e docente da UEL e do Centro Universitário Filadélfia (Unifil).

A fisioterapia, afirma Suhaila, ajuda a aliviar as dores do paciente. “A aplicação da toxina botulínica é muito positiva para a fisioterapia, pois fica mais fácil manusear o paciente e, além disso, proporciona melhores resultados.” O número de sessões varia entre duas a quatro por semana, de acordo com a gravidade do caso.

PM descuida do preparo físico

Vários policiais do 5º Batalhão estão acima do peso; para comando, opção pelo exercício é do policial

Durante a reintegração de posse de uma fazenda, o grupo de policiais da Tropa de Choque da Polícia Militar precisou andar muitos quilômetros em meio ao mato, para se aproximar sem despertar suspeitas nos sem-terra. O sol quente, o armamento pesado e a caminhada pelo terreno irregular desgastavam todos.

Junto a eles estava o segundo pelotão de policiais, que seguia pouco tempo depois para o reforço. No entanto, quando a ação começou, o Choque precisou agir sem parte do grupo de retaguarda. O motivo: um deles não agüentou a caminhada e passou mal. Um outro grupo acabou destacado para levá-lo de volta e desfalcou a operação.

Essa história foi contada na semana passada por um policial militar de Londrina e ilustra um cenário que pode ser comprovado por mera observação: alguns membros da corporação estão fora do peso ideal e com o condicionamento físico abaixo do esperado. A reportagem do JL esteve no 5º Batalhão da Polícia Militar na última quinta-feira, durante o lançamento de uma operação de ostensividade, e flagrou vários policiais que ostentam uma “barriguinha” suspeita.

Além de saúde, a falta de condicionamento físico entre os policiais é também questão de segurança. Segundo o policial – que preferiu não se identificar – é comum acontecer de o indivíduo acima do peso acabar não participando de ações, como a perseguição de bandidos em grandes áreas livres ou até mesmo em bairros. “Como um policial gordo vai conseguir pular um muro?”

A situação piora à medida que nem dentro do quartel os policiais militares de Londrina têm incentivo para se manter no peso. O 5º Batalhão da Polícia Militar não oferece nenhum tipo de atividade física e até mesmo uma pequena sala de exercícios que existia dentro da unidade foi desativada há alguns anos para se transformada em sala de aula. “A única ginástica que existe é o futebol de quarta-feira, quando é folga”, completou o policial.

Outra condição que acaba por acomodar parte dos policiais que estão engordando é a não exigência de testes que determinem a resistência física. Segundo as fontes ouvidas pelo JL, os testes deixaram de ser realizados há mais de cinco anos e atualmente não há como determinar se o policial está preparado para determinadas ações.

Para buscar o condicionamento físico, a maioria deles vai a academias ou realiza exercícios por conta própria. Ele ainda lembrou que o interesse pelo exercício é sempre individualizado e feito nas horas de folga de cada um. “Uso o tempo que deveria descansar para me preparar fisicamente. Sei que a minha profissão exige isso.”

Kogut não vê despreparo

O comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel César Kogut, disse que existe preocupação com a saúde dos PMs. Ele disse acreditar que a maioria tem bom condicionamento físico, porém, admitiu não haver levantamento específico das condições de saúde de cada policial e que a realização de exercícios físicos é deixada por conta de cada um.

“O exercício físico no quartel é muito militarizado. Então deixamos para que eles escolham se vão para a academia ou fazem uma caminhada. Tudo para ajudar também a tirar o estresse”, disse. Questionado se não haveria necessidade de cobrar a atividade física, ele disse não ser necessário, pois “a maioria deles já faz exercícios por conta própria.

Kogut negou que o teste anual de resistência física tenha deixado de ser realizado. Conforme ele, no último ano foi feito um e outro está previsto para este ano. O comandante informou ainda que o teste direciona a afinidade para os determinados tipos de serviço. Policiais muito acima do peso são transferidos para serviços de escritório. No entanto, a informação que a reportagem obteve é de que somente os policiais que passam pelo treinamento de formação é que fazem o teste. Os demais não seriam obrigados.

Na última quinta-feira, conforme Kogut, houve reunião com o comando geral da Polícia Militar e representantes dos batalhões do Estado. Entre os temas discutidos, segundo ele, seria tratada a questão da saúde dos policiais. Na sexta-feira, a reportagem do JL entrou em contato com a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança, que não confirmou a realização da reunião.

Barriga é marca da gordura ruim

Atualmente, a barriga é considerada pela medicina a principal marca da presença da gordura ruim no organismo. O indivíduo barrigudo tende a desenvolver a síndrome metabólica, composta pela hipertensão arterial, o colesterol alto e a diabetes. O endocrinologista Emerson Sampaio explicou que a concentração de gordura abdominal – chamada de obesidade andróide – é bem mais perigosa que a obesidade ginecóide, mais comum em mulheres, quando a gordura se concentra mais nas pernas e nádegas. “Como a profissão [de policial militar] é muito estressante, esse estresse, relacionado com a doença da obesidade, torna-se uma bomba que explode o coração. Com o passar do tempo, a pessoa tem morte precoce. O risco de enfarte é muito grande”, afirmou. Além disso, a presença da gordura abdominal leva à apnéia do sono. “A pessoa vai ficar sonolenta durante o dia”, apontou o médico. Outros problemas decorrentes da obesidade e que vão prejudicar o trabalho dos policiais são doenças como artrose principalmente nos joelhos e tornozelos. “As pessoas fortes de verdade não têm barriga. Barriga grande é sempre sinônimo de obesidade”, afirmou o endocrinologista.

Teste indica obesidade em PMs do Rio

A má forma física não é exclusividade da Polícia Militar de Londrina. No Rio de Janeiro, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a pedido da Secretaria Nacional de Segurança Pública, realizou, no ano passado, testes nos policiais militares cariocas e demonstrou que dois em cada três estão fora do peso ideal e que um a cada cinco deles são considerados obesos. O levantamento ainda mostra que apenas 13% se exercitam quatro ou mais vezes por semana. Em Londrina, mesmo com a presença da Universidade Estadual de Londrina (UEL), nunca foi feito um convênio com o batalhão para a avaliação aprofundada da saúde dos policiais.

Preparador sugere exercícios diários

Já é consenso de toda a população que estar acima do peso acarreta diversos problemas para a saúde. A famosa “barriguinha” pode significar que o corpo não vai bem e que alguns riscos podem estar rondando o indivíduo. “O pior é que uma pessoa fora de forma, quando é submetida a uma sobrecarga, pode ter um mal súbito”, lembrou o profissional de educação física Leandro Villa Verde. A sobrecarga para os policiais, segundo ele, pode acontecer a qualquer hora, quando são obrigados a correr atrás de um marginal ou se colocar em situações de risco. “O policial precisa ter explosão muscular, velocidade e força”, explica. Ele sugere que policiais, em razão da necessidade, façam exercícios cinco vezes por semana e pelo menos 30 minutos por dia.


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