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20/05/2008  

SINOPSE - A UEL NOS JORNAIS

De acordo com as edições digitais dos jornais disponibilizadas no dia.

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Surpresa no Filo: poltronas numeradas

Na edição comemorativa dos 40 anos do evento, a organização decidiu pôr fim a uma antiga polêmica; ingressos começam a ser vendidos esta semana

Os seus problemas acabaram. Se você é daqueles que ficam fulos da vida ao enfrentar filas de dobrar o quarteirão, durante o Festival Internacional de Londrina (Filo), achando que o pior ainda pode acontecer, infelizmente tem razão. Nessas horas, não é só chuva que vem de cima - um ataque aéreo de um pombo em apuros também. Porém, a solução finalmente chegou: na edição comemorativa dos 40 anos do evento, as poltronas dos teatros Ouro Verde, Zaqueu de Melo e Marista serão numeradas.

A decisão assumiu o palco de uma discussão antiga na cidade entre os apreciadores da arte teatral. Principalmente os do Filo, alguns dos quais ficavam indignados por chegar cedo às principais salas de apresentações e acabavam sobrando lá na última fila de cadeiras, atrás de um cabeção para atrapalhar ainda mais. Tudo isso, depois de sobreviver a um verdadeiro estouro de boiada na hora em que as portas abriram.

No Ouro Verde, os preços dos ingressos para a platéia e mezanino serão diferenciados e no Zaqueu de Melo e Marista não haverá diferença. Os valores ainda não foram definidos. Porém, a venda de poltronas numeradas não garante um lugar nas salas de apresentações do Filo aos que deixam para comprar os ingressos na última hora. É tradição do festival, os bilhetes dos principais espetáculos esgotarem nos primeiros dias de venda.

Para não ficar chupando o dedo na edição comemorativa dos 40 anos, vale lembrar que a bilheteria será aberta dia 22 de maio, no Royal Plaza Shopping. ''A venda de ingressos com poltronas numeradas agilizará as filas nas portas dos teatros. Outro detalhe é que até o ano passado, no Ouro Verde, o preço dos ingressos era único tanto para a platéia como o mezanino. Com a mudança, as pessoas terão opções de lugares na hora de comprar os bilhetes'', afirma o diretor do Filo, Luiz Bertipaglia, ressaltando que a numeração das cadeiras no festival é uma experiência.

Bertipaglia acredita que a numeração das poltronas solucionará a reclamação sobre o tempo de espera fora das salas. ''Vamos tentar abrir os teatros alguns minutos antes. Porém, há espetáculos em que os atores começam a encenação no palco e a entrada do público antecipadamente poderia prejudicar a peça. Isso é uma questão técnica que tentaremos resolver com as companhias'' explica.

Para comprar os ingressos no novo sistema, o público escolherá os lugares a partir de um mapa - o que pode demorar um pouco mais. A organização do festival está atenta a isso e deve aumentar o número de guichês na bilheteria.

Apenas no Ouro Verde, a numeração das cadeiras foi implantada em março e os que assistiram, recentemente, à produção da Broadway, ''O Mágico de Oz'' contaram com o conforto.

''Incluímos a norma nos contratos para os que locam o Ouro Verde. Algumas pessoas reclamam da mudança, mas também há os que acharam a idéia maravilhosa. As cadeiras numeradas possibilitam que as pessoas possam escolher lugar e garantir onde querem sentar no teatro, tanto do ponto de vista visual, como acústico. Muitos levam em consideração somente uma poltrona que dê melhor visão para o palco, mas é importante também buscar uma melhor localização acústica'', comenta a diretora da Casa de Cultura da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Janete El Haouli.

Uma outra mudança que deve ocorrer no Ouro Verde, teatro com 853 lugares, deve ser a implantação da bilhetagem eletrônica. ''O novo sistema permitirá ao público comprar ingressos pela internet. O investimento não será alto. Precisamos cuidar do teatro, que completará 30 anos em julho'', destaca Janete, acrescentando que o orçamento para a compra ainda não foi feito e que os recursos poderão vir da própria universidade ou através da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da UEL, que poderá buscar verba na iniciativa privada.

No Filo, o Marista terá cadeiras numeradas, mas, fora essa programação, o restante depende do interesse do contratante. Alessandro Bisikirkas, assistente de Promoção Cultural do Teatro Marista, explica que existem locatários do teatro que preferem abrir mão das cadeiras numeradas - o que encareceria a produção do espetáculo.

''Na hora da venda dos ingressos, as pessoas querem olhar o mapa. Às vezes, isso demora. No lugar de apenas um vendedor de ingressos é necessário pelo menos dois ou três para agilizar a venda, o que encarece a produção'', afirma Bisikirkas, acrescentando que o contrato do Teatro Marista determina que as portas da sala devem abrir 40 minutos antes do início da apresentação.

Se teatro pode ter cadeiras numeradas porque cinema não pode? A gerente do Multiplex Catuaí, Simone Cestari responde: ''A idéia já foi cogitada para os cinemas londrinenses, atendendo uma solicitação do público, mas não tem nada previsto. Acho que numerar as poltronas, principalmente em dias de grande movimento, aumentará as filas. Uma mudança nesse sentido dificultaria o trabalho nos guichês'', afirma Simone.

Difícil, mas não impossível já que o Cine Araújo, empresa que administra o Multiplex Catuaí, considerada a terceira maior rede de cinema do Brasil, criou as primeiras salas vips do País em São José do Rio Preto (SP). Nessas salas realmente os seus problemas acabaram. Não vai ter cabeção no mundo que atrapalhe a visão, já que as poltronas, além de numeradas, têm 90 centímetros de largura, sendo totalmente reclináveis e com apoio para os pés.

Um dia a gente chega lá... os vips, em São José do Rio Preto, têm à disposição taças de vinho espumante e canapés variados. O preço pelo tratamento especial, nos finais de semana, numa promoção da empresa em que todos pagam meia entrada, é de R$ 14 nas matinês e R$ 16 para as sessões noturnas.

BOM PARA BEBER? - Água para o consumo humano é apenas regular

A informação é da professora Jacinta Sanchez Pelayo que faz uma ressalva: tanto população quanto governo são responsáveis pelos mananciais da cidade

Como anda a qualidade da água que consumimos? No Paraná, representantes das Instituições de Ensino Superior do Paraná (IES), Secretaria da Saúde e a Secretaria de Tecnologia, firmaram parceria com o Laboratório Central em busca dessa resposta. Coordenadora do projeto, intitulado ''Análise da água in natura e tratada para consumo humano'', a professora Dra. Jacinta Sanchez Pelayo, do departamento de Microbiologia UEL repercute os resultados na cidade e relembra: em se tratando da qualidade da água, a responsabilidade é de todos. p>Quanto tempo demandou a pesquisa e quais resultados ela trouxe?

As amostras de água começaram a ser coletadas no final de 2004 e não temos previsão de quando vai terminar esse convênio. Até o momento já foram realizadas análises de aproximadamente 6.700 amostras de água. Um dado importante que podemos salientar em relação a essa pesquisa é que quando o resultado das análises traz a água inadequada para o consumo, o técnico da vigilância orienta o que deve ser realizado para melhorar a qualidade e depois de alguns dias é realizada uma nova coleta da amostra para ver se está própria para o consumo.

A poluição dos rios da região está dentro dos limites aceitaves?

O monitoramento da qualidade da água dos rios - realizado há mais de 40 anos pela Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental (Suderhsa) - indica que as principais bacias hidrográficas paranaenses podem ser classificadas como ''boa'' e ''razoável''. A qualidade da água dos rios de Londrina está sendo divulgada mensalmente desde março pela Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos e o Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (Ceal). Assim, tanto os moradores de Londrina como o próprio município poderão acompanhar mensalmente a qualidade da água dos rios e córregos da cidade. De acordo com os resultados apresentados, 26 pontos tiveram análise positiva - classificados como regulares (18), bons (3) e ótimos (5). Outros 11 foram avaliados como ruins.

Em se tratando da qualidade da água, ela é de responsabilidade da população, do município ou da Sanepar?

Tanto do Estado como dos municípios e da população. Os sistemas produtores (mananciais, captação, tratamento) e os sistemas de distribuição (reservatório, redes), normalmente são de responsabilidade da empresa que cuida do saneamento local - em Londrina, no caso, a Sanepar. A população, por sua vez, é responsável pelos cuidados especiais de manutenção dos reservatórios, principalmente da água armazenada em caixas d' água.

A propósito, o que fazer para melhorar a qualidade da água?

Evitar a poluição dos mananciais, provocada pelos problemas demográficos e questões sociais. Tratamento de esgoto também é essencial. Vale lembrar que apenas 45% das residências brasileiras possuem coleta de esgoto e somente 20% desse esgoto é tratado. É necessário, investir mais na captação, tratamento e distribuição de água tratada, uma vez que 25% dos domicílios brasileiros não são atendidos por rede de água, e promover o reflorestamento da mata ciliar.

Muito se fala sobre o aproveitamento/desperdício da água. Teremos de fazer racionamento logo?

Apesar de o Brasil concentrar em torno de 12% da água doce superficial do planeta, é muito importante que a população esteja consciente da necessidade de se economizar para que no futuro não haja problemas de escassez ou até mesmo de racionamento. Essa água, no entanto, encontra-se distribuída de forma irregular em nosso território e as grandes reservas não coincidem geograficamente com as grandes cidades onde se concentra a maior parte da população brasileira. Alia-se a este fato, as formas de utilização e má gestão da água, em especial nas regiões densamente urbanizadas, com consequências graves sobre a qualidade e que resulta em perda de disponibilidade deste recurso em condições adequadas para o abastecimento da população.

Quais as dicas e conselhos que passa à população?

Sempre procurar tomar água tratada ou de boa qualidade, lavar a caixa d' água pelo menos de seis em seis meses e economizar água adotando iniciativas como lavar o carro com balde e esponja e não com mangueira; fechar a torneira para ensaboar a louça e, principalmente, quando estiver escovando os dentes; não demorar no banho; procurar deixar a roupa acumular para lavar todas as peças de uma vez e evitar a poluição dos mananciais.

Consumo de luxo

Nada de corredores fechados nem de praças de alimentação. O novo shopping que inaugura no fim deste mês, em São Paulo, pretende ser diferente dos demais. Inspirado no Bal Harbour de Miami, o Cidade Jardim vai privilegiar áreas abertas, com luz natural e sem o burburinho típico da comilança. O projeto arquitetônico e paisagístico é assinado por Arthur Casas e Maria João D’Orey e terá uma apurada seleção de lojas, restaurantes e serviços.

Liciana Bruschi e o marido, o empresário Celso Bruschi, recepcionam arquitetos, engenheiros e construtoras hoje, na estréia de sua Bytec Home Office. O espaço, altamente tecnológico, pretende mostrar ao consumidor como funciona uma casa inteligente, com projetos de automação residencial. A loja mostrará como interagir e movimentar itens de tecnologia em casa, usando telas de toque ou celular, e ainda como funcionam câmeras integradas a sistemas inteligentes. A inauguração será pontuada por um coquetel, logo mais à noite

- Para compartilhar conhecimentos sobre casas inteligentes, dois profissionais da área fazem palestras em Londrina: o engenheiro Gabriel Ubirajara, mestre pela UFMG – especialista em soluções para o uso sustentável da energia elétrica com experiência na Alemanha; e o arquiteto Guilherme Torres, pioneiro em trabalhos com automação residencial. Os encontros acontecem na Unopar (hoje, 10 horas); na UEL (amanhã, às 9 horas), e na Unifil (amanhã, às 19h15).

Debate

''Clima, energia e Alimentos'' é o tema do debate marcado para hoje, às 20h, na Casa de Cultura da UEL (R. Mato Grosso, 537), em Londrina, com participação do pesquisador Décio Luiz Gazzoni (Embrapa) e do professor Jozimar Paes de Almeida (Dep. de História da UEL). Entrada gratuita.

Exames supletivos

Londrina - Estão abertas no CEEBJA/UEL - Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos as inscrições para os exames supletivos. O provão, como é conhecido, será realizado no dia 6 de julho. Os interessados devem se inscrever gratuitamente nos dias 20 e 21 deste mês e de 26 a 29 de maio, das 14h às 21h, na Central de Salas, campus universitário. É necessário apresentar cópia do RG. Mais informações pelo (43) 3371-4999, após as 14h.

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Pronto-Socorro do HU volta a lotar

O pronto-socorro do Hospital Universitário permaneceu lotado durante todo o dia de ontem. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, por volta das 18 horas, havia 47 pessoas internadas para uma capacidade máxima de 26 leitos. Todas as vagas da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) também estavam ocupadas e três pessoas esperavam por leitos. O aumento da procura, segundo a assessoria, se deve às condições climáticas que acarretam mais doenças ligadas ao aparelho respiratório. O PS do HU está em reformas iniciadas no ano passado. As obras serão concluídas somente em outubro. E a capacidade de leitos no pronto-socorro subirá para 44.

Rumos Educação, Cultura e Arte será lançado hoje na UEL

A socióloga Maria da Glória Gohn realiza hoje na Universidade Estadual de Londrina uma palestra com o tema Espaços da Cultura, Espaços da Educação, a partir das 15h. Maria da Glória foi consultora da primeira edição do programa Rumos Itaú Cultural Educação , que resultou no livro Não fronteiras: Universo da educação não-formal, lançado pelo Instituto Itaú Cultural. A palestra também lança a segunda edição do Rumos Educação, Cultura e Arte em Londrina, que vai selecionar 15 profissionais ligados a projetos educativos de Ongs, instituições culturais ou museus. Os contemplados recebem R$ 10 mil como prêmio. Além disso, os educadores escolhidos participam de viagens de formação patrocinadas pelo Itaú Cultural. Na primeira edição, o programa selecionou cinco educadores de 221 projetos inscritos. A palestra de Maria da Glória Gohn ocorre na Sala de Eventos do CCH/UEL. Mais informações sobre o programa em www.itaucultural.org.br.


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