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04/02/2020  

Grupo de Estudos discute deficiência e altas habilidades

José de Arimathéia

Segundo a coordenadora do projeto, professora Karen Ribeiro, as instituições participantes revelam dificuldades e problemas muito semelhantes, o que colabora para a convergência de esforços na busca por soluções.

Para responder a demandas dos cursos da instituição, o Núcleo de Acessibilidade da UEL (NAC) montou, em 2016, grupos de estudos para promover o aprofundamento teórico de sua equipe sobre temas pertinentes e também para aprimorar o atendimento a estudantes com algum tipo de deficiência ou altas habilidades/superdotação.

Na mesma linha, a professora Karen Ribeiro (Departamento de Educação), atual vice-coordenadora do NAC, criou em 2018 o projeto de ensino "Grupo de Estudos sobre estudantes com deficiência e altas habilidades/superdotação no ensino superior". Neste nível de ensino, a educação especial se traduz em ações em favor do acesso, permanência e participação dos estudantes, o que inclui a promoção da acessibilidade, em todas as suas formas.

De acordo com a professora Karen, o projeto nasceu em função da demanda interna por estudos mais aprofundados, mas acabou alcançando também membros da comunidade externa, de outras instituições. Uma vez por mês, o grupo realiza um encontro de 3 ou 4 horas, no Centro de Educação, Comunicação e Artes da UEL, para debater temas selecionados semestralmente, a partir de leituras (artigos, dissertações e teses) escolhidas e disponibilizadas previamente a todos, e apresentadas por alguns membros, que conduzem as discussões. "É uma formação continuada", sintetiza Karen.

Além da equipe do NAC, o Grupo é formado por estudantes do curso de Pedagogia e por professores e profissionais da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, do Instituto Federal do Paraná/Campus Londrina e da Universidade Federal de São Carlos (SP). Desta última também já participou do projeto um aluno de pós-graduação (doutorando do Programa de Pós-graduação do Departamento de Educação), que contribuiu na discussão da metodologia, pesquisa bibliográfica, entre outros assuntos. A coordenadora do projeto lembra, porém, que ele é aberto a toda a comunidade interna, especialmente membros dos Colegiados dos cursos de graduação.

"Cada instituição tem suas particularidades, assim como cada estudante tem suas próprias características. Todas as abordagens são bem vindas, porque existe uma grande demanda por pesquisa na área"

Um detalhe curioso apontado por Karen é que todas as instituições participantes revelam dificuldades e problemas muito semelhantes, o que colabora para a convergência de esforços na busca por soluções. Levantada a demanda, o Grupo parte para o estudo. Entre os temas já debatidos, estão a adaptação curricular, políticas institucionais e a abordagem específica de determinadas deficiências e altas habilidades, uma vez que, como lembra a professora, cada uma tem suas particularidades, assim como cada estudante tem suas próprias características.

Além das leituras e discussões, os membros dos grupos falam de suas respectivas instituições e serviços oferecidos, assim como foram promovidas visitas a todas as instituições-membros. "O aprendizado entre instituições é muito grande", destaca a professora Karen. Ela observa que não há inclinação teórica específica: "Todas as abordagens são bem vindas, porque existe uma grande demanda por pesquisa na área", diz. O projeto também já realizou oficinas sobre adaptação curricular.

Especificamente com a UTFPR, há uma parceria para investir na formação dos professores, pela qual são desenvolvidas ações de conscientização na UEL (as atividades de conscientização também são voltadas aos demais integrantes da comunidade interna), assim como existe a participação do NAC na Semana Pedagógica da Federal e do projeto de extensão "Ações de Sensibilização e Formação para Inclusão de Pessoas com Deficiência da Educação Básica ao Ensino Superior", coordenado pela psicóloga Camila Sudo e professora Cristiane Rezzadori, da UTFPR.

O projeto já publicou três trabalhos em 2019 e se prepara para desenvolver ações em abril, quando existe um dia mundial de conscientização do autismo (2). Ampliar a divulgação do projeto é uma de suas metas.  A previsão de conclusão do projeto é julho deste ano, e antes disso será submetido a uma avaliação final.

Esta matéria foi publicada no Jornal Notícia nº 1.405. Confira a edição completa:



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