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29/11/2017  

Jornal Notícia 1.370

Agência UEL

        

Bem-vindos, voluntários!

Pesquisa ganha repercussão em revista internacional

As transformações do marco zero de Londrina

UEL tem novos doutores

Dinâmicos e em constante transformação

Agenda

Professoras alertam contra exclusão das IES no PLPD

EDUEL

EXPEDIENTE

Bem-vindos, voluntários!


Parte da equipe coordenadora do Serviço Voluntário: assistente social Eliana Rodrigues (coordenadora), psicóloga Ana Lílian Parreri, enfermeira Renata Pedrão e técnica-administrativa Glenda dos Santos

CAROLINA ARAÚJO*

Todo ano são abertas novas vagas para quem se interessa por prestar serviços voluntários no Hospital Universitário e no Ambulatório de Especialidades do HU. Esse ano foram 150 vagas, distribuídas entre projetos como: Leitura no Hospital, Humaniza, Alto Astral, Artesanato e Semeando; além de outras comissões de trabalho como campanhas publicitárias, atendimento direto ao paciente e acompanhantes, organização de eventos, programa Nota Paraná, musicoterapia, arrecadação de recursos, contação de histórias, acolhimentos, recreação, orientações, cuidados básicos e cuidador solidário.

A assistente social e chefe de Divisão do Serviço Social, Eliana Aparecida Rodrigues, explica que essas vagas são abertas conforme a necessidade de cada setor. ?Primeiro, fazemos contato com todos os setores do hospital para levantarmos os interesses pelo serviço voluntário; cada setor informa o tipo de atividade que o voluntário vai fazer, os requisitos, dia da semana e horário para atuação e quantos voluntários são necessários. Depois de apresentadas as vagas, a equipe coordenadora analisa todas as solicitações e só então é aberto edital e a chamada geral de voluntários, que é divulgada através do facebook da Associação de Voluntários do HU (AVHU), do jornal interno e de releases para a imprensa externa?.

Após aberto o edital, é feito um curso com os candidatos, dividido em três etapas: na primeira, a equipe coordenadora dá uma orientação geral sobre o que é o serviço voluntário, o histórico e quais vagas estão disponíveis; na segunda, tem início o processo de orientação sobre cuidados que a pessoa precisa ter para trabalhar dentro do hospital, como destinação do lixo hospitalar, prevenção de infecção hospitalar, roupa adequada e aspectos éticos; e na terceira e última são explicados os direitos e deveres dos voluntários e é feito um pré-levantamento para saber em qual projeto cada um tem interesse. Depois do curso, são agendadas reuniões específicas, nas quais são discutidos os projetos um por um. E, por fim, os voluntários preenchem a documentação necessária, que é encaminhada para a Pró-Reitoria de Extensão da UEL (Proex), e são chamados para efetivamente começarem o trabalho voluntário.

Apesar de no edital constar as 150 vagas abertas, Eliana explica que a média esperada para este ano é de 45 e 50 voluntários, mas que isso não é um problema, já que as vagas para os setores do AEHU ainda estão abertas e os voluntários podem, conforme sua disponibilidade, ocupar mais de uma vaga.

Uma das voluntárias que passará a atuar neste ano, Simone Ortega, conta que sempre quis fazer serviço voluntário e encontrou no HU uma forma de fazer o que sempre quis e, ao mesmo tempo, retribuir tudo que a UEL já lhe ofereceu. "Eu estudei na UEL, minha filha estudou na UEL, então eu decidi ser voluntária aqui, como forma de gratidão", explica. Silvana diz que tem preferência para atuar como voluntária nos projetos do Hemocentro, da UTI e de artesanato, mas que não se importa de, caso seja necessário, atuar em outros projetos. "Essas foram as opções que eu dei quando me perguntaram, mas o que aparecer eu vou fazer, tendo tempo eu venho dar uma ajudinha", acrescenta.

Segundo a assistente social Eliana Rodrigues, "o objetivo é atingir o maior número de vagas, procurando respeitar o interesse de cada voluntário".

Sobre a Associação de Voluntários do HU (AVHU), Ela explica que "a diferença é que a associação é autônoma, então faz algumas ações externas, voltadas, é claro, para atender os pacientes, mas que não precisam passar pelas normas do hospital e nem ter uma supervisão, como ocorre com os voluntários cadastrados do HU". Atualmente, todos os 35 voluntários cadastrados no serviço interno participam da AVHU.

* Estagiária de Jornalismo na COM-HU
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Pesquisa ganha repercussão em revista internacional


Professores Neyva Lopes e Paulo Natti (à frente) com estudantes bolsistas do LabSAN: produção acadêmica com foco em modelos e soluções matemáticas

PEDRO LIVORATTI

Pesquisadores do Laboratório de Simulação e Análise Numérica (LabSAN), do Departamento de Matemática da UEL, acabam de participar da publicação de um artigo na revista internacional Scientific Reports (Nature publishers), considerada uma das mais importantes no meio acadêmico mundial, no qual descrevem e relatam um modelo de aceleração do movimento animal, que pode ajudar no gerenciamento das invasões biológicas, no controle das epidemias e na proteção de espécies ameaçadas de extinção.

O que pode parecer um estudo ligado à área biológica, na verdade corresponde a um modelo matemático no qual os pesquisadores chegaram a uma equação inédita que demonstrou como ?invasores? se dispersam na natureza, considerando as variáveis mais relevantes. O objetivo é jogar luz sobre este mistério, tentando mensurar o comportamento das espécies invasoras, que afetam o meio ambiente.

Pela relevância do tema o artigo ficou entre os mais acessados da publicação nos primeiros 15 dias. O texto foi publicado no final do mês passado, assinado pelo professor do Departamento de Matemática da UEL, Paulo Natti, e pelos pesquisadores Paulo Tilles, da Universidade Federal de Santa Maria, e Sergei Petrovskii, da University of Leicester, na Inglaterra. A íntegra do artigo pode ser acessada no site da publicação, no endereço https://www.nature.com/#search-menu.

Segundo o professor Paulo Natti, esta foi uma das conquistas do LabSAN este ano, que registrou ainda duas patentes, sem contabilizar outras publicações científicas. O laboratório trabalha com modelos matemáticos, buscando soluções para problemas comuns com foco na sustentabilidade e nos setores industriais e de prestação de serviços.

De acordo com o professor, o artigo propôs uma teoria unificada de movimento animal que relaciona o padrão de movimento com as propriedades do meio ambiente e com as características biológicas do animal. Os pesquisadores consideraram que este ?invasor? pode ser um pássaro ou um inseto movido por instintos.

"A pesquisa demonstrou como diferentes padrões de movimento (regimes difusivos, superdifusivos e superbalísticos) podem surgir naturalmente da interação entre a força de um animal, a resistência do meio ambiente e a resposta comportamental de um animal aos sinais ambientais, tais como ruído, cheiro, fontes de alimento, predadores, parceiros para acasalamento, etc", exemplifica Paulo Natti.

Ainda de acordo com o professor, na visão tradicional, o animal se dispersa no espaço de forma lenta e aleatória (chamado movimento Browniano), mas recentemente surgiram evidências de que, sob algumas condições, os animais podem realizar um movimento acelerado, como resposta ao ambiente. "No entanto, como os animais fazem a escolha entre os dois padrões, permanece um mistério. Nosso estudo teórico lança uma nova luz sobre esse problema", descreveu o professor.

Aplicativo - A patente obtida em agosto último pela equipe do LabSAN, denominada APP Móvel BorderMap, representa uma ferramenta inédita com várias aplicações, inclusive para calcular áreas com alta precisão. O aplicativo utiliza pontos que formam uma "malha" ou contorno exato daquilo que se necessita calcular com exatidão, ou seja, trata-se de uma tecnologia que projeta uma representação de espaço de forma precisa. O estudo foi feito pelo mestrando Gustavo Taiji Naozuka, orientado pela professora Neyva Maria Lopes Romeiro, do LabSAN, utilizando como modelo o Lago Igapó II.

Para chegar ao contorno exato, o estudante fez pessoalmente todo o contorno do Lago, marcando os pontos, que posteriormente formaram a malha de forma fiel. Todas as posições foram comparadas com imagens obtidas pelo Google Earth, programa de computador que apresenta modelos tridimensionais.

Segundo os professores Paulo Natti e Neyva Maria Lopes Romeiro, o que existe hoje no mercado são softwares que permitem a determinação de fronteiras ou de malhas, porém com menor qualidade. Além de calcular a área de forma exata, o aplicativo pode auxiliar na conservação do Lago, ao oferecer imagens detalhadas de pontos assoreados, locais que sofrem com maior volume de poluição e até o movimento das águas.

O Igapó II é apenas um modelo de estudo, pois o aplicativo pode ser utilizado em outros lagos e rios ou qualquer área que necessite de estudo. A partir da patente obtida, o mestrando busca agora a melhoria da qualidade da malha (imagem) e a utilização em outros formatos, ou seja, outras linguagens de programação.

Serviços jurídicos - Outra patente requerida pelos pesquisadores foi o Sistema Precificador Jurídico (SiPreJur), desenvolvido por meio de parceria entre o LabSAN, a empresa A.W. Hipólito Consultoria e a Agência de Inovação Tecnológica da UEL (Intuel). Trata-se de um software que calcula valores a serem cobrados por escritórios de advocacia, considerando variáveis como a experiência do advogado, tempo de tramitação do processo ou serviço, custos e outras especificidades. Para levantar estes detalhes o Laboratório contou com assessoria do escritório de advocacia LC Diniz, de Londrina.

Segundo os pesquisadores, o software sugere ainda ações relacionadas à gestão financeira da empresa. Ao entrar no programa, o profissional tem informações sobre a movimentação do escritório, com acesso fácil a informações relacionadas ao custo e faturamento, lucro e prejuízo. Para facilitar a visualização, o software apresenta gráficos. O desenvolvimento consumiu dois anos de pesquisa e trabalho e teve à frente o professor Eliandro Rodrigues Cirilo, também da equipe do LabSAN. Atualmente o professor realiza um Pós-Doutorado na Universidade de Leicester, na Inglaterra.

"Existem centenas de tipos de processos. A proposta então foi optar por um software que apresentasse informações gerais, de forma consistente", definem os pesquisadores. Eles explicam que a Matemática entra na formulação da equação que aponta o valor do honorário a ser auferido. Eles explicam que a equação considerou todas as variáveis apontadas pelos profissionais, criando um novo modelo matemático inédito para o meio jurídico que permite estabelecer correlações entre todas as variáveis. O que era uma situação subjetiva, passou a ser então uma conta exata.
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As transformações do marco zero de Londrina


"Esta é mais uma pesquisa que pode contribuir com o desenvolvimento de nossa cidade", afirma a professora Ana Cláudia Duarte Pinheiro

JOSÉ DE ARIMATHÉIA

O município de Londrina foi criado em 10 de dezembro de 1934, mas foi meia década antes disso, em agosto de 1929, que foi estabelecido o marco zero do núcleo urbano, na zona leste, próximo de onde hoje fica a rodoviária. Como a igreja (hoje Catedral) foi erguida a cerca de 1,5km dali, em um ponto mais alto, o "centro" acabou se deslocando. A região do entorno do marco zero seguiu sua história, numa condição de periferia apesar da proximidade com a área central, até a atualidade e, na maioria do tempo, sem que a população tivesse ciência de sua importância. E de alguns anos para cá, empreendimentos imobiliários, comerciais e residenciais trouxeram de volta a região ao foco de interesse.

São exatamente as transformações daquela região que foram objeto da tese da professora Ana Claudia Duarte Pinheiro (Departamento de Direito Público), dentro do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UEL, defendida no final de setembro passado, sob a orientação da profa. Nilza Aparecida Freres Stipp. Intitulada "Transformações paisagísticas da região do marco zero na cidade de Londrina-Paraná: uma análise hemeróbica", a pesquisa aborda as mudanças causadas pela intervenção humana, em maior ou menor grau, conforme parâmetros da Geografia Física. Embora mais focada na paisagem atual da área, a professora levou em conta toda a História local, desde os anos 20, e enfatiza os últimos 32 anos com a delimitação e denominação oficial de "Marco Zero" que só aconteceu mesmo em 1984, no 50o aniversário de Londrina, a partir de proposta de um grupo que visava preservar as origens da cidade. Um singelo monumento marca o local e a data.

Uma análise hemeróbica nunca foi feita em Londrina, o que, segundo a professora, abre a possibilidade de novas pesquisas, inclusive na mesma região. Fundamental para realizar o estudo, Ana Claudia recorreu a mais uma área: a Fotografia, mediante trabalho de campo. Com quase 50, entre imagens históricas e outras produzidas por ela e com a colaboração do marido Edson, especialista em fotografia pela UEL, a pesquisadora registrou os diferentes graus de intervenção humana (baixa, média e alta hemerobia, ou seja, intervenção tecnológica) e seu impacto sobre o ambiente urbano na atualidade em parte da zona leste na área que engloba, o Córrego Água das Pedras, a Mata do Marco Zero e o Complexo Empresarial Marco Zero.

Na mata que marca a chegada da primeira caravana da Companhia de Terras Norte do Paraná, mora uma família há mais de 50 anos, e a área de estudo é marcada por chácaras, pastos, córregos, uma favela, uma obra abandonada (teatro municipal) e áreas de especulação imobiliária que em Geografia são denominadas de "vazios urbanos": espaços não construídos e não qualificados como áreas livres no interior do perímetro urbano e que aguardam a valorização imobiliária. Cabe ressaltar ainda que duas importantes artérias da cidade se cruzam bem ali perto, numa rotatória ao lado da rodoviária: as avenidas Dez de Dezembro (Via Expressa) e a conhecida Leste-Oeste, que justamente naquele ponto muda de nome, de Arcebispo Dom Geral Fernandes para Theodoro Victorelli. Quanto à população, dividida em bairros, conjuntos habitacionais e ocupações, basicamente é de classe média, classe média baixa e classe baixa.

Mudanças - A tese revelou períodos de estagnação e mudanças no decorrer do tempo, alternados com investimentos púbicos e privados, como a rodoviária (1988), o campus da UFTPR (2007) e o Shopping Boulevard (2013). Atualmente, há uma incipiente tendência de verticalização das residências, com edifícios de até 20 andares. Para a professora Ana Claudia, a cidade possui muitos empreendimentos feitos sem o planejamento urbanístico adequado apenas para satisfazer o mercado imobiliário. Neste aspecto, ela aponta, alguns empreendimentos são mais consequência do que causa deste desrespeito. E concluiu que muitas mudanças foram negativas: "O que temos é uma fuga de áreas ocupadas já estranguladas para outras, dando continuidade a uma política agressiva que, muitas vezes, desrespeita o Plano Diretor, para atender mais o interesse econômico do que a sociedade como um todo". Afirma ainda que a sustentabilidade do desenvolvimento econômico é condição fundamental para a qualidade de vida tanto no campo quanto nas cidades.

Um exemplo está na situação do córrego Água das Pedras, que corta a área, iniciando próximo do Estádio Vitorino Gonçalves Dias, atravessa o Terminal Rodoviário José Garcia Villar e a avenida Dez de Dezembro e corre até depois da favela Pindorama. Há edifícios públicos e particulares construídos bem ao lado do curso d?água, em flagrante desrespeito às matas ciliares, e há pontos em que nem existem mais. Isso sem falar no lixo e nos trechos em que, a exemplo de outros tantos mananciais na cidade, o córrego corre subterrâneo por obra humana. "O manancial não é valorizado, nem pelo Poder Público, nem pela população, apesar de já vivermos uma séria crise hídrica em nosso país", sintetiza Ana Claudia. Porém, do ponto de vista da pesquisa, ele agregou valor, enriquecendo o aspecto do encontro da Geografia Física com a Geografia Humana. "Foi importante na medida em que permitiu confrontar a metodologia proposta e identificar em espaços muito próximos entre si, a alta, a média e a baixa hemerobia, ao mesmo tempo em que foram analisadas as condições socioeconômicas da população local e a influencia dos empreendimentos para os cenários em questão, assim como o conjunto normativo que rege a cidade", relatou.

As mudanças ocorridas não são apenas geográficas e históricas, mas também sociais e frequentemente envolvem diretamente o Direito, que não raro colide com ações praticadas, muitas vezes pelo próprio Poder Público em desatenção às demandas e às necessidades da sociedade. A desobediência a normas ambientais, no caso do córrego, e da própria mata ilustra a afirmação.

Há necessidade de estudos econômicos, sociais e antropológicos, dentre outras áreas, para adequar a ação estatal ao verdadeiro interesse público e atender às demandas particulares, sem prejuízo de outros interesses igualmente importantes. "A repercussão de ações pouco abalizadas cientificamente em desfavor da legalidade é inesperada e na maioria das vezes, é altamente prejudicial, não apenas aos diretamente atingidos, mas ao restante da sociedade. O poder público deve ser exemplo e respeitar o meio ambiente, as pessoas, o histórico do lugar, para que a população entenda a importância de proteger e preservar o meio ambiente natural, artificial, cultural e do trabalho", afirma Ana Claudia. A região do Marco Zero, segundo a professora, tem mostrado esta tensão ao longo dos anos. Por isso, ela acrescenta: "O Direito é um instrumento de Estado. E para não se tornar um mero instrumento de poder, não basta a lei estar escrita, é preciso que todos estejamos atentos e façamos a nossa parte para que seja efetivamente cumprida e alcance os seus objetivos".

Contribuição - Ana Claudia espera que os resultados da pesquisa sensibilizem a sociedade para que reivindique e o poder público para que promova melhorias na área para uso comum, contra a tendência de mera especulação imobiliária, sem desprezo aos empreendimentos e a sua importância no cenário econômico. ?Um estudo só se realiza e se completa quando é apropriado pela sociedade e não fica apenas no plano das ideias. Esta é mais uma pesquisa que pode contribuir com o desenvolvimento de nossa cidade, mas a Universidade tem que ser chamada a fazer isso, ou, direcionar ações para que os estudos aqui desenvolvidos sejam aproveitados fora das fronteiras acadêmicas. Aí a sociedade perceberá o valor que a instituição tem?, expõe a professora. E finaliza: "Esta tese é minha homenagem a Londrina, que nos acolheu a mim e a minha família".

Interdisciplinar - A professora Ana Claudia tem uma trajetória acadêmica interdisciplinar, por isso um Doutorado em Geografia não é estranho para uma docente do Direito. Graduada em Serviço Social e Direito pela UEL, ela fez Especializações em Direito Empresarial, em Administração e Marketing, e o Mestrado em Direito Negocial, todos também na UEL. Sua dissertação englobou as áreas de Direito Tributário, Internacional e Ambiental. Some-se ainda uma Especialização em Direito Tributário pelo IBET/UNIFIL e em Educação e Gestão Ambiental, pela Universidade Federal Tecnológica do Paraná em Londrina.

Após alguns anos estudando o Direito Ambiental e o Financeiro, e aplicando conceitos de várias áreas em sala de aula, Ana Claudia estava à procura de uma nova pesquisa quando chegou ao Doutorado. "O Direito se apropria da linguagem de outras ciências e sua atuação naturalmente propicia a interdisciplinaridade. A temática ambiental, por sua vez, nos iguala como pesquisadores e profissionais na medida em que percebemos a importância do conhecimento alheio para a realização do nosso trabalho", descreve.

Sua tese é um exemplo disso: nela, a pesquisadora recuperou um pouco de tudo o que já havia estudado antes. A Banca Avaliadora seguiu a mesma linha: havia pesquisadores das áreas de Geografia, Agronomia, Economia, Engenharia Ambiental e Direito.
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UEL tem novos doutores

A Universidade Estadual de Londrina tem 11 novos doutores em seu corpo docente que obtiveram o título neste segundo semestre.

A professora Catiana Leila Possamai Romanzini (Departamento de Educação Física) defendeu a tese "Relação entre o padrão e contexto ecológico do comportamento sedentário e biomarcadores metabólicos em adultos jovens", dentro do Programa de Pós-Graduação em Educação Física da UEL.

Cláudio Pereira de Sampaio, docente do Departamento de Design, doutorou-se na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, com a tese ?Flows: modelo integrado de P&D em resíduos sólidos. Criação de valor com base em liderança, grupos criativos, design e sustentabilidade?.

A professora Daniela Rudgeri Derossi (Departamento de Patologia, Análises Clínicas e Toxicológicas) defendeu a tese "Análise do polimorfismo CCR5-DELTA32 e da expressão proteica de CCL5 em amostras de pacientes com carcinoma mamário", no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da UEL.

Dirce Foletto de Moraes, docente do Departamento de Educação, obteve seu título no Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp/Presidente Prudente), com a tese ?Os processos formativos de estudantes universitários paranaenses e suas relações com os artefatos digitais: uma proposta de mediação didática colaborativa baseada na cognição distribuída?.

O professor Antonio José Mattos do Amaral (Departamento de Direito Público) doutorou-se na Faculdade Autônoma de Direito (SP) com a tese intitulada "O tribunal do júri sob o prisma do Estado constitucional e da Constituição Federal, especialmente o princípio da proporcionalidade e a inovação da tese defensiva".

A professora Adriane Maciel Gomes, do Departamento de Música e Teatro, defendeu a tese "Giorgio Strehler: apropriação e ressignificação de elementos da tradição teatral na formação do encenador", no Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena da Universidade de Campinas (Unicamp).

Ana Cláudia Duarte Pinheiro, docente do Departamento de Direito Público, obteve seu título no Programa de Pós-Graduação e Geografia da UEL, ao defender a tese "Transformações paisagísticas da região do marco zero na cidade de Londrina- Paraná: uma análise hemeróbica".

O professor Jefferson Januário dos Santos (Departamento de Letras Estrangeiras Modernas) defendeu a tese "A qualidade e a qualificação no ensino de espanhol nos Centros de Línguas Estrangeiras Modernas do Paraná (Celem-PR): um estudo de caso", na Universidade de São Paulo.

A professora Cleide Marlene Vilauta, do Departamento de Ciências do Esporte, obteve seu título no Programa de Pós-Graduação em Educação Física da UEL com a tese intitulada "O esporte educacional na política de educação em tempo integral no Brasil: a questão da atividade física e saúde".

Sarah Beatriz Coceiro Meirelles Félix, docente do Departamento de Saúde Coletiva, doutorou-se pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UEL com a tese "Momentos e movimentos da implantação de um núcleo de apoio à saúde da família (NASF) em uma cidade do sul do Brasil".

O professor Pedro Lanaro Filho, do Departamento de Ciências do Esporte, obteve seu título ao defender a tese "Análise cinemática e eletromiográfica em diferentes tipos de saída para prova de 100 metros rasos no atletismo", no Programa de Pós-Graduação em Educação Física da UEL.
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Dinâmicos e em constante transformação


Os professores Marlene de Oliveira (Design de Moda), Paula Hatadani e Rogério Ghomes, do curso de Design Gráfico

RAQUEL PIMENTEL*

Fundados em 1997, os antigos cursos de Desenho Industrial e Estilismo em Moda, rebatizados em 2005 de Design Gráfico e Design de Moda, comemoram neste ano duas décadas de vida. Esse trajeto, que vai de espaços inapropriados e currículos rearranjados até as notas, respectivamente, 5 e 4 no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), é permeado por muito trabalho e diversas conquistas.

As responsáveis pela criação do curso de Desenho Industrial foram as professoras Cleuza Bittencourt Ribas Fornasier e Rosane Fonseca de F. Martins. Às docentes Cleuza e Margareth Anna Zekveld Daher coube elaborar a graduação em Moda, a primeira do Paraná e a segunda pública de todo o Brasil, à época um choque para a comunidade universitária. De acordo com a professora Cleuza, houve dificuldades na implantação de um curso bastante prático em um cenário puramente acadêmico.

Assim como Estilismo em Moda, o curso de Desenho Industrial nasceu de uma demanda social. A resposta foi a uma pesquisa realizada em empresas da região questionando se a programação visual era uma demanda, enquanto o curso de Moda nasceu de um pedido da Associação Comercial e Industrial de Londrina e de sindicatos. No início, o curso de Moda carecia de professores, e aproveitava muitas disciplinas do curso de Educação Artística para não gerar uma grande contratação, além de mobília e materiais. Foi quando surgiu o Novos Talentos da Moda Paranaense.

O concurso realizava desfiles elencando as melhores produções, cujos vencedores eram premiados com a participação no Projeto Milano, curso itinerante que promove uma imersão em temas de interesse do design de moda em Milão e Paris. "O Novos Talentos de Moda Paranaense contou com a presença de grandes nomes da moda, como o estilista Lino Villaventura. Foi a partir do concurso que conseguimos comprar os equipamentos necessários para o funcionamento do curso, com as doações que recebíamos das associações comerciais e de empresas" conta a professora Cleuza.

No ano 2000, o novo prédio no Centro de Educação, Comunicação e Artes ficou pronto, e ocupar um lugar planejado para sediar os cursos representou uma grande conquista, aponta Cleuza. ?Ficamos maravilhados. O curso de Desenho deixou as dependências de onde hoje é o cursinho e a moda deixou o Cequinha?, onde tinha goteiras que molhavam os trabalhos e obrigavam os alunos a começar tudo de "novo", conta.


Cleuza Bittencourt Ribas Fornasier, uma das responsáveis pela criação do curso de Desenho Industrial

Em 2005, já com o Departamendo de Design criado, após uma recomendação do Ministério da Educação, os cursos passaram por uma reformulação de seus projetos pedagógicos, mudando inclusive de nome, agora Design de Moda e Design Gráfico. ?No caso da moda, mudou completamente o formato do curso. Antes, o foco era no estilismo, na criatividade, e a grade curricular era como uma grade mesmo: disciplinas separadas. Após se tornar um curso de Design de Moda, a gente tem uma matriz curricular. Todo o desenho do curso foi refeito. Hoje nós trabalhamos com projetos que integram todas as disciplinas, é um outro jeito de olhar pra Moda?, conta a professora Paula Hatadani, chefe do Departamento de Design.

Atualmente o Departamento realiza um ciclo chamado difusão, que congrega ex-alunos. A proposta é compartilhar experiências de mercado e promover uma aproximação entre os egressos e os estudantes em curso. Além disso, o ciclo faz diagnósticos sobre a atuação profissional e campo de trabalho e articula os conteúdos ministrados na graduação com a vida profissional.

Outro projeto importante no Departamento é o desenvolvimento da identidade visual do vestibular da UEL, resultado de um processo seletivo realizado, todos os anos, entre os alunos do terceiro ano do curso de Design Gráfico. As turmas se dividem em grupos e têm um bimestre para montar sua proposta. Em seguida, a proposta é votada por uma comissão formada por professores, servidores da UEL e estudantes do 3º ano do Ensino Médio. O trabalho é realizado em conjunto com a Coordenadoria de Processos Seletivos, organizadora do vestibular, e existe há 14 anos. A parceria rende verba ao curso, que é revertida para melhorias na área acadêmica.

O Departamento desenvolve também, em união com a Agência de Inovação Tecnológica da UEL, o Escritório de Design (EDN). Coordenado pelos professores Cláudio Sampaio e Paula Napo, o Escritório presta serviços de design à sociedade, especialmente micro e pequenas empresas, ONG?s e outras organizações de Londrina e região, proporcionando aos estudantes de Design Gráfico a oportunidade de realizar estágio profissional, vivenciando situações reais de mercado.

O Hospital Universitário tem sido também um parceiro. Atualmente 60 estudantes do 2o e 3o anos do curso de Design de Moda desenvolvem, em um projeto que envolve várias disciplinas, os novos uniformes dos profissionais e pacientes do hospital.

Na pesquisa, o Departamento tem reconhecimento em nível nacional, conquistado por iniciativas como a participação no Laboratório de Conhecimento de Design Estratégico e Conexões (Labconde), na área de Gestão do Conhecimento. Integra ainda o Laboratório de Ensino e Sustentabilidade (LensLab), rede internacional de pesquisa na área de Design e Sustentabilidade, que disponibiliza em rede ferramentas e metodologias de ensino do design para a sustentabilidade.

Hoje o Departamento oferta quatro especializações: Gestão Estratégica de Design, Design Digital, Moda, Produto e Comunicação, e Ergonomia, credenciada pela Associação Brasileira de Ergonomia (Abergo). O Departamento desenvolve também a revista Projética, publicação científica de periodicidade semestral, Qualis B3 na classificação de produção intelectual da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

* Estagiária de Jornalismo da COM
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Agenda

Prêmio de Fotografia
Imagens produzidas por câmeras fotográficas ou instrumentos especiais podem ser premiadas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Pesquisadores que trabalham com registros fotográficos de suas pesquisas podem se inscrever no VII Prêmio Fotografia-Ciência e Arte até o dia 19 de janeiro de 2018.
Concebido em 2011, o Prêmio visa fomentar a produção de imagens com a temática de Ciência, Tecnologia e Inovação, contribuir com a divulgação e a popularização da ciência e tecnologia e ampliar o banco de imagens do CNPq. Mais informações no endereço http://www.premiofotografia.cnpq.br/web/pfca/home.

Especialização em Neurociências
Estão abertas as inscrições para o curso de Especialização em Neurociências do Centro de Ciências Biológicas. Elas podem ser feitas até 26 de janeiro de 2018 no endereço http://www.uel.br/pos/neurociencias/. O curso é ofertado pela primeira vez com 40 vagas. As aulas começam em 12 de março e serão de segunda a quarta à noite. O novo curso é direcionado aos profissionais graduados nas áreas de Biológicas, Saúde, Agrárias, Exatas, Engenharia, Educação Física e Humanas.
O curso objetiva capacitar profissionais de nível superior na área de Neurociências, fornecendo conhecimento teórico e prático de Neurobiologia, Neurologia e Neuroengenharia. A seleção para os alunos inscritos será feita pela análise de currículo e entrevistas presenciais entre 1o e 7 de fevereiro, no Departamento de Histologia do CCB.
Mais informações no endereçohttp://www.uel.br/pos/neurociencias/pages/inscricao-e-selecao.php. 

Economia Ambiental
Estão abertas, até 30 de janeiro de 2018, as inscrições para o curso de Especialização em Economia Ambiental, que busca preparar profissionais para atuar como coordenadores de equipes multidisciplinares em órgãos governamentais, organizações não-governamentais e empresas privadas. As inscrições custam R$ 81,00 e podem ser feitas no endereço http://www.uel.br/pos/economiadomeioambiente/.
A proposta é preparar profissionais para a realização de consultorias e de certificação ambiental. O curso é uma iniciativa do Departamento de Economia, do CESA, direcionado a profissionais graduados de várias áreas. São ofertadas 30 vagas e as aulas devem começar em março, às sextas-feiras à noite e sábado de manhã e à tarde, totalizando 24 finais de semana.
A seleção dos alunos será feita mediante análise de currículo. O curso será ministrado por professores da UEL, além de profissionais convidados do Ministério Público, IBAMA, e Secretaria Municipal do Ambiente. Outras informações pelo emeio cesapos@uel.br
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Professoras alertam contra exclusão das IES no PLPD


De acordo com as professoras Sônia Miranda (UFJF) e Flávia Lima Caimi (UPF), o livro didático muitas vezes representa principal fonte de informação e leitura dos estudantes

PEDRO LIVORATTI

Decreto-Lei de autoria do Governo Federal, publicado em julho passado, no Diário Oficial da União, excluiu as universidades do processo de avaliação de qualidade do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), considerado importante política pública na área educacional, que atinge cerca de 54 milhões de estudantes em todo o país. O alerta foi feito pelas professoras Sônia Miranda (Universidade Federal de Juiz de Fora - MG) e Flávia Lima Caimi (Universidade de Passo Fundo ? RS), que participaram do Encontro Nacional Livro Didático de História: Conhecimento Histórico e Didática da História no mundo contemporâneo, realizado em outubro, na UEL.

De acordo com as professoras, o livro didático chega às casas dos estudantes brasileiros de escolas públicas, representando muitas vezes a principal fonte de informação e leitura, o que demanda um investimento de R$ 1,5 bilhões/ano, por parte do Ministério da Educação. Segundo as duas professoras, para garantir a qualidade da edição e conteúdo, desde 1996 as obras didáticas são acompanhadas pelas universidades, que revisam todo o conteúdo em ciclos trienais.

Antes desta participação e acompanhamento pelas Instituições de Ensino Superior, existiam relatos e denúncias sobre má qualidade de conteúdo do livro didático. Hoje, as áreas de conhecimento que fazem parte da grade curricular do Ensino Médio (Artes, História, Geografia, Matemática, Língua Portuguesa e estrangeiras, Ciências, Filosofia e Sociologia) são avaliadas por professores de ensino superior, garantindo atualidade e conteúdo.

?Entendemos que as Universidades respondem com conhecimento acadêmico e se alimenta disso?, afirmam as duas. Para elas, o decreto de julho passado acaba com este controle público do Livro Didático, a partir da retirada das IES do processo avaliativo. De acordo com Artigo 11 do decreto, a etapa de avaliação pedagógica contará com uma comissão técnica específica, integrada por especialistas das diferentes áreas do conhecimento.

O Artigo 12 determina que a escolha dos integrantes de cada comissão técnica será feita pelo Ministro da Educação, a partir da indicação de instituições como Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação; Conselho Nacional de Secretários de Educação; União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação; União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação; Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação; Conselho Nacional de Educação; Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior e Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.

Retrocesso - para as professoras, a exclusão das universidades do PNLD representa um retrocesso porque a academia tem a dimensão do pensamento autônomo, capaz de fazer a crítica necessária e imprimir qualidade de conteúdo. "A Universidade é um instrumento de controle público qualificado, que trabalha com rigor acadêmico, importante para este trabalho", define a professora Sônia Regina.

Outro alerta é quanto à abertura de brechas para a utilização de apostilas no lugar do tradicional livro didático, semelhante ao conteúdo programático da escola privada, o chamado sistema estruturado.

?É uma perspectiva pragmática de ensino, que aborda o conteúdo de forma simples com o foco de preparar o aluno para passar no vestibular?, critica a professora Flávia. Ela afirma ainda que o professor do Ensino Médio acaba perdendo autonomia, uma vez que o sistema apostilado apresenta módulos para serem abordados, em detrimento de um conteúdo que busca promover a interpretação e a leitura, por exemplo.

"O aluno vai a escola para aprender diversidade, para entender e explicar fenômenos e soluções para os problemas. É pensar o mundo. Isto é diferente de treinamento", compara Flávia. Já a professora Sônia afirma que estas modificações decorrem da amplificação de valores assumidos pelas mídias sociais, com viés conservador, que transformou o livro didático em inimigo público. Na prática as modificações advindas do Decreto-Lei deverão ocorrer a partir de 2019.
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EDUEL

PRATELEIRA

Ecologia de riachos de montanha da Mata Atlântica  - Lançamento!
Organização: Sirlei Terezinha Bennemann; João Fernando Marques da Silva

Resumo: Apresenta um estudo amplo da ecologia de riachos de montanha da Mata Atlântica realizado por um longo período em um mesmo tipo de ambiente aquático, tendo como referência um ambiente íntegro e outros riachos impactados. Foram avaliados os atributos ambientais e biológicos provenientes de dissertações e teses do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (Biodiversidade e Conservação em Habitats Fragmentados) da UEL.

Manual de Pediatria
Organização: Eduardo de Almeida Rego Filho

Resumo: Esta obra dá apoio às atividades do Pediatra, assim como participa da formação desse profissional. Contém temas gerais e comuns, como: o aleitamento materno, adolescência, mortalidade infantil, imunizações, parasitoses intestinais. Apresenta, também, situações pessoais que desafiam o clínico no seu cotidiano: acidentes, anorexia, diabetes, asma, tumores abdominais etc. O manual é abordado cientificamente, porém não deixa de lado as preocupações sociais.

A Escola Húngara de Psicanálise e sua influência no movimento psicanalítico
Autoria: Marcos Mariani Casadore

Resumo: A psicanálise chega a Budapeste ainda no final do século XIX. Sándor Ferenczi, médico húngaro, é o pioneiro na difusão desta "nova ciência" por lá: escreve artigos importantes e funda, em 1913, a Sociedade Húngara de Psicanálise. Neste livro, são delineadas as principais características que definiriam a identidade da Escola Húngara de Psicanálise, os estudos das produções primordiais de seus teóricos mais importantes e, por fim, uma "herança húngara" inerente ao desenvolvimento ulterior da práxis psicanalítica.

Sexualidade e gênero na Inglaterra vitoriana: a leitura sobre Ovídio
Autoria: Renata Cerqueira Barbosa

Resumo: O livro tem como base a análise da literatura vitoriana e a recepção dos clássicos. Propõe uma leitura sobre os "Usos do Passado" na abordagem que faz sobre as poesias vitorianas e usa as teorias sobre a História da Leitura para essa análise. Sua análise literária se pauta em perceber a recepção de Ovídio na literatura vitoriana na constituição dos gêneros e da sexualidade na Inglaterra do século XIX.

Estes e outros títulos podem ser adquiridos na Livraria EDUEL.
Mais informações, pelo telefone 3371-4691. Ou pelo e-mail - livraria-uel@uel.br

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EXPEDIENTE


Publicação semanal da Universidade Estadual de Londrina
Reitora: Profª Drª Berenice Quinzani Jordão
Vice-Reitor: Prof. Dr. Ludoviko Carnasciali dos Santos
Editado pela Coordenadoria de Comunicação Social - COM
Coordenadora da COM: Ligia Barroso
Editor: José de Arimathéia
Fotógrafos: Gilberto Abelha e Daniel Procópio
Jornalista Diagramador: Moacir Ferri - (MTb-3277 PR)
Jornalista Diagramador e Editor eletrônico: Nadir Chaiben (MTb 3521-PR)
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COM: Fone (43) 3371-4361 - 3371-4115 - Fax 3328-4593 (redação)
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