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11/09/2013  

SINOPSE - A UEL NOS JORNAIS - (11-9-2013 - Quarta-feira)

De acordo com as edições digitais dos jornais disponibilizadas no dia.

Agência UEL

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Em defesa do aleitamento materno

Atuação da enfermeira londrinense Márcia Benevenuto ultrapassa fronteiras; recentemente ela esteve na República Dominicana capacitando profissionais da saúde

Londrina - Com mais de três décadas de dedicação ao aleitamento materno, a londrinense Márcia Benevenuto colhe os frutos de um trabalho iniciado quando discente de Enfermagem. Hoje, sua atuação ultrapassa as fronteiras nacionais e atinge países como Cuba, Bolívia, Nicarágua, México e Colômbia.

Aos 57 anos, ela é a representante da região Sul na Comissão Nacional de Banco de Leite Humano até 2015 e tem um aval político para atuar em prol do aleitamento materno, além de um passaporte oficial do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty). A boa disposição para falar do tema revela os 18 anos em que Márcia está à frente do Banco de Leite Humano (BLH) do Hospital Universitário (HU) e a experiência como professora do departamento de Enfermagem da Universidade Estadual de Londrina (UEL).

Criado há 25 anos, o BHL começou tímido como um projeto de extensão formulado por ela e outras três professoras. Com o tempo, se tornou um serviço, ganhou recursos humanos em nível técnico e hoje é referência em todo o Paraná.

"Sou da 4ª turma da UEL e meu interesse sempre foi na área de pediatria. Tive uma professora que já na década de 1970 apresentava de maneira tímida a importância do aleitamento materno. Na prática, eu via que as crianças que eram internadas e tinham graves quadros relativos à diarreia e outras infecções não tinham sido amamentadas ou, se sim, por muito pouco tempo. Foi aí que o aleitamento se tornou uma paixão para mim", justifica tamanha dedicação.

Recentemente, Márcia fez sua 8ª viagem com representantes da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), instituição que fundou o primeiro Banco de Leite Humano no Brasil, em 1943. Se na década de 80 o Brasil mantinha apenas cinco bancos, hoje esse número subiu para 213, elevando o país à maior rede de BHL do mundo.

Prática milenar

Durante duas semanas, Márcia esteve em Santo Domingo, capital da República Dominicana, capacitando cerca de 40 profissionais, entre médicos, enfermeiros e auxiliares de enfermagem em relação ao manejo do aleitamento e a parte assistencial às mães, como o próprio aconselhamento.

"Em Santo Domingo, o índice de aleitamento materno exclusivo até os seis meses é de 8%. Como nesse quesito o Brasil tem melhorado cada vez mais, nossa estratégia virou um modelo de exportação para muitos países. Ao longo dos últimos 10 anos, essa prevalência subiu e hoje o índice no país é em torno de 42%. Porém, ainda estamos caminhando para resgatar a prática milenar da amamentação que se perdeu em um momento recente da história", comenta Márcia.

A perda na qual Márcia se refere é sobre o que ela chama de "fase de desmame comerciogênito", nas décadas de 1960 e 70. "Eu mesma presenciei. Os representantes de indústrias tinham acesso livre às gestantes nas maternidades. Eles davam a primeira lata de leite, dizendo que se elas tivessem alguma dificuldade para amamentar poderiam usar o produto. Diante disso, a prática de amamentar era facilmente descartada. Hoje, esta conduta está proibida, mas a luta acontece desde então", completa.

Micaela Orikasa - Reportagem Local

Duplicação atinge 40% das obras

Londrina – A duplicação da PR-445 em Londrina segue em ritmo acelerado e já alcançou 40% das obras previstas no cronograma. Diante desse quadro, o Departamento de Estradas e Rodagens (DER-PR) garante que a obra será concluída totalmente até outubro de 2014, conforme a previsão inicial.

O lote 1, entre o Conjunto Jamile Dequech e a Avenida Harry Prochet, na zona sul, é o trecho mais adiantado. Toda a terraplenagem já foi concluída e a primeira camada de asfalto deve ser aplicada em até 15 dias. "Esperamos em até 30 dias liberar o tráfego de veículos neste local", relatou José Ferreira Heidegger, superintendente regional do DER-PR. No viaduto, que está sendo construído onde havia a rotatória da Avenida Dez de Dezembro, já foram construídos os pilares e estão sendo instaladas as vigas, que vão sustentar a pista de rolagem.

No lote 2, que compreende o trecho entre a Harry Prochet e a Universidade Estadual de Londrina (UEL), as pistas laterais já estão prontas e as marginais próximas a UEL estão sendo abertas. "No viaduto da Harry Prochet, a rodovia será rebaixada 7,5 metros e avenida vai passar por cima. Os trabalhos de escavação já começaram", explicou Heidegger.

O viaduto que está sendo construído sobre a Avenida Aniceto Espiga deve ser o primeiro a ser finalizado. "Já está na fase de concretagem e será entregue em até 40 dias", afirmou o superintende do DER.

Os viadutos nos entroncamentos com a Avenida Arthur Thomas e Castelo Branco, na zona oeste, também já estão sendo erguidos.

No lote 3, que vai da UEL até o viaduto da BR-369, em Cambé (Região Metropolitana de Londrina), segundo o DER, 90% das marginais já estão concluídas. Neste trecho serão mais três viadutos nos cruzamentos com as Avenidas Marechal Deodoro, Gaspar Dutra e Parigot de Souza. A principal modificação será no Jardim Novo Bandeirantes.

Inicialmente, pelo projeto, seria erguida uma trincheira no entrocamento com a Marechal Deodoro, mas os moradores se mostraram contrários a esta alternativa, já que entendiam que desta forma o bairro ficaria dividido pela obra. Após uma audiência pública, foi assinado um termo de ajuste entre o DER e o Ministério Público (MP) e o projeto foi modificado.

"A rodovia será rebaixada e a Marechal Deodoro ficará no mesmo nível que é hoje. Haverá também uma passagem de pedestres no mesmo nível, facilitando assim a travessia dos moradores e o acesso aos estabelecimentos comerciais", explicou Heidegger. "Isso não vai resultar em nenhum atraso no cronograma. Com certeza, a obra toda será entregue em outubro do ano que vem, como prevê o cronograma", garantiu.

O projeto prevê a duplicação de 17 quilômetros do trecho urbano da PR-445, com a construção de 11 viadutos e trincheiras, além de seis passarelas. O investimento gira em torno de R$ 100 milhões.

Lucio Flávio Cruz - Reportagem Local

Mediação de conflitos

Londrina - O Laboratório de Tecnologia Educacional está com inscrições abertas para o curso "Mediando conflitos no ambiente laboral: ações possíveis", que será realizado de 23 a 25 de setembro, das 14 às 18 horas. O objetivo é apresentar possibilidades de enfrentamento para lidar com os conflitos de forma assertiva e com redirecionamento das ações. Informações pelo fone (43) 3371-4518 ou www.uel.br/labted .

Transferência externa

Londrina - A Universidade Estadual de Londrina (UEL) está com inscrições abertas até o dia 16 de setembro para estudantes interessados no processo seletivo de transferência externa para o ano letivo de 2014. Ao todo estão sendo oferecidas 396 vagas em várias áreas do conhecimento. Os candidatos serão selecionados por meio de prova de Conhecimentos Específicos, que será realizada no dia 20 de outubro, em Londrina. Candidatos de pelo menos sete cursos (Arquitetura e Urbanismo; Artes Cênicas; Comunicação Social – Habilitação Jornalismo; Enfermagem; Letras Bacharelado em Língua e Cultura Francesas; Letras - Licenciatura em Língua Espanhola e Literatura Hispânica; Letras - Licenciatura em Língua Inglesa e Literaturas em Língua Inglesa; Música; e Odontologia) farão prova de Habilidades Específicas. Informações no www.cops.uel.br .

TECNOLOGIA E SUSTENTABILIDADE - Softwares ecológicos

Profissionais de TI desenvolvem programas que reduzem custos das empresas e ajudam a preservar o meio ambiente

Nos anos 1990, as escolas de informática se espalharam pelo Brasil na mesma velocidade em que as de datilografia fechavam as portas. Em pouco mais de duas décadas, as mudanças tecnológicas foram grandes e rápidas. Software passou a ser palavra batida nas empresas. Surgiram as salas com a inscrição "TI", de Tecnologia da Informação. Dali saem soluções que ajudam a aumentar vendas, gerenciar fluxo de clientes, organizar cadastros e, cada vez mais, melhorar o controle e a qualidade ambiental de diversos segmentos econômicos.

"A TI, com certeza, tem soluções importantes para o desenvolvimento ambiental. É, inclusive, uma boa oportunidade de negócios para o nosso ramo.", comenta Pedro Casagrande de Campos, presidente do Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação de Londrina e Região.

Mestrando em Engenharia de Edificações e Saneamento na Universidade Estadual de Londrina (UEL), Caio Dalla Zanna se associou ao empresário Fabiano Furlan para desenvolver um software – batizado de Waste Manager – voltado ao gerenciamento de resíduos da construção civil. O projeto começou em 2010, de olho no incremento das legislações que regulamentam a destinação de resíduos sólidos.

O Waste Manager está em fase de homologação em parceria com a construtora Plaenge e o mestrado da UEL. Em linhas gerais, o software faz o controle da destinação do resíduo gerado em uma obra, registrando e documentando a quantidade de cada tipo de resíduo, a correta separação e o acompanhamento da destinação, com o registro do transportador e da empresa que o recebeu.

"Assim, a empresa atende integralmente a legislação e passa a ter, na ponta do lápis, os números de quanto gerou de resíduos e o quanto gastou com transporte e destinação. Isso ajuda na tomada de decisões para menor geração e possibilita acompanhar a destinação do resíduo certo para a empresa certa.", enfatiza Dalla Zanna. "Vale lembrar que o município de Londrina tem mais de 200 pontos irregulares de descarga de resíduos sólidos."

O software faz integração com rastreadores de GPS, dando a certeza de que o caminhão que pegou o resíduo da construtora seguiu para o local correto, evitando, inclusive, passar perto de áreas de risco, como fundo de vales.

Para o gerente de engenharia da Plaenge, Rogério Cardoso, contar com uma ferramenta tecnológica que auxilia na gestão dos resíduos é motivo de comemoração. "Tenho a certeza de que teremos excelentes resultados."

Vários cursos permeiam a área

São várias as formações que permeiam a área: Ciências Biológicas com Ênfase em Biotecnologia, Ciências Físicas e Biomoleculares, Engenharia Biotecnológica e Engenharia de Bioprocessos, além das pós-graduações que inserem o pesquisador na área. No Norte do Paraná, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) oferece graduação de Tecnologia em Biotecnologia e especialização e mestrado em Biotecnologia Ambiental. Já em Londrina, o SENAI oferta curso técnico em Biotecnologia, a Unifil oferece especialização em Biotecnologia e a UEL possui Programa de Pós-Graduação, em nível de Mestrado e Doutorado, em Biotecnologia Agroindustrial.

Biotecnologia emprega quase 100% dos formandos

Tecnologia da manipulação de células vem crescendo no mercado brasileiro

A biotecnologia e a biodiversidade são dois dos grandes diferenciais do Brasil na competitiva economia globalizada que vivemos. Foi pensando neste potencial que o Governo Federal solicitou em 2013 ao Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia a elaboração de um grande programa para incentivar pesquisa e produção nessas áreas.

O incentivo federal vai ao encontro de dados que já podem ser observados no País. "Graças ao trabalho da biotecnologia, o Brasil economiza R$ 14 milhões no uso de fertilizantes nitrogenados", afirma a pesquisadora da Embrapa Soja de Londrina, Mariângela Hungria.

A biotecnologia trabalha com a manipulação de células, aplicando conhecimentos químicos, biológicos e de novas tecnologias em áreas como a saúde, de alimentos, a química e a ambiental. A biotecnologia se faz presente na produção de biocombustíveis (bioetanol e biodiesel), de medicamentos (vacinas e kits de diagnósticos), de alimentos (como laticínios, cerveja e vinho), de melhoramento genético animal e vegetal, na conservação do meio ambiente e de espécies, e na produção de cosméticos.

"A biotecnologia também traz contribuições para a sociedade, de forma geral, porque o menor uso de fertilizantes acarreta em economia para o agricultor e menos poluição do solo, da água, do ar e do próprio alimento", complementa Mariângela Hungria. "É uma tecnologia ecologicamente correta."

Segundo a pesquisadora, em função do crescimento do mercado, a oferta de vagas para profissionais da área está crescendo fortemente. "A procura por profissionais especializados é grande; 95% dos alunos de pós-graduação em biotecnologia na Universidade Estadual de Londrina (UEL) estão empregados", ela comenta.

Companheira de Mariângela na Embrapa, Rebeca Fuzinatto Dall'Agnol, se formou em Ciências Biológicas e é umas das doutorandas em Biotecnologia pela UEL. "A biotecnologia é uma área multidisciplinar. O leque de opções é maior porque engloba três grandes áreas: microbiologia, biomolecular e bioquímica", explica Rebeca. "A biotecnologia está crescendo muito e está presente em diversas áreas. Gosto de estudá-la e fico feliz em saber que os profissionais do ramo estão sendo bastante requisitados."

AGENDA

Congresso Direito Ambiental – UEL

Tema: Licenciamento Ambiental: interface entre Direito, Economia e Administração Data: 21 e 22 de outubro Local: Auditório do Cesa/UEL Informações: www.licenciamentoambientaluel.blogspot.com.br/

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Paixão reinventada

Criada por “gamemaníacos” que se conheceram na UEL, a Oniria Software teve de abandonar a área de entretenimento para sobreviver

Fernando Jasper/Gazeta do Povo

Ser apaixonado pelo que faz não garante o sucesso. Os fanáticos por games que há 11 anos se uniram para criar a Oniria Software sofreram um grande tombo antes de assimilar essa lição. Tiveram de reinventar o negócio, “adaptando” a paixão à realidade do mercado. Hoje a companhia é considerada uma das pequenas empresas mais inovadoras do País e cresce a uma velocidade que logo deve promovê-la de categoria.

Especializada em simuladores e games para o mercado corporativo, a Oniria faturou R$ 1,5 milhão em 2012 e espera chegar a R$ 2 milhões neste ano. Se continuar nesse ritmo, em no máximo três anos vai ultrapassar a marca dos R$ 3,6 milhões, que divide as firmas pequenas das médias. Com clientes como Case New Holland, Vale e Petrobras no portfólio, a empresa tem 25 funcionários e recentemente teve de mudar de endereço por falta de espaço principalmente para a montagem dos simuladores, equipamentos que já respondem por 70% das receitas.

Ascensão e queda

A Oniria foi fundada em 2002, dentro da incubadora tecnológica da Universidade Estadual de Londrina (UEL), por 15 universitários. A intenção era desbravar o mercado de games, até então pouco explorado por companhias nacionais. Deu certo por um tempo. Um de seus jogos, o Die Pferdebande, baseado em um romance infantojuvenil, foi um dos mais vendidos na Alemanha em 2005. Mas, no ano seguinte, o Omniscire, inspirado na estética dos animes e mangás japoneses, fracassou – e um grande investimento ficou sem retorno.

Reestruturação

O tombo, bem na época em que deixou a incubadora, obrigou a Oniria a repensar sua atuação. Sem dinheiro, passou de uma pequena sala para uma sala menor ainda. E tomou a decisão que mudou sua história: resolveu abandonar o mercado de entretenimento e se concentrar em serious games, jogos desenvolvidos sob encomenda de empresas, para fins como treinamento, educação e marketing.

“Os games são a nossa paixão, mas o mercado de entretenimento tem muitas barreiras de entrada. Tivemos de abrir mão”, conta Nicholas Bender Haydu, um dos donos da Oniria, diretor da divisão de simuladores. “Não podíamos fazer investimentos de risco o tempo todo”, complementa Rodrigo Martins, seu sócio, que comanda a área de serious games.

Antes da mudança de foco, a Oniria já tinha feito alguns “jogos sérios”- entre eles, o Coca-Cola SuperCoach, usado pela multinacional em sua campanha de marketing para a Copa do Mundo de 2006. A aposta nessa área se mostrou acertada e, mais tarde, ajudou a empresa a entrar no ramo de simuladores.

Crescendo mais de 30% ao ano desde a reestruturação, a Oniria pode se dar ao luxo de, discretamente, voltar a atuar com entretenimento: está desenvolvendo um game para a linha Ultrabook, da Intel.

Nos simuladores, realismo. Nos games, saídas criativas

À primeira vista, não parece haver muita diferença entre simuladores e games de treinamento. Ambos se valem de softwares que de alguma forma recriam a realidade e podem ajudar as empresas a economizar o tempo e o dinheiro que seriam gastos em processos “reais”. Mas há um ponto fundamental que os distingue: um produto busca o realismo, o outro privilegia a solução criativa.

“No simulador, a ideia é recriar uma situação com o máximo de exatidão. Em um serious game, o objetivo é transformar um processo complexo ou moroso – um treinamento, por exemplo – em algo mais atraente, mais interativo, que estimule a pessoa a se engajar”, explica Rodrigo Martins, sócio da Oniria.

Desde sua reestruturação, em 2007, a empresa produziu dezenas de serious games, uma lista que inclui clientes de peso como Ford, Petrobras, Editora Abril e Econorte. Hoje essa divisão responde por 30% do faturamento. Um dos jogos mais recentes é o InsuOnline, que ensina médicos a prescrever insulina a pacientes diabéticos, desenvolvido em parceria com Leandro Diehl, professor de Medicina da UEL e doutorando na Faculdade Pequeno Príncipe, de Curitiba.

A entrada no ramo de simuladores ocorreu em 2008. A Petrobras precisava treinar funcionários para operar guindastes em plataformas flutuantes, atividade de alto risco, e queria que um fornecedor nacional desenvolvesse um equipamento que simulasse essa operação. Apenas três se candidataram e a Oniria venceu a licitação, de aproximadamente R$ 1 milhão.

A experiência abriu caminho para outros contratos. A boa aceitação de um dos simuladores, de uma máquina colhedora de cana da Case IH, leva a Oniria a estudar a construção de uma fábrica para a produção em série. Ela entregou 15 unidades desde 2012 e vai concluir pelo menos mais dez até o fim deste ano.


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