Público lotou a Catedral para o concerto de encerramento do 32º FML
A Catedral Metropolitana de Londrina ficou lotada para o Concerto de Encerramento do 32º Festival de Música de Londrina. Um programa grandioso marcou o fechamento da parte artística do FML, no concerto que reuniu a Orquestra Sinfônica da UEL, músicos convidados e coro adulto do Festival, formado por pessoas da comunidade de Londrina e por alunos do curso de prática coral do 32º FML.
As peças iniciais foram regidas pelos alunos do curso de Regência de Orquestra do Festival, que tiveram como professor o maestro japonês Daisuke Soga. A primeira peça executada pela OSUEL e músicos convidados, regidos pelo aluno Rafael de Abreu Ribeiro, foi a abertura da ópera “A Noite do Castelo”, do compositor brasileiro Antônio Carlos Gomes.
Na sequência, eles apresentaram “As Criaturas de Prometeu” (Opus 43), um balé composto pelo alemão Ludwig van Beethoven. Esta foi a primeira abertura escrita pelo compositor e é baseada no mito grego de Prometeu, que conta a história da criação dos animais e do homem a partir do barro, e como os humanos se tornaram seres superiores. A peça foi regida pela aluna Fernanda Adelina Lastra.
Da “Sinfonia nº 3 em Mi Bemol Maior (Op.55)”, ou como é mais conhecida, “Sinfonia Heróica”, de Beethoven, a orquestra executou dois movimentos. O segundo movimento da peça, a “Marcha Fúnebre”, foi regida pelo aluno Felipe Alves Ayala. O quarto movimento, o “Finale”, teve regência do aluno Bruno Bastos do Nascimento.
A grande atração do concerto de encerramento, no entanto, foi a “Missa em Dó Maior opus 86”, também de Beethoven, sob a regência do maestro Daisuke Soga. Nesta apresentação, além da Osuel, músicos convidados e coro adulto do Festival, houve ainda a participação de quatro cantores solistas: a soprano Nádia Zanotello; a mezzo-soprano Elaine Martorano; o tenor João Miguel Ayub e o baixo Davy Chaves.
Sinfonia Phoenix emocionou o público
Para fechar a noite de encerramento, o público teve a oportunidade de ver a segunda execução da “Sinfonia Phoenix”, para coro e orquestra, escrita por Daisuke Soga em homenagem a reconstrução do Teatro Ouro Verde.