Agência UEL de Notícias
    Londrina, Domingo, 19 de Maio de 2013 -  Busca   

 · Agência UEL de Notícias  · Jornal Notícia
11/05/2012  

SINOPSE - A UEL NOS JORNAIS (11-5-2012 - Sexta-feira)

De acordo com as edições digitais dos jornais disponibilizadas no dia.

Agência UEL

www.folhadelondrina.com.br

Uma batalha de gênios

Em ''Um Método Perigoso'', romance entre Jung e a paciente Sabina Spielrein serve como pano de fundo para abordar suas divergências com Freud

Popularizada pela obra do filósofo Hegel, a definição de ''Zeitgeist'' (que significa, em alemão, ''espírito do tempo'') é como a de um sopro fantasmagórico, um vendaval que condensa os conflitos e questionamentos de uma certa geração de pensadores. No final do séc. XIX e início do séc. XX, a humanidade, agora munida do conhecimento científico, tentava se redescobrir (e se 'iluminar') através da análise racional da sociedade e do indivíduo, separando e estudando - de maneira fundamentalmente cartesiana - todas as coisas, inclusive o seu próprio comportamento.

Em meio a este panorama científico progressista, o filme ''Um Método Perigoso'' - estreia desta semana na programação do Cine Com-Tour/UEL - ilustra uma extraordinária história real, que envolve uma das mais importantes querelas na história da psicologia. De um lado, o jovem e promissor Carl Gustav Jung (Michael Fassbender); de outro, o renomado Sigmund Freud (Viggo Mortensen), pai da psicanálise e responsável por fundamentar os princípios de uma nova maneira em enxergar a psique humana. Servindo como contraponto ao conflito ideológico que começa, gradualmente, a surgir entre mestre e discípulo, conhecemos a bela e perturbada Sabina Spielrein (Keira Knightley).

Considerada ''sem salvação'' pela sua família, Sabina é internada na clínica de Jung para um tratamento intensivo de suas tendências suicidas, que também envolvem um quadro complicado de esquizofrenia. Observando as condições da paciente, Jung percebe que ela possui as condições ideais para ele começar a experimentar o processo de ''cura pela fala''. O método, aplicado na época de forma inédita, tem o objetivo de fazer a própria paciente alcançar - através de uma profunda reflexão sobre seus traumas - uma catarse libertadora, que abre caminho para a cura da condição maníaco-depressiva.

Deparando-se com um problema maior (e mais interessante) do que imaginava em princípio, Jung busca aconselhamento de Freud, que por sua vez justifica as condições da paciente dentro de sua teoria psicanalítica. Em meio a seus estudos sobre a paciente, Jung também conhece o paciente Otto Gross (Vincent Cassel), um maníaco que, através de uma argumentação niilista, começa a abalar as próprias estruturas morais do psicanalista.

Dirigido com segurança por David Cronenberg, o filme (baseado em textos que já deram origem a um livro e uma peça de teatro) é fundamentado em seus diálogos. Sem ação, a trama se sustenta toda graças à interpretação competente de Mortensen e Fassbender, e de uma Knightley que consegue - através de uma personagem inquieta e pertubadora - convencer o espectador do tamanho do abismo que sua doença proporciona. Envolvente, o filme ganha força principalmente nos momentos em que presenciamos os diálogos entre os dois protagonistas; expoentes da psicanálise que, mesmo impassíveis por fora, estavam sempre se digladiando com ideias, e questionando a essência de sua própria condição humana.

As fascinantes divergências entre Jung e Freud reforçam um intrigante debate, que envolve os contrastes mais obscuros da natureza humana. No fim, ''Um Método Perigoso'' se arrisca em ser considerado muito 'cerebral' para a maioria do público - que pode achar o ritmo do filme excessivamente lento - mas a experiência na tela é potencializada se o espectador conhecer um pouco do momento histórico retratado, e entender a verdadeira importância que essa discussão representou no curso da humanidade. O ''Zeitgeist'' daquela época já passou, mas seus principais fantasmas ainda assombram o pensamento moderno.

Rafael Ceribelli - Reportagem Local

Cinquentenário de Odontologia da UEL

O que significa ser cinquentão? Para nós, do curso de Odontologia da UEL, é simples: sermos reconhecidos pelo trabalho que prestamos e pelo término da construção das novas instalações no campus da UEL, específicas para as atividades que desenvolvemos há exatos 50 anos - um sonho a ser concretizado.

Estamos dando início às comemorações de nosso cinquentenário e nada mais justo iniciarmos com a homenagem a três dos exemplos de dedicação e amor ao curso, à UEL, à profissão e a Londrina. Entendemos que essas são virtudes que só podem ser transmitidas pelo exemplo e que as gerações têm por obrigação deixar bons exemplos para as que virão. Por essa razão, estaremos reunidos no hoje para homenagear, de uma forma muito especial, com o título de Professor Emérito os professores Luiz Walter, Newton de Moraes e Tieo Takahashi.

Na figura desses homenageados estão incluídas todas as pessoas que ajudaram a construir este curso, um dos embriões do surgimento da UEL, criado em 1962 pelo professor Newton juntamente com o Professor Emérito da UEL, Sebastião Simões Gomes, e o professor Waldir Cárnio, ''in memoriam'', com o apoio incondicional do então bispo dom Geraldo Fernandez e da Associação Odontológica Norte do Paraná (AONP).

Nosso curso, nesses anos, continua a trabalhar na pesquisa com o mestrado, no ensino, até hoje 2.260 profissionais formados, e na extensão com prestação de serviços de forma contínua aos londrinenses e a cerca de 58 municípios vizinhos por meio da Clínica Odontológica e da Bebê Clínica.

A homenagem vai ocorrer em um local sagrado e simbólico para todos nós, o Centro de Eventos da Catedral, pois foi neste local, o antigo porão, onde nasceu a Faculdade de Odontologia de Londrina (FEOL), posteriormente transferida para o atual prédio, na Rua Pernambuco, 540. Em respeito a esses pioneiros, ao seu trabalho e a toda a comunidade é que aproveitamos esta oportunidade para mais uma vez informar que nossas instalações estão precárias e, há anos, temos alertado as administrações da UEL e aos nossos representantes em níveis municipal, estadual e federal sobre os riscos dessas condições prediais extremamente perigosas, além de ser compartilhada com o Colégio de Aplicação.

Iniciamos, em 2010, a construção de novas instalações para o curso no campus com verbas do governo estadual por meio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti). No momento, estamos em fase de término da parte estrutural e de revestimento externo dos 11.200 m2 da obra, dignas da Odontologia, com o que poderemos, com segurança, melhorar a qualidade e a capacidade de atendimento à comunidade.

No entanto, preocupa-nos a possibilidade de não termos obtido eco ou sensibilizado nossos governantes com relação à liberação de mais verbas para o término da obra. Acreditamos que tais ações não podem ser relegadas, esquecidas ou ignoradas, visto sermos o segundo maior prestador de serviços na UEL e o maior de serviços odontológicos entre as Instituições Estaduais de Ensino Superior (IEES) do Paraná, com o impressionante número de aproximadamente 300 mil procedimentos/ano, salientando, mesmo nas atuais condições de infraestrutura.

Entendemos que saúde é um conceito universal e começa pela boca e, com todo o respeito, seu cuidado não deveria se resumir aos hospitais e aos postos de saúde, como temos constatado. Aguardamos novas verbas. Não gostaríamos de vivenciar uma nova tragédia, como no triste caso do Teatro Ouro Verde, que dessa vez comprometeria não só os bens materiais, mas, infelizmente, a segurança de milhares de estudantes, pacientes, técnicos e docentes do nosso curso e do Colégio de Aplicação que frequentam o mesmo espaço.

Para finalizar, parabenizamos a UEL pela justiça das homenagens, pois elas devem sim ser prestadas a quem, sem sombra de dúvida, merece.

JOSÉ ROBERTO PINTO é diretor da Clínica Odontológica Universitária da Universidade Estadual de Londrina

www.jornaldelondrina.com.br

Reconstrução do Ouro Verde será acompanhada

Profissionais ligados ao Sindicato da Indústria da Construção Civil de Londrina (Sinduscon), acompanhados de integrantes da comissão de reconstrução do Ouro Verde, fazem uma visita ao teatro hoje, às 14 horas, para averiguar as condições do prédio, atingido por um incêndio em fevereiro passado. A visita é resultado de um acordo entre a entidade e a UEL visando a elaboração de projetos complementares, necessários para as obras do teatro. Segundo a professora Sílvia Galvão Cervantes, diretora do Centro de Tecnologia e Urbanismo, que integra a comissão encarregada da reconstrução, o Sinduscon já definiu os profissionais que serão responsáveis pelos projetos elétrico, hidráulico, de iluminação, da rede lógica e telefônica, acústico e de acessibilidade.

Pais em evidência

Dois casos de família de repercussão nacional colocam em discussão o papel do homem na criação dos filhos

Dois casos díspares tiveram, recentemente, repercussão nacional e colocaram em discussão o papel do pai na criação dos filhos. O primeiro deles foi de um morador de Toledo (PR), que conseguiu na Justiça, em março, o direito de receber do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) quatro meses de licença-maternidade para cuidar da filha, depois da morte da esposa. O segundo foi o caso da professora paulista que, na semana passada, conseguiu uma indenização de danos morais contra o pai, alegando abandono afetivo. A decisão, inédita, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou o pai a pagar R$ 200 mil.

Os dois casos podem abrir jurisprudências que, em tese, modificam o papel da figura paterna na relação com os filhos. O primeiro abre possibilidade para que outros pais – em situação parecida, no caso a falta da mãe – busquem seus direitos para cuidar dos filhos.

Segundo a advogada especialista em direito de Família Geane Lopes Tsuruda, isso já deveria ser lei. “Se houver uma situação dessa, por que o pai não deveria ter os mesmos direitos? Deveria estar previsto e ser rotineiro”, afirma.

A principal implicação jurídica será nos casos de pais ausentes. Agora, qualquer relação parental em que haja sofrimento, mágoa e tristeza pode gerar indenização e a decisão não diferencia as relações familiares de outros litígios civis. Mas, para a advogada, na prática não vai mudar muita coisa. “A maioria dos filhos que até poderiam buscar uma indenização do tipo não o fazem porque não querem prejudicar aquele pai ou mãe ausente”, explica.

Segundo Geane, já passaram por seu escritório vários clientes que teriam todas as condições para pleitear uma ação semelhante à da professora. Mas, quando sugerido, se negaram. “A mágoa e a tristeza pelo abandono afetivo está ali, sim. Mas eles não querem prolongar isso nem ter uma atitude de revanche, provocando o sofrimento do pai”, diz. Ela conta de um cliente que o processo de investigação de paternidade levou quase 23 anos. “O que esse rapaz sofreu foi muito grande. Mas ele só queria ser reconhecido”, aponta.

Equívoco?

Para o professor de psicologia geral e análise do comportamento da UEL Alex Eduardo Gallo, doutor em violência familiar, a decisão da Justiça, no caso da professora pode ter sido equivocada. “É complicado saber o que realmente aconteceu, mas a tese em que basearam o pedido, sobre a síndrome da alienação parental, não tem nada a ver com a ausência do pai”, diz. Segundo ele, a alienação parental acontece quando os pais – com quem a criança mora – não dão a atenção afetiva que a criança precisa. “São aqueles pais negligentes, que não dão carinho, não cuidam. A aí entraria a síndrome”, explica. Segundo ele, essa síndrome só poderia ser usada como base se a mãe também fosse ausente. “Nesse caso, teria que buscar indenização dos dois, pai e mãe”, diz.

O fato do homem não ter procurado a filha nenhuma vez, segundo o psicólogo, não afetaria significativamente a vida da criança se ela tivesse uma figura masculina na vida, um avó ou tio, por exemplo, e a atenção da mãe. “A literatura aponta que há prejuízos ou sequelas de personalidade e mais um monte de outros problemas, se não houvesse essa proximidade. A mãe atenciosa compensa a falta do pai”, garante.

Para Gallo, é impossível a Justiça ou leis exigirem que pais amem seus filhos. “Essa coisa de amor incondicional de mãe, por exemplo, é mítico. É muito comum mães que não amam seus filhos. O amor familiar é uma relação construída na convivência”, afirma.

‘Tive o apoio da minha mãe’ Renato (nome fictício), 34 anos, concorda com a opinião do psicólogo Alex Gallo. O pai dele saiu de casa quando ele tinha entre 8 e 9 anos. De lá para cá, só se encontrou com ele umas duas ou três vezes. “Não me fez falta. Tive todo apoio da minha mãe”, conta. Segundo ele, nunca entraria na Justiça para reclamar abandono afetivo. “Entendi a atitude dele e não julgo. Só não quero mais nada dele”, diz.

Minha Londrina

A Rua Humaitá pede socorro. O crescimento da região sul da cidade, a inauguração da Avenida Airton Senna, as melhorias feitas ao lago Igapó II e consequente fechamento de parte das vias ao redor do lago, juntamente com grande fluxo de automóveis em horário escolar de um grande colégio particular, aliados ao trânsito constante de ônibus, na ida e volta da UEL, fazem com que trânsito aumente e o asfalto da Rua Humaitá fique muito esburacado e (mais) mal sinalizado com o decorrer dos dias. É urgente a necessidade de um recapeamento de primeira qualidade dessa rua em toda sua extensão. Isso tudo sem contar os danos que são causados nos automóveis que ali transitam diariamente. Peço à atual administração que providencie essa “obra” antes que essa gestão chegue ao final. Recape da Humaitá já!

Enviado por Alan Santana

Durval Adolar Weigert faz parte da história da UEL

Muitos dos atuais professores do curso de Educação Física da Universidade Estadual de Londrina (UEL) passaram pelas mãos do professor Durval Adolar Weigert. Um dos fundadores do curso, Durval lecionou na instituição por 31 anos e lá se aposentou. Curitibano, formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) em 1960, começou a lecionar, ainda durante o curso, no Colégio Militar da capital. Em Curitiba, também foi atleta da equipe de basquetebol do Clube Atlético Paranaense. Depois da universidade, veio a mudança para Assaí, no Norte do estado, onde lecionou durante 10 anos e se casou com Maria Conceição dos Santos Weigert. Em Londrina, as primeiras aulas foram no Colégio Estadual Vicente Rijo, onde também trabalhou até a chegada da aposentadoria. Morreu dia 25 de abril, de infarto, aos 79 anos. Deixa esposa, dois filhos e seis netos.



É autorizada a livre circulação dos conteúdos desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso,
desde que citada a fonte.

As Sinopses apresentadas têm como referência as edições digitais dos jornais citados disponíveis no dia.


  18h13 Programa Universidade sem Fronteiras abre novo edital
  18h06 Aiesec promove debate sobre intercâmbio
  17h52 Vídeo ganha destaque em concurso internacional
  17h13 Curso para servidores aborda relacionamento interpessoal
  17h11 Abertas inscrições para o mestrado em Ciências Sociais
  16h52 Rádio UEL FM exibe óperas de Wagner nos 200 anos do compositor
  16h29 Inovatec Regional é lançada em solenidade na ACIL posssui-foto
  16h25 Professora da UEL assume Centro Nacional da Cultura Negra
  16h04 Professores alemães proferem palestras na UEL
  15h43 Enfermagem recebe visita de alunas americanas posssui-foto
  08h16 SINOPSE - A UEL NOS JORNAIS - (17-5-2013 - Sexta-feira)
  18h15 Parceria entre Canadá e Capes incentiva intercâmbio científico
  18h09 Ciências Farmacêuticas promove Curso de Atualização
  17h48 Duo Entrerios na Série Palcos Musicais posssui-foto
  17h44 UEL participa de Seminário sobre Mobilidade Acadêmica
  17h21 Therese D. é atração do Cine Com-Tour/UEL posssui-foto
  17h15 Professora integra comissão de Congresso posssui-foto
  17h09 Letras e CELEM divulgam ensino do Espanhol
  16h00 Lançamento da Inovatec Regional será nesta quinta-feira na ACIL
  15h54 Sábado tem observação de Júpiter, Saturno e Lua
  15h48 Aberta Semana de Serviço Social posssui-foto
  15h11 UEL receberá estudante alemã em intercâmbio posssui-foto
  14h55 Vice-prefeito se reúne com pró-reitores posssui-foto
  08h00 SINOPSE - A UEL NOS JORNAIS - (16-5-2013 - Quinta-feira)
  18h12 Grupo vocal argentino se apresenta no Com-Tour/UEL posssui-foto
  17h53 UEL participa de Jogos Universitários do Paraná
  15h50 Feira Paranaense de Negócios será lançada nesta quinta na ACIL
  15h23 BC recebe exposição Ouro Verde Nossa Paixão ... posssui-foto
  15h03 Aplicação oferece Curso Técnico em Enfermagem
  14h53 Feirinha da Cidadania será realizada no estacionamento da Reitoria
  14h00 Assistentes sociais fazem manifesto em evento no CESA
  10h10 UEL está entre as 200 melhores universidades do mundo posssui-foto
  08h10 SINOPSE - A UEL NOS JORNAIS - (15-5-2013 - Quarta-feira)
  17h38 Semana do Café será realizada no Museu Histórico
  16h53 UEL garante infraestrutura para 1ª Feira de Estágios
  16h05 Companhia L2 apresenta o espetáculo “Rosnando para a Sombra”
  15h51 Redução da Mortalidade Materna é tema de mesa-redonda
  15h21 Museu Histórico abre exposição em homenagem ao Museu de Arte
  08h03 SINOPSE - A UEL NOS JORNAIS - (14-5-2013 - Terça-feira)
  18h00 UEL faz concurso para contração de 104 professores
  16h38 Especialista fala sobre escrituração digital na construção civil
  16h32 Abertas inscrições para 51ª Semana Jurídica da UEL
  15h38 Simpósio na UEL vai debater a qualidade da carne suína
  15h00 Aplicação oferece curso técnico em Cuidados com a Pessoa Idosa
  14h59 Cinema e Psicanálise exibe o filme Drive
  14h51 Servidores recebem treinamento de combate a incêndio posssui-foto
  08h16 SINOPSE - A UEL NOS JORNAIS - (13-5-2013 - Segunda-feira)
  08h13 SINOPSE - A UEL NOS JORNAIS - (12-5-2013 - Domingo)
  08h03 SINOPSE - A UEL NOS JORNAIS - (11-5-2013 - Sábado)
© Universidade Estadual de Londrina
Coordenadoria de Comunicação Social
Rodovia Celso Garcia Cid | Pr 445 Km 380 | Campus Universitário
Cx. Postal 10.011 | CEP 86.057-970 | Londrina - PR
Fone: (43) 3371-4361/4115/4331 | Fax: (43)3328-4593
e-mail: noticia@uel.br