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O Projeto
História
O Projetor
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O Projeto
O
Projeto Planetário de Londrina, é um projeto de Extensão da Universidade Estadual de Londrina denominado: PLANETÁRIO DE
LONDRINA E OBSERVATÓRIO ASTRONÔMICO DA UEL: AMBIENTES DE APOIO À EDUCAÇÃO INFORMAL DE DIFUSÃO E ENSINO-APRENDIZAGEM EM
EDUCAÇÃO CIENTÍFICA, coordenado pela professora Doutora Rute Helena Trevisan, docente do Departamento de Física da UEL.
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Imagem do prédio do Planetário de londrina ao lado do Museu Histórico. |
Ele faz parte do Museu de Ciência e Tecnologia da UEL, sob coordenação do Prof. Doutor Sergio de Mello Arruda, que é
constituído por três grandes setores: o Centro de Ciências, o Observatório e o Planetário, com verba aprovada pela VITAE
Apoio à Cultura, Educação e Promoção Social, associação civil sem fins lucrativos, em Janeiro de 2003, coordenado pela
professora Doutora Rute Helena Trevisan,
docente do Departamento de Física da UEL. O Projeto Planetário de Londrina, que possui fins acadêmicos,
educativos e culturais, tem seu prédio construído no centro da cidade de Londrina, pela Prefeitura Municipal
da cidade. Trata-se de uma construção de alvenaria, com 232 metros quadrados e diâmetro de 16 m; teto abobadado, com 6,10 m
de altura. A sala de projeção tem 8 metros de diâmetro e capacidade para 44 expectadores por sessão.
Este prédio, por ter sido construído em 1992, está em fase de
reforma pela Prefeitura Municipal de Londrina. O atendimento do planetário está previsto para aproximadamente 85.000
pessoas/ano, entre estudantes, professores, pessoas da cidade e turistas em geral.
fotos do prédio:
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História
O Planetário de Londrina, foi inicialmente idealizado pelos Professores Cleiton Joni Benetti Lattari, Físico e
Astrônomo, professor da UEL na época, hoje da UNIFIL/Londrina e Rute Helena Trevisan da UEL, e teve seu prédio
construído pela Prefeitura Municipal de Londrina , por Waldmir Belinati, em 1992.
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Construção do Prédio do Planetário em 1991. Nas fotos acima, da esquerda para a direita: Waldmir, Cleiton e Rute Helena.
Arquitetos Responsáveis pelos Projetos de Reforma e Ampliação do Planetário Municipal de Londrina:
Marcelo Gaspar Figueiredo -- Especialista em Projeto Arquitetônico pela Universidade Estadual de Londrina.
Karin Melo Lascowski-- Especialista em Projeto Arquitetônico pela Universidade Estadual de Londrina.
Marcelo Carneiro engenheiro responsável.
O projetor não foi comprado na época, devido a mudanças políticas, e o prédio ficou sem uso até 2005, quando então se
iniciou a reforma, em 30 de Setembro para abrigar o projetor comprado com verba da VITAE, dentro do projeto do Museu de
Ciência e Tecnologia da UEL coordenado pelo professor Sergio de Mello Arruda, do Departamento de Física da UEL.
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O Projetor
O projetor de Planetário de Londrina, é um modelo BS 3200a, fabricado pela Gambato – Costruzione per
Astronomia , que está iniciando a exportação de planetários.
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Foto tirada do projetor na Itália durante a visita à fabrica. |
Antes da compra do projetor, foi
feita uma visita à fábrica, em Veneza, Itália. A professora Rute Helena Trevisan, coordenadora do projeto Planetário de
Londrina, em companhia do professor Sergio Arruda, verificou, com a ajuda de um especialista na área (Fernando Vieira,
da Associação Brasileira de Planetários, e assessor da VITAE) a funcionabilidade dos equipamentos.
Após vários testes e avaliações no local, o modelo Gambato superou todas as expectativas. Durante a avaliação, o
grupo solicitou que fossem acionados todos os motores e projetores (principal e periféricos).
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Processo de fabricação do projetor Gambatto. |
A qualidade das imagens das estrelas é
muito boa
(comparável ao planetário Zeiss ZKP-3 e ao Spacemaster, bastante conhecidos no Brasil). Os projetores de constelações
zodiacais e, principalmente, os de efeitos especiais – crepúsculo, rotação de galáxia e “nascimento de estrelas” – também
são de alta qualidade.
Além disso, o custo de manutenção, item extremamente importante em empreendimentos públicos, é muito baixo, limitando-se
essa manutenção à lubrificação, à limpeza e à eventual troca de motores. Os materiais de consumo, como lâmpadas,
motores, etc., são facilmente
encontrados no mercado nacional. Pelo custo do planetário e baixo custo de manutenção, julga-se que esse modelo pode ser
uma excelente opção para cidades de médio porte, como o caso de Londrina.
veja as fotos da visita à fábrica GAMBATO Costruzioni per Astronomia na Itália:
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