A artista Júlia Milward participa da exposição ARTE LONDRINA 5 – PELA ESTRADA E FORA. Enviamos algumas perguntas para que possamos conhecer mais sobre o processo e as referências da artista. 

 

1 – COMO UM TRABALHO COMEÇA?

O início começa com o outro.

 

2 – QUE ARTISTAS OU TEÓRICOS VOCÊ CONSIDERA IMPORTANTES? POR QUÊ?

Se hoje persisto na profissão de artista é por causa de três pessoas e um livro: Marcel Duchamp, Georges Perec, Chris Marker e “A invenção de Morel” (de Adolfo Bioy Casares). Porque fazem parecer simples.

 

3 – O QUE VOCÊ ESTÁ LENDO?

Atualmente nas segundas, quartas e sextas leio “Aprender a rezar na Era da Técnica”, de Gonçalo M. Tavares; terças, quintas e sábados “20 mil léguas submarinas”, de Jules Verne; no domingo assisto TV.

 

4 – QUE TIPO DE COISA CHAMA SUA ATENÇÃO NO MUNDO?

As móveis e as imóveis.

 

5 – O QUE VOCÊ ESTÁ PRODUZINDO AGORA?

Além da organização do cotidiano e dos empregos temporários para a subsistência, tenho me dedicado a olhar os projetos que realizei entre os anos de 2008 e 2017. Uma revisão de um micro-percurso para o si. O objetivo é perceber melhor alguns projetos com a distância temporal, notar as ligações estabelecidas entre eles, um exercício de conhecimento para evitar as armadilhas dos elogios e das críticas.

 

6 – QUE SITES VOCÊ COSTUMA VER?

Vejo os ditos informações.

 

7 – QUE MÚSICAS VOCÊ OUVE?

Afropop.

 

8 – QUE EXPERIÊNCIA(S) COM ARTE FOI IMPORTANTE PARA VOCÊ?

A arte surge para mim na forma miniaturizada da reprodução impressa. Somente a partir dos 23 anos é que pude realmente experimentar os espaços expositivos, ver sem tocar os quadros estudados nos livros e, desde então, fui impactada no “ao vivo” por vários. O último que me capturou foi instalação “Réfléchir la mémoire” de Kader Attia.

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