COLÉGIO DE APLICAÇÃO

 

ENFERMAGEM

·                                              Técnico de enfermagem: Leocádia Poposki Barbosa (Campus)

·                                                                         Maria Cristina Micheletti da Silva (HU)

 

O atendimento da equipe de enfermagem na instituição tem um caráter preventivo, através de orientação aos professores, equipe, pais e crianças sobre os cuidados com a saúde. Realiza atendimento de primeiros socorros as intercorrências com a criança no ambiente escolar.

DICAS DE SAÚDE:


 

PREVENÇÃO

Viroses respiratórias: veja os cuidados que devem ser tomados em casa

 

A Sociedade Brasileira de Pediatria acaba de lançar diretrizes para ajudar pais e especialistas no tratamento e prevenção de infecções


As infecções respiratórias agudas de vias aéreas são responsáveis, na pediatria, por um grande número de atendimentos, visitas a serviços de emergência e hospitalizações. E o principal agente causador dessas infecções em lactentes jovens é o VSR (Vírus Sincicial Respiratório). Ele pode ser responsável por até 75% das bronquiolites e 40% das pneumonias durante os períodos de sazonalidade. 


A maioria das crianças é infectada no primeiro ano de vida, mas eventualmente, todas as crianças serão expostas ao vírus até o final do segundo ano de idade, com reinfecções durante toda a vida. Há ainda os grupos considerados mais vulneráveis, como prematuros, portadores de cardiopatias congênitas e de doença pulmonar crônica da prematuridade. 

Como o VSR não conta com um tratamento específico, as medidas de suporte são sempre recomendadas para prevenir o aparecimento de novos casos e aumentar o controle da infecção. Para ajudar os pais e cuidadores de pacientes, além de especialistas, a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) acaba de lançar suas diretrizes para o manejo da infecção do VSR, em um documento elaborado por cinco departamentos científicos da entidade (Cardiologia, Imunizações, Infectologia, Neonatologia e Pneumologia). 

As recomendações básicas enfatizam a importância de medidas como a lavagem frequente das mãos, além de limitar, quando possível, a exposição da criança a ambientes com elevado risco de contágio, como creches e escolas maternais, assim como evitar o contato com pessoas com doença respiratória aguda. 

Veja algumas orientações sobre o tratamento domiciliar, com base em guidelines e publicações científicas recentes: 

- Fazer higiene das mãos com água e sabão e ou álcool a 70%; 
- Evitar tabagismo passivo; 
- Manter alimentação normal para a idade da criança; 
- Fazer higiene da cavidade nasal com solução salina; 
- Usar antitérmicos somente se for necessário; 
- Reavaliação médica se houver dúvidas ou se sinais de alerta presentes; 

A criança deverá ser hospitalizada ao apresentar: 

- Desconforto respiratório; 
- Episódios de apneia (suspensão momentânea da respiração); 
- Piora do estado geral (prostação, hipoativa, acorda apenas com estímulos prolongados); 
- Sinais de desidratação; 
- Recusa alimentar, ingestão reduzida e/ou diurese por 12 horas; 
- Presença de comorbidade: displasia, cardiopatia, doença neuromuscular, entre outras; 
- Prematuridade, especialmente < 32 semanas; 
- Idade < 3 meses; 
- Incapacidade ou falta de confiança dos pais e/ou cuidadores para identificar os sinais de "alerta";

 

Fonte: Folha Saúde 24/10/2017 

 

 

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